74% dos trabalhadores brasileiros têm vontade de mudar de emprego, mesmo com o País passando por uma crise econômica.

A crise continua trazendo prejuízos para o País e deixando os trabalhadores inseguros, pois as empresas estão se vendo obrigadas a cortar gastos e com a produção caindo, as vendas em baixa, não lhes resta outra alternativa que não seja a demissão de vários funcionários.

O curioso diante deste cenário, é que mesmo vivendo momentos de instabilidade no mercado de trabalho, 74% dos trabalhadores brasileiros disseram que têm vontade de mudar de emprego.

Entre a grande maioria dos profissionais brasileiros que pretende mudar de emprego, está principalmente a geração mais nova que está enfrentando uma crise desta proporção pela vez e esta geração acredita que é algo passageiro e que isso não pode atrapalhar seu crescimento profissional.

A pesquisa realizada pela Michael Page, no mês de junho, aponta 74% dos brasileiros com intenção de trocar de emprego, mesmo com o desemprego crescendo tanto, por todo o País.

Esta nova geração de trabalhadores que enfrenta uma crise tão grande pela primeira vez, é chamada de geração milênio e representa 50% da força de trabalho em todo o mundo. Este seria o novo perfil do profissional que, diante da crise, não fica com medo e tenta se manter no emprego, mas tenta fazer algo para a situação melhorar, mesmo que para isso tenha que se arriscar.

E a mudança no perfil do trabalhador faz mudar também a forma como as empresas precisam conduzir seus negócios. Antes, em tempos de crise, os funcionários ficavam receosos de perderem o emprego e a empresa podia manter os melhores funcionários e os demais iam sendo demitidos para cortar gastos.
Atualmente, os bons funcionários, em tempo de crise, tendem a mudar de emprego, buscar novas oportunidades, procurar por empregos que vão lhe trazer melhor remuneração e até mesmo, melhor qualidade de vida e assim, as empresas, mesmo diante da crise, precisam tomar providências para não perderem seus bons funcionários, o que agravaria ainda mais a situação para elas.

Diante deste novo cenário, as empresas vão tendo que aprender quase que de forma obrigatória, a lidar com esta nova questão, pois a crise se repete, mas os profissionais possuem outro perfil e não estão mais dispostos a ficar parados esperando tudo melhorar, eles se veem quase que na obrigação de partirem em busca de um novo emprego, que lhes garanta melhores condições e maior remuneração.

Por Russel


O funcionário que sabe se adequar às mudanças que a empresa passa com a atual crise que o País vem enfrentando, tem mais chances de permanecer no emprego e garantir seu futuro na organização.

A crise que afeta o Brasil não dá sinal de que vai melhorar tão cedo e, com isso, o desemprego continua assombrando o trabalhador brasileiro que teme perder sua fonte de renda e, nesta hora, conseguir uma nova recolocação no mercado de trabalho não é nada fácil. Mas uma certeza todos podemos ter: em tempo de crise, o funcionário com maior facilidade de se adequar à nova realidade vai sobreviver.

As empresas estão passando por uma série de dificuldades e elas sabem que, se não se adaptarem à nova realidade do país, vão acabar tendo que fechar as portas. Com isso, as empresas vão "enxugando" ao máximo, cortando despesas e buscando aumentar a produtividade. Nesta hora, vai sobreviver o funcionário que souber aceitar as mudanças e não só acompanhar as mudanças da empresa, mas abraçar esta causa.

E o funcionário "esperto", que tem maior facilidade de ir se adequando às novas realidades, pode até mesmo anteceder o movimento de cortes dentro da empresa. Talvez aconteça que a empresa onde você trabalha ainda não esteja passando dificuldades, mas é só olhar à sua volta para ver que a situação está difícil para todo mundo e a tendência é piorar até o final do ano. Toda empresa corre o risco de ser atingida pela crise, isso se tem alguma que ainda não foi.

O funcionário não precisa esperar a empresa começar com os cortes para ter uma postura diferente, aliás, se ele for o primeiro a dar sinais de que está empenhado em ter uma atitude diferente, por causa da crise, será visto com bons olhos dentro da empresa e passará a ser não apenas um funcionário, mas uma pessoa que poderá ajudar a empresa a superar este momento de maior dificuldade.

E hoje em dia as empresas estão valorizando muito os profissionais com este perfil, que sabem se adequar aos momentos da empresa, pois há épocas que tudo funciona bem e a empresa sabe recompensar o bom funcionário, mas no momento de crise, se o funcionário quiser manter seu emprego, vai precisar se adequar à nova realidade.

Querer ver a empresa bem é querer continuar empregado, então não pense que você é insubstituível e que sem você a empresa não sobrevive.

Procure olhar o mundo à sua volta com outros olhos e esteja pronto para abraçar as mudanças da empresa ou até mesmo promovê-las, pois assim você estará cuidando da saúde da empresa e do seu futuro como funcionário dela.

Por Russel


A crise econômica está afetando diversos setores e algumas profissões estão sentindo drasticamente esta influência. Algumas áreas não são boas opções para investir.

Com a crise econômica no Brasil, a decisão dos mais jovens, de qual carreira seguir está cada vez mais complicada e é necessário analisar todo um cenário antes de optar por uma carreira, para não ficar para trás.

Confira os cargos que estão em baixa e são desaconselháveis no atual cenário econômico, segundo cinco empresas de gestão de carreira e seleção.  

  • Gi Group:

– Auxiliar e Agente de Atendimento, Caixa e Operador de Caixa, Vendedor, Gerente de Loja.

Essas profissões sofrem muito com as quedas na economia, pois o setor de vendas acaba desacelerando com o consumo baixo. Este ano, pela primeira vez a agência não recebeu pedidos de novas vagas em datas especiais, como o dia das mães ou dos namorados.  

  • Gouvêa de Souza:

– Desenvolvedor de Páginas Web – Os smartphones e tablets andam ocupando mais espaço do que os computadores, e esse profissional tem perdido espaço no mercado.

– Analista de Mídia Social – Como houve um crescimento da oferta desses profissionais, o mercado não conseguiu absorvê-los.

– Agente de Turismo: Perde vez para os sites especializados em viagens.

– Corretor de Imóveis – Além da baixa procura para compra de imóveis, o mercado anda saturado desse perfil profissional.

– Analista de Investimentos: Perde espaço com a desaceleração da economia, onde há poucos investimentos.  

  • Grupo Hays:

– Gerente de Engenharia para novos projetos – Os novos projetos acabam não saindo do papel na maioria das empresas, devido ao cenário financeiro do país, fazendo com que esse profissional perca campo de trabalho.

– Comerciante Exterior – O câmbio tem variado muito devido à inconstância do mercado financeiro, fazendo com que algumas empresas evitem esse tipo de comércio.  

– RED P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) –  Já que o cenário é de recessão, o desenvolvimento de novos produtos não é a prioridade nas empresas.

– Engenharia Civil – Com a economia em crise, as novas construções, projetos e gerenciamento de obras tendem a estar também em queda.  

– Secretária Executiva – Com a crise, as funções da secretária estão sendo distribuídas dentre os colaboradores da empresa.

– Arquiteto e Decorador – Além da diminuição do lançamento de novos imóveis, esses projetos também são encarados como algo não essencial.            

Por Patrícia Generoso 


É necessário pensar positivo e ter atitudes que favoreçam sua motivação em tempos que o Brasil passa por crise econômica.

O ano já está na metade e todos já sentiam qual seria o clima de 2015, a crise tem atingido todos os tipos de negócios. Está nos noticiários, quando você passa pelas ruas ou em conversas entre amigos, você consegue perceber que todos estão sendo atingidos pela crise financeira. Mas em um ano com tantas complicações, como se manter motivado?

Em tempos difíceis, é importante não deixar o pessimismo tomar o controle de suas ações. A crise é uma reação em cadeia, atinge todas as pessoas em todas as áreas e você tem que estar consciente disso. Também deve saber que você pode reagir, reorganizar suas economias e preparar estratégias para combater a crise, e isso é o mais aconselhável a se fazer no momento. Também é preferível não correr grandes riscos e se manter mais estável, mesmo com todos já tomando essa postura.

Se o recesso na economia é uma verdade, também devemos levar em conta que isso não significa ter só prejuízos, encarar o cenário econômico de outra forma pode te ajudar a passar por esse ano difícil, o ideal é manter uma atitude positiva mesmo em meio aos problemas que estão surgindo, dar o seu melhor para reorganizar sua vida. O pensamento positivo funciona para que você encare esse momento com outros olhos, dessa forma a crise pode te atingir com menos impacto e você ter uma maior estabilidade tanto na sua vida financeira quanto na sua vida profissional.

Adotar essa postura positiva não é uma tarefa fácil, principalmente porque muitos problemas ainda podem aparecer por conta deste ano de crise, ainda as constantes más notícias econômicas tomando conta do nosso dia a dia. A postura positiva e para frente é uma forte arma que você tem para combater a crise. Por isso aprender a usá-la significa ter um forte aliado na guerra contra o retrocesso financeiro que vem acontecendo nos últimos meses.

Por Tom Vitor de Freitas





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