O funcionário que sabe se adequar às mudanças que a empresa passa com a atual crise que o País vem enfrentando, tem mais chances de permanecer no emprego e garantir seu futuro na organização.

A crise que afeta o Brasil não dá sinal de que vai melhorar tão cedo e, com isso, o desemprego continua assombrando o trabalhador brasileiro que teme perder sua fonte de renda e, nesta hora, conseguir uma nova recolocação no mercado de trabalho não é nada fácil. Mas uma certeza todos podemos ter: em tempo de crise, o funcionário com maior facilidade de se adequar à nova realidade vai sobreviver.

As empresas estão passando por uma série de dificuldades e elas sabem que, se não se adaptarem à nova realidade do país, vão acabar tendo que fechar as portas. Com isso, as empresas vão "enxugando" ao máximo, cortando despesas e buscando aumentar a produtividade. Nesta hora, vai sobreviver o funcionário que souber aceitar as mudanças e não só acompanhar as mudanças da empresa, mas abraçar esta causa.

E o funcionário "esperto", que tem maior facilidade de ir se adequando às novas realidades, pode até mesmo anteceder o movimento de cortes dentro da empresa. Talvez aconteça que a empresa onde você trabalha ainda não esteja passando dificuldades, mas é só olhar à sua volta para ver que a situação está difícil para todo mundo e a tendência é piorar até o final do ano. Toda empresa corre o risco de ser atingida pela crise, isso se tem alguma que ainda não foi.

O funcionário não precisa esperar a empresa começar com os cortes para ter uma postura diferente, aliás, se ele for o primeiro a dar sinais de que está empenhado em ter uma atitude diferente, por causa da crise, será visto com bons olhos dentro da empresa e passará a ser não apenas um funcionário, mas uma pessoa que poderá ajudar a empresa a superar este momento de maior dificuldade.

E hoje em dia as empresas estão valorizando muito os profissionais com este perfil, que sabem se adequar aos momentos da empresa, pois há épocas que tudo funciona bem e a empresa sabe recompensar o bom funcionário, mas no momento de crise, se o funcionário quiser manter seu emprego, vai precisar se adequar à nova realidade.

Querer ver a empresa bem é querer continuar empregado, então não pense que você é insubstituível e que sem você a empresa não sobrevive.

Procure olhar o mundo à sua volta com outros olhos e esteja pronto para abraçar as mudanças da empresa ou até mesmo promovê-las, pois assim você estará cuidando da saúde da empresa e do seu futuro como funcionário dela.

Por Russel


Objetivo do programa é frear o índice de desemprego no país. A jornada de trabalho poderá ser reduzida em até 30% e o salário poderá ter uma redução proporcional.

O Programa de Proteção ao Emprego foi uma medida adotada pelo Governo Federal para tentar frear o índice de desemprego no país, devido à crise que enfrentamos atualmente.

O programa prevê que a jornada de trabalho possa ser reduzida em até 30% e que haja uma redução proporcional no salário. Dessa forma, o empregador poderia manter todos os seus funcionários sem maiores ônus para sua empresa. 

No novo programa proposto, parte da diferença salarial será compensada em parte pelo governo, através de recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). A compensação salarial oferecida pelo governo tem o teto de R$ 900,84 o que corresponde a 65% do atual valor pago pelo auxílio desemprego que está fixado em R$ 1.385,91. Na última quarta-feira (dia 15) Miguel Rosseto, ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República anunciou que o programa é voltado para todas as empresas, independente de seu tamanho ou setor.

As empresas podem aderir ao programa até o mês de dezembro e o pré-requisito é que estejam passando alguma dificuldade financeira comprovada. Segundo o ministro, não só a indústria será beneficiada com o programa, mas empresas do setor do comércio ou de serviços também podem participar do programa. Qualquer setor que for atingido pela redução da capacidade de produção e vendas pode aderir o programa como forma de manter seus funcionários até que a crise passe.

O programa tem atualmente duração de seis meses e ao ser questionado sobre uma extensão do programa, o ministro afirmou que a sua manutenção e extensão vai depender de como caminhará a situação financeira do país. 

O ministro ressaltou também que as empresas que aderirem ao programa não podem demitir os funcionários com carga horária reduzida, enquanto estiverem na adesão do programa. E também que o programa prevê que o funcionário que estiver sendo beneficiado pelo programa tem além dos seis meses de emprego garantido, mais 1/3 do tempo subsequente de garantia de empregabilidade. Portanto o funcionário fica assegurado de sua vaga por um período de oito meses, a partir da adesão de sua empresa ao programa.

A preocupação dos críticos econômicos é de onde o Governo Federal irá retirar os recursos para compensar os salários dos trabalhadores, já que o FAT está com deficitário e a procura pelo Programa de Proteção ao Emprego pode aumentar se a crise no Brasil persistir.

Por Patrícia Generoso


Um líder precisa saber como motivar a equipe, tirando o melhor de cada membro dela.

Um bom líder tem o poder de motivar a sua equipe e levá-la a patamares que qualquer empresa considera altíssimos. Mas é preciso ter cuidado: se o líder tem toda essa influência sobre a equipe, o contrário também pode ser verdadeiro. É preciso ter cuidado para não levar a sua equipe para o fracasso. Saiba como desenvolver corretamente as capacidades dos membros de sua equipe e assim manter a sua equipe motivada corretamente:

Delegue funções corretamente: Já que você está em uma função de destaque é preciso conhecer bem os funcionários, para fazer com que as funções sejam distribuídas corretamente. Um bom líder estuda para melhor conhecer as fraquezas e pontos fortes de cada membro de sua esquipe, e assim delegar as funções certas para cada um.

Defina objetivos: Um bom líder tem traçados os objetivos para sua equipe, para chegar mais rapidamente aos seus ideais.

Ouça seus funcionários: O trabalho é feito em equipe e você faz parte dela. Mantenha-se acessível, seja uma figura frequente no ambiente de trabalho e ouça suas reclamações, e sugestões. Você é o principal interessado nos resultados, então tem que trabalhar para fazer com que a equipe esteja à vontade e motivada para alcançá-los.

Dê feedbak: De nada adianta ouvir os funcionários e não lhes dar as respostas que procuram. Um líder que retorna os questionamentos será muito mais respeitado e trará um ambiente de confiança, que consequentemente aumentará a produtividade dos seus funcionários. Eles saberão que podem contar com você.

Ponha a mão na massa: Não é porque você é um líder que não irá trabalhar junto aos seus funcionários. Você não está ali somente para delegar tarefas.  Seja parte ativa da esquipe, ofereça-se para ajudar ou mesmo fazer alguma função que o seu funcionário esteja com dificuldades. Isso o traz para perto de você, além de contribuir com a qualidade da produção na empresa.

Por Patrícia Generoso


Alguns motivos contam muito no momento de deixar o emprego e procurar um novo.

O ser humano é naturalmente resistente a mudanças e quando se trata de mudar de emprego, aí é que a resistência aumenta ainda mais e são vários os motivos, sendo o principal deles a instabilidade do mercado de trabalho. Por mais que um profissional esteja infeliz na empresa onde trabalha, mesmo que o salário lhe agrade, quando ele pensa em mudar de emprego acaba desistindo sem sequer tentar.
É que além do motivo já citado, tem ainda o lado emocional, o profissional já se habituou com aquele ambiente de trabalho, fez novas amizades, domina bem o seu cargo e já se acostumou até com o trajeto de ida e volta para o trabalho.

Mas tudo isso é muito prejudicial ao profissional que tem razões de sobra para procurar um novo emprego, por exemplo, aprender coisas novas e isso é muito motivador. Quanto mais tempo permanecemos em um emprego melhor dominamos o serviço, mas chega um momento que já não há mais nada a aprender e acabamos caindo no comodismo.

A felicidade do ser humano está na descoberta, no aprender diário, nos desafios, isso motiva e faz com que a pessoa renove seu ânimo diariamente. Deixar a mesmice tomar conta de seu trabalho é algo terrível.
Ao procurar um novo emprego você estará encontrando uma série de novos desafios e isso vai lhe renovar profissionalmente.

Outra razão para procurar um novo emprego é que acabamos perdendo rendimento quando ficamos em um emprego por um tempo prolongado, é como que se funcionássemos no "piloto automático", muitas tarefas vão sendo feitas quase que inconscientemente e com isso não nos esforçamos mais para melhorar nossa produtividade no emprego. Depois de algum tempo a empresa vai perceber que você já não é mais aquele funcionário entusiasmado, então, antes que isso aconteça, comece a procurar uma nova oportunidade onde você irá voltar a ser aquela pessoa dedicada, esforçada, que vai querer mostrar sua capacidade.

A falta de reconhecimento no emprego é uma outra razão que nos leva a procurar por uma nova oportunidade. Se você se dedicou pela empresa, se esforçou, contribuiu para o crescimento do seu setor ou até mesmo da empresa como um todo, se levou novas ideias e garantiu bons resultados, é natural que espere um reconhecimento, seja com uma gratificação, uma promoção, uma homenagem ou um elogio que seja. Mas não são todas as empresas que possuem esta política, aliás, muitas fazem justamente o contrário e não elogiam seus funcionários com medo deles acharem que merecem um aumento salarial ou uma promoção de cargo.

E claro, há a questão do relacionamento. Se o funcionário não consegue ter uma boa convivência com seu superior, seu patrão ou algum colega de trabalho, esta é uma boa razão para procurar um novo emprego, pois este desgaste diário vai trazer consequências terríveis para todos, então, antes que algo pior aconteça, faça o que é melhor para todos e principalmente para você e procure um novo emprego.

Por Russel


Ser influente no trabalho é saber lidar com profissionais de perfis diferentes, saber administrar uma boa rede de contatos e querer que a empresa prospere.

Todo profissional que almeja o sucesso precisa ser uma pessoa mais influente no trabalho e para isso é preciso que ele trabalhe vários pontos como, por exemplo, ser capaz de lidar com profissionais de diferentes perfis, ser capaz de administrar uma boa rede de contatos, ser sincero sem humilhar as pessoas, entre outras características irão tornar você um profissional mais fluente, mas não basta isso.

Um profissional começa a ser referência para seus colegas de trabalho quando ele demonstra segurança na função que desempenha e para conquistar essa tão cobiçada segurança é preciso que o profissional invista em "aprendizado".

Fazer cursos profissionalizantes é uma das formas de garantir um melhor aprendizado e quem domina seu trabalho realiza as tarefas com desenvoltura e ganha a confiança dos colegas de trabalho e este já é um importante passo para se tornar mais influente dentro da empresa, pois você passará a ser visto por todos como um profissional que realmente sabe o que está fazendo.

Outro fator determinante que transformará você em uma pessoa mais influente no trabalho é o “tempo”. Não adianta querer chegar no seu novo emprego e querer mostrar em alguns poucos dias todas as suas qualidades, impondo o seu modo de trabalhar e querendo ser o centro das atenções! Isso só vai lhe tornar antipático diante de todos.

Seja paciente, humilde e colaborativo! Não queira ser o dono da verdade, não imponha sua forma de trabalho e aprenda a dialogar com seus colegas. Interesse-se pelo trabalho deles, escute-os com atenção e os valorize!

Ser influente não é ser o centro da empresa, isso não existe! Ser uma pessoa influente é ser aquele funcionário que é querido por todos ou pelo menos, pela grande maioria.

Procure deixar bem claro para a empresa que o seu interesse maior é fazer com que a empresa cresça! Como você quer se tornar influente se seus superiores não conhecem suas intenções?

Mostre que você está ali para fazer a diferença, que pretende utilizar todo seu conhecimento, experiência e criatividade para ver a empresa prosperar, assim você será visto com outros olhos e, com certeza, passará a ser influente em seu trabalho.

Por Russel


Ter estabilidade no emprego é o que todos desejam, por isso ela é considerada a maior preocupação dos trabalhadores.

Os estudos no campo sociológico ligado ao mundo do trabalho têm sido unânimes em apontar que uma das preocupações mais evidentes dos trabalhadores é com a questão da estabilidade empregatícia. Os empregados também reconhecem essa verdade social, e muitas vezes lidam com ela como se estivessem diante de mais uma moeda de troca das relações trabalhistas. O fato é que, em tempos de recessão econômica elevada, mais ainda se eleva o medo do desemprego por parte das classes trabalhadoras.

Não estamos discutindo sobre um fenômeno recente. Desde que o capitalismo é capitalismo (vide as teorias de Karl Marx e tantos outros filósofos sociais), o sistema é assim: vivemos em um mundo onde a principal ferramenta de sobrevivência dos homens é a sua força de trabalho. E quando essa força de trabalho não encontra “compradores” que possibilitem como retorno o ganho de uma remuneração, a tendência que se esboça é a de desajuste social. As filas de pessoas disputado poucas vagas oferecidas nas agências de emprego de grandes centros urbanos demonstram claramente que hoje não apenas existe o dilema de se conseguir um emprego, mas também o de mantê-lo por um bom período de tempo.

A instabilidade empregatícia do setor privado, por exemplo, é o grande motor que empurra, todos os anos, no Brasil, multidões de candidatos a disputarem as vagas abertas nos órgãos públicos de todas as esferas do poder. Os concursos hoje são a única garantia de estabilidade no trabalho que se tem notícia. Fora isso, todo o resto é apenas a expectativa de algo bastante durável.

Por outro lado, há profissionais que acabam aprendendo a lidar com essa incerteza. É o caso, por exemplo, de comerciantes, autônomos, algumas classes de profissionais liberais e até mesmo os trabalhadores temporários, conhecidos hoje mais como freelancers. Para essas categorias, já não existe tanto assim aquele medo de ficar desempregado, pois a dinâmica socioeconômica a que estão subordinados acaba ensinando-lhes que o melhor caminho a seguir e persistir em meio à incerteza.

Acontece que esta não é uma realidade aplicável à maioria dos trabalhadores do mundo. Pertencemos a todo um sistema que propicia a existência plena das relações de trabalho tal como elas hoje se nos apresentam (um patrão, um empregado e a luta digna por um salário e a manutenção de toda essa harmonia social). Portanto, como sabemos que as crises são momentâneas, resta-nos torcer para essa crise da instabilidade logo seja atenuada.

Por Alberto Vicente


Os candidatos a uma vaga de emprego devem levar em consideração alguns aspectos sobre a vaga e sobre a empresa antes de se candidatarem a ela.

A busca pelo emprego está cada vez mais difícil, com muitos candidatos à mesma vaga, por isso a tendência é que aceitemos a primeira proposta de emprego que nos fazem, mas por mais difícil que esteja a situação do profissional, é preciso analisar bem a proposta de emprego recebida, para não vir a se arrepender posteriormente.

De praxe, os candidatos que se lembram deste pequeno, mas importante detalhe, consideram os quesitos principais, sendo eles: salário, benefícios, carga horária e distância da empresa.

Realmente, é impossível não considerar estes quesitos, pois se o salário não atende suas expectativas ou necessidades, nem adianta aceitar o emprego na esperança que haja um aumento de salário em um curto espaço de tempo.

Também não se deve aceitar um emprego, cuja empresa se localiza a uma distância muito grande da residência do funcionário, a não ser que o cargo seja muito importante, o salário bem atrativo, ao ponto de justificar até uma mudança para mais perto da empresa.

Mas só isso não é suficiente, é preciso considerar muito mais, antes de se candidatar a uma vaga de emprego, por exemplo, a responsabilidade que será exigida no cargo e os desafios que serão enfrentados.
Sempre que iniciamos em um emprego, temos diante de nós muitos desafios e é importante conhecer ao menos um pouco do que nos espera, quais são os desafios que teremos que enfrentar e o que a empresa espera de nós ao ocuparmos aquele cargo.

Há vagas de emprego, onde o candidato que vier a ocupar o cargo terá que viajar constantemente, ou terá que fazer hora-extra, etc. Outras vagas oferecem riscos, são mais estressantes, etc.
Então não espere ocupar o cargo para se informar sobre os desafios, antecipe tudo isso para ver se realmente, vale a pena se candidatar àquela vaga.

E também é importante considerar a possibilidade de construir sua carreira dentro daquela empresa, afinal, você não vai querer ficar "estacionado" em sua vida profissional. Você irá fazer sua parte, realizando cursos profissionalizantes, participando de palestras e eventos para manter-se atualizado, mas será que a empresa irá lhe oferecer uma estrutura onde você possa desenvolver todo seu potencial?
E principalmente, a empresa terá campo para você crescer profissionalmente, oferecendo-lhe melhores cargos e salários mais vantajosos?

Verifique tudo isso com antecedência, assim você estará garantindo um futuro profissional mais promissor.

Por Russel


Algumas precauções devem ser adotadas para utilizar o e-mail da empresa com eficiência e para o motivo correto.

Com o avanço da comunicação humana pela internet o e-mail se tornou uma forte ferramenta de comunicação. Entretanto, você sabe como usar o e-mail da empresa corretamente? Para começar é importante saber que, diferente do e-mail pessoal que pode ser usado para envio de mensagens de todo o tipo que você desejar, o e-mail corporativo é um documento oficial da empresa. E se presta para formalizar acordos verbais feitos em reuniões ou por telefone. É uma importante ferramenta empresarial para evitar equívocos próprios da comunicação oral.

A percepção da importância do e-mail no ambiente de trabalho é imprescindível para que o funcionário possa encarar esse veículo de comunicação com mais seriedade. O seu uso indevido pode ocasionar até uma demissão por justa causa. Então, algumas providências e precauções devem ser adotadas a fim de evitar problemas:

– Mantenha uma conta de e-mail pessoal e deixe para compartilhar seus vídeos, fotos pessoais ou mensagens inspiradoras através dele.

– Se no e-mail pessoal tudo vale, no corporativo é necessário cuidado. Utilize apenas linguagem formal. Não use palavras e frases de duplo sentido, sarcasmos e piadinhas.

– Ainda que seu colega de trabalho seja um grande amigo, não use o e-mail da empresa caso o assunto que vá tratar seja pessoal. Envie de um endereço pessoal para outro.

– Jamais utilize o e-mail para divulgar assuntos sigilosos. Você corre o risco de ser rackeado ou de alguém retransmitir. Nesse caso é melhor utilizar outros meios ou criptografia.

– Evite enviar para todos. Saiba a quem compete o assunto para endereçar para a pessoa certa. Assim você evita a prática do spam e torna sua comunicação online mais eficiente.

– Lembre-se de começar e terminar com um comprimento formal. Um “Prezado Fulano” e um “Atenciosamente” sempre caem bem.

– Seja direto em suas informações no corpo do e-mail e específico no campo do assunto.

– Sempre releia o que escreveu. Confira o nome do destinatário e a correção gramatical.

Lembre que você pode estar sendo monitorado e o uso correto desse meio de comunicação pode ser um bom referencial a somar em seu desempenho profissional.

Por Cristiana Pereira dos Santos


É preciso ser honesto e objetivo quando for mencionar a empresa antiga em uma entrevista.

Todo candidato a uma vaga de emprego sabe que corre o risco de, durante a entrevista, ser questionado sobre a empresa antiga. É nessa hora que vem a dúvida, pois sempre temos algo a reclamar, mas será certo criticar a antiga empresa? Se fizer isso, o que o entrevistador pensará a seu respeito?

Entrevista de emprego é assim mesmo, o candidato sempre precisa explicar porque saiu do antigo emprego, ou  porque está querendo sair. Nessa hora, o importante é não fugir da resposta, porque se o entrevistador perceber que você não se sente confortável para falar sobre este assunto, não acreditará em nada do que disser e vai ser difícil conseguir a vaga desejada.

O ideal, na hora de falar da antiga empresa em uma entrevista de emprego, é dar respostas curtas, mas que sejam objetivas e principalmente honestas.

Se você deixou o antigo emprego porque o salário não era compatível com suas necessidades, não há mal nenhum em expor a situação, até porque, se você está se candidatando a esta nova vaga é porque o salário que é oferecido te agradou.

Quando for comentar sobre a antiga empresa, fale de uma forma coletiva e nunca demonstre nenhum tipo de ressentimento ou faça críticas mais severas. Procure comentar sobre colegas de trabalho com os quais você manteve bom relacionamento e faça elogios.

O importante é nunca falar mal da última empresa em que trabalhou, por mais que você tenha vontade, contenha-se! Criticar o antigo chefe, a política da empresa, não vai ajudar em nada neste momento, pelo contrário, poderá é lhe atrapalhar.

O que a maioria dos candidatos respondem, quando são questionados em uma entrevista, do motivo pelo qual abandonaram o último emprego, é que está em busca de novos desafios ou de área profissional e você pode até dizer isso, mas o selecionador vai querer saber mais, já que esta resposta é muito vaga e pouco objetiva.

Se usar esta resposta tão comum aos candidatos, exponha mais alguns detalhes, dizendo a verdade e se for preciso dizer que não estava bem no último emprego, diga, mas sem falar mal de ninguém.

Explique que não seria bom nem para você nem para a empresa onde trabalhava e que você conversou com seus superiores ou seu patrão, expôs o problema e eles concordaram e de comum acordo você deixou o último emprego para buscar novas oportunidades.

Por Russel


Ter algumas características é essencial para mostrar seu valor à empresa.

O mercado de trabalho está cada vez mais buscando profissionais qualificados.

E podemos ver que  a  cada dia  surgem novas oportunidades para que  essas qualificações estejam ao alcance de todos, mas  será que só isso é  necessário?

Acredita-se que sim, mas ter um algo a mais é fundamental nos dias de hoje, onde  estamos lutando para  conquistar uma  vaga de emprego ou até mesmo para manter o nosso emprego.

E como mostrar o seu  valor na  empresa?

É preciso ter  boas  qualificações, como  cursos, conhecimento e estudo. No entanto, algumas  qualificações vão fazer a  empresa  olhar para você com outros olhos, ou seja, com bons olhos.

– Ser uma pessoa  proativa – ser aquela pessoa que  consegue  não apenas  identificar o problema, mas  também chegar  e mostrar  a solução para o seu superior. As empresas  estão cheia  de pessoas que  só atuam quando a  dificuldade chega. Ser um profissional que tenha  visão é algo que  todos  querem.

– Ter espírito de equipe – ser aquele profissional que  sabe que  necessita de apoio em  conjunto para  conquistar metas e  não querer resolver tudo sozinho, e quando isso acontece sempre  fracassa.

– Superar limites como meta pessoal – superar metas é algo  fantástico, mostra que  é uma pessoa  capaz. Mas  nunca  ser aquela pessoa que alcança seu objetivo e  acaba entrando na  zona  de conforto, isso sim é péssimo.

– Ser comunicativo – comunicação é tudo ainda mais no meio corporativo, o profissional que é comunicativo e participativo consegue expor suas ideias e apresenta bons resultados.

– Ser criativo – toda empresa que contrata um profissional espera que ele  demostre suas habilidades, não esperando que ele tenha ideias mirabolantes e sim que saiba usar o que tem em mãos e  fazer algo produtivo.

Esses são alguns pontos que poderão ser de  grande  valia para que seja um profissional se  destaque no seu local de  trabalho.

Por André Escobar


E-mail empresarial deve ser usado de maneira cautelosa, para fins somente profissionais.

O e-mail foi uma das invenções mais geniais no mundo da tecnologia. Ele nos faz poupar tempo e até papel, evitando que operações simples sejam custosas. No ambiente empresarial, ele é uma grande ferramenta de comunicação, mas que deve ser usado de forma cautelosa.

Muitos profissionais pensam que porque a empresa lhe ‘deu’ um e-mail, é propriedade dela mesma, e ela pode usar do jeito que bem entender, mas saiba que esse é um recurso que é propriedade da empresa, e se uso, por regra, deve ser apenas para questões relacionadas ao trabalho.

Obviamente cada empresa tem sua política própria, e tratam o assunto de maneiras diferentes. Tem empresas que são mais tranquilas, e liberam o uso de e-mail para questões pessoais, onde os funcionários podem se comunicar tanto para diversão quanto para resolver assuntos particulares.

Porém, boa parte das empresas não vê essa prática com bons olhos, e pode até demitir um funcionário pelo mau uso dessa ferramenta. Para você não passar por uma saia justa, fique atento a alguns detalhes, como a frequência que você utiliza seu e-mail profissional para resolver assuntos pessoais. Uma vez ou outra, é até aceitável, mas se você troca dezenas de e-mails particulares, a empresa pode ter uma grande arma na mão e provar que você passa boa parte do dia sem trabalhar.

Evite resolver discussões pessoais que podem ser feitas pessoalmente e que só atrapalham sua concentração no serviço. Se é assunto grave e urgente, peça cinco minutos para seu chefe e faça uma breve ligação, mas não utilize o e-mail para isso. Muitas vezes os e-mails são monitorados, e sua vida pode se tornar pública.

E-mails descontraídos, com piadas e vídeos engraçados podem descontrair um ambiente, mas também use com moderação e antes de tudo saiba se seu chefe é uma pessoa bem humorada. E saiba a hora certa de enviar; obviamente você não fará isso em dia de fechamento de reuniões, não é?

E, o primordial: jamais envie e-mails de corrente, com PowerPoint que ninguém mais aguenta receber. Você pode estar querendo ser legal, mas saiba que a maior parte das pessoas não gosta desses e-mails.

Por Felipe Villares


A indicação pode trazer algumas vantagens e desvantagens para o profissional e para a empresa.

No mundo competitivo no qual estamos todas as oportunidades de emprego devem ser aproveitadas e há uma situação muito recorrente que permite esta entrada no mercado de trabalho que é a indicação.

A indicação ainda é uma forma utilizada em várias empresas, pois muitos empregadores preferem esta prática para minimizar processos no ato da contratação. Este processo também é usado em caso de ocupação de cargos de confiança. Contudo, a indicação tem alguns fatores que dividem opiniões e podemos destacar aqui algumas de suas vantagens e desvantagens.

O processo de indicação pode trazer algumas vantagens como:

  •  O  fato do candidato não ter que passar por processo seletivo;
  •  Já ter uma referência prévia de suas capacidades e habilidades;
  • Simplifica o processo de avaliação de currículo;
  • Ser encaixado na vaga pretendida;
  • Diminui o tempo que levaria para ter que concorrer há uma vaga;
  • Ter a chance de mostrar o seu trabalho. 

Porém, em alguns momentos ou locais esta situação também pode trazer algumas complicações. Veremos aqui algumas desvantagens:

  • Muitas vezes este profissional é mais cobrado, em algumas situações entendem indicação como falta de competência;
  • A indicação facilita a porta de entrada, mais não garante a permanência, para isso será necessário provar realmente ser capaz,
  • Muitos responsabilizam a pessoa que indicou por problemas posteriores.

Ao obter esta oportunidade ocasionada pela indicação o candidato deve aproveitar ao máximo procurando se inteirar de todo o processo da empresa, especializar-se e capacitar-se para as funções que irá realizar. Pois, o que faz a diferença não é a forma pela qual conseguiu a vaga, mas sim o que irá fazer para permanecer. A permanência do candidato irá depender da competência com a qual irá realizar todas as atividades que lhe forem determinadas. Dependerá do esforço que este candidato fará para provar se a indicação foi realmente acertada para aquele cargo, pois muitos podem também ser contratados pela forma convencional através de seleção e não alcançar os resultados almejados pela empresa.

Por Regiane Daniele de Jesus





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