Governador de São Paulo proibiu a contratação e o aproveitamento de candidatos remanescentes de concursos para o Governo Estadual e fundações e empresas ligadas a ele.

Como medida de cortar gastos no Governo, o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, proibiu a contratação e o aproveitamento de candidatos remanescentes de concursos para o Governo Estadual e também para as fundações e empresas que estão ligadas a ele. A exceção é para as universidades estaduais. A ordem do governador foi publicada sob o decreto nº 64.466, que foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, na última quinta-feira (dia 3).

Mas o decreto abre a exceção para que o governador autorize, excepcionalmente, o aproveitamento de remanescentes de concursos realizados desde que estejam dentro de sua validade. Mas a autorização só poderá ser feita após uma justificativa que deve ser aprovada pelos seus secretários da fazenda e do planejamento.

Em uma nota divulgada pela Secretaria de Planejamento e Gestão há a afirmativa de que o Governo do Estado vem trabalhando para garantir que as contas públicas estejam equilibradas, a fim de manter o ritmo dos investimentos e também os serviços prestados à população, mesmo em um momento de economia fragilizada. Ainda segundo a secretaria, o decreto não prejudica a população e nem compromete as atividades do estado.

O decreto prevê que os novos concursos só poderão ser autorizados caso haja necessidade real, com justificativa dos dirigentes correspondentes. Segundo a secretaria, o estado de São Paulo continuará mantendo a prioridade dos investimentos, a medida também ajudará o governo a não aumentar os impostos e manter a lei de responsabilidade fiscal.

E essa não é a primeira medida tomada por Alckmin para controlar a economia no estado de São Paulo. No mês de julho, o governador adiou o calendário de liberação de créditos da Nota Fiscal Paulista em seis meses. O Governo realizou esse adiamento para preservar os recursos estaduais para outros investimentos e para áreas de atendimento à população.

O governador também cortou a fatia do ICMS reservada para os créditos. Antes a fatia era de 30%, e agora é de 20%.  A redução de 10% parece pouca, mas foi feita para que fosse possível a ampliação da distribuição dos recursos arrecadados para áreas como saúde, prefeituras e educação.

O governador também mexeu na folha de pagamento de funcionários e comissionados, efetuando um corte de R$ 2 bilhões e cortou também as secretarias de governo.

Por Patrícia Generoso


Pesquisa revelou que empresas planejam contratar um número maior de mulheres após licença maternidade.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Regus, que oferece soluções flexíveis sobre assuntos de trabalho, 26% das empresas estão planejando contratar um número maior de mulheres neste ano, especificamente as que estão buscando uma nova colocação no mercado de trabalho depois de ter tido bebê e ficado de licença maternidade. O Brasil apresenta uma porcentagem ainda melhor, pois 27% dos entrevistados responderam que pretendem contratar profissionais que tenham esse perfil.

Esse estudo foi realizado em dimensões globais e contou com a opinião de 44 mil executivos de mais de 100 países.

Com a pesquisa foi possível observar que os profissionais com esse perfil acabam sendo mais valorizados, pois conseguem administrar melhor o tempo, transparecem uma maior confiabilidade, apresentam experiência e várias habilidades. Outro ponto positivo é que essas mulheres são menos propensas a mudar de emprego e garante à empresa a retenção, isso porque uma mulher com filho pensa duas vezes antes de mudar a vida profissional drasticamente ou trocar o certo pelo duvidoso. Em outra pesquisa feita pela Regus foi possível comprovar que 57% das empresas acham que as mães ajudam efetivamente a melhorar a produtividade dentro das companhias.

Em números, 31% dos entrevistados revelaram que mulheres com esse perfil são mais organizadas, 55% que são de confiança e 30% que a maternidade traz novas habilidades e experiências. Além disso, 23% as consideram funcionárias mais solidárias e 23% consideram que depois do afastamento pela maternidade elas trabalham de maneira mais eficiente.

Outra boa notícia para quem é mamãe e está à procura de uma colocação no mercado de trabalho é que 83% dos entrevistados responderam que são a favor da jornada de trabalho flexível para que a mulher consiga dar conta das demandas dos negócios e da maternidade em si. Com esse cenário, ter um filho não significa não conseguir um emprego. Entre a proposta de flexibilização está a ideia de permitir que a mulher trabalhe mais perto de casa ou mesmo que possa trabalhar determinado período em casa.

Por Jéssica Posenato


Com a crise que está afetando o mercado de trabalho, os trabalhadores demitidos precisam esperar até 3 meses para receber seus direitos.

A crise, que é vivenciada pela conjuntura econômica do País, atinge a sociedade de diversas maneiras. Um dos principais efeitos gerados, por exemplo, é a demissão, que cresceu nestes últimos períodos no Brasil. Em São Paulo, trabalhadores aguardaram até três meses para fazer a homologação da rescisão do contrato de trabalho. Desta forma, após este lapso temporal, eles puderam receber seus direitos e os documentos para obter o seguro desemprego, assim como, o FGTS.

Em comparação com o período de pré-crise, o lapso temporal é menor, sendo o tempo médio de espera aguardado pelo trabalhador de 15 a 20 dias, de acordo com o sindicato. Em julho de 2015, a procura para dar baixa na carteira teve um crescimento de 700% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A taxa de desemprego em São Paulo ficou com 7,2% em junho de 2015, comparando com o ano passado, que na época a taxa teve o valor de 5,1%.

Mas, sabia que apesar da crise existem profissões que estão em alta no mercado?

Dentre algumas podemos citar: Técnico em Mecânica, Técnico em Manutenção, Técnico em Automação Industrial, Engenheiro Mecânico, Profissional de Vendas, Consultor de Vendas, Profissional de Finanças, Profissional de Marketing de Estratégia, Técnico em Informática, Analista de Sistema, Gestor de TI, Executivo de Finanças, Gerente de Desenvolvimento, Farmacêuticos, Profissionais de Logística, Profissional de Telecomunicação, Profissional de Marketing, Profissional de Recursos Humanos, Profissional de Controladoria e Profissional de Contabilidade.

Como o mercado de trabalho é competitivo, o profissional deve buscar se especializar. Por isso, independente da crise econômica, busque aprimorar o seu conhecimento dentro da sua área de formação, para conseguir novos cargos dentro da empresa, outros desafios, ou até novas experiências como um trabalho internacional, por exemplo. Um bom profissional investe em conhecimento e em seu aprimoramento. Que tal se matricular em um curso de idioma novo?

Qual a sua opinião sobre a crise que o País esta atravessando? Que tal expor as suas ideias?  

Por Babi


No 1º semestre de 2015 foram extintos 345 mil postos de trabalho, e a expectativa é que 1 milhão de pessoas fiquem sem emprego até o final do ano.

Uma notícia preocupante para aqueles que estão trabalhando e também até para quem está desempregado é que em todo o território brasileiro vai sofrer neste ano de 2015 a perda de 1 milhão de postos de trabalho.

Isso mesmo que acabou de ler, e esses dados foram levantados pelo Cofecon (Conselho Federal de Economia) com base inicialmente nas informações do primeiro semestre deste ano, onde tivemos a extinção de 345 mil postos formais de trabalho e a expectativa é que 1 milhão de brasileiros fiquem sem emprego com carteira assinada até o final do ano.

O problema não vem diretamente ligado ao ano de 2015, pelo contrário, isso já começou no ano de 2013, pois durante o mês de abril desse ano foi iniciado um ciclo de elevação dos juros básicos e ao mesmo tempo ocorreu a redução dos empregos. Esses dados foram levantados diretamente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado através do Ministério do Trabalho e com base direta na taxa Selic, ou seja, nessa época esse valor estava em 7,25% ao ano e agora essa taxa está constantemente sofrendo aumento.

Isso começou no segundo semestre de 2014 quando foram notados os maiores juros, pois nesse período o Comitê de Política Monetária do Banco Central, ou simplesmente conhecido como Copom, manteve a taxa em um valor básico e somente realizou o aumento da Selic quando terminaram as eleições para a escolha do presidente da república.

Depois das eleições foram realizados 7 aumentos, a taxa Selic já chegou no valor de 14,25%  e com isso sufocou a economia, mostrando que esses ajustes estão refletindo em um curto prazo diretamente na política econômica do país e fazendo com que a vida da população sofra um alto impacto.

Quais seriam as formas de combater esse problema?

Uma forma segundo a Cofecon para melhor a situação do país e não ocorrerem as extinções de outros postos de trabalho é justamente realizar os seguintes pontos:

  • Reduzir a taxa Selic;
  • Investir em infraestrutura, principalmente em Programas de Concessões;
  • Realizar a simplificação tributária;
  • Reduzir a burocracia;
  • Fornecer melhores condições para o crédito a setores que realizam uma maior geração de emprego;
  • Incentivar a ciência, a tecnologia e a inovação;
  • Aumentar a competição entre os bancos, ao mesmo tempo em que visa reduzir o spread bancário.

Por Fernanda de Godoi


Pesquisa revelou que mais de 1/3 dos brasileiros sonham em ter o próprio negócio e veem vários aspectos positivos para a opção.

Se você é brasileiro, responda sinceramente a uma pergunta, você já sonhou em ter o seu próprio negócio? Se a sua resposta é sim, saiba que essa também é a resposta de mais de 1/3 da população brasileira, segundo pesquisa realizada pela American Express e também pelo Instituto Qualibest.

A pesquisa revelou que mais de 30% das pessoas que participaram da pesquisa consideram que essa forma de sobrevivência é a ideal para se alcançar um equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, fator esse fundamental para quem deseja ter uma melhor qualidade de vida.

Outro dado interessante da pesquisa é que 17% dos entrevistados afirmaram que ter o próprio negócio é uma vantagem, pois permite a possibilidade de trabalhar na terceira idade, além de poder ter mais flexibilidade de horários, um fator fundamental para uma melhor convivência familiar e para cultivar antigas amizades.

Para outros 16%, ter o próprio negócio significa ter mais confiança e segurança para conquistar objetivos, ou seja, o empreendedor é mais confiante e consegue melhores oportunidades para ganhar dinheiro e realizar seus sonhos e objetivos de vida.

A pesquisa revelou também que os entre os entrevistados de faixa etária entre 25 e 34 anos, a principal vantagem de ser dono do próprio negócio é não ter a quem se reportar, ou seja, a principal vantagem é não ter um superior para cobrar metas e desempenho, sendo que desses entrevistados, 59% tiveram a mesma opinião sobre o assunto.

Ter o próprio negócio significa trabalhar de forma mais adequada, sem esforço excessivo, sendo que ser dono da própria fonte de renda significa ter uma melhor distribuição de trabalho, essa foi a opinião de 45% dos entrevistados da pesquisa.

Ter a facilidade de organização e de gerenciamento de prioridades foi a opinião de 52% dos entrevistados.

Enfim, ter o próprio negócio é algo realmente fantástico, porém, para ser empreendedor é preciso ter muito planejamento e também muita cautela, pois sempre existe muita concorrência e desafios como em qualquer outra área profissional, mas se esse é seu sonho, corra atrás, faça uma pesquisa de mercado, pesquise se será lucrativo o negócio que você quer montar  e corra atrás de oportunidades que você certamente será bem sucedido.

Por Rodrigo da Silva Monteiro


Número de desempregados aumentou no Brasil em junho, atingindo o índice de 6,9%.

O desemprego voltou a apresentar índices preocupantes para a economia brasileira. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, o número chegou a 6,9% no mês dejunho, a maior taxa para o mês desde o ano de 2010. Há cinco anos, a taxa era de 7%.  

O índice do desemprego cresceu 0,2%, na comparação com o mês de maio/2015, quando apresentava 6,7%. Este leve aumento é considerado estável pelo instituto. Já na comparação com o ano passado, o aumento é expressivo. Em junho de 2014 o índice de desemprego no país era de 4,8%, exatamente 2,1% a menos que atualmente. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) e foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (23).  

A PME se baseia em informações das regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Porto Alegre.

O instituto considera desempregado o profissional que não possui trabalho e que procurou por alguma oportunidade de emprego dentro dos últimos 30 dias até a semana em que os dados foram coletados.  

O desemprego é um dos principais índices que ajudam a medir a fragilidade da economia de um país. O número de profissionais sem emprego foi estimado em 1,7 milhão em junho, ficando estável na comparação com o mês de maio. Já na comparação anual (junho/2014), o desemprego assustadoramente cresceu 44,9%. Este número representa 522 mil pessoas a mais procurando por vagas de trabalho em todo país.   Já a população que possui emprego sofreu queda de 1,3% em um ano. No total ela corresponde a 22,8 milhões. A população não economicamente ativa, que representa as pessoas que não possuem e não procuram emprego foi de 19,3 milhões. Este número é considerado estável pelo IBGE na comparação mensal e anual. Em relação a junho de 2014, o número de profissionais com carteira assinada em empresas privadas recuou 2%, em 11,5 milhões. Na comparação mensal, o número é estável.   

Em todas as seis regiões analisadas, o desemprego aumentou em um ano. Também nos últimos doze meses a renda média do trabalhador recuou 2,9%. No mês de junho o rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 2.149,10. Em junho de 2014 este número era de 2.212,87. O rendimento, no ano, caiu em quatro regiões analisadas: Rio de Janeiro (-5%); São Paulo (-3,1%); Salvador (-3,1%); Belo Horizonte (-2,5%). Já em Recife houve uma pequena alta de 0,5% e em Porto Alegre o índice manteve-se estável.

Por William Nascimento





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