Criação de Empregos no Brasil chega a 14 MIlhões entre 2003 e 2010



Para melhorar alguns índices da deficiente mão-de-obra brasileira (conforme visão do empresariado tupiniquim), educação é um dos caminhos mais seguros, porém até certo ponto. A diferença no conteúdo programático aplicado nas escolas públicas em detrimento às particulares é uma das péssimas constatações da atual sociedade – seria uma herança da ditadura, quando havia matérias no ensino ‘popular’ que induziam a população ao pensamento crítico?

Pois bem, considerações à parte, porque o assunto não envolve somente a educação por si própria, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva muito tem salientado, comemorado, enaltecido e vangloriado a criação de empregos dentro do país nos últimos anos. Para o ex-sindicalista e futuro ex-gestor da nação, o que tem ocorrido não é percebido desde a década de 1970, ocasião na qual as atividades econômicas no Brasil estavam em baixa.



Novamente em posse de dados obtidos por meio do Ministério do Trabalho e Emprego, Lula voltou a comparar, assim como já fez em meses anteriores, os números brasileiros e os índices assinalados em países como Estados Unidos e outros situados na Europa. Durante reportagem apregoada pelo portal de notícias G1, o ex-sindicalista ratificou a criação de 14 milhões de empregos entre 2003 e 2010, até o momento, canalizando, portanto, o Brasil como uma próspera economia num futuro breve.

Se o país, não necessariamente os governantes, transformar todo o otimismo e o encaminhá-lo às áreas em déficit – aeroportos, saúde, educação etc. –, seguramente isso será alcançável. Por enquanto os veículos The Economist e Financial Times, por exemplo, estão mais próximos da verdade.

Por Luiz Felipe T. Erdei


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