Reivindicação por melhores salários. Esse é o principal motivo da paralisação dos portuários que completou três dias na quarta-feira (22/07).

A reunião entre o sindicato patronal e os funcionários dos portos de Salvador, Aratu e Ilhéus, não chegou a um consenso e a greve continua. Os prejuízos chegaram a R$ 30 milhões por dia.

Os portuários querem um aumento de 10,75%, além de serem contrários à redução de seis para duas horas extras permitidas para cada trabalhador.

Metade dos 300 funcionários retornou ao trabalho hoje para garantir o embarque e desembarque dos caminhões que estavam enfileirados na Companhia de Docas da Bahia (Codeba).

Devido à greve dos portuários, o setor causou um forte impacto financeiro negativo na economia do setor.





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