Vagas de emprego na Maison Gi no RJ

A empresa Maison Gi é hoje uma das mais respeitadas que atua no setor de beleza e de transformação, e esse seu reconhecimento foi alcançado devido sempre oferecer os melhores tipos de serviços na área, com os melhores profissionais do setor.

A empresa pensa sempre no bem-estar de seus clientes, e por esse motivo ela realiza a abertura de um novo processo seletivo que tem como objetivo aumentar o seu quadro de colaboradores e melhorar o seu índice de qualidade em atendimento.

São 12 vagas de emprego disponíveis para atuar na capital do Rio de Janeiro, e todas as propostas são efetivas e direcionadas para os profissionais formados em áreas diferenciadas de beleza. Saiba que existem também vagas para profissionais de nível fundamental e médio, e de acordo com os dados as vagas oferecidas são para atuar nas seguintes funções:

– Massoterapeuta, Contato Comercial, Auxiliar de Escritório, Serviços Gerais, Depiladora, Auxiliar de Cabeleireiro e Manicure.

Para se inscrever a vaga de Serviços Gerais os profissionais precisam ter o ensino fundamental. A empresa não faz a exigência de experiência anterior na função. O salário que vai ser pago é de R$ 890 mais os benefícios que são vale-transporte, registro em carteira e etc.

Já os interessados em atuar na área de contato comercial o precisam ter o ensino médio completo mais experiência anterior em atendimento ao cliente. O salário vai ser de R$ 910 e benefícios.

Para as outras vagas é preciso ter formação profissionalizante na área de interesse e experiência vai ser considerado um diferencial. A Maison Gi oferece o salário fixo de R$ 915 mais comissão sobre a quantidade de atendimento que é realizado ao mês. Existe uma meta que deve ser alcançada para receber a comissão.

O trabalho vai ser executado das 9h às 17h45, inclusive aos sábados, sendo preciso ter essa disponibilidade.

Se você tem interesse nessa proposta envie o quanto antes o seu currículo pelo e-mail contato@maisongi.com.br. Para mais informações ligue (21) 3036-7375.

Por Josiane Fernandes de Jesus