O profissional que atua na área de Acupuntura trabalha com uma medicina alternativa chinesa que chegou ao Brasil há muitos anos atrás através dos diversos imigrantes orientais que chegaram ao país no final da década de 40, fugindo da Segunda Guerra Mundial.

A Acupuntura tem como base de atuação alguns estímulos que são específicos em algumas regiões do corpo que são chamadas de pontos de acupuntura, esses pontos são específicos e reagem agindo sobre os neurotransmissores como as serotoninas e as endorfinas normalizando as diferentes funções de diversos órgãos ou tecidos.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) qualifica a Acupuntura como um método complementar/alternativo de tratamento às diversas patologias. Os instrumentos que são usados no processo de tratamento à base de acupuntura são devidamente esterilizados e específicos para o tratamento, são pequenas agulhas que são colocadas em pontos devidamente estudados de acordo com o objetivo do tratamento.

Diversos médicos indicam a Acupuntura para o acompanhamento do tratamento para pacientes com dores na coluna, ou até mesmo deficiência em ossos.

Para ser um profissional de Acupuntura é preciso ter um perfil que tenha sensibilidade, atenção a detalhes, concentração, paciência, boa visão, firmeza nos movimentos principalmente nas mãos, interesse por medicinas alternativas e principalmente o interesse pela cultura oriental que vai ser fundamental para o processo de aprendizagem constante e aperfeiçoamento.

É muito comum hoje em dia que o profissional de Acupuntura tenha graduação em Medicina, Farmácia, Fisioterapia ou Psicologia. Mas existem diversos cursos específicos para se tornar um profissional de Acupuntura e eles devem ser realizados. Um exemplo desses cursos é o Curso Técnico de Acupuntura e Medicina Tradicional (MTA), que é disponível para as pessoas que já concluíram o ensino médio.

O mercado de trabalho para esse profissional é amplo, pois cada vez mais os tratamentos alternativos ganham força e credibilidade aqui no Brasil, o viés é a carência de regulamentação por parte do governo federal que fez com que os conselhos definissem algumas normas exageradas para o exercício da função. 

Por Paulo Victor Bragança





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