O papel do historiador: sua função é reconstruir o passado, selecionando, classificando e interpretando os dados obtidos em suas pesquisas.

Contudo, a diversidade e a multiplicidade da economia expandiram o campo de atuação do historiador. Empresas e instituições de diversos setores, como televisão, cinema, revistas, jornais, internet, arquivo públicos e privados, ampliam consideravelmente o campo de trabalho dos historiadores.

Além das funções já tradicionais, a organização de acervos culturais e históricos, o profissional atuará ainda, supervisionado o tombamento de áreas e edificações, ou ainda, em atividades inovadoras como consultoria para elaboração de roteiros, escrevendo colunas e artigos para sites e revistas especializadas, assessorando autores de filmes, novelas e teatros, na reconstrução do cenário e do cotidiano histórico do passado.

A era do giz parece chegar ao fim. Novos recursos, como a educação continuada e à distância, propiciam ao historiador capacitação e gerenciamento das suas habilidades, liberando-o dos muros da escola.


O papel do historiador: sua função é reconstruir o passado, selecionando, classificando e interpretando os dados obtidos em suas pesquisas.

A globalização responsável pela diversidade e a multiplicidade da economia têm expandido o campo de atuação do historiador. Este poderá atuar supervisionado o tombamento de áreas e edificações, ou ainda em atividades inovadoras como consultoria para elaboração de roteiros (para várias mídias), escrevendo colunas e artigos para sites e revistas especializadas, assessorando autores de filmes, novelas e teatros, na reconstrução do cenário e do cotidiano histórico do passado.

A ditadura do giz parece estar se aproximando do fim, sinal de que há trabalho pra o profissional da área de humanas para além dos muros da escola.

Por Andrea Cardoso





CONTINUE NAVEGANDO: