Falta de profissionais qualificados para áreas de tecnologia, informação e comunicação no Brasil

  

Já não é de hoje que ouvimos falar que nos setores de tecnologia, informação e comunicação sobram oportunidades profissionais. Em pesquisa encomendada pela CISCO, em uma estimativa para 2015 esse número chegará à casa das centenas de milhares, quase 120 mil.

O preenchimento dessas vagas esbarra no despreparo dos profissionais com o perfil desejado pelas empresas no Brasil. Segundo a CISCO, o país forma cerca de 22 mil profissionais todos os anos e a demanda supera 40 mil postos de trabalho neste tempo. Os salários são altos e podem chegar sem dificuldades a R$ 20 mil mensais.




Segundo especialistas, essa deficiência de profissionais só verá possibilidade de ser sanada quando houver investimentos maciços em educação, inserindo o ensino de informática já nos anos iniciais de ensino. Além disso, o nível da educação básica no Brasil não favorece a melhora desse quadro. O país apresenta ano após ano um desempenho muito ruim nos índices de educação na comparação com outros países, o que inclui um ensino deficiente nas áreas de exatas que são essenciais na formação de bons profissionais de tecnologia. Portanto, a inserção de computadores e tablets como tem sido visto não irá reverter esse quadro se apresentando como medida isolada.

Por Bruno Hardt

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