Trabalhar em Portugal – Como Conseguir o Visto e Quanto Custa para Morar





Confira aqui mais detalhes sobre como Trabalhar e Portugal.

Muitos brasileiros têm o sonho de morar em outro país, de modo que seja possível renovar todo o estilo de vida enquanto conhece uma cultura nova. Uma das opções mais procuradas pelos habitantes de nosso país é a possibilidade de morar em Portugal, sendo uma parte dessa consideração por causa da menor barreira linguística em comparação com outros países.

Felizmente, existem alguns vistos de trabalho que podem ser de grande utilidade para quem tem o interesse de se mudar para um país como Portugal. Continue lendo o que o texto de hoje tem a oferecer, pois vamos falar mais sobre cada um dos vistos possíveis para trabalhar lá, além de fornecer um contexto geral sobre o custo de vida no país. Vamos lá!




O visto é, de fato, necessário para trabalhar em Portugal?

Embora os brasileiros não dependam de visto para visitarem Portugal como turistas, a situação muda de figura quando se trata de fixar moradia no país por mais de 90 dias, seja para fins de estudo, seja para assumir uma oportunidade de trabalho.

Segundo o Consulado Português, existem mais de 18 tipos de vistos diferentes e as possibilidades para quem está à procura de uma vaga emprego em Portugal são as seguintes: visto para atividade profissional subordinada (D1), visto de prestadores de serviço (D2) e visto de exercício de atividade profissional altamente qualificada (D3). Confira a seguir mais informações sobre cada um deles.


Visto para atividade profissional subordinada (D1)

O visto D1 é solicitado e registrado para os brasileiros que já contam com uma promessa de emprego em território português e têm o objetivo concreto de residir no país por um período maior do que um ano já em caminho de ser consolidado.

Para conseguir a obtenção desse visto, é preciso apresentar o contrato de trabalho, já com as assinaturas de ambas as partes (representante da empresa que vai contratar e novo colaborador), uma carta redigida pela empresa que corrobora o contrato e formas de comprovar a viabilidade de honrar os pagamentos de um alojamento, assim como recursos que garantam meios de subsistência. Outros documentos podem ser solicitados conforme necessário, tanto pelo Consulado Português quanto pelas autoridades de Portugal.

Visto de prestadores de serviço (D2)

O visto D2 tem pedidos de validação mais frequentes por profissionais que atuam de forma autônoma, como médicos, advogados e outros trabalhadores com funções de prestação de serviço. Essa categoria exige que seja apresentada uma declaração, que deve ser emitida pela ordem de Portugal na qual o profissional fez a sua inscrição.

Um exemplo para detalhar melhor: se você trabalha como advogado, precisa de uma declaração emitida pela Ordem dos Advogados de Portugal, de modo que seja possível comprovar que está plenamente capacitado para o exercício da profissão em território português. Lembrando que, se você pretende abrir um empreendimento em Portugal, precisa apresentar ao Consulado Português, além dos dados que confirmam a abertura da empresa, um plano de negócios.

Visto de exercício de atividade profissional altamente qualificada (D3)

Esse visto concedido trabalha com qualificações consideradas como elevadas. Isso se trata de admissão como docente em instituições de ensino superior, como colaborador em um centro de investigação que tenha reconhecimento pelo Ministério da Educação e Ciência ou até mesmo como estudante de pesquisa que esteja em nível de doutorado.

Para ter direito ao visto D3, é fundamental que apresente ao Consulado Português, além de um contrato de trabalho emitido pela instituição onde a docência ou a pesquisa acontecerão, um documento que comprove as habilitações acadêmicas do profissional e um currículo.

Vistos explicados… e sobre o custo de vida em Portugal?

Agora que você já conhece os vistos de trabalho aos quais os brasileiros têm acesso para morar em Portugal, vamos ver sobre um custo de vida médio em Portugal…

Segundo informações do site Euro Dicas, alugar uma moradia T1 (que possui em torno de 52 m²) custa cerca de 450 euros mensais. O preço pode variar conforme as dimensões do imóvel e a proximidade do centro de grandes cidades portuguesas, como Lisboa ou Porto.

Água e luz custam cerca de 40 euros mensais por pessoa. Um pacote de combo com TV, internet e plano de smartphone para três pessoas tem um valor na faixa de 80 euros.

Sobre a alimentação, considerando alguém que priorize cozinhar as próprias refeições em vez de comer fora, a estimativa é de 120 euros por pessoa. Lembrando que os valores são apenas aproximados e é importante avaliar se a pessoa irá morar no país sozinha ou com outras pessoas da família (cônjuge, filhos etc.).

Ricardo R.



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