Necessidade de ter qualidade no ambiente de trabalho



  

De uma forma geral uma empresa de sucesso tem vários fatores que a podem levar ao sucesso. Entretanto, alguns se destacam mais do que outros. Um deles está bastante ligado à qualidade do ambiente de trabalho no qual o profissional se vê diariamente e consequentemente acaba por incorporá-lo a sua vida. Afinal de contas, aquela velha história de que trabalho é uma coisa e a vida do profissional fora dele é outra está cada vez mais ultrapassada. Querendo ou não as coisas acabam se “esbarrando” em um momento ou outro.

Muitos donos de empresa não se dão ao trabalho de entender que o profissional precisa se sentir em casa, livre e bem recebido no ambiente de trabalho. Caso contrário a empresa no lugar de lucrar vai perder com profissionais que não produzem tanto quanto deveriam. Quando o ambiente – o que inclui patrão, colegas, clientes, ou seja, tudo – não ajuda o que era uma boa ideia de negócio pode acabar se tornando algo inútil.

Aconteceria o contrário se o ambiente de trabalho fosse um pouco mais agradável. Mas aí vem uma questão importante: a qualidade do ambiente de trabalho não é feita apenas de “coisas e descontração”. Mas também de uma confiança entre os membros que compõe a empresa.

Confiança é uma palavra chave. O funcionário que não confia no seu colega, o patrão que não confia no funcionário, o funcionário que não confia no chefe. Há diversas variações e motivos para a “não confiança”.  Se o chefe quer um ambiente produtivo ele deve saber ouvir todos os lados. E mais, ele deve estimular essa comunicação aberta.

Às vezes o funcionário está claramente desestimulado, o chefe vê isso e percebe que acaba prejudicando a empresa, mas não chama o mesmo para um conversa franca. Isso acontece porque muitas vezes sabe que vai ouvir algo que não quer. Porém que é verdadeiro. Esse já é um erro de gestão gravíssimo e o primeiro passo para perder a confiança de um colaborador.

Um fato muito importante que contribui para deixar qualquer funcionário desestimulado – o que acaba fazendo com que o mesmo trabalhe contra a empresa até sem saber – é a diferença com que é tratado. Isso é bastante sentido em empresas familiares. O sujeito só por ser parente do dono já carrega a ideia de que vai ser tratado diferente de outro profissional qualquer. O pior é quando isso se confirma. Ou seja, ele pode e eu não. É mais ou menos assim: “Se é com o funcionário a culpa é dele. Se é com o parente do chefe… esquece. A culpa também é de alguém menos dele”.




Ser realista é outro ponto importante. Muitas pessoas confundem o realismo de alguém com pessimismo. Se por algum motivo o chefe vai atrasar o pagamento do funcionário é mais do que conveniente que o avise antes mesmo de chegar a data de pagamento. Esse é apenas um exemplo, mas de longe o mais inconveniente. Isso principalmente se for uma pequena empresa.

O funcionário, assim como a empresa tem contas a pagar. A questão é que muitas vezes não se deixa claro para o funcionário a situação. Se empresa está com problemas de gestão e falta de produtividade mesmo com a rotatividade dos profissionais é bom rever se o problema é no funcionário ou na gestão.

Estamos tratando de coisas simples aqui. Entretanto, se pontos como esses persistirem por um bom tempo dificilmente a empresa irá se recuperar. E ressaltando mais uma vez que tudo se complica para uma empresa pequena mais do que para uma grande que tem muitas vezes outras saídas.

Em muitos casos não é preciso nem perguntar se o profissional está satisfeito já que está estampado na cara dele que não. Quando o chefe perceber isso significa que alguma atitude de sua parte deve ser tomada, e rápido.

Por Denisson Soares

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