Iniciativa por parte das empresas visa manter funcionários em condições de trabalho, prevenindo a proliferação da doença.

Muitas empresas têm seguido o exemplo da cidade de Serra, no Espírito Santo, que liberou vacinas contra febre amarela para empresas que tenham porte acima de 100 funcionários.

Segundo a liberação, as empresas devem ter técnicos de imunização trabalhando na aplicação de vacinas, sendo assim, funcionários devidamente treinados pelo Ministério da Saúde da cidade prometem vacinar 15 mil funcionários.

Além de reduzir as filas nos postos de saúde, essa medida colabora para a melhoria do atendimento às pessoas que não dispõe de equipe própria de saúde no local onde trabalham. Em parceria com o serviço público, essa empresa especializada contratada têm imunizado trabalhadores das empresas que possuem mais de 100 funcionários, garantindo a ausência da febre amarela nos colaboradores.

A febre amarela é uma doença infecciosa, transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti. A doença pode não manifestar sintomas ou realizar manifestações fracas, nos fazendo pensar que é um mal estar passageiro, entretanto é necessário atentar-se aos seguintes sintomas, caso durem o período de três dias: cansaço, vômitos, náuseas, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e febre alta. Em casos mais graves, é possível que ocorra insuficiência renal e hepática, cansaço profundo e manifestações hemorrágicas, além de icterícia, que é caracterizada pela coloração amarela na pele e nos olhos.

A febre amarela é tratada através de reposição de fluídos corporais, isto é, por conta da perda de líquidos, é preciso injetar esses líquidos no corpo. Esse processo se dá, inicialmente, via intravenosa e posteriormente através de ingestão oral. Por conta da doença causar diarréia e vômitos, é comum que a pessoa infectada precise afastar-se de suas atividades profissionais para o tratamento.

Caso nunca tenha tomado a vacina que previne a febre amarela, você deve procurar a equipe médica do seu trabalho ou o posto de saúde mais próximo de você para tomar a vacina, que é totalmente gratuita.

A melhor forma de combater uma doença é prevenindo-se, portanto, tome a vacina e fique de olho para não colaborar com a proliferação do mosquito em sua comunidade.

Por Carolina B.


Aprenda aqui como fazer a emissão da Certidão Negativa de Débitos (CND) Pessoa Jurídica.

A Certidão Negativa de Débito é um documento feito pela Secretaria de Estado da Fazenda, que informa a não constatação débito tributário da empresa. Quando existem tributos pendentes, o documento é denominado certidão positiva de débito. Além disso, a certidão pode ser emitida tanto por pessoas físicas, pelo CPF, quanto por pessoas jurídicas, por meio do CNPJ.

Para a emissão de Certidão Negativa de Débito de Pessoa Jurídica, é necessário acessar o site: http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/certidoes-e-situacao-fiscal e depois clicar em emitir certidão e preencher o espaço correspondente com o número do CNPJ. A certidão emita pela internet, também, irá constar informações como hora, data da emissão e o código de controle. Em seguida, é só clicar em consultar.

No link também é possível ter acesso a segunda via da certidão, confirmar autenticidade da certidão, consultar pendências, informações gerais, além de consultar certidão emitida para entes corporativos.

No endereço, a pessoa física também consegue emitir a certidão de débito relativos a crédito tributário Federais e a Dívida Ativa da União.

Para isso, é só clicar no link http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/ATSPO/Certidao/CndConjuntaInter/InformaNICertidao.asp?Tipo=2, informar o número do CPF e clicar em consultar. O documento também informará de forma obrigatória as seguintes informações: hora, data da emissão e o código de controle.

A pessoa física também tem acesso a serviços como a emissão de segunda via da certidão, confirmação da autenticidade, consulta de pendências e orientações gerais.

Desta forma, a certidão negativa de débito é vista como prova perante a Fazenda Nacional. O documento é emitido de forma conjunta pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria- Geral da Fazenda Nacional (PGFN), referente a todos os créditos tributários e federais e a Dívida Ativa da União.

Além disso, a certidão somente é emitida para os contribuintes que são devidamente inscritos no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou no Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF). Em relação à pessoa jurídica, o documento é feito com base no CNPJ do estabelecimento matriz, que tem validade para os outros estabelecimentos.

Desta maneira, a regularidade fiscal é caracterizada pela não existência de pendências relacionadas a débitos, dados cadastrais e apresentações de declarações. Assim, o documento pode ser emitido de forma simples e prática pela internet.

Por Babi


Pesquisa realizada pelo Instituto Top Employer apresenta as 26 melhores empresas para se trabalhar aqui no Brasil.

Em tempos que o Brasil enfrenta uma grave recessão econômica, as empresas nacionais ou com filais no país precisam criar alternativas para que a crise não as atrapalhe.

O caminho para que seu desempenho nessas empresas não seja afetado é justamente as oportunidades ofertadas para os funcionários com planos de carreiras e o próprio desenvolvimento enquanto instituição. Levando em consideração essas características, o Instituto Top Employer, sediado na Holanda e com vinte cinco anos de tradição, certificou em março deste ano 26 empresas sediadas no Brasil com o selo Top Employers Brasil 2016.

As 26 empresas estão no ranking por ordem alfabética, já que essa lista não é de pontuação. Mas dentro desse grupo, cinco instituições mereceram destaque, pois foram às melhores avaliadas, são elas: SAS Institute, Tata Consultancy, Deloitte, Vale e Takeda.

Já as instituições presentes no ranking do selo Top Employers Brasil 2016 são: Atento, Avanade, Banco do Brasil, CCB Brasil, Corbion, Cyrela, Deloitte, DHL, Dimension Data, Everis, Kimberly-Clark Brasil, Klabin, Grupo Segurador BB Mapfre, Orange, Oxiteno, PwC, Repsol Sinopec, Saint-Gobain, Samsung, SAS, Sirona, Souza Cruz, Takeda Brasil, Tata Consultancy Services, Technip e Valeo.

Para concorrer a este certificado, as instituições passam por um processo seletivo rigoroso. As empresas que tenham os critérios para a participação do processo precisam primeiramente efetuar a inscrição. A segunda etapa é uma pesquisa, que se refere a um questionário de melhores práticas de Recursos Humanos desenvolvidas na empresa, leva-se em consideração o plano de carreira oferecido, além de se avaliar o panorama que o RH da empresa mantém, como por exemplo, política interna e estratégias para o desenvolvimento.

O terceiro ponto do processo é a validação dessas práticas adotadas nos RH’s das empresas avaliadas. O Instituto faz uma revisão de todas as repostas. Esta etapa chamada de validação, consiste em ver se a empresa dentro do setor de Recursos Humanos segue os critérios estabelecidos pelo Top Employers. O processo seguinte é a auditoria, que é realizada por um auditor terceirizado, essa etapa consiste em verificar se as informações são verdadeiras.

O próximo passo, chamado de processo de avaliação, é um feedback que as organizações que estão em avaliação recebem pelo Instituto, essa fase é de eliminação, até as eliminadas recebem um feedback do que precisa ser melhorado. As que receberam aval em todas as etapas recebem o selo e estão autorizadas a utilizá-lo.

Por Isabela Castro


Índice aumentou neste ano e registrou que 70% das empresas que estão em atividade no Brasil não apresentam Plano de Carreiras aos seus funcionários.

Por mais incrível que isso pareça, infelizmente, 70% das empresas que estão em atividade no Brasil não apresentam Plano de Carreiras aos seus funcionários, conforme dados analisados e depois expostos diretamente na nova edição da conhecida Pesquisa dos Profissionais Brasileiros.

Essa pesquisa anual é realizada pela Catho e teve um aumento desde a pesquisa que foi informada em 2014, pois no ano passado o valor era de 66,7% e como podemos notar a cada ano que passa acontece um aumento nas perspectivas dos funcionários com relação ao futuro na empresa.

Por que esses dados são tão alarmantes?

De um lado temos as empresas que não conseguem deixar esse ponto bem nítido aos seus funcionários logo que começam as atividades ou até mesmo elas não têm essa preocupação no primeiro momento, e do outro lado temos o próprio funcionário que está tão preocupado com a sua remuneração no final do mês que deixa de questionar as decisões tomadas na empresa, ou em outras palavras não faz nada para ampliar a sua carreira.

Esse não foi o único dado descoberto nessa pesquisa, pois no ano de 2014, 45% dos entrevistados tinham uma ideia ruim ou péssima com relação à perspectiva do seu crescimento profissional, enquanto 42,9% tinham perspectivas boas e 8,7% acreditavam que o seu crescimento está em um nível ótimo ou excelente. Com relação ao ano de 2015 teve um acréscimo de 5%, ou seja, chegou na marca de 50% com relação a ser ruim ou péssima, em 39,3% para boas e 9,2% para ótimo e excelentes perspectivas.

Com tudo isso, podemos notar que mesmo com toda a crise enfrentada no Brasil e no mundo não podemos deixar de acreditar que devemos sempre ter sonhos de progredirmos na nossa vida profissional e pessoal, pois aqueles que ficam “parados no tempo”, não conseguem mudar o mundo ao redor. Com tudo que está acontecendo, o mercado ainda está ativo e precisamos buscar ajuda para nos prepararmos e identificarmos as oportunidades que passam pela nossa frente.

Por Fernanda de Godoi


As empresas podem monitorar os funcionários pelas redes sociais, por isso manter o bom senso é essencial para ter uma boa imagem no trabalho.

As redes sociais podem ser um auxílio para quem está à procura de um emprego, oferecendo páginas úteis de empresas onde os candidatos podem encontrar informações e vagas disponíveis.

Acontece que nem todos usam a ferramenta da melhor forma possível. Em alguns casos, as redes sociais podem se tornar o estopim de uma demissão. Isso acontece porque a maioria dos funcionários esquece que seus perfis sociais podem estar sendo monitorados pela empresa e até mesmo pelas concorrentes desta. Um perfil que mostra demais da vida do funcionário pode prejudicá-lo.

Não é proibido falar de sua vida pessoal, família ou lazer, mas tenha cuidado com o que posta. Pessoas que postam cada passo de sua vida, por exemplo, podem ser consideradas fúteis e até mesmo chatas. É preciso delimitar uma linha de postagens que podem ser mostradas publicamente.

Evite os erros de português. Embora a rede social tenha um caráter mais informal, erros graves podem prejudicar sua imagem na empresa.

Se você é um “ativista de rede social” cuidado! Opiniões tendenciosas e polarizadas podem afastar o empregador, ou “sujar” a sua imagem na empresa. A pior coisa que existe para a sua imagem profissional é ser taxado de radical.

E, por último, imponha um limite entre sua vida profissional e sua vida pessoal. Sabe aquela foto da bebedeira do final de semana? Melhor não postar. Ela pode não ser bem vista por um selecionador de emprego, ou pelo seu próprio chefe. Lembre-se que sua imagem está relacionada à da empresa, e provavelmente não é esta a imagem que a empresa deseja passar aos seus clientes.

Procure usar as redes sociais com cautela. Uma boa forma de utilizar a ferramenta como apoio ao trabalho é participar de fóruns de discussão sobre seu trabalho ou suas áreas de interesse. Isso demonstra que você é um profissional focado e interessado em sua área de trabalho.

Por Patrícia Generoso


Novo programa do Governo visa à criação de crédito cedido por bancos públicos com taxas de juros competitivas para as empresas que se comprometerem em não demitir funcionários.

O Governo Federal está preparando um programa novo que visa ajudar os grandes setores de indústria do Brasil. Uma das primeiras medidas foi anunciada na terça-feira, dia 18, que consiste na criação de crédito cedido por bancos públicos com taxas de juros competitivas para as empresas que se comprometerem em não demitir novos funcionários.

Usar bancos públicos como financiamento ao setor produtivo não é uma tática nova, pois isso fez parte da política entre 2008 e 2014 como incentivo ao crescimento econômico do País. A iniciativa tinha sido abandonada e foi bastante criticada pelo Banco Central, pelo Ministério da Fazenda e pela atual equipe econômica.

A previsão é que a Caixa Econômica Federal libere R$ 5 bilhões para financiar o setor automotivo, esse montante é composto por recursos dos trabalhadores, FGTS e FAT, e dinheiro próprio. Na quarta-feira, dia 29, o Banco do Brasil também deve anunciar as novas linhas de crédito para esse setor.

O governo está negociando com os setores de construção civil, máquinas e equipamentos, papel e celulose, químico, fármacos, telecomunicações, eletroeletrônico, energia elétrica, alimentos e petróleo e gás.

De acordo com Miriam Belchior, presidente da Caixa, essa política foi discutida por muito tempo e tem como principal objetivo ajudar as empresas nesse momento de crise que a economia brasileira enfrenta. Segundo ela, o assunto foi debatido com o Ministério da Fazenda, por isso é um consenso do atual governo.

Para o setor automotivo estarão disponíveis quatro linhas de crédito. A previsão é que a economia comece a se recuperar em seis meses, pois isso em três das quatro linhas de crédito o empresário só começará a pagar o empréstimo após esse período.

A condição para ter acesso às taxas mínimas é o comprometimento em não demitir funcionários até que o empréstimo seja quitado. O governo fará o controle disso através da folha de pagamento. Caso a empresa demita dentro do prazo, a taxa de juros deve subir.

Por Jéssica Posenato


Estado do Paraná se destaca dentro do território brasileiro com 12 empresas consideradas as melhores para trabalhar na área de TI em um estudo realizado pela Great Place to Work e pela IT Mídia.

O estado do Paraná está se consolidando como um dos locais dentro do território brasileiro que apresenta as melhores empresas para se trabalhar na área de TI (Tecnologia da Informação), tanto que a Great Place to Work realizou uma pesquisa e também ao mesmo tempo uma consultoria junto com IT Mídia, onde foi constatado que das melhores empresas para trabalhar no Brasil dentro dessa área, 10 ficam localizadas nesse estado.

Para conseguir entrar nessa lista, a empresa, primeiro, deve apresentar a partir de 50 funcionários e depois deve se destacar em:

  • Apresentar um ambiente que faça o uso dos estímulos que dizem respeito à inovação e também à criatividade;
  • Redução de gastos com a saúde;
  • Estabelecimento de regras onde ocorra uma maior relação com a colaboração;
  • E ainda a geração de melhor atendimento no que diz respeito aos seus clientes.

As empresas do Paraná que conseguiram as melhores posições foram:

  • A Tecnospeed Tecnologia da Informação, que fica na cidade de Maringá com 50 colaboradores e na lista ficou na 12º posição;
  • Já a Elotech Informática e Sistemas, também da mesma cidade da Tecnospeed tem 87 colaboradores e conseguiu a 29º posição;
  • Na cidade de Curitiba temos a GVT na 33º posição e com 18.293 colaboradores;
  • A Golsat Tecnologia em Rastreamento tem 126 colaboradores, fica em Londrina e conseguiu o 38º lugar;
  • Já no 40º lugar aparece a HSBC Software Development, de Curitiba, com 824 colaboradores;
  • A DB1 Global Software, de Maringá, tem 160 colaboradores e ficou com o 42º na lista;
  • Temos no 64º a Benner Saúde, também de Maringá e contando com 199 colaboradores;
  • Logo atrás na 65º posição vem a Viasoft Softwares Empresariais, de Pato Branco, com 160 colaboradores;
  • Mais abaixo no 69º lugar tem a Bematech SA, de São José dos Pinhais, com seus 341 colaboradores;
  • A CINQ Technologies, de Curitiba, tem 181 colaboradores e ficou na 78º posição;
  • Em 90º tem a SG Sistemas, de Maringá, conta com 115 colaboradores;
  • E, por último, na 92º posição tem a  DBMaster, de Pinhais, com 56 colaboradores.

Nessa lista, as 10 melhores empresas para trabalhar na ordem foram o Google, a Dextra, o Acesso Digital a Dell Brasil, a SAP Labs Latin America, a VMWare, a PromonLogicalis, a Sabre, a Radix e o Resultados Digitais.

Mais detalhes da lista completa podem ser acessados no site www.greatplacetowork.com.br/melhores-empresas/listas-setoriais/gptw-tecnologia-da-informacao.

Por Fernanda de Godoi


Pesquisa revelou que empresas planejam contratar um número maior de mulheres após licença maternidade.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Regus, que oferece soluções flexíveis sobre assuntos de trabalho, 26% das empresas estão planejando contratar um número maior de mulheres neste ano, especificamente as que estão buscando uma nova colocação no mercado de trabalho depois de ter tido bebê e ficado de licença maternidade. O Brasil apresenta uma porcentagem ainda melhor, pois 27% dos entrevistados responderam que pretendem contratar profissionais que tenham esse perfil.

Esse estudo foi realizado em dimensões globais e contou com a opinião de 44 mil executivos de mais de 100 países.

Com a pesquisa foi possível observar que os profissionais com esse perfil acabam sendo mais valorizados, pois conseguem administrar melhor o tempo, transparecem uma maior confiabilidade, apresentam experiência e várias habilidades. Outro ponto positivo é que essas mulheres são menos propensas a mudar de emprego e garante à empresa a retenção, isso porque uma mulher com filho pensa duas vezes antes de mudar a vida profissional drasticamente ou trocar o certo pelo duvidoso. Em outra pesquisa feita pela Regus foi possível comprovar que 57% das empresas acham que as mães ajudam efetivamente a melhorar a produtividade dentro das companhias.

Em números, 31% dos entrevistados revelaram que mulheres com esse perfil são mais organizadas, 55% que são de confiança e 30% que a maternidade traz novas habilidades e experiências. Além disso, 23% as consideram funcionárias mais solidárias e 23% consideram que depois do afastamento pela maternidade elas trabalham de maneira mais eficiente.

Outra boa notícia para quem é mamãe e está à procura de uma colocação no mercado de trabalho é que 83% dos entrevistados responderam que são a favor da jornada de trabalho flexível para que a mulher consiga dar conta das demandas dos negócios e da maternidade em si. Com esse cenário, ter um filho não significa não conseguir um emprego. Entre a proposta de flexibilização está a ideia de permitir que a mulher trabalhe mais perto de casa ou mesmo que possa trabalhar determinado período em casa.

Por Jéssica Posenato


Recrutadores buscam pessoas que tenham ética profissional para trabalhar nas empresas.

O mercado profissional está competitivo e os profissionais precisam investir em cursos, especializações e conhecimentos diversos para alcançar uma boa posição na empresa. Mas, também, é fundamental que o indivíduo tenha princípios e valores, além de um pré-requisito, que é imprescindível: a ética.

A ética está relacionada aos valores morais que guiam e fazem parte do comportamento da pessoa. Desta forma, ser ético é seguir com afinco as regras que fazem parte do cotidiano da sociedade e da Organização. No ambiente profissional, a ética é um dos requisitos principais buscados pelos recrutadores. Que tal conferir algumas dicas sobre o assunto no ambiente de trabalho?

– A importância da humildade!

A humildade é uma característica essencial que todo profissional deve procurar desenvolver. A pessoa deve saber escutar elogios, críticas e ter maturidade para saber lidar e aprender com os seus erros. Assim, procure aprender com as pessoas ao seu redor e seja flexível com as opiniões alheias, principalmente, se elas forem muito diferentes das suas.

– Seja honesto.

Tenha honestidade e procure agir dentro dos seus valores e princípios. A honestidade está ligada à dignidade, portanto, tenha caráter no seu ambiente de trabalho. Cumpra os seus compromissos, assuma os seus valores e respeite as pessoas ao seu redor.

– Assuntos Sigilosos? Guarde para você mesmo.

Nas empresas, existem assuntos que são sigilosos e devem ficar apenas entre os membros da Organização. Portanto, respeite os assuntos privativos da sua empresa e não os comente com familiares ou amigos. Lembre-se de que o seu dever é manter segredo e não expor as informações relacionadas ao local em que trabalha.

– Respeite as pessoas.

Tenha respeito pelo próximo, seja pelo seu chefe, subordinado, porteiro, ou seja, qualquer membro da empresa. Não perca tempo falando mal de pessoas ou espalhando fofoca.  Isso pode te atrapalhar na empresa e ainda estragar a sua imagem. Portanto, não faça comentários desnecessários na Organização.

Gostou das dicas? Deixe a sua opinião!

Por Babi


Com a consultoria a empresa passa por uma boa renovação, pois terá um novo olhar sobre o negócio e contará com profissionais experientes que possuem novas formas de dirigir os negócios.

Uma boa consultoria para trazer uma série de vantagens para sua empresa, alavancando os negócios, gerando economia, reduzindo os gastos, trazendo uma nova visão do mercado, é sem dúvida alguma, uma excelente forma de você garantir maior velocidade no crescimento de seus negócios. E consultoria não é exclusividade de grandes empresas, pelo contrário, são as pequenas e médias empresas que mais vêm se interessando pelo serviço de consultoria, pois são estas empresas que estão em busca de crescimento, de novos mercados.

Muitas vezes a empresa fica estagnada e até começa a ter prejuízos e apresentar quedas na venda porque acha que não há mais nada a ser feito, o mercado está ruim, a concorrência está grande e sua empresa já fez tudo que era possível para reverter a situação, mas não teve êxito. Com a consultoria a empresa passa por uma boa renovação, pois terá um novo olhar sobre seus negócios e contará com profissionais experientes que possuem novas formas de dirigir os negócios.

Outra grande vantagem da consultoria é que estes profissionais estarão em tempo integral, trabalhando para o crescimento de sua empresa. Quando este serviço é destinado a um funcionário da empresa, na maioria das vezes, o resultado não é positivo porque o funcionário acumula outras tarefas, não conta com a experiência necessária e justamente por estar envolvido nos projetos da empresa, não tem uma visão externa do negócio.

Com uma consultoria haverá muito mais chances de se dar um novo rumo aos seus negócios, porque os funcionários nem sempre terão a coragem de ousar ou propor uma mudança radical ou até o investimento em novas áreas ou o cancelamento de antigos serviços, justamente pelo fato de estarem ligados à sua empresa, por possuírem vínculos e uma série de temores, enquanto que a consultoria irá avaliar a situação e propor soluções reais, mesmo que isso venha a mexer com toda a infraestrutura da empresa ou mudar anos de tradição.

Há ainda o fato de que a consultoria leva ânimo para a empresa, novas energias e um caminho para que toda esta nova disposição possa ser canalizada para um novo negócio que trará novas oportunidades para seu negócio crescer.

Por Russel


As Redes Sociais Corporativas podem auxiliar a empresa e aumentar a produtividade dos funcionários, porém, é preciso saber utilizá-las da melhor forma possível.

Todos já conhecemos os benefícios que as redes sociais trazem para as nossas vidas. Entretanto, todos conhecem também os potenciais malefícios advindos do uso dessas ferramentas. O fato é que hoje, parece ser inconcebível alguém não possuir sequer um perfil em algumas das muitas redes disponíveis. Essa mentalidade que prima pela integração, por conseguinte, não poderia ficar de fora do ambiente corporativo. As Redes Sociais Corporativas são uma tendência do mundo do trabalho contemporâneo e o seu crescimento tem sido estudado por especialistas.

Seja o simples mensageiro instantâneo que o funcionário abre todos os dias úteis para se comunicar com um grupo de colegas de empresa, sejam as redes sociais completas, nas quais é possível conhecer um pouco das características de cada colaborador, o importante é se manter conectado. Apesar de ser um recurso rico de possibilidades, as redes corporativas introduziram no ambiente de trabalho um novo modo de enxergar os dois fenômenos revolucionários da atualidade: a internet e a intranet.

Mas você, funcionário, tem utilizado a sua Rede Social Corporativa para fazer aquilo que favoreça a sua produtividade? Ela tem sido um canal poderoso para, por exemplo, você conquistar mais clientes e criar uma cadeia de contatos de excelência. Ela tem sido utilizada para levar o seu chefe a reconhecer determinadas qualidades ou defeitos em você?

Torçamos para que o lado positivo dessa ferramenta prevaleça na sua vida. Porque se assim estiver acontecendo, com certeza o seu papel na empresa tem sido o de encurtar as distâncias e o de reduzir os custos operacionais relacionados às tarefas comunicativas do dia a dia. E, é claro, as redes corporativas têm permitido a consolidação de novos negócios, agregando valor ao seu serviço.

Especialistas têm apontado que, com a afirmação das Redes Sociais, novas possibilidades documentais têm sido criadas, a exemplo, da necessidade de utilização de outros tipos de mídias, que não apenas os textos convencionais, mais associados à intranet.

Outro fator favorável no uso dessas redes diz respeito à interatividade entre os próprios colaboradores e parceiros, desde que isso não seja obscurecido pelo foco em aspectos geralmente irrelevantes da comunicação como, por exemplo, as conversações sobre assuntos ligados ao ambiente exterior ao trabalho em si.

Tal interatividade é poderosa em diversas situações do mundo corporativo, como aquelas em que um determinado executivo necessita apresentar um projeto para colaboradores que estejam espalhados por filiais existentes em locais muito distantes. Com isso, o ganho de tempo e a redução de despesas são as principais vantagens.

Como se pode ver, as redes sociais corporativas vieram para ficar, pois seus benefícios superam os malefícios, uma vez que estes têm demonstrado ser facilmente sanáveis.

Por Alberto Vicente


Diversos fatores podem levar a uma demissão por justa causa e prejudicar a carteira de trabalho do profissional.

Ser demitido é um acontecimento natural na vida de qualquer trabalhador, mas a demissão por justa causa é uma anotação na carteira, que pode “sujar” completamente a carteira de trabalho do trabalhador. A justa causa é uma anotação que indica que o trabalhador teve um comportamento inadequado ou rompeu com alguma regra de conduta essencial na empresa.

Você sabe quais os principais fatores que podem levar a uma demissão por justa causa? Confira abaixo:

1 – Indisciplina:

Insubordinação às normas da empresa ou atos constantes de indisciplina. É preciso estar bem atento às regras comportamentais de cada empresa.

2 – Desleixo:

Atrasos constantes, faltas não justificadas constantes e produtividade baixa. Esses fatores demonstram que o funcionário não tem comprometimento com o trabalho e se recorrentes podem levar à demissão por justa causa.

3 – Abandono de trabalho:

É caracterizado pela falta do funcionário por 30 dias seguidos ou pela sua ausência ao final de algum benefício previdenciário.

4 – Prisão:

Se o funcionário for condenado à prisão, em regime fechado, e com pena que não cabe mais recurso, seu empregador poderá lhe demitir por justa causa.

5 – Embriaguez:

O funcionário que apresenta embriaguez comprovada durante o expediente de trabalho também está sujeito à demissão por justa causa, amparada por lei.

6 – Falta de discrição:

Se o funcionário divulga informações confidenciais sobre a empresa, que tragam prejuízo ou qualquer outro tipo de dano, a empresa pode também lhe demitir por justa causa. Por outro lado, segredos pessoais dos gestores não configuram motivo por justa causa.

7 – Agressão:

A agressão a qualquer colega ou superior dentro ou fora do ambiente de trabalho é considerada falta grave e é amparada por lei a demissão por justa causa nesses casos. Não é preciso que haja ferimento ou lesão corporal. Se um colega esmurrar o outro e houver testemunhas a justa causa se aplica.

8 – Jogos de azar:

Poucas pessoas sabem, mas jogar baralho ou os considerados “jogos de azar” pode ser considerada falta grave e levar à dispensa do empregado, por justa causa, desde que a produtividade do trabalho seja atingida.

Pequenos detalhes podem fazer a diferença entre uma demissão comum e uma por justa causa. É preciso estar atento e conhecer seus direitos. Caso você esteja sob o risco dessa anotação na carteira de trabalho, o aconselhável é que a lei seja consultada para esclarecer alguma possível dúvida.

Para que o risco da justa causa passe bem longe de sua carteira de trabalho, basta tomar os cuidados necessários e efetuar sua função com responsabilidade.

Por Patrícia Generoso


Para contratar um novo funcionário é preciso muita cautela e estudo da vaga. Com isso, a empresa será assertiva em suas contratações.

Os candidatos a uma vaga de emprego encontram grande dificuldade na entrevista de emprego, para conseguirem se destacar e serem os escolhidos, mas do lado de lá, tem a empresa que também vem encontrando cada vez mais dificuldade para encontrar profissionais aptos às vagas que se encontram em aberto.

Para evitar futuros aborrecimentos e até o arrependimento por ter contratado um candidato que não conseguiu atender às necessidades da empresa na ocupação do novo cargo, é preciso muita cautela na hora da contratação. Mas com as dicas abaixo, ficará mais fácil ter sucesso em suas novas contratações.

A primeira dica é a empresa saber exatamente o porque de estar contratando um funcionário. Não é pelo fato de que alguém foi demitido que um novo funcionário deverá ser contratado. Pode ser que a empresa siga muito bem sem um novo funcionário naquela vaga, mas isso varia de caso para caso.
Importante também a empresa avaliar se não há um funcionário dentro da empresa melhor qualificado para a vaga que está em aberto e a contratação passa a ser para um outro cargo de menos relevância.

Definida esta primeira etapa, vem a segunda dica que é ter extremo cuidado na contratação do novo funcionário. Contratar às pressas é um dos principais erros, pois são nestas ocasiões que as empresas contratam de forma equivocada. Verifique o que a vaga exige e o que os candidatos oferecem de conhecimento profissional para saber qual é o mais indicado.

Outra dica importante é saber onde irá procurar o próximo funcionário. As empresas gastam tempo e dinheiro com empresas de recrutamento ou com anúncios em jornais de classificados, quando dentro da própria empresa tem um funcionário que poderia lhe dar uma boa indicação. Ou na própria região onde a empresa está situada, há profissionais que se enquadram perfeitamente na vaga em aberto, por isso é bom que a empresa esteja atenta na hora de divulgar suas vagas em aberto.

A empresa deve investir na entrevista do empregado, não pressionando-o com perguntas difíceis, mas querendo saber se ele realmente tem o perfil ideal para a vaga em aberto, explicando para ele que isso é importante para a empresa e para o próprio candidato. Sendo claro e objetivo com o candidato à vaga, o recrutador estará mais seguro de ter sucesso em sua contratação.

E, por fim, a empresa precisa ficar atenta às referências, sejam profissionais ou pessoais, pois como é um novo funcionário que estará entrando para as dependências da empresa, cautela nunca é demais.

Por Russel


Confira aqui a Lista com as Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil. Exame e Época elegem Elektro como a melhor.

Não há dúvida de que todo mundo quer trabalhar e uma boa empresa, que ofereça boa qualidade de vida, bons salários e ótimas oportunidades de crescimento. Sabendo disso, a cada ano que passa diversas revistas e empresas de consultoria divulgam uma Lista com as Melhores Empresas para se Trabalhar.

No Brasil, as principais listas divulgadas são as das revistas Exame e Época (que é feita pela Great Place to Work). Estas listas, apesar de tratarem do mesmo tema, possuem diferenças em seus resultados, principalmente por terem metodologias diferentes de avaliação. Apesar disso, no último ano (2014) a empresa campeã nas duas listas foi a Elektro.

Para aqueles que não sabem, a Elektro é uma das maiores distribuidoras de energia elétrica do país, sendo a oitava maior do Brasil e a terceira maior do estado de São Paulo. A empresa atende cerca de 228 cidades nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, o que totaliza mais de 2,4 milhões de clientes. Com relação ao seu número de funcionários, ele chega a 3.695, sendo que deste total 131 são executivos. Estes trabalhadores, segundo dados levantados na pesquisa da Revista Exame, possuem um tempo médio de casa de 8 anos.

Já com relação às outras empresas listadas pelas revistas, há bastante diferença tanto nas posições como nas empresas citadas. Para se ter uma ideia, do 2º ao 5º colocado todas as empresas listadas nas listas são diferentes e não estão em ambas. Além disso, a Volvo, que na lista da Exame aparece na 7ª posição, figura apenas no 16º lugar da lista da revista Época.

Dito isso, confira abaixo como ficaram a lista das 10 melhores empresas para se trabalhar tanto na Revista Exame como na Revista Época:

Revista Exame (a pesquisa leva em conta o Índice de Qualidade na Gestão de Pessoas e o Índice de Qualidade no Ambiente de Trabalho):

  1. Elektro: Empresa que atua no ramo de energia e possui 3.695 funcionários. A idade média dos funcionários é de 34 anos e o tempo médio de casa é de 8 anos.
  2. Cervantes: Empresa que atua no ramo de atacado e possui apenas 212 funcionários. Os trabalhadores da empresa possuem uma idade média de 32 anos e o tempo médio de casa é de 7 anos.
  3. Cielo: Empresa que atua no ramo de Serviços Financeiros e que possui 1.518 funcionários. A idade média dos contratados é de 35 anos e o tempo médio de casa é de 5 anos.
  4. Grupo Boticário: Empresa que atua no ramo de bens de consumo e que possui 6.367 funcionários. Os trabalhadores possuem em média 31 anos de idade e o tempo médio de casa é de 5 anos.
  5. Weber Saint-Gobain: Empresa que atua no ramo de construção e que possui 1.436 funcionários. Os contratados tem uma média de idade de 35 anos e o tempo médio de casa é de 7 anos.
  6. Hospital Unimed Sul Capixaba: Empresa atua no ramo médico e conta com 432 funcionários. A idade média de seus profissionais é de 33 anos e a maioria está a mais de 6 anos na empresa.
  7. MSD Saúde Animal: Empresa do ramo farmacêutico e que possui cerca de 298 funcionários. Os profissionais possuem uma idade média de 38 anos e a permanência destes profissionais chega a 9 anos.
  8. Volvo do Brasil: Empresa que atua no ramo automotivo e que conta com mais de 4.100 funcionários. A idade média de seus trabalhadores é de 36 anos e o tempo médio de casa chega a 9 anos.
  9. Sama: Indústria que possui cerca de 702 funcionários. Os trabalhadores possuem uma idade média de 37 anos e costumam permanecer na empresa por cerca de 11 anos.
  10. Tribunal de Contas da União: Instituição Pública com 2.552 funcionários. Os profissionais tem uma idade média de 44 anos e permanecem no emprego por cerca de 16 anos.

Revista Época (a pesquisa leva em consideração o chamado Trust Index e o Culture Audit):

  1. Elektro: Empresa com 3.695 funcionários.
  2. Caterpillar: Companhia com 4.521 empregados.
  3. Kimberly-Clark Brasil: Empresa com 3.556 trabalhadores.
  4. Gazin: Companhia com 7.075 empregados.
  5. Magazine Luiza: Empresa com 23.670 trabalhadores.
  6. Alcoa Alumínio: Companhia com 5.834 funcionários.
  7. Embraer: Empresa com 17.783 empregados.
  8. Accor: Companhia com 9.119 trabalhadores.
  9. Monsanto do Brasil: Empresa com 2.913 funcionários.
  10. Laboratório Sabin de Análises Clínicas: Companhia com 1.386 empregados.


Veja algumas dicas de como ter crescimento profissional em empresas desse porte

A princípio, a necessidade de um emprego geralmente vem quando temos despesas ou queremos consumir algo que o nosso salário atual não cobre ou, quando não temos salário nenhum para consumir ou se manter. Acontece que passamos a maior parte de nossas vidas, ou de nossos dias, trabalhando o que logo gera um nova necessidade nas pessoas.

Para alguns, o crescimento profissional dentro da empresa é muito importante, a mudança de setores, de cargos, de pessoas que trabalham junto, até mesmo a mudança de localização da instituição em que trabalha faz diferença.

Ampliando ainda mais o "leque" relacionado ao tipo de satisffação dentro da empresa, é possível contar com o tratamento entre os funcionários de diferentes tipos hierárquicos, mesmo quando a empresa é da familia. Veremos a a seguir os benefícios de trabalhar em pequenas e médias empresas.

Empresas de pequeno porte muitas vezes não apresentam uma grande variedade de benefícios, ou salários muitos atraentes. Em contrapartida, pode proporcionar um maior desenvolvimento do profissional e até mesmo um certo nível de estabilidade e confiança.

Neste tipo de organização, os colaboradores tendem a participar de maneira mais ativa nos processos de produção e tomadas de decisões, com possibilidades de contribuir de diversas maneiras. Estes fatores implicam em transformar ou explorar a criatividade do profissional em trabalhar com produtos escassos, promover ações para um destaque da instituição no mercado que pode trazer um retorno gratificante, alimentando a satisfação do mesmo.

Quando é disponibilizado uma oportunidade melhor dentro da organização, é mais fácil se promover neste ambiente.

Já as empresas de médio porte, tendem a ser um ambiente mais concorrido. Apresentam melhores remunerações e até mesmo benefícios, porém, ter experiência em uma organização de médio porte ou em desenvolvimento no currículo, pode valorizar a carreira do profissional.

Estas, dependem também do trabalho do colaborador de maneira confiante, gerando uma estabilidade diferente em que o mesmo possa crescer junto a empresa. O ambiente também favorece menos burocracia e maior autonomia, além de investir mais na capacitação de seus funcionários.

Todas elas apresentam grande desafios dos quais dependem do esforço da própria pessoa. No Brasil, apesar do momento de crise em que enfrentamos, apresenta-se como um ambiente muito favorável para o crescimento econômico.

Em comparação aos últimos anos, estas pequenas e médias organizações mostram-se mais resistentes aos momentos de crise, superando as datas comerciais e os motivadores externos.

Por Bruna Domingos dos Santos


De uma forma geral uma empresa de sucesso tem vários fatores que a podem levar ao sucesso. Entretanto, alguns se destacam mais do que outros. Um deles está bastante ligado à qualidade do ambiente de trabalho no qual o profissional se vê diariamente e consequentemente acaba por incorporá-lo a sua vida. Afinal de contas, aquela velha história de que trabalho é uma coisa e a vida do profissional fora dele é outra está cada vez mais ultrapassada. Querendo ou não as coisas acabam se “esbarrando” em um momento ou outro.

Muitos donos de empresa não se dão ao trabalho de entender que o profissional precisa se sentir em casa, livre e bem recebido no ambiente de trabalho. Caso contrário a empresa no lugar de lucrar vai perder com profissionais que não produzem tanto quanto deveriam. Quando o ambiente – o que inclui patrão, colegas, clientes, ou seja, tudo – não ajuda o que era uma boa ideia de negócio pode acabar se tornando algo inútil.

Aconteceria o contrário se o ambiente de trabalho fosse um pouco mais agradável. Mas aí vem uma questão importante: a qualidade do ambiente de trabalho não é feita apenas de “coisas e descontração”. Mas também de uma confiança entre os membros que compõe a empresa.

Confiança é uma palavra chave. O funcionário que não confia no seu colega, o patrão que não confia no funcionário, o funcionário que não confia no chefe. Há diversas variações e motivos para a “não confiança”.  Se o chefe quer um ambiente produtivo ele deve saber ouvir todos os lados. E mais, ele deve estimular essa comunicação aberta.

Às vezes o funcionário está claramente desestimulado, o chefe vê isso e percebe que acaba prejudicando a empresa, mas não chama o mesmo para um conversa franca. Isso acontece porque muitas vezes sabe que vai ouvir algo que não quer. Porém que é verdadeiro. Esse já é um erro de gestão gravíssimo e o primeiro passo para perder a confiança de um colaborador.

Um fato muito importante que contribui para deixar qualquer funcionário desestimulado – o que acaba fazendo com que o mesmo trabalhe contra a empresa até sem saber – é a diferença com que é tratado. Isso é bastante sentido em empresas familiares. O sujeito só por ser parente do dono já carrega a ideia de que vai ser tratado diferente de outro profissional qualquer. O pior é quando isso se confirma. Ou seja, ele pode e eu não. É mais ou menos assim: “Se é com o funcionário a culpa é dele. Se é com o parente do chefe… esquece. A culpa também é de alguém menos dele”.

Ser realista é outro ponto importante. Muitas pessoas confundem o realismo de alguém com pessimismo. Se por algum motivo o chefe vai atrasar o pagamento do funcionário é mais do que conveniente que o avise antes mesmo de chegar a data de pagamento. Esse é apenas um exemplo, mas de longe o mais inconveniente. Isso principalmente se for uma pequena empresa.

O funcionário, assim como a empresa tem contas a pagar. A questão é que muitas vezes não se deixa claro para o funcionário a situação. Se empresa está com problemas de gestão e falta de produtividade mesmo com a rotatividade dos profissionais é bom rever se o problema é no funcionário ou na gestão.

Estamos tratando de coisas simples aqui. Entretanto, se pontos como esses persistirem por um bom tempo dificilmente a empresa irá se recuperar. E ressaltando mais uma vez que tudo se complica para uma empresa pequena mais do que para uma grande que tem muitas vezes outras saídas.

Em muitos casos não é preciso nem perguntar se o profissional está satisfeito já que está estampado na cara dele que não. Quando o chefe perceber isso significa que alguma atitude de sua parte deve ser tomada, e rápido.

Por Denisson Soares


Muito se fala sobre a dificuldade das pessoas em encontrar um bom emprego, mas o que às vezes é esquecido é de como as empresas podem achar os candidatos ideais para uma vaga determinada.  

Atualmente, as organizações têm ido mais fundo no que diz respeito ao auxílio que pode ser conseguido através do uso de redes sociais. Muitas vezes são elas que ajudam a localizar profissionais de qualidade. Principalmente nesta época do ano, as empresas precisam contratar novos trabalhadores já que alguns antigos pediram demissão, foram demitidos, estão em férias, ou simplesmente pelo fato da empresa ter crescido e precisar de mais pessoas para trabalhar nos seus processos. Os motivos podem ser os mais variados, mas na hora de contratar sempre encontra-se algum obstáculo.

Para melhorar a vida de quem está à procura de emprego e quem está procurando um colaborador, a tecnologia tem sido um fator chave. Hoje em dia, colocar o seu perfil numa rede social, o qual possa ser acessado por empresas ou por candidatos pode ser o primeiro passo para o sucesso. As empresas podem divulgar as suas vagas no Facebook e outras redes sociais e também podem localizar currículos através do site LinkedIn. Ambas as formas são interessantes e aumentam as chances de achar com perfis compatíveis com o procurado pela empresa.  

As organizações também têm olhado com bons olhos os sites onde as pessoas cadastram os seus currículos e nos quais a empresa pode divulgar as vagas. Algumas dicas importantes para que as empresas possam achar bons trabalhadores e que estes tenham perfis alinhados com o da organização são fazer uma boa divulgação das vagas que estão em aberto, definir claramente as funções, tarefas e responsabilidades a serem assumidas pelo novo contratado, filtrar bem os possíveis candidatos antes de marcar uma entrevista, atualizar sempre o banco de dados dos potenciais candidatos às vagas da empresa e sempre observar as referências antes de efetivar um trabalhador. 

Por Melina Menezes


Um novo ano sempre traz novas expectativas profissionais. Mas é necessário se preparar para conseguir aproveitar as oportunidades que os novos dias trarão. A chegada de 2015 não será diferente em relação aos desafios profissionais. É necessário estabelecer metas de curto e médio prazo para não deixar que o início do ano seja apenas passageiro.  

Seja prático para conseguir alcançar seus objetivos. Pense nos contatos que você pretende obter, nos cursos que irá fazer e nos prazos que deverá cumprir. Organize-se para que ainda sobre tempo para você pensar em sua carreira como um todo com o objetivo de se sentir ainda mais preparado. Assim, outras empresas poderão desejar seu perfil profissional para fazer parte dos objetivos da instituição.  

Para que você consiga ser um bom profissional, que seja disputado entre as empresas, veja as dicas abaixo:  

– Enfrente os problemas:

As empresas desejam funcionários que encarem com problemas para resolvê-los. Nenhuma corporação de alto nível pretende contratar funcionários que colocam os problemas para debaixo do tapete, como se eles não existissem. Para se destacar é preciso conhecer o desafio e resolvê-los com melhor eficiência possível.  

– Seja humilde para aprender:

Essa é uma qualidade que todo profissional deve ter não importa o cargo que ocupe. Não existe funcionário 100% perfeito. Todos precisarão sempre aprender e se aperfeiçoar. Por isso, os recrutadores procuram por pessoas que são humildes para aprender as funções presentes na empresa e conceitos do cargo que ocupará.  

– Não coloque obstáculos para mudanças:

Diante de uma crise interna, cerca de 49% das empresas querem que seus funcionários tenham uma alta capacidade de adaptação. Por isso é preciso que você esteja pronto para as mudanças que poderá surgir em seu ambiente de trabalho.  

– Seja bom em relacionamentos profissionais:

Nada é mais importante do que você saber lidar com pessoas. O relacionamento interpessoal sempre foi e continuará a ser importante. Em 2015 não será diferente. É preciso que você saiba como lidar com todas as pessoas no ambiente de trabalho, não importa o cargo que ocupem e em que nível se reportam a você. Por isso invista como nunca em relacionamento profissional.

Por William Nascimento


Confira as cautelas que devem ser tomadas durante as festas de fim de ano.

Atenção! Postura inadequada pode gerar consequências no âmbito profissional.

Fim de ano. Época de festas e confraternizações de funcionários da grande maioria das empresas. A famosa “festa da empresa” ou “festa da firma”.

Algumas firmas optam por fazer churrascos em sítios, outras, almoços ou jantares em restaurantes. As empresas mais discretas optam por um simples amigo secreto dentro do próprio estabelecimento.

Não importa o tipo de festa, o funcionário deve manter a postura e a ética profissional requisitadas dentro das empresas, para exercer sua função. É o que especialistas nas áreas de trainee e desenvolvimento profissional informam.

Os empregados não podem esquecer que o seu chefe, coordenador, e diretor também estão na mesma festa, e de olho na postura dos demais. Por isso, evite constrangimentos e consequências desagradáveis posteriores à festa.

Após entrevistar alguns especialistas na área, o portal G1.com (Concursos e Empregos) elencou uma lista com 10 dicas para fugir das gafes nestas confraternizações de funcionários.

Evite:

1)     Beber todas:

Não se empolgue com a oferta de bebida alcoólica. Beber demais não é bom em qualquer lugar. Os efeitos do álcool podem interferir no seu comportamento, gerando chances de cometer gafes. Algumas que podem até surpreender os colegas de trabalho.

2)     Falar mal da empresa e de colegas ou cobrar feedbacks.

3)     Comer demais:

Mesmo com a oferta grande de comidas variadas, mantenha a etiqueta. Se está com muita fome, é melhor comer em pequenas porções, ao longo da festa.

4)     Roupa e trajes inadequados.

5)     Cobertura em tempo real:

Fotos contínuas e filmagens feitas podem ser compartilhadas em redes sociais com uma grande velocidade, constrangendo alguém, dependendo do conteúdo. Ou seja, o responsável pela imagem e sua divulgação poderá responder seriamente. Opte por fotos simples, sem exageros.

6)     Paquerar demais.

7)     Puxar saco do chefe.

8)     Dançar como se não houvesse amanhã:

Sua postura na dança também pode comprometer a sua imagem.

9)     ‘Forçar a amizade’ com desconhecidos.

10)   Levar ‘convidados’ que não foram chamados.

Por Daniel Matteelli Galdino


Final de ano chegando e você de repente é convidado para participar de um amigo oculto que vai ser realizado na empresa em que você trabalha. Porém, o que ninguém havia comentado é que o chefe irá participar. Quando você fica sabendo, é claro que o seu maior medo será o de tirar ele na brincadeira. Nessa hora, o que fazer caso isso ocorra?

Calma, não fique ansioso e nem com medo. Mesmo que seja só uma brincadeira entre os colegas, o ideal seria tomar uma precaução geral como:

– Quando ficar sabendo que seu chefe também vai participar da brincadeira, não fique assustado. Aceite numa boa e aja como se tudo fosse normal. Uma postura apreensiva nessa hora pode demonstrar imaturidade para os colegas.

– Comporte-se na brincadeira de forma natural, descontraída.

– Preste atenção às regras da brincadeira. Não queira sair falando para os colegas quem você tirou como amigo oculto, nem mesmo ao seu melhor amigo da empresa.

– Não queira ser generoso demais ou mesquinho demais também. Compre aquilo que estiver ao seu alcance, ou de acordo com o que foi imposto a todos igualmente.

– Seja sempre amável e verdadeiro na hora de presentar seu amigo oculto. Saiba que é uma simples brincadeira. Não tente puxar o saco demais se você não conhece o suficiente a pessoa, e também cuidado com as brincadeirinhas infantis se você não tem intimidades com a pessoa.

– Use de etiqueta social e bom senso na festa. Cuidado para não exagerar na bebida e acabar falando besteiras.

Enfim, aproveite essa época para se aproximar mais das pessoas, principalmente se você for um funcionário novo na empresa. Esteja sempre disposto a fazer novas amizades e deixe com que as coisas fluam naturalmente no ambiente de vocês. Saiba que essas festas muitas vezes se tornam excelentes alternativas para estabelecer laços entre as pessoas, então, aproveite para desfrutar do ambiente, que mais tarde lhe será ainda mais acolhedor.

Por Daniela Almeida da Silva


Muito se fala sobre o emprego ideal, o melhor salário e as melhores empresas para se trabalhar, mas pouco se fala sobre a empresa dos sonhos para você trabalhar.  

A ambição por conquistar posições e uma excelente remuneração em muitas ocasiões faz que o indivíduo que está à procura de uma vaga de trabalho em especial, caia na armadilha de ir trabalhar numa organização só porque ela é conhecida e tem uma remuneração muito atraente. Quando se diz armadilha, trata-se da pouca verificação por parte do candidato de outros critérios que podem ser decisivos na manutenção desse emprego. Nem sempre duas pessoas acharão que uma empresa é realmente uma boa organização para se trabalhar, ou seja, o que é bom para uma pessoa nem sempre é bom para outra. Seguindo esta linha de raciocínio entende-se que há aspectos que não são tão tangíveis que poderão em algum momento ser diferenciais na permanência em um emprego. 

Primeiramente, para saber se uma ou outra empresa é a ideal, você precisará entender o seu perfil, compreender qual a sua visão de valores dentro de uma empresa e perceber quais fazem mais sentido para você e para a sua ideia de futuro.  

Ao considerar as aspirações profissionais pode ser identificado o perfil de empresa da sua empregadora ideal. Se você busca autonomia, terá de trabalhar numa empresa, com uma estrutura mais horizontal, ágil, rápida tomada de decisões, rigidez quanto aos erros de funcionários. Para trabalhar nestas empresas você precisa ser empreendedor saber lidar com a autonomia que deseja receber, ou seja, deverá controlar a sua produtividade e o seu tempo, ser flexível, dinâmico e voltado para os resultados. Quem quer ser reconhecido precisa possuir espírito competitivo, vocação para assumir riscos, com estas características você poderá trabalhar em empresas com metas agressivas que exigem muito do colaborador já que o cumprimento delas é avaliado individualmente. 

Empresas líderes no seu segmento de mercado exigem dos candidatos a demonstração de resultados, perfeccionismo. Desta forma, se você possui um perfil voltado às ações individuais que permitam o crescimento da empresa e se busca sempre o melhor resultado, esta poderá ser a organização ideal para a sua busca pela marca forte e com referência no mercado. 

Caso você tenha em mente trabalhar no exterior, empresas multinacionais são a sua principal opção. Para chegar a elas, você precisará ter tido várias experiências em áreas e países e que também possua uma visão holística dos negócios. Para ocupar um cargo no exterior é fundamental que você possua um bom nível de inglês e algum outro idioma, goste de desafios e tenha boa adaptação a mudanças. 

Como você pode perceber, escolher o tipo de empresa que mais se ajusta ao seu perfil não é algo tão fácil de se fazer, exige tempo, paciência e entendimento. 

Por Melina Menezes


A busca pelo emprego ideal é algo inerente ao ser humano, dificilmente você verá uma pessoa totalmente feliz com o seu trabalho atual. É normal que as pessoas busquem um emprego que lhes agrade mais, que se sintam bem e que consigam enxergar na empresa a sua segunda casa. 

Na maior parte das vezes, o foco das pessoas está em conseguir um pacote de benefícios que lhe seja atrativo e que a cultura da empresa se assemelhe à sua, isto não é errado nem muito menos base de críticas, no entanto há outros aspectos para serem ponderados. Muitos profissionais buscam emprego naquelas empresas mais conhecidas e famosas, contudo ao pensar dessa forma muitas boas oportunidades podem estar sendo deixadas de lado. Neste contexto, as organizações que não são muito conhecidas precisam buscar no mercado de empregos pessoas que estejam capacitadas e que possam entregar à organização o que ela necessita, assim, tanto as empresas quanto os trabalhadores perdem oportunidades importantes. 

Uma outra situação que normalmente é vista quando se tem pessoas desinteressadas por empresas menos famosas é a supervalorização que se dá às pessoas capacitadas e que aceitam trabalhar nessas organizações. O que acontece é que as empresas por terem dificuldades em contratar profissionais, oferecem salários e pacotes de benefícios muito atraentes, tudo para captar e reter esse funcionário.  

O uso de Mídias Sociais pelas empresas tem sido parte do plano para diminuir os problemas decorrentes dessa falta de fama. Muitas empresas adotam o ambiente virtual como meio de comunicação com o intuito de conseguir maior visibilidade no mercado e que os funcionários em potencial possam conhecer a organização. A premissa dos gestores parte de que conseguindo informar as práticas de gestão, a cultura e os valores da empresa, as pessoas poderão se sentir mais motivadas para se candidatar a uma das vagas de trabalho da empresa. 

Na atual "briga por talentos", as empresas tem apostado também na visitação de instituições de ensino com o objetivo de apresentar a empresa e mostrar o trabalho realizado.  

Visto este cenário, em que as empresas menos reconhecidas no mercado estão tendo dificuldades em contratar mão-de-obra especializada, é fundamental que o jovem perceba que escolher o local de trabalho pela marca, nem sempre trará benefícios. É importante considerar qual a cultura organizacional, os objetivos da empresa e, sobretudo, os valores.  

Por Melina Menezes


Você já parou para pensar que as pessoas não estão preocupadas com o que você quer, e sim com o que elas querem? De uma certa forma, sabemos, de outra, negligenciamos.

O fato é que, para contornar essa situação, você só teria que ser ou ao menos se tornar a solução que a outra pessoa procura. Esse princípio não vale somente para vendedores ou para profissionais liberais, mas vale para todos, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Se você quer conquistar um emprego, por exemplo, ou aquela vaga tão sonhada, vai precisar colocar esse princípio em prática.

Veja abaixo algumas dicas para se tornar a solução que os outros procuram:

– Determinação:

Todos querem estar perto de uma pessoa determinada, que sabe o que quer, pois isso transmite confiança. Uma pessoa determinada não tem medo de arriscar para chegar onde quer.

– Observação:

Um bom observador saber como detectar problemas e estar pronto para resolvê-los a qualquer momento. Por isso, sempre quando estiver à frente de alguma pessoa que esteja te desafiando, tenha sempre em mente que o primeiro passo a dar é a resolução de problemas. Apresente isso à pessoa e fale como fará para chegar lá.

– Empatia:

Ser uma pessoa empática atrai mais amigos do que você imagina. Então, use isso no seu trabalho, com seus clientes, ou no seu ambiente familiar, para poder estar por dentro de suas principais necessidades e saber o que eles mais precisam. Quanto mais próximo, mais confiança. Conheça profundamente, antes do mais nada, todas as necessidades daqueles que são úteis para você, seja pessoalmente ou profissionalmente.

Saiba que nesse mundo todas as coisas funcionam como troca e você precisa estar sempre preparado para isso. Enfim, na vida, ou você é a solução ou você é o problema. Portanto, saiba identificar as situações que deem liberdade para que você possa dar continuidade ao seu maior desempenho.

Por Daniela Almeida da Silva


O que você faz quando vê alguma situação constrangedora, como brigas, agressões ou discussões? Liga para a polícia? Interfere na situação ou deixa a coisa rolar? Independe da atitude que você tenha, saiba que é muito melhor, na maioria dos casos, uma conversa franca. Se a situação persistir tente as seguintes atitudes:

1. Perguntar o motivo da situação, se ambas as pessoas envolvidas precisam de ajuda ou de algo. Talvez seja só coisa de nossa cabeça, ou talvez também não é o que parece ser. Por isso, seja o mais cauteloso possível para não criar atritos até sem querer.

2. Procure observar bem antes de precisar interromper a situação. Se for uma discussão entre duas pessoas, jamais faça isso se não tiver um certo grau de intimidade com elas, pois pode parecer um tanto invasivo.

3. No trabalho, se você flagrar uma situação constrangedora, certifique-se de pedir ajuda a alguém ou tente manter a calma das pessoas, para que não ocorra mal entendidos.

4. Caso você se sinta incomodado com a situação, saia de perto, mude de lugar ou demonstre sua insatisfação. Muitas vezes as pessoas não sabem que estão incomodando e no fim acabam constrangendo as outras pessoas sem perceber. Portanto, a atitude de se mostrar afetado é mais sua do que deles.

5. Oriente as pessoas ao seu redor a respeito da importância de se darem bem. Não precisa esperar uma situação constrangedora para dizer isso. Ofereça seu apoio antes e depois, caso ocorra algum tipo de problema. Não deixe que as pessoas ocasionem situações por conta delas. Tenha em mente que muita coisa pode ser evitada com o diálogo, o apoio e a amizade mútua. Às vezes, tudo o que alguém deseja é ser ouvido e compreendido.

Uma atitude dessas pode ajudar e até evitar possíveis tragédias, pois querendo ou não, o dever de todos é prevenir isso e contribuir para o bem do próximo.

Por Daniela Almeida da Silva


Quando nos deparamos com o tema “está faltando emprego ou qualificação?”, podemos refletir acerca de muitas questões que vão surgindo.

Alguns acreditam que ele é forte demais para ser tratado em um momento tão delicado, outros pensam que é um tema que deve ser debatido, pois a sociedade precisa passar a encarar o desemprego, ou a quantidade de vagas em aberto como um fato a se pensar.

De um lado, inúmeros indivíduos disponíveis para o mercado de trabalho, do outro lado, pessoas que podem escolher onde querem atuar. Porém, neste último caso isso representa uma minoria, pois a maioria não está apta para o mercado de trabalho, uma vez que falta qualificação profissional.

Ás vezes culpar as ofertas de trabalho é muito simples, mas o que nos deparamos todos os dias é com vagas e mais vagas divulgadas, seja através de sites, consultorias, cartazes, e-mails, carros de som, entre outros. O que tem acontecido? Será que a está faltando mão de obra? As pessoas buscam boas ofertas de trabalho, mas não buscam qualificação para tal. Buscam bons salários, mas não estão dispostas a entregar às organizações o que elas de fato procuram nos seus colaboradores, ou seja, querem o benefício, mas em alguns casos não estão dispostas a se sacrificar.

Se todo colaborador pensasse como gestor, talvez iria às entrevistas mais preparado, se profissionalizaria melhor, procurava ter um diferencial que o tornasse diferente de outros candidatos.

A pergunta que fica aos interessados em conseguir um bom trabalho é: se eu fosse gestor, me contrataria? E a pergunta que se faz as organizações é: se eu encontrar um candidato que atenda às competências exigidas darei o valor que ele merece e ele será remunerado conforme o que ele desenvolver?

Faça isso e investigue o que precisa melhorar. Com o decorrer do tempo você irá estar qualificado e apto para qualquer tipo de vaga que buscar, o que será um diferencial para você onde quer que você vá.

Boa sorte!

Por Luciana Viturino


As organizações na busca de ocupar posições consideráveis no mercado têm buscado profissionais cada vez mais completos para fazer parte de seu quadro efetivo de colaboradores. Foi-se o tempo em que determinadas funções precisavam somente possuir boa aparência, simpatia ou algum tipo de formação. As empresas querem mais que isso, buscam competência nos indivíduos, para isso tem sido bastante rigorosas em seus processos seletivos, tentando filtrar assim por meio de entrevistas pessoais, testes psicológicos, testes de inteligência, dinâmicas de grupos entre outras técnicas qual o melhor e mais preparado candidato para ocupar tal função.

Por isso, por mais que sempre estejamos buscando excelência profissional conhecimento nunca é de mais. Procure conhecer mais sobre a empresa para a qual se pretende participar de processo seletivo. Mantenha-se atualizado em saber quais as exigências de mercado, o que as empresas buscam em seu quadro de colaboradores, qual a missão, visão e valores da empresa que se pretende ingressar.

Não importa a função pretendida, os gestores avaliam muito em seus processos seletivos o potencial das pessoas, o que elas poderão se tornar na organização se tiverem uma tendência para isso e se forem devidamente desenvolvidas.

Acredita-se que, em muitas empresas, não temos processos seletivos rigorosos e que os gestores não fizeram verdadeiramente uma seleção minuciosa entre os candidatos e que, posteriormente, descobriram que “o selecionado” não era o que a empresa precisava naquele momento e a causa de uma má escolha teve como consequência o futuro desligamento do colaborador, causando déficit à empresa e ao contratado. Há vagas sobrando para profissionais qualificados que possuem um bom currículo e muitas empresas procuram por estes profissionais, os quais estão em falta no mercado de trabalho. Não é raro encontrarmos empresas que têm vagas sobrando para empregados que não possuem a qualificação estipulada pela empresa. Por isso, não permita que a empresa te escolha, seja competente o suficiente para escolher a empresa! 

Por Luciana Viturino


Aqui no Brasil temos a concepção de que para se tornar um profissional de sucesso e para conseguir seguir uma carreira de sucesso você basicamente é obrigado a ingressar em uma Universidade Pública.

Muitos dos nossos jovens pensam desta forma e acabam se limitando ao pensamento de que não se desenvolverão profissionalmente, ou seja, não seguirão uma carreira se não estudarem em uma Universidade Pública. Com isso, apoiados pelos pais, que, muitas das vezes, também têm o mesmo tipo de pensamento, perdem tempo, muitas vezes anos, dedicando-se ao tão temido vestibular público, sendo que se o jovem ao invés de passar este tempo todo estudando para um vestibular, estivesse em uma Universidade Privada se dedicando aos estudos de sua formação, aplicando-se em outros cursos complementares que também ajudariam em sua formação, poderia facilmente já estar ingressando em alguma empresa de nível internacional, ou até mesmo guardadas as devidas proporções começando seu próprio negócio com o conhecimento que já adquiriu. 

O ponto é, as grandes empresas nem sempre exigem que seus funcionários sejam oriundos de Universidades Públicas, na realidade o que se percebe é que a grande maioria das empresas, contratam pessoas de formação particular, por conta de sua versatilidade, visto que a maioria das pessoas que ingressaram em uma universidade particular, começaram muito cedo suas vidas profissionais, bem como já estão mais preparadas, seja por meio de cursos alternativos complementares, seja pelo próprio fato de, pela pouca idade, já estarem terminando a graduação dependendo do caso.

Então o que pretendo passar é que a sua formação profissional depende de você e de seu esforço, use os recursos que você está utilizando no momento para pagar cursinhos, gastar horas estudando em sua casa, para investir em você, em cursos profissionalizantes, em cursos de línguas, em cursos na área que você pretende seguir. 

Ademais, você não pode esquecer que a sua formação profissional não depende exclusivamente dos seus estudos, você deve produzir também, começando cedo você se adaptará mais rápido à rotina e logo estará desenvolvendo cada vez mais tarefas e cada vez mais rápido. Invista em você e não no que a sociedade impõe como obrigação.

Por Matheus Noronha Sturari


Algumas pessoas não sabem, mas nosso sistema imunológico funciona na maioria das vezes como um relógio biológico. É ele que dá as coordenadas das nossas ações no dia a dia, ou seja, se está tudo bem conosco, obviamente nosso sistema imunológico, ou relógio biológico, também funcionará bem. Mas, e mesmo quando ele estiver funcionando bem, quais precauções devemos tomar para mantê-lo assim e se adequar ao mundo corporativo, por exemplo? Esse é um dos desafios mais almejados entre os profissionais de diversas áreas.

Se você se encontra na mesma situação, dê uma olhada nas dicas abaixo e veja o que você pode fazer para conciliar seu relógio biológico com o do mundo corporativo:

– Mantenha uma boa alimentação e hábitos de vida saudáveis:

Pessoas que têm uma vida equilibrada, tanto na alimentação quanto nas atividades do dia a dia, estão propensas a se adequarem melhor às mudanças e às exigências do cotidiano. Portanto, se surgir aquela má disposição ou um estresse, mude rapidamente seus hábitos alimentares e físicos e veja o que acontece. Aproveite e leve isso para o ambiente de trabalho também, já que você precisará conciliar sua rotina biológica com a da empresa.

– Seja pontual sempre:

Ser pontual implica em ser extremamente rigoroso com as suas ações, logo, isto está diretamente ligado à conduta de uma pessoa. Se você se compromete com algo, seja ele importante ou não, o ideal é que você cumpra com isso. Tenha sempre em mente que mais vale chegar trinta minutos antes do que cinco minutos depois. Esse é o tipo de pensamento de um grande líder, por exemplo.

– Tente liderar sua concentração e não apenas seu tempo:

Podemos ser excelentes administradores do tempo, mas, se não soubermos como ter uma boa concentração no dia a dia, perderemos toda a batalha. Por isso, trabalhe seus impulsos emocionais positivos para se planejar e mudar sua postura de agora em diante.

Por Daniela Almeida da Silva


Algumas vezes você já pensou em fazer parceria com alguém? Saiba que as parcerias são ferramentas essenciais no mundo corporativo. São através delas que nascem excelentes empresas e instituições, além de grupos de grande visibilidade no mercado.

As parcerias também são bem conhecidas como sociedade ou “sócios” (como as pessoas geralmente chamam), onde é possível estabelecer uma divisão de negócios, ou seja, ambos os sócios ou parceiros se comprometem a se responsabilizar por uma parte da empresa para assim formar uma sociedade.

Se você está buscando uma parceria para seus negócios, veja quais precauções você deve tomar antes:

– Saiba identificar os pontos fortes e os pontos mais fracos da pessoa. Primeiro, se você estiver buscando uma parceria para negócios, terá que observar bastante a pessoa que você está pensando em chamar para ser seu sócio. Conversem bastante e peça que ele fale um pouco de suas características pessoais, para que assim você possa analisá-las.

– Analise experiências. Experiência é um fator determinante para um bom parceiro ou sócio. Antes do mais nada, deve-se levar em consideração ainda, não só as experiências nas áreas que você busca, mas as extracurriculares também, ou seja, aquelas realizadas em outras áreas. Pergunte à pessoa quantas parcerias e sociedades ela já fez no mundo dos negócios, peça para ela dizer sobre cada uma delas e o que levou ela a fazer essas parcerias.

– Comprometimento. Se você conhecer a pessoa, melhor ainda para saber se ela tem comprometimento e responsabilidade com seus compromissos ou não. Agora, se você não conhece ou não é muito íntimo da pessoa, a melhor coisa a fazer é pedir referências e analisá-la baseando-se nas argumentações dela.

Enfim, antes de desenvolver qualquer tipo de parceria esteja sempre atento aos detalhes. Jamais tome alguma decisão sem antes ter certeza se a pessoa que você tem em vista é a pessoa correta, em termos de conduta.

Por Daniela Almeida da Silva


Segundo o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, Dar resultado é o ato ou efeito de resultar; gerar consequência; efeito, fim, proventos e/ou lucros.

Dar resultado e atuar no mercado brasileiro não é uma tarefa fácil para nenhum profissional. Os profissionais que conseguem destaque nas empresas de hoje se destacam por conseguir ter uma excelente orientação para resultados, pois gerar resultado é tudo que a empresa espera de você.

O profissional precisa ser eficaz (produzir resultado ou efeito esperado pela Empresa), ser útil, seguro, infalível, ser capaz de realizar aquilo a que se destina o torna mais eficaz e o dá condições de gerar resultado. Mas somente ser eficaz não lhe dá subsídios para adquirir a competência em  foco de resultados, é preciso também ser eficiente (dar ou obter bons resultados), ser competente e produtivo, produzir bons resultados com um dispêndio mínimo de recursos. A partir da leitura acima, podemos falar de efetividade, que diz respeito à capacidade de se promover resultados pretendidos com eficiência que indique  a competência para se produzir resultados com gasto mínimo de recursos e esforços; e a eficácia, por sua vez, remete à capacidade de alcançar as metas definidas para uma ação ou experimento.

Seguem algumas contribuições efetivas para o alcance desta competência:

– Planejar o trabalho e executar as atividades de forma eficiente e eficaz;

– Adquirir a competência de Gestão do tempo, levando em consideração que administrar o tempo é também estabelecer prioridades na execução de atividades para a entrega dos resultados com qualidade e dentro do prazo estabelecido;

– Monitorar e identificar as etapas do processo de cada atividade no intuito de realizar adequações para o melhor alcance de resultados;

– Evitar o retrabalho realizando o trabalho com qualidade afim de garantir entregas efetivas;

– Atuar de forma integrada e identificar as interfaces e os impactos das ações na Empresa;

– Lidar com desafios e situações inesperadas, garantindo e assegurando a continuidade do trabalho. 

Todo profissional que deseja ter sucesso, independente da área de atuação, deve manter o foco em seus objetivos, segue algumas dicas que o ajudará a buscar esta competência:

Buscar conhecimento em acordo de resultados, estrutura organizacional, mapa estratégico (missão, visão e valores), noções gerais de administração, normas e legislações da área de atuação e processo de trabalho.

Ter atitude de vencedor, capacidade de planejamento, pró-atividade, visão de dono do negócio, ser assertivo, comprometido, dedicado, empreendedor, perceptivo e predisposto a aceitar desafios e mudanças. 

Por Tamires Assis


Trabalhar em um ambiente com diversas pessoas desconhecidas já não é fácil. Mas, e com pessoas conhecidas? Você já passou por isso ou atualmente passa por isso? Pois é. Muitas vezes começa com um amigo te indicando para uma vaga na empresa ou quando você por engano entra na mesma empresa em que seu amigo, vizinho, parente ou namorado (a) trabalha. De repente você se vê confortavelmente bem por trabalhar ao lado de alguém conhecido, e às vezes até íntimo. Mas, depois de um tempo isso passa a incomodar inexplicavelmente, de uma certa forma.

A única coisa que você deve tomar cuidado é de não misturar o pessoal do profissional, como sempre, pois isso pode afetar ambos os lados. Para isso, veja o que você pode fazer:

– Evite muitas conversas paralelas:

É comum às vezes queremos levar uma situação na brincadeira e até tagarelar um pouco no ambiente de trabalho, afinal, estamos num ambiente com várias pessoas e isso nos proporciona interação para nos socializarmos. Porém, deve-se tomar muito cuidado com conversas íntimas, sejam elas por brincadeira, fofocas ou romances. É preciso muito jogo de cintura para que a situação não saia fora dos eixos e por consequência disso manchar a sua imagem com a empresa.

– Evite encobertas e defesas desnecessárias:

Encobertas e algumas defesas desnecessárias são frequentes em empresas onde pessoas conhecidas trabalham juntas. Deve ser por isso que muitas empresas não aceitam amigos, maridos, esposas, filhos e parentes em geral trabalharem juntos. Elas não aceitam de forma alguma algum funcionário indicar outra pessoa conhecida para uma vaga aberta, para não correr o risco de ter problemas depois. Um funcionário quando encoberta o erro do outro, deixa muito a desejar. Não que o fato de apontar o erro ou julgar seja o ideal. Defender algo ou alguém em que você seja envolvido mais pessoalmente do que profissionalmente pode te trazer sérias responsabilidades e acabar envolvendo diretamente a empresa, já que você trabalha nela.

Por Daniela Almeida da Silva


Entrar no ramo financeiro quando se é recém-formado, não é uma coisa fácil, principalmente pelo fato de que normalmente é solicitado que o candidato ao cargo possua experiência no setor. Sendo assim, muitos jovens optam por ingressar nesse ramo de atuação através de Programas de Trainee. No entanto, nem sempre o candidato possui a preparação necessária como para ter sucesso nas seleções.

Neste texto serão apresentadas algumas dicas para que você possa ter maiores chances de conseguir a vaga dos seus sonhos.

A primeira coisa que você tem que fazer é averiguar tudo, sim tudo, o que você puder sobre a empresa. É um diferencial que você já esteja sabendo como é o mercado onde a empresa atua e sobre os principais concorrentes e clientes, isso vai dar aos empregadores uma boa impressão de você. Outra dica é aprender inglês e se for possível continue o  curso até possuir um nível avançado do idioma. Como geralmente, são empresas de grande porte que contratam trainees, elas exigem que o talento possua conhecimentos no idioma para poder interagir com os clientes do exterior. Profissionais do ramo do mercado financeiro precisam demonstrar que possuem amplo conhecimento sobre números, isso porque bancos gostam de assumir o regime job rotation que implica que o jovem em algum momento da trajetória como trainee tenha que lidar diretamente com a matemática. Conhecimento técnico é essencial, mostre-o, apresente o que você sabe, o seu conhecimento falará a seu favor.

Quando se fala da importância do estágio, não há exagero. As empresas preferem aqueles candidatos que já tiveram contato anteriormente com a área seja por meio de um estágio curricular ou aqueles que fizeram voluntariamente um estágio.

A última e não menos importante dica é: conheça pessoas, seja pessoalmente ou por meio de reportagens, que possam inspirar você ao longo de sua carreira. Conhecer histórias de sucesso e personalidades dentro da sua área de conhecimento torna-se especialmente necessário quando pretende-se alcançar o sucesso.

Por Melina Menezes


Não é difícil de encontrar profissionais, não importando o seu setor de atuação, que em um momento ou outro no exercício de sua função sabe que deve dizer um “não” e acaba respondendo com um “sim”. Geralmente quando alguém faz isso uma das primeiras sensações que aparece é a do desgosto, da frustração e até mesmo da raiva. O motivo para isso é bem simples: imagine que a pessoa já está cheia de trabalho para fazer, seu colega aparece e pede para ele dar uma ajudinha…e a pessoa vai. Como resultado vai ter trabalho acumulado.

Pode não parecer, mas sair respondendo sim para tudo que é pedido, profissionalmente falando, acaba por roubar muito o tempo da pessoa.

Os motivos que levam alguém a dizer sim quando deveria ser um não pode ser os mais variados possíveis. A pessoa pode querer parecer mais solicita e disposta e etc.

Dizer não no trabalho é bastante simples. Entretanto, o profissional precisa ser assertivo, ter certeza do que é importante no momento, uma boa dose de coragem e claro, respeito com o próprio tempo e produtividade.

A lista abaixo traz alguns itens para reflexão nesse assunto:

– Não se envergonhe por dizer não: Nenhum profissional tem a capacidade física e psicológica de ser “o bonzinho” o tempo todo. É interessante observar que qualquer pessoa tem problemas em dizer não. Mas fica o aviso: geralmente quem ouve um não (com decência) de alguém pode até despertar uma certa admiração. É algo do tipo: ele consegue dizer e eu não! De qualquer maneira é bom se policiar para não ofender ninguém.

– Sem adiamentos: Se é para dizer não diga logo e pronto. Quando se adia a decisão tomada a única coisa que se está fazendo é prolongar a aflição.

– Não crie desculpas ou mentiras: Se não dá para ajudar um colega ou ainda pegar tal atividade do chefe explique que aquela sobrecarga poderá prejudicar a qualidade e a produtividade. É uma forma racional e realista de explicar o motivo do não. Bem  melhor do que dizer que está com dor de cabeça ou que tem que pegar o filho na escola.

– Não para o chefe: Quando se trata do chefe a dificuldade de dizer um não é bem maior. Vale a mesma dica anterior. É bom criar uma lista e deixar claro para ele quais são as principais prioridades no momento. É o caso, por exemplo, de um convite para uma festa. Se o profissional for e depois não ter como entregar o trabalho em dia é problema. A ausência muitas vezes é justificada pela competência.

Por Denisson Soares


A consultoria Universum divulgou uma lista com as principais empresas que mais interessam aos profissionais de TI. Como já era de se esperar, Google, Microsoft e Apple encabeçam o ranking.  

O estudo "Empregadores IDEAIS™" foi realizado entre fevereiro e maio deste ano, ouvindo exatos 3.667 universitários do ramo em todo Brasil. Bancos e indústrias automotivas conquistaram espaço entre os estudantes na área de Tecnologia da Informação. Entre as 10 primeiras empresas listadas, apenas a Petrobras não trabalha diretamente no ramo de tecnologia envolvendo componentes eletrônicos, suporte a redes e programação. O Banco do Brasil é a instituição bancária que apresenta o melhor desempenho na pesquisa, ocupando a 12ª posição. Outro destaque é o Facebook. A rede social com maior valor de mercado da história, que não apareceu na pesquisa anterior, é hoje a quarta empresa preferida pelos universitários.

Abaixo segue o ranking com as 50 melhores empresas eleitas pelos estudantes. A porcentagem que foi apresentada na lista refere-se ao percentual de estudantes que escolheram a companhia.  

  1. Google – 56,93%;
  2. Microsoft – 46,78%;
  3. Apple – 33,26%;
  4. Facebook – 25,88%;
  5. IBM – 25,19%;
  6. Intel – 19,44%;
  7. Oracle – 16,60%;
  8. Petrobras – 15,43%;
  9. Dell – 15,12%;
  10. Samsung – 14,83%;
  11. Sony – 11,29%;
  12. Banco do Brasil – 9,91%;
  13. HP – 8,34%;
  14. TOTVS – 7,24%;
  15. Cisco Systems – 7,06%;
  16. Rede Globo – 5,61%;
  17. Lenovo – 5,05%;
  18. Banco Bradesco – 4,92%;
  19. Itaú Unibanco – 4,59%;
  20. Vale – 4,41%;
  21. Itaú BBA – 3,02%;
  22. HSBC – 2,73%;
  23. Editora Abril – 2,43%;
  24. Volkswagen Group (incl. Audi, Porsche, SEAT) – 2,29%;
  25. The Coca-Cola Company – 2,20%;
  26. Accenture – 2,06%;
  27. BMW Group (BMW, Mini, Rolls-Royce Motorcars) – 2,06%;
  28. Grupo Santander – 2,03%;
  29. Heineken  – 1,97%;
  30. Embraer – 1,85%;
  31. Ambev – 1,77%;
  32. Siemens – 1,59%;
  33. Toyota – 1,56%;
  34. Eletrobrás – 1,53%;
  35. Nestlé – 1,50%;
  36. GM – General Motors – 1,36%;
  37. 3M – 1,32%;
  38. Honda – 1,28%;
  39. Grupo Volvo – 1,21%;
  40. Bosch – 1,20%;
  41. TAM Airlines – 1,16%;
  42. Volvo Car Group – 1,12%;
  43. Cielo – 1,08%;
  44. Odebrecht – 1,07%;
  45. GOL Linhas Aéreas Inteligentes – 0,99%;
  46. Ford do Brasil – 0,95%;
  47. B2W Digital – 0,94%;
  48. PepsiCo – 0,92%;
  49. Renault do Brasil – 0,89%;
  50. Unilever – 0,87%.  

Caso você queira comparar, o ranking do ano passado pode ser visualizado aqui.

Por William Nascimento


Um líder é como se fosse a cabeça de uma equipe. É ele quem acompanha todos os resultados e trabalha juntamente com a equipe para atingir metas e resolver conflitos. Quando chega um momento em que por algum motivo é preciso trocar de líder, seja porque ele teve uma promoção ou foi demitido, algumas pessoas têm dificuldades em se adaptar a um novo superior.

Mas porque isso acontece? Porque normalmente cada pessoa tem sua forma de trabalhar, seus costumes, seus valores e suas experiências.

Adaptar-se a um novo líder pode não ser tão difícil assim se você seguir esses conceitos:

– Conheça a política de trabalho dele. Você pode não se adaptar ao jeito da pessoa, mas como você está em um ambiente de trabalho você precisa estar alinhado com toda a equipe, inclusive com seu líder.

– Esteja preparado para passar por mudanças tanto na equipe quanto na empresa.

– Não tenha medo de fazer perguntas. Aproveite esse momento para estar por dentro das novas perspectivas de trabalho do novo líder.

– Você pode até ter mais conhecimentos do que ele, afinal, você está há muito tempo na mesma equipe. Nesse caso, seja cordial e tenha humildade para ensinar, se for preciso.

– Seja mais participativo, assim você estará demonstrando interesse tanto na equipe quando aos projetos que envolvem novas ideias.

– Evite comparar o novo líder com o anterior, pois isso poderá gerar conflitos entre vocês.

– Saiba ser flexível com seu novo líder em todos os sentidos. Tenha uma relação amigável, com trocas de conhecimentos e experiências. Isso trará desenvolvimento tanto para você como para a equipe.

Às vezes, a entrada de um novo líder na empresa pode significar muito para ela. Talvez ela esteja passando por mudanças, e por isso precisou trocar alguns funcionários. Às vezes também um novo projeto necessita de um novo gestor, seja ele em parceria, efetivo ou temporário. Portanto, saiba aproveitar os benefícios que as mudanças trazem a uma equipe. Você só terá a ganhar.

Por Daniela Almeida da Silva


As reuniões fazem parte de muitos cotidianos e sabemos que nas empresas elas são quase obrigatórias. Claro, sem comunicação ninguém vive e ninguém interage corretamente.

Mas, quando tem muitas pessoas reunidas em um ambiente normalmente ficamos apreensivos e tímidos para interagir com os outros, principalmente se essa interação é exigida por todos, como é o caso da fala em público, e não dá para escapar disso em uma reunião de empresa.

A dificuldade de interação vem nessa hora porque as pessoas têm medo do que falar e se vão agradar ou não. Fora que cada pessoa ainda têm que lidar com suas emoções, então cada um se comporta de uma maneira diferente.

Se você está passando por um momento como esse, atente-se às dicas a seguir a aprenda como interagir em uma reunião:

– Tome cuidado com muitas intimidades, pois elas só servem para momentos de descontração. Saiba separar esses momentos, pois é por isso que a maioria das pessoas tem medo de que os outros pensam delas, afinal, elas querem agradar todo mundo.

– No dia da reunião, faça apenas a sua parte. Chegue sempre adiantado, sente-se corretamente e mantenha uma postura adequada ao ambiente. Se você tiver que falar algo, respire fundo e comece o discurso vagarosamente. Não deixe para ser o último, porque senão alguém pode chegar e falar o que você iria falar.

– Fale somente aquilo que lhe diz respeito na reunião e não espere que seu chefe mande. Mostre que você também é capaz e tem potencial. Se você dominar o assunto do projeto que fez, por exemplo, seu discurso será tranquilo. Mas mesmo assim se você sentir dificuldades, peça ajuda a algum colega de trabalho. Não custará nada, principalmente porque em uma reunião todos estão unicamente envolvidos.

Essas dicas servem para qualquer ocasião, sendo ela em uma empresa, em uma faculdade ou em uma escola, o importante é aprender superar suas limitações.

Por Daniela Almeida da Silva


Trabalhar em casa, com certeza, é o sonho de muita gente. Mas o que algumas pessoas não sabem é que esse sonho já é realidade há muito tempo, pena que não está disponível para todos. Algumas empresas dão todo apoio para que seus funcionários trabalhem em casa, mas isso muda de acordo com a área de cada função.

Mas seria possível ter direitos e deveres mesmo trabalhando em casa?

De acordo com o Cenofisco (Centro de Orientação Fiscal), a resposta dessa pergunta é "sim", pois quem trabalha em casa tem os mesmos direitos dos funcionários que trabalham dentro de uma empresa, exceto o vale-transporte, claro, pois eles não utilizam transporte para se deslocar de casa para o trabalho.

Uma pesquisa feita sobre tele-trabalho no Brasil apontou que 23,2% da população brasileira adulta, o que equivale a uma em cada quatro pessoas, de alguma maneira, trabalha em casa ao longo do mês.

Um terço dessas pessoas, o que corresponde a 8,1% exercem o trabalho virtual quase todos os dias. O trabalho em casa, conhecido como "Home Office" virou a forma mais popular nos últimos tempos, e 52% dos entrevistados estão nessa modalidade, com um destaque maior em indivíduos com maior poder aquisitivo, no caso, a Classe A. Este estudo foi realizado pelo Market Analysis, instituto de opinião pública.

Quem adotou essa modalidade de trabalho foram as empresas de pequeno e médio porte, pois um funcionário trabalhando em casa dá menos gastos financeiros para essas empresas, além de economizar espaço físico e tempo, evitando despesas com aluguel de prédios caríssimos e vale-transporte para esses funcionários.

É um tipo de trabalho que vale muito a pena não somente para as empresas, mas também, claro, para os funcionários. Empresas assim só têm a ganhar em grandes metrópoles como São Paulo, onde há um problema sério de deslocação devido ao trânsito precário.

Uma dica importante para quem trabalha em casa é ter um local dentro da própria casa especialmente para isso, e se desligar de outras tarefas quando estiver trabalhando.

Por Daniela Almeida da Silva


A era da internet trouxe diversos benefícios tanto para as empresas quanto para os que buscam uma vaga de trabalho. Atualmente, um recrutador pode saber muito sobre você, bem mais além do que pode imaginar. Se você é fã de postar na rede tudo o que você faz ou deixa de fazer, tome cuidado, isso poderá manchar o seu currículo.

Cada vez mais, as empresas procuram informações sobre os seus futuros empregados através dos sites de buscas. Hoje em dia, é só digitar o nome completo da pessoa no Google que aparecem todas as informações e dados referentes à ela (claro, as que estiverem divulgadas). Não se assuste, a intenção do recrutador não é somente ver algo negativo sobre você, mas também conhecer um pouco melhor o candidato. Então, se você estava pensando em “omitir” algumas informações ou mentir a respeito do seu currículo, pense duas vezes. O principal interesse do selecionador é verificar se as informações achadas na internet condizem com as informações presentes no documento pessoal.

Segundo as informações cedidas pelo site Glassdoor, há quatro coisas que os recrutadores procuram no Google sobre os candidatos, são elas: fotografias, a curiosidade e interesse do empregador gera que ele procure saber qual é o seu aspecto físico; o seu rastro virtual, isso inclui sites que você participa, redes sociais, sites de relacionamentos, entre outros; portfolio virtual, a intenção é saber se o seu trabalho pode ser encontrado na rede, uma forma de exemplo do que é capaz de fazer; por fim, o selecionador procura saber um pouco mais sobre o seu comportamento e caráter, como se relaciona com as pessoas e qual é a sua postura perante os mais variados assuntos.

Como pode perceber, não é só o currículo que será o seu cartão de apresentação numa empresa. Com a era virtual veio a facilidade para adquirir informações e constatar dados, sendo assim, fique de olho no que anda colocando nas redes sociais e sites diversos.

Por Melina Menezes


Um belo dia você se depara com aquela vaga de emprego dos seus sonhos, e mais ainda, você é convocado para atuar nela. Você terá tudo o que você sempre quis – um bom salário, ótimos incentivos e as atividades condizem com sua experiência. Mas há um porém: você irá trabalhar em Minas Gerais, ou em Santa Catarina. Ou talvez até na Alemanha! Já pensou nisso? O que você faria? Largaria tudo para encarar este desafio e desfrutar da oportunidade? Sua casa, sua família, sua cidade, seus amigos. Se sua resposta for não, saiba que existem muitas pessoas que fariam isso sim, mas por uma boa causa.

A maioria das empresas está migrando áreas e alguns dos principais profissionais que trabalham nelas para atuarem em outras cidades ou até em outro país. Áreas como as de Engenharia, Administração e Biologia são as que mais passam por isso em regiões de grande crescimento econômico, e muitas vezes é compensador, pois os salários são bons e a qualidade de vida também.

Os EUA é um grande exemplo disso. É comum os estudantes de lá se formarem e irem trabalhar em outro Estado. O próprio governo de lá apoia isso e busca incentivá-los oferecendo bolsas e programas de inclusão para transferências. Isso tem um impacto muito positivo, pois o estudante tem a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos culturais e o país se desenvolve de uma forma geral.

No Brasil a transferência acontece apenas com recém-admitidos em vagas de concursos públicos federais. Antes disso, os contratados passam por uns dois Estados antes de serem efetivados em um só ponto. Isso também é aplicado em grandes empresas multinacionais no país. Os executivos que passam por uma rotatividade em vários Estados, ou até países, aprendem a ter uma visão sistêmica dos negócios da empresa. Por isso, se você for contemplado com uma oportunidade como essa, agarre com as duas mãos.

Residir em outro Estado ou país temporariamente pode enriquecer sua experiência como profissional. Você conhecerá novas culturas, ampliará sua rede de relacionamento e ganhará um ótimo diferencial profissional em sua carreira.

Por Daniela Almeida da Silva


A cultura é uma referência que está presente em todo o mundo, e cada região cria suas próprias regras e crenças a partir dela de uma forma diversificada. Até mesmo uma empresa possui cultura. Sim, uma empresa possui cultura, pois também faz parte de uma sociedade onde existem hierarquias. Desta forma, constitui-se a chamada 'cultura empresarial'.

A cultura empresarial, assim como outra cultura qualquer, é um conceito que também tem regras, e todos devem cumpri-las e respeitá-las para poder ter uma boa vivência no ambiente de trabalho. Às vezes é difícil se adaptar, ainda mais quando o funcionário é novato e vem de uma empresa de um ramo diferente. Normalmente ele vem com outros costumes da empresa anterior, e para ele se acostumar terá que ser muito flexível.

Descubra agora algumas dicas que podem ajudar quem se encontra nesse caminho:

– Procure se vestir exatamente conforme a política da empresa, para isso, preste atenção como as pessoas da empresa se vestem. Se os funcionários não usarem roupas sociais, por exemplo, aposte em um figurino que seja básico e discreto.

– Seja natural e mantenha postura adequada. Fale com naturalidade e evite usar vícios de linguagem. Observe como as pessoas se tratam (senhor/você) ou se elas se dirigem às outras pessoas pelo sobrenome ou mesmo pelo primeiro nome. Jamais fale mal ou compare a empresa atual com a empresa anterior para seus novos colegas de trabalho.

– Seja receptivo às pessoas para criar um clima de confiança entre vocês dentro da empresa. Escute mais e fale menos. Cuidado com grupinhos e fuja de fofocas.

– Mostre que você tem proatividade e que é um funcionário dinâmico e esforçado. Faça tudo o que lhe for solicitado. Tenha calma e paciência, pois no começo você pode estranhar um pouco. Saiba que para você se acostumar pode levar algum tempo, dias, semanas ou até meses. Tudo vai depender de como você responde a essa sua nova fase.

Por Daniela Almeida da Silva


Muitos são os motivos que podem levar a um empregado fazer o pedido de demissão de uma determinada empresa, seja por insatisfação das tarefas que são executadas no dia a dia, salário abaixo do que é pago no mercado, por receber uma proposta melhor, entre coisas do mesmo gênero.

Porém, quando uma pessoa vai fazer o pedido de demissão, é preciso que se faça uma carta que hoje faz parte dos padrões dos departamentos de Recursos Humanos de todo o país.

O principal objetivo da realização dessa carta é formalizar o motivo do desligamento do profissional, e por esse motivo é preciso ter muita atenção aos dados que coloca nesse documento que deve ser datado e assinado.

É muito comum que antes do profissional fazer a entrega da sua carta de pedido de demissão ele avise com antecedência aos empregadores que não tem mais a intenção de continuar o seu trabalho na unidade, informando também se vai ou não cumprir o período de aviso prévio de 30 dias.

No caso de não cumprimento do aviso prévio o profissional terá a cobrança de descontos maiores, sendo isso previsto pela lei CLT.

E para escrever uma carta de pedido de demissão é preciso escrever seu nome, dados de documento como RG e CPF. Logo depois escreva os motivos pelo qual está solicitando o desligamento da empresa, e nesse momento é preciso ser claro e direto.

No final escreva se vai cumprir ou dispensar o período de aviso prévio. Por fim coloque a data e realize a sua assinatura. O responsável por receber a carta de demissão também deve assinar o documento.

E ainda vale destacar que quanto mais motivos colocar na sua carta de demissão melhor será, mas evite falar mal da empresa que está saindo, por isso pode fazer com que a porta não se abra mais em casos de procura de novas oportunidades no futuro. 

Por Josiane Fernandes de Jesus


Hodiernamente, algumas pessoas deixam seus afazeres diários em empresas privadas, não sendo considerada a vaga dos sonhos para se dedicar a um emprego que é praticamente um hobbie. Isso faz toda a diferença na hora da execução do trabalho, uma vez que eles fazem com que as pessoas consigam ter um melhor resultado.

Essa busca por trabalhos envolvidos com hobbies se dá por que as grandes empresas costumam cobrar informações de escolaridade e experiência durante a elaboração do currículo perfeito, o que nem sempre é encontrado por parte dos candidatos. Desta forma, algumas empresas têm perguntado no momento da entrevista alguns detalhes da vida pessoal do candidato a fim de saber se ele realmente se identifica com a empresa. Isso ajuda a entender quem é o candidato e a fazer com que ele descubra os seus valores e se identificam com a cultura da empresa, o que é de extrema importância para a construção de um bom ambiente laboral.

Em alguns casos, os hobbies se identificam com a futura função que será exercida na empresa. Todavia, caso o participante fique em dúvida sobre o que colocar no currículo, recomenda-se fazer uma autoavaliação sobre o que é realmente seu hobbie e verificar se o emprego tem semelhanças com ele. Isso irá fazer com que o entrevistado saiba discorrer sobre a atividade desenvolvida quando for indagado pelo entrevistador.

Por fim, quando o participante for indagado da próxima vez em alguma entrevista sobre o que ele gosta de fazer, alguns especialistas recomendam que ele discorra sobre o seu hobbie, uma vez que isso fará com que o candidato obtenha pontos positivos e seja contratado pela empresa. Cabe destacar que é muito importante uma avaliação para saber se realmente você tem afinidade com o trabalho que será executado na empresa para não se tornar um trabalhador frustrado e entediante diante com os outros funcionários e clientes.

Por Luciana Viturino



A maneira como você coloca as informações em seu currículo pode ser importantíssima para você se destacar em um processo seletivo, pois é aí por onde o recrutador poderá te achar. Porém, mesmo assim, você pode se perder nesse caminho, já que a entrevista é a parte decisiva na maioria dos processos seletivos, por isso, tome cuidado. Mas, se você souber fazer muito bem seu currículo vai saber cativar o entrevistador.

Outro ponto importante é o seu desempenho na hora da entrevista, se ele for bom, você pode até não ter experiência ou especialização nenhuma, mas a sua forma de interagir com o entrevistador pode fazer grande diferença e te colocar um passo a frente no processo seletivo. Se você realmente quer cativar um recrutador, então coloque-se no lugar dele. Para isso, imagine qual perfil de candidato te chamaria mais atenção, quais atitudes você esperaria, entre outras coisas. Dessa forma, ficará mais fácil você ter a postura correta estando do outro lado da história. Fazendo isso, você consegue se sentir preparado para começar a entrevista? Então bola pra frente! Saiba que mesmo assim, qualquer exagero pode parecer estranho e fazer o recrutador duvidar de você, então, seja o mais natural possível.

Comece falando mais sobre você, de um jeito descontraído, mantenha sempre contato visual com o recrutador quando estiver falando, demonstre segurança o tempo todo. Uma coisa que você deve evitar é querer criar intimidade com o recrutador, pois ele pode te achar muito invasivo e suas chances podem ir por água abaixo.

Antes do mais nada, faça o básico. Vista-se de acordo com a área da vaga (informe-se antes por telefone, caso não tenha nada especificado, se a empresa possui alguma política para vestuário), saiba colocar suas qualidades sem parecer forçadas e arrogante demais. E, não esqueça que o seu "papo" deve ser o mais interessante para poder conquistar o recrutador. Vale a pena investir!

Por Daniela Almeida da Silva


É normal participar de vários processos seletivos quando se está buscando um emprego. É nessa hora que você acaba, por sorte, sendo selecionado por duas empresas ao mesmo tempo em um curto período de tempo, sendo obrigado então a fazer uma escolha muito importante entre as duas, afinal sua carreira depende disso.

Não que você não possa trabalhar em dois empregos, mas é que neste momento você precisa escolher apenas um, depois, mais tarde, se por ventura aparecer outro, aí é outro assunto.

O primeiro passo para avaliar as duas empresas é ver quais as vantagens que ambas oferecem. Se as duas oportunidades forem na mesma área de atuação que você deseja trabalhar, analise também qual das duas é capaz de oferecer um plano de carreira ou uma oportunidade de crescimento. Não fique pensando no tamanho da empresa, se ela é grande ou pequena, mas sim se ela tem o potencial de crescer junto com o profissional.

Outro ponto importante que você não pode esquecer é avaliar a questão financeira também. Veja se a proposta de salário feita por uma é compatível com suas expectativas. Talvez a empresa que oferece um salário menor ofereça chances de crescimento na função e a que paga mais não oferece nada. Será que em longo prazo, uma empresa que paga mais que a outra terá chances de crescimento? Pense muito a respeito.

Outros aspectos também são válidos na hora de escolher a empresa certa para trabalhar, tais como horários flexíveis, localidade da empresa, quantidade de benefícios oferecidos, atividades a serem desempenhadas, reconhecimento, etc. Não se esqueça de fazer um levantamento sobre cada empresa ressaltando tanto os fatores positivos quanto os fatores negativos, depois elimine aquela que tem mais fatores negativos, isso o ajudará a filtrar os aspectos de acordo com suas necessidades.

Outro item que pode ocorrer mesmo você avaliando as duas empresas de todos os jeitos, é você ficar confuso. Se isso acontecer com você, a melhor coisa a fazer é pensar com calma e levar apenas os pontos principais para uma escolha, afinal o nervosismo nessa hora é normal. E aí, já conseguiu avaliar as duas empresas? Já sabe qual das duas podem ser melhor para o crescimento de sua carreira? Pense com tranquilidade e boa escolha!

Por Daniela Almeida da Silva


Normalmente a nossa rotina no trabalho se torna mais embaraçosa quando não conseguimos equilibrar organização e obrigação, e isso pode ser tornar um problema para o profissional, podendo atrapalhar até a sua produtividade. Para que isso não aconteça com você, siga as dicas a seguir e estabeleça a organização como prioridade para a sua vida:

– Reserve um dia para se organizar: você pode não saber, mas o que mais atrapalha nosso senso de organização é querer fazer tudo ao mesmo tempo. Por isso, tire um tempo só para arrumar aquela mesa do escritório, seus arquivos do computador, aquela agenda de contatos, fazer aquela ligação que está pendente há tempos, dentre outras tarefas. Não economize tempo quando o assunto for organização, e só volte à sua rotina normal quando sentir que está tudo sob controle.

– Saia da rotina: quando estamos desorganizados a tendência é continuarmos desorganizados se não ousarmos na rotina. Quando você conseguir se organizar faça uma rotina diferente desta vez para não se perder de novo, e nessa hora vale tudo, trabalhar em outro ambiente que não seja o seu escritório, trocar ou alternar tarefas, sair para almoçar mais cedo, entre outras, use a sua imaginação!

– Troque pilhas de papéis em sua mesa por arquivos: sabe aquela pilha de papéis que costumamos acumular em nossa mesa? Ela já ficou no passado. Hoje em dia se pudermos passar tudo para o computador, melhor, só não vale fazer com os arquivos do computador a mesma confusão das pilhas de papéis. E isso vale também para agendas de contatos, onde você marca suas reuniões e contatos de outros profissionais. Uma boa dica é trocar a agenda por um smartphone, pois você pode baixar aplicativos que servem de auxílio para você gerenciar melhor suas tarefas.

Enfim, use sua criatividade para não cair na rotina da desorganização, esteja sempre atento para que tudo não vire uma bola de neve, impedindo-te de voltar atrás de novo.

Por Daniela Almeida da Silva


Quando estamos em um ambiente com várias pessoas é normal estabelecer vínculos, pois isso fortalece relações e ajuda na resolução de problemas. Mas, quando isso acaba virando intimidade de forma excessiva, as pessoas tendem a misturar o lado pessoal com o lado profissional.

Para que isso não aconteça, é necessário estabelecer alguns limites entre amizade e intimidade, visto que ambos são bem diferentes. A amizade pode se tornar necessária no nosso cotidiano, mas a intimidade pode se tornar invasiva.

Conheça agora algumas dicas e saiba como lidar com isso no seu ambiente de trabalho:

– Seja seletivo: ser seletivo não significa esnobar algumas pessoas e dar liberdade para outras, mas sim colocar um certo limite em que essas pessoas saibam sobre você. Você é a única pessoa que pode fazer isso, e se não fizer, sua vida será um livro aberto. Tome cuidado para quem você conta seus problemas. Geralmente nem todos que estão dispostos a ouvir estão dispostos a ajudar. Mantenha a discrepância de sua vida pessoal, e se precisar de uma urgência, procure um profissional.

– Saiba se comportar: algumas pessoas usarão seu comportamento como porta de entrada para sua intimidade, ou seja, você mesmo dará liberdade para elas através do que está permitindo.

– Seja realista: nem tudo é o que parece, você pode estar cercado de pessoas boas querendo te ajudar, mas que no fundo só estão ali por algum interesse. Tome cuidado.

– Seja determinado: saiba separar vida pessoal de vida profissional, principalmente no trabalho. É claro que você pode ter amigos dentro do ambiente de trabalho, desde que as coisas fiquem bem claras entre vocês. Falar de vida pessoal com um amigo que não seja do seu trabalho é totalmente diferente para um amigo que você vê todos os dias no trabalho. Da mesma forma que falar de trabalho para um amigo de fora. Os limites precisam ser estabelecidos para que isso não venha te prejudicar em outros aspectos.

Por Daniela Almeida da Silva


Muitos profissionais sonham com a empresa ideal para trabalhar e formar uma carreira estável. Mas, será que essa empresa existe ou é apenas um sonho perfeito? Bom, talvez a realidade seja bem diferente do que nós imaginamos.

O que pode ser considerado ideal para uns não é ideal para outros e assim por diante. Querer estar sempre em um patamar acima condiz com a nossa ambição de auto-superação, e talvez isso tenha origens até primitivas por causa da nossa necessidade de preservação da espécie.

Mas, com base em resultados de algumas pesquisas realizadas a respeito,  a empresa ideal nada mais é do que aquela que dispõe políticas institucionais de recursos humanos para todos, sem exceções como distinguir cargos, treinamentos, oportunidade de carreira, reconhecimentos, ambiente confortável e agradável, programas de qualidade de vida, prêmios de participação, entre outros. 

De acordo com Stefi Maerker, diretora da SEC, esse perfil mencionado existe e é mais real do que parece, por mais difícil que seja. Muitas empresas já estão despertando para a necessidade de crescimento igual para todos. 

Os participantes da pesquisa alegaram que teoricamente, os empresários têm se preocupado em investir apenas em seus profissionais que ocupam cargos mais elevados. Infelizmente, a maioria das empresas brasileiras possuem excelentes programas de incentivos voltados apenas para cargos de liderança ou equipes de vendas, e isso pode contribuir para a falta de motivação dos demais colaboradores.

Para Stefi, outro fator que deveria ser integrado no perfil da empresa ideal é a o desenvolvimento de planos de carreira para as secretárias, por exemplo. As secretárias sempre estão em busca de reconhecimento profissional e merecem aproveitar essa oportunidade, seja para a sua melhoria ou até mesmo para mudar sua área de atuação, caso tenha interesse. Por fim, o ideal mesmo é que todos tenham o mesmo direito de participar dessas oportunidades, assim, a empresa crescerá junto.

Por Daniela Almeida da Silva


Você já parou para pensar que todos confundem um líder com um chefe, ou vice-versa? Pois é, e na verdade há muita diferença entre eles. Primeiro que o conceito de chefe já é bastante antigo, segundo, você não precisa se dirigir ao seu supervisor como tal. As pessoas acham que tanto um quanto o outro estão ali para mandar e exigir, se você também pensa assim então atente-se aos seguintes pontos:  

– O que é um chefe?  

O conceito de chefe está atrelado a uma posição, ou seja, sempre quando alguém está acima de você numa empresa logo vem à sua mente que aquela pessoa é seu chefe. Não é bem assim? Pois bem. Um chefe na verdade é aquele que manda sim, mas, diferentemente daquelas representações formais, ele é nada mais que o dono ou diretor de uma empresa, ou seja, quando mais alto for o cargo ou a importância dele na empresa, pense na possibilidade de essa pessoa ser o seu chefe mesmo.  

– O que faz um chefe?  

Por ele ser o fator principal, a base da empresa, você vai vê-lo sempre andando pelos corredores verificando o andamento de cada setor, apenas para conferir como anda o sistema da empresa. Diferente de como todo mundo pensa, ele não dará ordens diretamente a você, mas ao seu superior, seu gerente, é aí que entra o papel do líder!  

– O que é um líder?  

Um líder é aquele que assume o papel de cuidar e orientar uma equipe de um determinado setor. Dependendo da empresa ele terá papéis e funções diferentes para cumprir, mas ele é aquele que trabalha junto com a equipe, resolve conflitos, e atua diretamente como gestor para acompanhar todo o desenvolvimento das tarefas realizadas pela equipe, para posteriormente passá-las ao chefe. Ele também pode dar 'ordens' se for preciso, mas seu foco principal é atuar junto à equipe para mostrar resultados à empresa.  

Enfim, agora que você já sabe a diferença entre os dois, cuidado para não errar na hora de pedir orientações na empresa.

Por Daniela Almeida da Silva


Algumas pessoas não sabem, mas a competição é um sentimento negativo. Por outro lado, a ela tem instinto primitivo de preservação, em que temos a necessidade de sobressairmos para conseguirmos o melhor posto, e em consequência disso uma melhor sobrevivência.

O lugar em que mais se vê competições com certeza é em um ambiente de trabalho, pois é ali que estão todas as nossas competências. No entanto, nem sempre as competições são vistas como boas, há pessoas que não conseguem lidar com isso, e se esse for o seu caso, aprenda com algumas dicas como evitar que isso aconteça:  

– Seja prudente:

Você precisa entender que com ou sem competições há regras a serem seguidas e que isso sim faz diferença. Não é a capacidade de conseguir competir e sim a de fazer a diferença, respeitando o limite dos outros, que fará você chegar a algum lugar.  

– Saiba perder:

Saber perder também é uma característica de um grande vencedor. Quando estamos cientes de nosso valor como profissional, essa característica é vista como algo positivo, mas quando a dúvida e o medo perduram, é sinal de que você não acredita em si mesmo. Nesse caso, reveja a possibilidade de melhorar seu ponto de vista a respeito de você e de outras pessoas, por exemplo. Quando alguém alcançar um objetivo sinta-se vitorioso como ele e não fique desanimado.  

– Esteja preparado:

Não é porque existe competição em seu ambiente de trabalho que você deve estar o tempo todo competindo. Saiba reconhecer seus pontos fracos e fortes e usá-los apenas a seu favor. Tenha uma posição neutra para qualquer tipo de situação recorrente e saiba esperar.

– Faça a sua parte:

Se o assunto é competição, então nada melhor que competir com você mesmo, ou seja, vença seus próprios medos, sua ansiedade e seus sentimentos negativos. Saiba que fazendo a sua parte você estará colaborando com suas obrigações sem afetar ninguém. Não perca tempo tentando agradar alguém, seja você mesmo.

Por Daniela Almeida da Silva


Não basta apenas falar a língua nativa ou uma língua a mais. Hoje em dia, além de ser fluente em algum idioma, é necessário ter vivido em outro país. As empresas estão considerando isso como diferencial competitivo. Por isso que a busca por intercâmbios tem crescido muito em nosso país.

Empresas de várias áreas sabem como isso é importante, por isso prezam por essa vivência, pois o resultado disso é totalmente plausível no dia a dia no mundo dos negócios. Isso é válido tanto para profissionais de cargo importante quanto para profissionais da área operacional.

Profissionais que tiveram vivência no exterior, por exemplo, são considerados mais flexíveis, e se adaptam melhor a mudanças e situações emergentes da empresa.

Pessoas com esse diferencial possuem um amadurecimento que foi adquirido em outros países. Mesmo que você não tenha essa experiência, saiba que existem empresas que investem em profissionais que pretendem fazer intercâmbio. Normalmente, elas arcam com as despesas integral e parcial, dependendo de qual resultado essa viagem poderá trazer para a empresa.

Em áreas de Relações Internacionais, Marketing e Administração, os conceitos são iguais em todos os países, e se, por exemplo, um profissional da empresa ou estagiário resolver ter vivência no Canadá, poderá aplicar lá os mesmos conhecimentos adquiridos aqui no Brasil.

Outras áreas mais complexas, como o Direito, possuem certificações diferentes em cada país, e o profissional dessa área com vivência em outro país pode considerar seu diferencial como um todo, na aquisição de culturas e da linguagem.

Os profissionais da área de intercâmbio dizem que os destinos mais procurados para fazer intercâmbio de inglês são Irlanda, Canadá, Estados Unidos e Inglaterra, em segundo plano o espanhol, na Espanha, Chile e Argentina.

Os custos variam conforme o pacote de viagem, e nesse meio tempo há desde executivos aprimorando a bagagem a estudantes atrás de uma extensão universitária. As experiências de intercâmbio normalmente oferecem muito mais do que aprendizagem de línguas. O estudante tem a possibilidade de ampliar sua rede de contatos, adquirem diferentes visões, culturas, além de desfrutar das maravilhas que uma viagem oferece.

Por Daniela Almeida da Silva


Você sabe o que é um workaholic?

Workaholic é um termo normalmente utilizado para definir pessoas que são viciadas em trabalho, aquelas que ficam até tarde no trabalho, fazem hora extra, levam trabalho para casa e ficam os finais de semana trabalhando, e mesmo assim acreditam que não estão trabalhando o suficiente.  Você acha que se encaixa nesta categoria?

Bom, para começar, essa característica nem sempre é considerada positiva, pois pode trazer muitos problemas para a saúde e principalmente para a vida pessoal do indivíduo. A verdade é que os workaholics criam uma espécie de crença que o fazem pensar que precisam trabalhar o tempo todo e que essa é a melhor maneira. Com o tempo é claro que isso vai começar a gerar incômodo.

Para se livrar disso, o primeiro passo que pessoas assim devem tomar é estabelecer novos hábitos, colocando pausas entre os longos períodos de trabalho, por exemplo. Colocar o celular para despertar para se lembrar de tarefas como ir almoçar, fazer um lanche ou se exercitar a cada duas horas de trabalho. Fique pelo menos uns 15 minutos em descanso. É necessário cultivar isso sempre, fazendo um esforço para respeitar essas pausas até virarem um hábito.

Se mesmo assim ainda estiver muito difícil, vale utilizar outras estratégicas para conseguir diminuir o vício. Normalmente as pessoas fazem muitas horas extras porque seu trabalho nunca rende, possivelmente. Se esse for o motivo principal, procure pensar onde está a culpa disso tudo: o que você faz durante o seu expediente? Você se preocupa com suas metas? É importante identificar onde está o problema para que haja uma solução. Assim você poderá aproveitar melhor seu horário de trabalho e superar suas dificuldades.

Se você conseguiu se superar em uma parte, mas continua levando trabalho ou ainda trabalhando nos finais de semana, por exemplo, tome uma atitude mais severa: tranque a gaveta de sua mesa de trabalho. Essa é uma atitude simples, mas simbólica o suficiente para o cérebro interpretar separação da vida pessoal de vida profissional.

Saiba que a saúde também pode ser afetada se ficar muito tempo sentado na frente de um computador, trazendo lesões na coluna, tendinite, problemas na visão, entre outros. Para evitar problemas, crie o hábito de se exercitar, essa tarefa é fundamental. Nem que seja levantar para buscar um copo de água ou desviar a atenção para fazer uma outra coisa. Pequenos exercícios de alongamento podem também auxiliar em diversos fatores.

Por Daniela Almeida da Silva


Existem pessoas que transmitem carisma de forma natural. São pessoas que chegam a um lugar, por exemplo, e já agradam a todos. Em uma empresa, elas são as mais populares e transmitem confiança a todos, desde a equipe ao chefe.

Recentemente, a escritora de negócios Gwen Moren escreveu um artigo na Fast Company falando a respeito disso. Ela disse que cada um tem uma representação diferente de uma pessoa carismática e que carisma, sobretudo, não é um dom à parte. A partir deste assunto, a escritora criou seis palavras-chave que servem para serem trabalhadas para o desenvolvimento de seu magnetismo pessoal, e assim, quem sabe, se tornar uma pessoa carismática. Confira:    

1 – Poder: as pessoas têm um significado equivocado sobre essa palavra. Mas, na verdade, ela sugere uma mistura de boa linguagem corporal, autoconfiança e expressões faciais e na voz. Gwen diz que essas características são, normalmente, o que as pessoas percebem.  

2 – Persuasão: quem tem magnetismo pessoal atrai outros naturalmente para sua maneira de pensar, e isso é um fator importante para se ter carisma. Para isso, é preciso ter entusiasmo sobre o que você pensa e diz, pois isto transmite confiança.  

3 – Imagem: de acordo com a autora, as pessoas processam uma opinião sobre você em frações de segundos, e no momento que ela é formada, será difícil ser mudada ou descartada. Na verdade essa afirmação é baseada em um estudo feito pela Universidade de Princeton e pela Universidade de Glasgow, as quais descobriram que as pessoas percebem como você é em menos de um segundo.

4 – Habilidades interpessoais: pessoas que são carismáticas são boas ouvintes e se comunicam bem, indo além do que apenas falar. É preciso respeitar e entender as opiniões de cada um. Interagir sem invadir o espaço das outras pessoas. Normalmente as pessoas são capazes de detectar isso no tom da sua voz e quando olharem em seus olhos, onde elas encontrarão conforto.

5 – Adaptabilidade: isso nada mais é do que você tratar os outros da forma que eles gostariam de ser tratados, sem que isso lhe cause desconforto. Nessa hora vale compreender todas as pessoas como elas são, independente das suas diversidades. Quando ocorre mudanças, por exemplo, as pessoas carismáticas sempre arrumam um jeito de adaptar sua forma de se relacionar ao ambiente.  

6 – Visão: pessoas que são carismáticas têm opinião própria sobre o que as estimulam e costumam passar essa visão para as outras pessoas. Elas sabem expor suas mensagens e ideias sem ultrapassar as das outras pessoas, criando um ambiente propício para isso.

Por Daniela Almeida da Silva


A segunda edição nacional do Encontre um Anjo já está perto de começar. O projeto idealizado pelo Movimento Empreenda tem como principal objetivo realizar a aproximação de empreendedores em potencial com ideias inovadoras dos chamados investidores-anjos. É uma boa oportunidade para quem tem uma ideia, mas está sem capital para colocá-la em prática. Ou ainda para aqueles que têm um negócio ainda em fase inicial e precisa de uma grana para impulsionar o mesmo.

Um detalhe interessante desse projeto Encontre um Anjo é que o participante não precisa ter necessariamente uma empresa constituída para poder se inscrever. O requisito, único por sinal que é exigido, é que o candidato deve ser brasileiro. No caso de quem já possui uma empresa a mesma não pode ter mais de três anos de existência. Outro detalhe nesse caso, é que ela também não pode ter obtido nos últimos doze meses um faturamento superior a R$ 1 milhão.

O projeto Encontre um Anjo 2014 terá duas fases. O período de inscrições permanecerá em aberto até o dia 20 de julho de 2014. Após isso, uma banca examinadora constituída por membros do Insper, da Anjos do Brasil, da Editora Globo e outros convidados irão escolher as 20 melhores ideias apresentadas que deverão passar então para a próxima etapa.

Nessa segunda fase, esses 20 selecionados deverão efetuar o preenchimento de um novo formulário e também enviar um plano de negócios no modelo Canvas. Tudo isso também passará pela análise da banca. No final serão escolhidos apenas seis. Estes deverão se apresentar em um evento que acontecerá em São Paulo.

Esses seis finalistas do projeto terão direito a duas sessões para aconselhamento e uma preparação anterior para o pitch. O candidato que apresentar a melhor ideia ainda terá uma reportagem de destaque na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Para quem se enquadra no perfil exigido e tem vontade de empreender essa é a chance.

Para acessar a ficha de inscrição do Encontre um Anjo clique aqui.

Por Denisson Soares


Um dos principais motivos dos funcionários sofrerem com o estresse no trabalho acontece pela falta de conhecimento em realizar uma boa organização do seu tempo e da realização de suas tarefas.

Muitos ainda podem pensar que isso é uma bobagem, porém, aqueles que visam qualidade de vida, e também qualidade em todas as tarefas que devem ser realizadas dentro de sua empresa deve pensar sim nas melhores maneiras de se organizar no tempo de trabalho, período de descanso, entre outros demais fatores que vamos citar aqui.

Saber utilizar bem o tempoé considerado um diferencial por muitos administradores de empresas de médio e de grande porte, pois um candidato que possui esse perfil tende a render muito mais do que os demais profissionais, e saiba que isso acontecer independente de sua área de atuação.

Para ser ainda mais produtivo é preciso separar a realização de suas atividades durante o dia, semana e durante todo o mês, e isso deve ser feito através de categorias de importância, como por exemplo, colocar em primeiro lugar a realização de atividades que possuem maior urgência, depois realize as tarefas de planejamento e rotina.

A partir de hoje comece o seu trabalho realizando as atividades dessa maneira. Fala o que é mais urgente primeiro, pois no começo do dia a sua disposição tende a ser maior para os grandes desafios.

Depois realize as demais atividades, tendo sempre o período de pausa durante café da manhã e almoço conforme é previsto por lei.

Evite também ficar muito tempo conectado no celular ou usando as redes sociais, pois isso pode atrapalhar e ter fazer perder muito tempo.

Ainda vele ressaltar que ter um período de descanso durante a noite, sendo o ideal de 8 horas de sono, é fundamental para conseguir realizar esse tipo de organização e ter a disposição no começo do seu dia, e no final vai ser possível notar que vai sobrar mais tempo para aproveitar a sua vida pessoal.

Por Josiane Fernandes de Jesus


Geralmente quando alguém se torna chefe foi porque batalhou muito para isso. Demonstrou responsabilidade e capacidades que outros não teriam. Mas como se sabe que ninguém é perfeito, nem mesmo os chefes, eles também têm certas “normas de conduta” que devem ser seguidas para ao menos ter um bom relacionamento com seus subordinados.

Recentemente a Forbes publicou uma reportagem na qual aponta, de acordo com alguns especialistas, algumas frases que de fato os chefes e líderes como um todo não deveriam dizer aos seus empregados. Abaixo selecionamos algumas dessas frases e comentamos a respeito.

Uma hora outra em sua vida profissional a pessoa vai ter um chefe que vai dizer que porque paga o salário dela ela deve fazer exatamente o que ele está mandando. Ou seja, usar de ameaças e poder não representam o melhor dos caminhos para se construir lealdade e inspirar as pessoas. O fato é que bons líderes lideram e não ameaçam.

Outra frase comum é algo do tipo: Você tem sorte por receber tal gratificação. Em outros lugares nem isso eles recebem. De acordo com a reportagem um líder inteligente sabe que quem produz os lucros da empresa são os funcionários. O chefe sábio é aquele que recompensa seus colaboradores na proporção que contribuem para a empresa.

Também tem chefe que diz que trabalha os sete dias por semana até tarde e ainda pergunta para o funcionário onde é que ele estava. O chefe, pobre coitado, tem que entender que funcionário não é chefe e muito menos tem que se matar no trabalho como ele faz (e muitas vezes sem resultado).

O famoso cortar custos também consta na lista. O problema é que ao mesmo tempo em que se deve cortar custos a própria gerência não dá o exemplo. Aí a coisa complica. Afinal de contas, qual funcionário vai engolir essa?!

“Nós sempre fazemos assim”. É uma das piores coisas para se dizer para um funcionário. Primeiro porque isso já corta de cara qualquer boa vontade do mesmo em tentar usar a sua criatividade para melhorar algo na empresa. Segundo porque tudo muda. Talvez fazer sempre do mesmo jeito seja a receita certa para o fracasso.

Por Denisson Soares


Com certeza todos já devem ter escutado a famosa frase "A primeira impressão é a que fica", pois é, isso com certeza significa muito para uma sociedade em que tudo se mede pelas aparências. No mundo profissional também não é diferente, as pessoas estão sempre competindo e observando muito, por isso, aquele que sabe "causar impressão" geralmente se sai melhor.

Quando o assunto é primeira impressão, roupa e aparência são o de menos. Existem atitudes que podem ser muito mais relevantes, como a linguagem corporal e verbal.

Confira 12 dicas principais para uma postura profissional correta:    

1 – A primeira impressão é um conjunto de tudo que pode ser visto ao seu redor. Sim, tudo o que está à sua volta diz muito sobre sua personalidade. Por isso, considere, por exemplo, até um lugar em que você marca uma reunião importante ou um encontro, e, principalmente todos os objetos que farão parte da ocasião, como mesa do escritório, entre outros.  

2 – Pequenas atitudes podem fazer grandes diferenças Um bom aperto de mão (forte e decidido) pode indicar confiança e segurança, além de formar laços e passar credibilidade.

3 – Seja aberto e receptivo a uma conversa. Nada melhor do que ser cordial com todos, sorrindo e tendo uma postura receptiva. Nessa hora, evite cruzar os braços, pode indicar desaprovação.  

4 – Seja coerente no pronunciamento das palavras Isto significa falar em tom adequado ao ambiente e às pessoas envolvidas nele. Querer ser o centro das atenções pode tirar a credibilidade das pessoas. A comunicação tem que fluir de maneira coletiva e sem pressões.  

5 – Fale menos e ouça mais. Não seja afobado. Um bom discurso envolve a todos e quanto mais se compartilha ideias e conhecimentos, mais rápido se chega ao alvo.  

6 – Demonstrar interesse é fundamental. Quando alguém lhe oferecer um cartão de vistas, por exemplo, demostre interesse e diga que fará um retorno, mesmo que não seja verdade. Guarde-o com carinho e cuidado e não de qualquer jeito na frente da pessoa.  

7 – Seja na empresa o que você é no dia a dia. As pessoas esperam o mesmo de você em qualquer lugar e ocasião, por isso, cultive uma postura educada e gentil. Ás vezes, um "Bom dia", "Muito Obrigado" ou "Como vai você?" pode fazer muita diferença nas relações com as pessoas ao seu redor e pode demostrar um bom caráter, principalmente em um ambiente de empresa. Isto vale para qualquer cargo, especialmente aqueles de hierarquia mais importante.  

8 – Estabeleça relações de confiança e familiaridade com seus colegas. É realmente muito gratificante saber que uma equipe bem estruturada pode ajudar uns aos outros.  

9 – Dentro ou fora do escritório, seja modesto. Procure ser discreto com pertences pessoais no seu escritório. Porta-retratos já são o suficiente. Bichinhos, brinquedos ou ícones de hobby poderão ser vistos como exagero.  

10 – A intimidade deve ser conquistada, não forçada. Primordialmente, sua relação deve ser de trabalho apenas, não pessoal.  

11 – Ligações de trabalho são do trabalho, as pessoais em casa. Permitir que pessoas do seu convívio familiar ou social particular te liguem no período de trabalho é realmente muito comprometedor.  

12 – Uma boa postura profissional com certeza pode gerar bons hábitos. Se você pretende manter uma boa impressão em toda a sua carreira, saiba cultivar boas condutas em você mesmo.

Por Daniela Almeida da Silva


Qualquer ambiente pode ficar agradável com objetos pequenos e simples, e, apesar de ser algo fácil, muitos profissionais deixam escapar esse detalhe. Talvez seja por esse motivo que um ambiente de trabalho fica com aquele clima pesado, fazendo com que nos sentimos desanimados e desmotivados.

Um ambiente de trabalho deveria ser a nossa segunda casa pois é onde passamos a maior parte do nosso tempo, por isso devemos fazer o possível para deixá-lo animado e descontraído. Você pode fazer isso decorando-o com objetos pessoais, pode ser seus personagens favoritos, jogos, frases engraçadas ou alguma coisa que lembre seu hobby predileto. Se você souber ousar um pouco, com certeza eles trarão tranquilidade e bem-estar, fazendo você sentir em casa!

Para começar, observe algumas dicas abaixo:

– Frutos ou plantas:

Utilize a energia da natureza para mudar a 'atmosfera' de trabalho em sua sala, por exemplo. Uma boa dica é manter sempre uma planta em vasos pequenos próximo à você, caso trabalhe com mais pessoas ao seu redor. Um Bonsai seria ótimo! Agora, se você tem uma sala só sua, coloque outras plantas como Orquídea, Comigo-ninguém-pode ou Bromélia. Mas não se esqueça de que algumas plantas precisam de cuidados específicos. Antes de comprá-las informe-se corretamente a respeito de seus cuidados.

Vale ressaltar também que nem todas as empresas incentivam este tipo de atividade, por isso, informe-se antes de tomar alguma iniciativa.

– Estátuas ou imagens representativas:

Uma outra maneira de deixar seu ambiente agradável é trazer alguma imagem ou estátua que represente algo muito importante para você. Mas antes certifique-se de saber a opinião das pessoas que trabalham junto com você.

– Quadros e fotos:

Porta-retratos com fotos de sua família são ótimas opções. Trazem motivação, alegria, criam e fortalecem vínculos e são capazes de aliviar o estresse.

– Jogos:

Jogos são excelentes alternativas para estimular a criatividade e se socializar com as pessoas do seu trabalho. Em momentos de tédio e monotonia eles promovem distração e podem aumentar sua produtividade no desempenho das tarefas do dia a dia. Tenha sempre um jogo na gaveta de sua mesa e utilize-o apenas em momentos permitidos.

Por Daniela Almeida da Silva


A Copa está aí e tem muita gente indo embora mais cedo do trabalho. Porém, depois que a Copa passar as pessoas terão que voltar para a realidade de suas empresas e dar de cara com algo que fingem que não vai existir: o acúmulo de trabalho extra. É obvio que mais tempo será exigido e uma dose de inspiração a mais para concluir o trabalho atrasado e recuperar o que não pôde ser ganho nos períodos de folga.

Isso é algo rotineiro para alguns profissionais. “Colocar a casa em ordem” sem perder a cabeça parece ser a especialidade deles. Entretanto, tem uma gama infinitamente maior que não sabe como ser produtivo, como administrar melhor o tempo para organizar e realizar o trabalho.

Ter sabedoria profissional de usar o tempo como aliado e não como inimigo acaba fazendo o diferencial na vida de muitos profissionais que se destacam no mercado. O que vem a ser quase que uma consequência: o funcionário entrega seus projetos no prazo, não deixa pendências para outro dia e de quebra ainda arruma mais tempo para pensar no que pode fazer para crescer ainda mais.

Se você está na classe daqueles que se perdem com o tempo e por isso deixa de ser produtivo, confira algumas dicas abaixo que irão lhe ajudar a mudar esse cenário.

– Cuidado com os eletrônicos:

São úteis sim, e podem ser usados para facilitar e muito o trabalho. Mas você usa um computador que vive conectado é bom se policiar ainda mais. Chats, sites de seu interesse e que não ajudam em nada seu trabalho, redes sociais e por aí vai contribuem para que você desvie sua atenção do que é realmente importante com mais frequência. No início é difícil, mas quem tem o hábito de a cada cinco minutos conferir alguma coisa na internet precisa antes de mais nada parar e reservar um tempo específico para isso.

– Anote, anote e anote:

Muitos especialistas afirmam que grande parte dos profissionais de sucesso e líderes nos mais diversos setores fazem listas. Então faça você também. Anote o que é relevante e se possível determine um tempo específico para realização da tarefa de maneira satisfatória. Outra coisa é usar o bom senso. Se vai demorar uma hora para concluir e você estipula 40 minutos e faz duas pausas de 10 minutos, é meio difícil.

– Use os limites:

Não, não são os limites de seu cartão de crédito e sua conta bancária. São os limites de sua razão. Não diga que vai dar conta do trabalho se morre de saber que não vai. Tem gente que acha, erroneamente, diga-se de passagem, que ser produtivo é acumular um milhão de trabalhos. Isso é irreal. Pegar para fazer o que você sabe que vai ter como concluir é inteligência que se alia à produtividade.

Ter uma relação melhor com o tempo não apenas ajuda no trabalho, mas até mesmo nossa vida pessoal pode ser melhorada. Afinal de contas, a certeza é de que teremos menos estresse, mais tranquilidade e claro mais tempo.

Por Denisson Soares


A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados aprovou no último dia 19, a proposta que estipula três dias de folgas anuais para que o trabalhador possa realizar exames de prevenção de câncer.

A proposta compõe o projeto de lei PL 843/07, de responsabilidade do deputado Daniel Almeida do PCdoB-BA. Em 2008 já havia tido aprovação da proposta original pela Câmara, mas foi necessário o retorno da proposta, em virtude de alterações realizadas pelos senadores, na proposta inicial, o texto era claro em autorizar as folgas, mas não determinava a quantidade.

As mudanças realizadas na proposta pelo Senado foram aprovadas pelo deputado Luiz de Deus do DEM-BA que declarou ainda que pode haver, em alguns casos, a necessidade de mais de três dias de ausência, mas que não acredita que os empregadores criarão empecilho para tais necessidades.

"Tem uma importância fundamental a prevenção desses tumores, pois, se tratados precocemente, podem ser vencidos", declarou Luiz de Deus em entrevista realizada pela Revista Pensar Empregos.

De acordo com Adalberto Xavier, ginecologista da Unidade de Ginecologia Oncológica Hospital de Base do Distrito Federal, se houvesse um programa adequado de rastreamento disponível para todas as mulheres na faixa de idade em que a doença costuma ter maior incidência era possível que alguns cânceres como o de colo de útero sequer existissem ainda.

Em entrevista, o ginecologista afirmou: "Na detecção precoce, verificamos as alterações pré-cancerosas, pré-invasivas e os tratamentos dessas alterações são muito simples e eficazes. O câncer de colo de útero não precisava existir mais porque a gente conseguiria tranquilamente preveni-lo em quase 100% dos casos".

Adalberto ainda reiterou a necessidade de deixar claro que a ausência no trabalho é oriunda da necessidade de consulta para exames de prevenção. A emenda ainda passará por análise para ser aprovada pelo Plenário da Câmara. 

Esta pode ser mais uma conquista para os trabalhadores e mais uma preocupação para que as organizações criem medidas de prevenção e qualidade de vida para seus colaboradores. 

Por Igor Lima


Houve um tempo que o bom profissional era aquele que iniciava e findava sua carreira profissional em uma mesma empresa. Passar anos se dedicando ao trabalho dentro de uma única organização era sinônimo de reconhecimento pelos patrões e pela sociedade, mesmo nos casos em que estes longos anos de trabalho não tivessem qualquer relação com a satisfação e motivação do colaborador.

Mas será que este ainda é o conceito de excelente profissional que  o mercado valoriza? Parece que não. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa americana PageGroup, especializada em  recrutamento executivo , mesmo os profissionais com histórico superior a 10 anos dentro de uma mesma organização desejam trocar de emprego a cada dois anos.

A pesquisa realizada contou com a participação de cerca de 800 profissionais durante o mês de maio, sendo que foram entrevistados pessoas de níveis hierárquicos distintos e apontou que cerca de 92% de executivos atuantes em cargos de média e alta gerência manifestam o desejo de alçarem novos voos no mercado, o que aponta que esta vontade de movimentação de mercado não se restringe apenas aos jovens profissionais.

“Mesmo os mais experientes buscam aprendizado contínuo e desafios em suas carreiras. A busca é mais estudada já que normalmente este profissional já tem uma série de obrigações e responsabilidades familiares. Apesar disso, a busca por melhores oportunidades continua forte neste nível profissional”, disse Sérgio Sabino, diretor de marketing do PageGroup para a América Latina.

A pesquisa realizada ainda mostrou um espelho daqueles que seriam os maiores motivadores da movimentação de mercado para estes profissionais.

– Falta de oportunidade de crescimento (27%);

– Vontade de trabalhar em uma empresa maior (14%);

– Atuar em outra área (13%).

O público atuante no mercado de técnicas e de suporte à gestão é outro perfil de profissional com anseios de movimentação no mercado, cerca de 94% destes profissionais demonstraram motivação para mudanças e apresentaram com razões os mesmos pontos citados pelos profissionais da alta gerência. 

Por Igor Lima


Durante o ano de 2013 vimos uma enxurrada de notícias, tanto da mídia escrita quanto televisiva sobre as empresas de MMN (Marketing Multinível). Vimos muitas decisões para definirem o que seria da vida de profissionais que viviam deste tipo de atividade.

Em suma, o que causava forte discussão no segmento era se as empresas que atuavam neste nicho não eram na verdade pirâmides comerciais, onde apenas quem estaria no topo desta pirâmide se beneficiaria de fato da entrada de novos participantes.

Nessa última semana, uma proposta foi apresentada na Câmara dos Deputados com ações para regulamentar as atividades de trabalho dos operadores de marketing multinível. O projeto foi apresentado pelo deputado Silas Câmara do PSD-AM, onde segundo o texto, os profissionais do segmento deverão dispor dos produtos oferecidos, direta ou indiretamente, e ter capacidade plena de entrega do produto em tempo previamente acordado por meio contrato preestabelecido.

Em entrevista à Revista Pensar Emprego, Silas afirmou: “É crescente o anseio da população por uma legislação específica que possa nortear as relações comerciais entre os operadores e as empresas as quais eles representam”, diz Silas Câmara. “Os consumidores desses produtos ou serviços também necessitam de amparo legal para se proteger contra eventuais danos”.

Ainda segundo o PSD-AM, os requisitos mínimos para exercício das atividades de MMN são:

– Idade mínima de 18 anos;

– Ser isento de restrições penais, comerciais e civis;

– Se do sexo masculino, estar em dias com as obrigações militares;

– Regularidade com recolhimento dos impostos e tributos previdenciários decorrentes das atividades comerciais operadas.

A proposta ainda apresentada o quesito Responsabilidade Solidária, onde, no caso em que o operador trabalhar com subordinação à empresa a qual presta serviços – o operador também pode optar por atuar de forma autônoma – ambos responderão por possíveis ressarcimentos de danos e pagamento de prejuízos, com exceção destes problemas citados se referirem ao produto, neste caso o fornecedor do produto será o único responsável.

Por Igor Lima


Você está disponível para o mercado de trabalho, daí surge uma nova oportunidade e é preciso passar por uma das etapas que mais afligem que está em busca de uma nova vaga de emprego: a entrevista. Nessa etapa do processo é bem possível que você seja solicitado a falar do motivo de saída da empresa anterior e é aí que muita gente se perde.

Primeiramente, é preciso entender que você não é o único profissional na face da terra que já foi demitido. Muito pelo contrário, isso tem sido cada vez mais comum no mercado de trabalho cada vez mais competitivo e é oriundo de razões diversas desde a falta de adaptação do profissional à necessidade da empresa de renovar seu quadro de funcionários.

Mas como falar de seu último emprego de forma ética?

De acordo com Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, falar a verdade é o melhor caminho: “Se você mentir e o entrevistador descobrir, suas chances de conseguir o trabalho serão extremamente reduzidas”, declara a profissional em entrevista ao site administradores.com.

Usar de mentira nessa fase pode eliminar qualquer possibilidade que havia de ser contratado, caso o entrevistador descubra a fraude. Outra dica dada pela profissional também é que o candidato não se mantenha na defensiva e apresentar com humildade, os motivos que o levaram à demissão: “Não adianta ficar procurando culpados e falando mal da sua antiga empresa pelos quatro cantos. Isso só prejudicará a sua imagem e carreira, em vez disso, assuma as responsabilidades pelos seus atos”, conclui.

È necessário primeiramente uma autoanálise da situação de modo a dar segurança na resposta e confiabilidade ao entrevistador. Feito isso e encontrado os reais motivos construa uma resposta precisa e breve, se necessário falando sobre o que foi possível aprender com a situação e o que poderia ter sido feito de modo diferente. “E mais uma vez, não culpe seu antigo chefe ou empresa”, informa Madalena.

Por Igor Lima


A rotina de trabalho já é bastante estressante no mercado global. Cada vez mais as metas corporativas se tornam mais desafiadoras e demandam mais desempenho e dedicação do profissional. Como se não bastasse isso, algumas pessoas ainda vivem a infelicidade de terem que conviver com chefes aparentemente psicopatas. E isso pode não ser só o que chamamos de força de expressão, na verdade, isso pode estar bem próximo da realidade do mercado atual.

Uma pesquisa realizada pela Universidade British Columbia , aponta que 16% dos diretores executivos de grandes empresas possuem traços ligados à psicopatia. Esses traços podem ser um chefe que mente constantemente, que tem capacidade de manipulação das pessoas, e principalmente, aquele profissional que não mede esforços para alcançar resultados, agindo muitas vezes de forma inescrupulosa.

Em entrevista ao site G1.com, o psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Rubens Luis Folchini Fernandes, afirma: "Geralmente, associa-se a imagem do psicopata a um assassino ou pessoa socialmente perigosa, mas é um traço de personalidade que pode estar presente em um indivíduo que consegue exercer alto controle de seus impulsos agressivos sem expressar comportamentos antissociais clássicos".

Mas como lidar com esses chefes dentro do ambiente de trabalho de forma aceitável? Veja a seguir algumas dicas:

– Busca de apoio profissional:

Uma análise desse tipo precisa parecer profissional, portanto ao identificar que seu chefe possa ser um psicopata, busque ajuda das esferas maiores dentro da organização com intenção de contribuir para melhoria do ambiente corporativo.

– Seja discreto ao se posicionar quanto à situação:

Entenda que a pessoa nessa situação precisa de ajuda e não de críticas e apontamentos, portanto, é de suma importância que ele não perceba que está sendo analisado, caso contrário é muito provável que busque alternativas para se esquivar.

– Demonstre apoio, sem ser evasivo:

O apoio da equipe pode contribuir muito para contribuir com que o profissional consiga administrar a situação. Vale reforçar que não há tratamento para psicopatia, portanto, o trabalho deve ser delicado, logo o comportamento de todos que trabalham com a pessoa pode ser decisivo para o sucesso dos resultados para o controle da situação. 

Por Igor Lima


Hoje em dia, para conquistar um bom emprego é necessário saber algumas regras para se sair bem na entrevista e vender o talento da melhor maneira possível. É nesse momento que o empregador irá ter o primeiro contato com o futuro empregado da empresa. Assim, é importante causar uma boa primeira impressão para agradar o entrevistador e demonstrar que você atende às exigências da vaga.

Diante disso, o candidato precisa se preocupar desde a roupa usada até a expressão corporal ao responder as perguntas. O primeiro fator a ser levado em conta é a aparência, uma vez que a primeira impressão é a que fica. Por isso, utilize roupas de acordo com a política e a cultura da empresa. Em seguida aproveite para conhecer e pesquisar sobre ela, pois esse pode ser o diferencial na sua entrevista e fazer com que você seja contratado.

Além disso, aprenda a mostrar seu valor, pois isso também agrega valor à empresa e é isso que eles procuram em um candidato. Outro fator de fundamental importância na hora da entrevista é a mentira. Jamais faça isso, porque pode te prejudicar e ser muito constrangedor. Assim, seja verdadeiro e diga aquilo que você não sabe fazer.

Preste muita atenção à sua expressão corporal, pois o corpo diz muito sobre você e do que você diz na entrevista. Os gestos, a postura, as pernas cruzadas, tudo mostra verdadeiramente o que você é e sente. O marketing pessoal é muito importante e revela se você é egocêntrico ou se irá desenvolver um trabalho magnífico. As redes sociais são um reflexo de você e certamente os entrevistadores vão pesquisar por elas para poder conhecer melhor o futuro funcionário. Por isso, preste muita atenção ao que você está postando nas redes sociais. Algumas vezes é melhor pensar bem se está sendo profissional e agregando valor ao seu currículo, pois como o próprio nome já diz é uma rede social, a qual milhares de pessoas podem ter acesso.

Por Luciana Viturino


De uma forma geral quando uma empresa decide contratar alguém é devido ao que a pessoa pode agregar a mesma devido a suas competências técnicas. Entretanto, do outro lado da moeda estão as competências comportamentais que, de fato, só são possíveis de serem conhecidas após um bom (ou não) período de convivência com o profissional.

As tais competências comportamentais representam um dos grandes motivos de causas de demissão do profissional. Abaixo listamos algumas dicas para você saber o que não fazer para não ser demitido por causa de seu comportamento no ambiente de trabalho. Já se seu objetivo é ser demitido, basta fazer tudo ao contrário.

– Funcionário sem bom senso:

A falta do bom senso é uma pedra no caminho principalmente nas relações de trabalho. Se dar bem com os colegas e com chefe contribui muito para o andamento do serviço e um ambiente mais amigável. Já a falta dele vai provocar desarmonia e com certeza a primeira coisa que vai se instalar é o mal-estar entre os colegas de trabalho. Primeiro passo para o caos.

– Sem compromisso:

Muitas pessoas confundem compromisso com chegar primeiro e sair por último ou ainda fazer tudo o que lhe é pedido. Compromisso com o trabalho vai muito além disso. Compromisso é quando aquele profissional possui afinidade com a empresa, se envolve de maneira intensa em seu trabalho, com seus objetivos e com os objetivos da empresa. O profissional que tem compromisso é aquele que trabalha com o brilho no olhar e que sempre está atento para entregar seus trabalhos. Fica a dica: o sujeito que é comprometido com a empresa e que se destaca geralmente é o primeiro a ser lembrado quando surge uma oportunidade para a promoção.

– Profissional manipulador:

No mundo corporativo é o tipo de profissional que se dá bem com todos, ou seja, aquele cara boa praça que se não tem problemas e até aparenta ser comprometido com a empresa. Mas muitas vezes o profissional manipulador tem um único objetivo: o seu. Então não vai medir esforços e nem olhar quem está na frente quando a oportunidade surgir. Para alcançar o que quer não pensa duas vezes em manipular as pessoas que o cercam. É bom tomar cuidado com alguns comentários dentro da empresa.

– Profissional insatisfeito:

Dentre todos os tipos de profissionais que existem esse é o mais fácil de ser reconhecido. Geralmente ele é aquele que reclama de tudo e de todos, só mostra as falhas da empresa, dos colegas e até do chefe. Mas apresentar alguma solução que é bom, nada. Esse tipo de profissional tem o hábito de ver o erro apenas no que os outros fazem e nunca em seu próprio trabalho.

De qualquer maneira o ser humano, tanto em suas relações pessoais quanto no trabalho, tem que se adaptar. Somos bons nisso. Agora se você não tem compromisso, é mal-humorado, já perdeu o bom senso há um bom tempo devido ao fato de perceber que a empresa na qual trabalha está se afundando o melhor a se fazer é sair logo. Peça sua demissão e procure fazer ou trabalhar em algo onde suas capacidades serão aproveitas. Do contrário seu nome como profissional poderá até sair manchado.

Por Denisson Soares


O mercado está mais exigente, isso todo mundo já sabe. Por consequência está cada vez mais difícil atender as expectativas esperadas pelos empregadores. Atualmente o profissional deve estar ciente de que pontos como qualidade, dedicação e esforço deverão ser constantes em sua vida para não perder uma oportunidade. Isso quer dizer que o profissional precisa contar com uma formação muito boa o que inclui ainda a formação continuada. É preciso também estar disposto para ir atrás dos próprios objetivos além de se comprometer para uma busca de melhores resultados para a empresa.

Confira abaixo algumas dicas para garantir sua qualidade profissional e conquistar seu espaço no mercado:

1 – Capacitação:

A capacitação técnica específica ainda continua como a principal exigência. Se o profissional não está apto a desempenhar a função que pleiteia raramente irá conseguir a vaga. Ter uma boa formação, cursos extras, experiência na função podem fazer a diferença na hora de disputar a oportunidade.

2 – Visão:

É claro que é preciso ser bom no que está fazendo. Mas também é preciso que o profissional saiba dos impactos que seus resultados agem sobre o todo. Uma visão global ajuda na comunicação de uma maneira geral. Isso inclui aqueles que estão no mesmo patamar, os superiores e também os subordinados.

3 – Informação:

Volta e meia aparece alguém e diz que estamos na era da informação. De fato é verdade. Hoje em dia quem tiver conteúdo sempre estará um passo à frente dos outros. Uma boa ideia é sempre conversar com pessoas que sabem o que anda acontecendo na área em que trabalha. Basicamente, o profissional deve ser o ponto de referência no que diz respeito a sua área. Para isso vale consultar e saber de tudo um pouco, seja do lazer, artes, economia e atualidades. Sabendo mais a respeito o profissional acaba ficando mais aberto para comunicação e com mais facilidade para interagir com os demais. É importante lembrar que o principal conhecimento que você deve ter é sobre sua área.

4 – Use a tecnologia:

A tecnologia está aí para facilitar nossas vidas diárias. Ter um bom conhecimento no que diz respeito à familiaridade com as principais tecnologias em uso no mundo corporativo tem mais vantagem.

5 – Idiomas:

Quando falamos em idiomas inclui ter um bom português. Uma segunda língua e uma terceira se possível. Com o mundo cada vez mais globalizado o inglês é mais obrigatório em muitas firmas do que opcional. Vale lembrar que o Brasil tem falta de profissionais que dominem outro idioma. Preocupar-se com essa parte pode garantir sucesso no futuro.

Por Denisson Soares


É notório que o mercado de trabalho está cada dia mais competitivo e essa rotatividade exerce uma seleção natural mesmo dentro das empresas, é preciso avaliar o rendimento dos funcionários, pois existem muitas pessoas competentes que desejam uma oportunidade em uma empresa.

A ética profissional é uma postura exigida incondicionalmente em um ambiente de trabalho, o perfil de um profissional precisa ser pautado por seriedade e proatividade em ser colaborativo para com a empresa. Para se manter no mercado é preciso tomar algumas precauções quanto a algumas atitudes dentro do ambiente de trabalho, como evitar desentendimentos pessoais e rivalidades. As brigas não levam a lugar algum e criam um mal estar geral em um ambiente de trabalho. Quando se cria inimizades em um emprego o que se conseguirá é ganhar atenção negativa por parte de todos, tente chegar em um consenso chamando a pessoa em particular civilizadamente, com perfil profissional.

É importante tomar cuidado com o uso excessivo do celular, seja por qualquer motivo o uso do celular pode fazer com que você seja mal visto pelos colegas de trabalho e demonstra uma falta de atenção e de foco, que resultam na perda de produtividade.

Falar mal do chefe pode ser um tiro no pé que pode desestabilizar toda uma carreira profissional, caso você tenha algum problema quanto às decisões tomadas a melhor maneira de se resolver isso é conversando, é preciso dar a oportunidade de explicação e deixar a lógica arcaica de falar mal por traz.

É preciso ter uma postura profissional, usando termos profissionais e evitando usar no vocabulário gírias ou mesmo se vestindo de forma imprópria ao ambiente de trabalho.

A postura profissional é essencial no mundo corporativo e é conquistada pelo comportamento de ética e profissionalismo. Lembre-se que você esta sendo avaliado por todos a todo o momento, e sua “fama” será cartão de visita em todo o lugar que trabalhar.

Por Paulo Victor Bragança


Para conquistar o emprego dos sonhos e construir uma carreira de sucesso é necessário muita garra e preparação. E, tratando-se de preparação, algumas atitudes contam muito, como conhecimentos da área e da empresa que quer atuar, formação acadêmica adequada, determinação, habilidades e principalmente muita motivação.

Além dessas atitudes que são construtivas, existem outras que são destrutivas e podem detonar sua carreira. Conheça agora alguma delas:

– Falta de interesse: É fundamental que um bom funcionário se interesse por todos os procedimentos da empresa e ir muito além de realizar suas simples tarefas do dia a dia. Na ausência disso, os gestores costumam identificar como falta de interesse pela empresa.

– Incompatibilidade com o perfil da empresa: Antes de aceitar uma oportunidade de emprego, verifique se seus valores e expectativas correspondem com os da empresa, caso contrário, sua permanência nela será um fracasso.

– Falta de compromisso e responsabilidade: Ser pontual e cumprir com seus horários, por exemplo, não significa demonstrar compromisso, pois geralmente as empresas buscam por resultados, e não apenas pessoas preocupadas em ser observadas em suas ações. Esquecer alguma reunião ou aquela tarefa importante pode ser percebido pelo seu superior como irresponsabilidade.

– Faltas e atrasos: Algumas empresas identificam faltas e atrasos como descaso ou desculpas para encobrir faltas de interesse e/ou compromisso. Certifique-se de justificar todas as suas faltas e atrasos, sempre da melhor forma possível.

– Má utilização dos recursos disponíveis pela empresa: Ninguém tolera pessoas que não têm bom senso algum na hora de se aproveitar daquilo que não é seu. Isso funciona para as empresas também, por isso, cuidado com excesso de telefones, computadores, impressoras e outros utensílios do escritório da empresa para usos pessoais. 

Essas atitudes podem às vezes passar despercebidas por nós, denunciando nosso caráter justamente porque não as policiamos com humildade. Com o ego elevado somos incapazes de admitir erros, e isso pode prejudicar a longo prazo nossa evolução profissional.

Para driblar isso, exercite sua capacidade de inovar, criando soluções eficazes que contribuem para o desenvolvimento de sua carreira na empresa, e torne-se um colaborador prestativo e criativo.

Por Daniela Almeida da Silva


Muita gente coloca informações falsas no currículo e isso pode trazer consequências sérias, maiores do que apenas não ser selecionado no processo seletivo. Em alguns casos a empresa pode até mesmo ir à delegacia e o candidato pode responder a processo.

Mentir no currículo, além de ser algo que pode fazer o interessado passar vergonha, fará a empresa perder tempo, sendo necessário recomeçar a seleção.

Veja abaixo quais são as mentiras mais comuns e como as empresas podem descobri-las.

Muitos profissionais mentem quanto ao nível de língua estrangeira no currículo, contudo um teste oral ou a vivência na empresa podem revelar a farsa. Você pode contornar a situação, se decidir matricular-se em um curso intensivo da língua informada no currículo. Talvez isso segure a vaga, mas nunca é bom mentir no currículo.

O mesmo vale para cursos que realizaram em instituições ou dentro da empresa onde trabalhavam. Se você entender de um programa de computador, por exemplo, informe no currículo que possui a experiência ou que possui noções de como funciona, mas nunca que fez um curso específico. No caso dos cursos nas empresas, a empresa nova pode solicitar o certificado ou mesmo entrar em contato com para verificar.

Pior que inventar o curso é mentir sobre a formação, como títulos de graduação ou pós-graduação, que podem ter sido trancados antes de terminar. Mesmo se forem falsificados as certificações é possível constatar a mentira com a instituição de ensino.

Outras mentiras envolvendo o período em que permaneceu em um cargo na antiga empresa, os motivos da saída e salários podem ser facilmente descobertas ao entrar em contato com o RH da antiga empresa. Se mentir quanto às referências, colocando algum parente ou amigo para dar veracidade as informações também não funciona. A empresa contratante pode pesquisar o contato no site ou em outro local, revelando a farsa. 

Portanto, tome cuidado quanto às informações que menciona no seu currículo.

Por Robson Quirino de Moraes


O número chega a ser alarmante: 40% dos candidatos de processos seletivo são desclassificados devido a erros de português. Já para quem precisa aprender inglês, cursos grátis e de baixo custo são boas opções.

Na hora de participar de um processo seletivo o português “em dia” pode ser a salvação do candidato. É algo muito óbvio, mas as análises mostram que os erros em relação à língua portuguesa estão mais do que presentes nas entrevistas de seleções. O pior é que além de prejudicar o candidato pode até mesmo ser motivo para a sua desclassificação. Para ser ter uma ideia melhor da situação basta considerarmos o fato de que logo nas etapas iniciais dos processos seletivos quatro entre dez participantes não são selecionados por faltas com o português. Ao menos é para esse cenário que as estatísticas apontam.

Isso apenas demonstra o fato de que a cada dia as empresas estão cada vez mais exigentes no momento de escolher seus futuros colaboradores.

A coordenação do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) destaca um fato interessante: até pouco tempo atrás o português era exigido fundamentalmente para candidatos para postos de trabalho direto com o público como, por exemplo, os atendentes de call center. Com as coisas mudando diversos outros setores também estão cobrando cada vez mais o português como é o caso de áreas como Tecnologia da Informação e Engenharia.

Segunda língua:

Outro detalhe é o fato de que o candidato deve ter a opção de uma segunda língua em seu currículo. De fato, a maioria dos brasileiros não fala inglês, mas, isso não é desculpa para quem quer ingressar no mercado de trabalho com sucesso.

Uma segunda língua é uma exigência primordial em muitas empresas. Com a crescente demanda de interessados em aprender a oferta de cursos também cresceu. Um detalhe interessante é que não há muitas desculpas para não se preparar da maneira que for possível. Hoje em dia são oferecidos diversos cursos de idiomas com preços até muito baixos ou ainda de graça. Uma simples busca na internet mostra o tamanho da oferta.

Vale ressaltar que quanto mais cedo a pessoa começar a aprender uma segunda língua mais rápido e melhores serão os resultados.

Por Denisson Soares


As grandes empresas estão usando outras formas de receber as centenas de currículos recebidos quando se abre alguma vaga. É o caso do Grupo Votorantim que demora, em média, de 7 a 10 dias para organizar, manualmente, todas as inscrições para uma oportunidade na empresa.

Contudo, no ano passado a organização teve uma ideia de usar um software para agilizar todo esse processo. Hoje eles usam um sistema que consegue processar de uma só vez o perfil de 12 milhões de profissionais incluídos na rede social LinkedIn.

O programa possui 30 filtros que separa cada quesito dos profissionais, como trajetória acadêmica, áreas de interesse, idiomas e outras habilidades. Esse trabalho auxilia os recrutadores a buscar o melhor perfil para cada vaga aberta na empresa. E o sistema consegue ir além. Ele obtém dados dos profissionais externos que buscam oportunidades como retém informações sobre os funcionários do próprio Grupo Votorantim, como saber de onde eles vieram e para onde vão quando saem da empresa.

A gerente de captação do grupo, Paula Giannetti, explica que a triagem tradicional de currículos já não é mais eficiente para que eles consigam pessoas qualificadas para trabalharem na empresa. O software, conhecido como Big Data – estilo de um jargão em inglês – vem ganhando espaço nas grandes organizações não só para angariar dados de milhões de perfis profissionais, mas também revelar padrões comportamentais e tendências, que pode ser usado tanto para contratar quanto para promover um funcionário interno.

O sistema quebra a limitação que existe da análise tradicional de currículos e a incontrolável subjetividade que existe nos recrutadores, dificultando a contratação ou promoção. O processo não fica apenas em auxiliar a agilizar as demandas das análises profissionais, mas engloba maior precisão na hora do recrutamento.

E não é só o Grupo Votorantim que embarcou nessa nova tecnologia. O Google criou o Janus em 2010 para analisar todas as informações profissionais de seus empregados. Dentre as várias utilidades do programa, a empresa descobriu que as funcionárias com filhos têm duas vezes mais chance de deixar o Google. Com essa informação a organização ampliou alguns benefícios. 

Por Carolina Miranda


Segundo pesquisa da consultoria PwC, o número de profissionais certificados na atividade de coach mais que triplicou em apenas três anos. A procura por essas pessoas está crescente e o problema maior são os oportunistas que se aproveitam da oferta do mercado para se aventurarem e enganar empresas.

Outras situações acontecem quando o próprio profissional contrata um coach – aproveitando dos preços que caíram para a contratação – e acabam confundindo o trabalho desse profissional. Não é qualquer tipo de treinamento que se pode chamar de coaching, segundo o psicólogo João Mendes e coautor de livros sobre o assunto.

O primeiro cuidado que se precisa ter antes de contratar um coach é saber que ele pode até ser um psicólogo ou psicoterapeuta, contudo ele vai tratar de questões profissionais e não pessoais. Mesmo que seja um trabalho íntimo e individual, ele não mexe com os aspectos emocionais do profissional.

O coach precisa ter algum tipo de experiência profissional, é isso que mais vai auxiliar quem o contratou. Se o coach já foi gerente, ele poderá auxiliar gerentes, mas será incapaz de ajudar um diretor profissionalmente. Outra situação é avaliar o certificado que o coach tem. Existem várias entidades que certificam, mas poucas são realmente sérias. Para conseguir se tornar um profissional da área, ele precisa passar por semanas de aulas, conferências, leituras e atendimentos supervisionados. Sem isso, o certificado não é tão válido assim.

O preço que o profissional de coach vai cobrar do cliente também é importante ser notado. Os valores das sessões variam muito, mas o mínimo é R$ 250. Menos que isso a empresa ou o cliente devem desconfiar. O máximo é R$ 3 mil e mesmo assim o coach precisa provar que tem muita experiência e que os seus clientes são importantes para elevar tanto assim o preço.

Os encontros também precisam ser combinados já na primeira sessão. Normalmente são de 10 a 15 sessões, dependendo da situação de cada cliente. Por fim, o contratante deve pedir referências ao coach de ex-clientes para que ele se sintonize e veja se realmente é um profissional que realmente valha a pena trabalhar. 

Por Carolina Miranda


Muitas pessoas acreditam que apenas o ensino da sala de aula e atividades práticas que fazem um profissional a ter conhecimentos e aprender em questões de tarefas diárias da carreira. Há outras formas inusitadas de aprender sem ser por esses meios, um deles é com o universo lúdico.

Segundo o especialista da Academia de Estratégia, Alessandro Saade, o profissional consegue, por jogos, simular situações diferentes e fazer com que essa pessoa consiga perceber tudo isso na prática e o mais interessante, de forma divertida.

Existem três jogos no mercado que são muito usados em treinamentos empresariais. Os games funcionam na mesma lógica de aprendizagem usada nas salas de aula, só que de uma maneira mais descontraída.

O primeiro deles é o “Quarto”. Ele é parecido com o jogo da velha, só que vai além: possui as variáveis de altura, cor, superfície e forma. O jogo inclui três regras simples e parecidas com o que um profissional pode passar dentro da empresa. Ninguém possui peças diferenciadas, o vencedor precisa formar uma linha com uma das variáveis e o adversário que decide qual a peça necessária que o outro vai jogar.

Cada escolha do jogador pode ser fatal nas próximas etapas. É aquela velha história de ações que se toma dentro da empresa e as consequências que o empregado pode sofrer depois. O mais interessante do game é que ele estimula pensamentos estratégicos velozes. O jogador tem pouco tempo para escolher a melhor alternativa e os cenários mudam constantemente, assim como pode ocorrer no trabalho.

O outro jogo é o “Hora do Rush”. O game compõe um tabuleiro com carrinhos compostos em várias direções. O jogador parece estar no meio de um estacionamento com inúmeros veículos e sem ordem. O objetivo então é retirar o carro da cor vermelha do meio daquele “entulho” de carros. O sucesso do jogo vai depender de todos os membros da equipe participante, e ela tem poucas alternativas para conseguir tirar o carro de lá.

O último e não menos interessante é o “Team Balance”. Ele é um tabuleiro parecido com um labirinto de madeira. O jogo consiste em conseguir guiar uma bola com algumas cordas grudadas no jogo para levá-la até o final do labirinto. O game pode ter de quatro a até 16 pessoas e, para ter sucesso, mais uma vez o trabalho em equipe é necessário. 

Por Carolina Miranda


O maior desafio hoje de uma empresa é conseguir criar uma cultura organizacional atraente e que consiga engajar os colaboradores na produtividade da empresa. E esse desafio fica para os profissionais da área de Recursos Humanos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela SilkRoad, 53% dos trabalhadores da área de RH acreditam que conseguir levar um ambiente de leveza e descontração para a empresa é um dos temas essenciais.

Os dados foram obtidos de 853 executivos que estão no comando da área de RH das organizações. O próximo desafio desses profissionais é conseguir desenvolver e criar líderes na própria empresa, além do equilíbrio das diferenças de habilidades das equipes (45%). E, depois desses dois quesitos é que vem a dominação de recrutar bons funcionários (41%).

Os próximos desafios, e não menos importantes, são as garantias de orçamento para realização de treinamentos e o suporte da direção da empresa para os programas de recrutamento, seleção e aperfeiçoamento de colaboradores. Lutar contra a resistência à mudança e as melhorias de tecnologia no setor de RH também estão entre os requisitos citados.

O mais interessante é que os profissionais de RH já consideram – em sua maioria – que os substitutos dos colaboradores prestes a se aposentarem serão a geração Y, contudo é preciso prepará-los para esse grande desafio.

O investimento em tecnologia também é um consenso entre esses profissionais. Eles gostariam que todas as empresas já tivessem uma ferramenta que reunisse todos os dados e análises da organização capaz de traçar um perfil de produtividade de trabalho. Entretanto, para conseguir esse investimento, os trabalhadores de RH sabem que é preciso convencer as lideranças de que a área necessita desse orçamento tecnológico. E esse convencimento não foi considerado fácil para 20% dos recrutadores.

O estudo também questionou outros desafios que esses profissionais de RH precisam passar para conseguirem dar andamento ao setor. Infelizmente a maioria (53%) ainda menciona a necessidade de a empresa enxergar a área de Recursos Humanos como um setor estratégico e não apenas técnico ou funcional. 41% gostariam que o RH participasse ativamente da direção e pudesse opinar nas principais decisões empresariais. 

Por Carolina Miranda


A maioria das pessoas sabe que muitas vezes o que funciona no mundo corporativo é o contato. Existe até um ditado que diz que “não importa o que você sabe, mas quem você conhece”. Contudo, para conseguir grandes conexões profissionais e estratégicas não é fácil. É preciso de tempo e esforço para conseguir criar bons contatos que podem auxiliar futuramente.

Para a consultora empresarial Surama Jurdi, guardar aqueles vários cartões de visita é fácil, mas transformar todos aqueles contatos em um relacionamento confiável e de parceria é complexo. Para que esses contatos se tornem em um networking real e sustentável, especialistas deram algumas dicas para que o profissional consiga algum retorno desses contatos.

O primeiro passo é investir no seu próprio autoconhecimento. O profissional precisa se conhecer, saber suas forças e fraquezas e o que pode oferecer para o mercado. É a principal etapa para conseguir identificar quais as pessoas em que vale a pena se aproximar e quais ambientes esse profissional se adapta melhor.

A próxima etapa é o profissional dominar seu ambiente. O empregado tem que conhecer as oportunidades do seu espaço de trabalho e as ameaças que existem. Segundo o especialista Carlos Felicissimo, o profissional precisa fazer seu networking interno – para a sua manutenção dentro do trabalho – como as conexões externas – para um contato futuro e oportunidades de longo prazo.

O profissional precisa saber qual o seu objetivo com o networking. Essa é a próxima etapa para conseguir desenvolver e obter resultados positivos do contato. Por esse contato o profissional tem que ter em mente quem ele quer conhecer, em que empresa ou setor ele pretende chegar e que estilo de pessoas ele quer atrair para o seu vínculo.

Não é necessário que o profissional ligue para todo mundo, a qualidade vale mais do que a quantidade. Até mesmo para não “gastar” todas as fichas em um só momento. O tempo e a energia devem ser gastos com interações que possuam qualidade. A participação de eventos, cursos, fóruns e discussões na internet são também boas alternativas para o profissional se destacar como “contribuinte” de assuntos relevantes ligados a sua área de atuação. 

Por Carolina Miranda


O sonho de todo profissional é ser promovido dentro da empresa. Isso é bom financeiramente e profissionalmente, contudo nem sempre a vaga deixada pelo colega que saiu da empresa será sua. Talvez o seu chefe não te promova. Segundo o diretor-geral do site Trabalhando.com, Caio Infante, quando um colega de trabalho larga o cargo, pode ser um bom momento para tentar a promoção, porém para conseguir aquela função o empregado precisa provar que merece.

A coach Daniela do Lago afirma que o empregado tem que ter um bom marketing pessoal, comportar-se bem no ambiente de trabalho e realizar todas as necessidades do cargo atual. Esses especialistas também relataram cinco dicas para que o profissional trabalhe para seu crescimento profissional dentro da empresa. A primeira coisa que o empregado precisa fazer é se capacitar. O profissional que se aperfeiçoa está sempre atualizado e mais preparado para assumir um cargo melhor. A próxima etapa é a produção. O profissional que não produz não agrada e não será lembrado na hora da promoção. A empresa espera que o funcionário cumpra todas as suas funções e dê resultados.

Depois o profissional pode descobrir como é o cargo. Conversar com outros colegas e interagir sobre as características da outra função são importantes atitudes. O empregado também precisa estar sempre atento a todas as atitudes dos profissionais que atuam em cargos mais altos. Preparar-se para o novo cargo é essencial para conseguir adaptá-lo a ele.

Por último, o profissional precisa se informar sobre a promoção, se a empresa está em um bom momento para que essa mudança aconteça de forma tranquila.

Depois de tudo isso, com o tempo a adaptação será bem-vinda. E caso o profissional não se adapte, o que fazer? Algumas vezes, ao invés de uma promoção ser boa, ela pode acabar se transformando em uma grande armadilha para o empregado. Nesse caso, segundo os especialistas, a melhor atitude a tomar é conversar com o gestor da área e o profissional e ele fazerem uma avaliação conjunta para o caso. Por isso, antes de pedir ou aceitar uma mudança de cargo, o profissional precisa fazer uma avaliação profunda para concluir se conseguirá assumir a nova função por inteiro ou não.

Por Carolina Miranda


Muita gente faz uso e vê os programas de trainees como uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho, principalmente se o profissional for um recém-formado em busca de experiência em grandes empresas. De qualquer maneira os processos de seleção para esse tipo de profissional têm se tornado cada vez mais concorridos e poucos conseguem (até mesmo pelo fato da grande concorrência) passar pelo desafio com sucesso. Mas você já parou para pensar no que exatamente as empresas e os próprios candidatos andam buscando para as vagas abertas?

A empresa de consultoria Seja Trainee, realizou durante o período de novembro de 2013 até o mês de fevereiro de 2014 uma pesquisa na qual participaram 1.060 candidatos para diversos programas de trainee. Desse número 813 acabaram se tornando finalistas e a partir daí foi possível identificar quais são as principais características dos profissionais que se destacaram nas seletivas. Confira abaixo algumas informações apontadas pelo estudo.

Falar inglês e falar muito bem. Essa foi uma das principais características identificadas pelo estudo. De acordo com os dados levantados mais de 98% dos candidatos que se destacaram tinham inglês em nível avançado ou ainda fluência na língua.

A maior parte dos candidatos selecionados tem uma faixa etária relativamente jovem. Grande parte deles não passa dos 24 anos de idade, moram no estado de São Paulo e se formaram ou ainda estudam em universidades públicas.

Outro ponto que foi levantado pela pesquisa é em relação à área de formação do profissional. Foi constatado que da base de candidatos, 49% são provenientes da área de humanas, 47% da área de exatas e apenas 4% de biológicas.

Ainda de acordo com as informações apontadas na pesquisa esses jovens profissionais levam em consideração diversos fatores na hora de decidir participar de algum programa de trainee. Segundo as informações 60% analisam a marca, a cultura cultivada pela companhia e sua própria área de formação. Dentre outros motivos que levam a escolha estão a estrutura do programa, o segmento de atuação e por último a remuneração.

Quando esses mesmos profissionais já pensam em si como trainees o que mais os atrai são as chances de desenvolvimento oferecidas pelas empresas. Dentre as iniciativas mais valorizadas pelos participantes estão o coaching com 54% e na sequência os treinamentos com 44%.

Por Denisson Soares


A cada dia que passa, um candidato a uma vaga de emprego precisa tomar todos os cuidados com o que se fala no seu perfil do Facebook. Uma pesquisa realizada por dois estudiosos, Katelyn Cavanaugh e Richard Landers, da Universidade Old Dominion, nos Estados Unidos, aponta que uma verificação do perfil do Facebook de candidatos a uma vaga de emprego demonstra ideias de como ele vai se comportar no ambiente de trabalho.

A consciência e a extroversão são dois indícios que conseguem ser observados no perfil do Facebook e que são importantes na vida profissional. A consciência normalmente indica alguns fatores essenciais na duração do empregado no trabalho: a pontualidade, obediência e organização. A extroversão já demonstra uma característica de boa convivência com as pessoas, a interação, o convencimento, que são da personalidade do vendedor, do profissional que gosta de passar seu tempo em grupos de pessoas.

O teste foi feito no ambiente virtual, com 146 pessoas por uma pesquisa de personalidade. As perguntas que tinham no questionário colhiam informações para conhecer melhor cada participante e como eles pensavam sobre si mesmos. Além disso, os organizadores da pesquisa classificaram a personalidade das pessoas de acordo com o perfil da rede Facebook. O mais interessante é que as informações da rede social de cada pessoa tinham mais características delas do que as respostas que elas deram.

Segundo Cavanaugh, o melhor da rede social é que além de informações recentes, o empregador consegue identificar também características mais antigas do profissional. “No Facebook você pode não apenas encontrar informações muito atuais no perfil de alguém, mas também pode acessar um registro do comportamento passado dessa pessoa”. Nesses questionários, o candidato também pode fraudar as respostas, colocando-se como um profissional que a empresa quer e não como ele realmente é.

De acordo com Landers, o empregador também não pode fazer uma análise rápida no perfil do candidato e já julgá-lo como bom ou ruim. “Para se ter uma boa imagem da personalidade de uma pessoa no Facebook, você precisa ter uma dúzia ou mais pessoas fazendo julgamentos sobre aquele perfil”. 

Por Carolina Miranda


Está enganado quem pensa que a realização de programas motivacionais e a concessão de bônus, benefícios adicionais e outro tipo de investimentos para a motivação dos funcionários está sendo feito unicamente por empresas de grande porte. Hoje em dia empresas pequenas e médias estão investindo cada vez mais no desenvolvimento dos seus colaboradores, aumento da lucratividade, redução de custos e diminuição da saída de funcionários da organização.

Entende-se que motivar as pessoas não é algo fácil, organizações são compostas por indivíduos diferentes com costumes, personalidade e culturas diferentes, sendo assim a busca pela melhor forma de motivar os colaboradores torna-se uma tarefa constante.

A apresentação de programas de bônus e benefícios de cunho econômico nem sempre surte efeito, isto porque as pessoas nem sempre precisam de estímulo econômico para desempenharem melhor a função e sentir-se bem no local onde trabalham. Muitas vezes os problemas vão bem mais além da parte econômica. Às vezes as pessoas estão manifestando desinteresse pela atividade porque simplesmente não se sentem a vontade para efetuá-la, isso pode ser pelo despreparo no cumprimento das tarefas vinculadas à sua função, por desmotivação dada pela falta de possibilidade de crescimento na empresa ou por frustração por estar fazendo um trabalho que não lhe agrada. Nestes últimos casos, a empresa deve prestar atenção principalmente no comportamento do funcionário, caso conclua que o desinteresse está causado pela falta de preparo para as atividades do seu posto, a melhor escolha é realizar treinamentos e capacitações para que estes profissionais se sintam mais seguros, além de estar fomentando a melhora no trabalho, com certeza este colaborador irá se sentir motivado para o desenvolvimento de suas atividades e ficará mais satisfeito com a organização.

Outra das causas pelas quais as empresas buscam beneficiar os seus empregados com alguns tipos de “prêmios” é buscando diminuir custos, quando os profissionais têm como meta esse abatimento nos custos, ela fica bem mais fácil de ser atingido quando o trabalhador está motivado, ou seja, a empresa dá aos empregados recompensas por estar economizando a verba da organização. No que diz respeito a isso, muitas empresas estão usando o sistema de pontos para conceder aos seus colaboradores alguns prêmios. Ao juntar pontos o trabalhador poderá trocá-los por TVs, dias livres e outros prêmios.

A busca pela motivação das pessoas numa organização não é um assunto simples, é um processo constante em busca da forma ideal que combine ações para a manutenção dos colaboradores na organização, diminuição dos gastos da empresa e adaptação aos objetivos organizacionais.

Por Melina Menezes


De acordo com a opinião do headhunter do site de empregos Recrutando.com, Luiz Pagnez, o profissional precisa construir um bom currículo para causar uma boa impressão até mesmo antes da entrevista pessoal. "A principal função do currículo é deixar o recrutador com uma boa impressão a ponto de convidar o candidato para uma entrevista. Através deste resumo, o recrutador poderá decidir em poucos minutos se o profissional possui as características desejadas ou não", explica.

O especialista afirma, contudo, que o recrutador vai escolher o profissional se ele realmente demonstrar que é aquilo mesmo que está sendo relatado em seu currículo e se é o que a empresa está procurando em um profissional. "Se a necessidade é encontrar um gerente de projetos com experiência no segmento da construção civil, não adianta o candidato destacar um PhD em Harvard se não deixar claro no objetivo profissional que ele atua como um gerente de projetos".

Para montar um bom currículo, o candidato precisa deixar claro as suas experiências, competências e suas reais convicções. Currículos extensos e que não demonstram as habilidades do profissional logo de cara provavelmente será descartado, já que os recrutadores recebem muitos currículos diariamente e eles precisam de um “olho clínico” para achar o candidato de forma rápida.

O profissional precisa construir seu currículo com algumas regras de ouro, para que ele seja fisgado por alguma empresa. A primeira regra: o candidato precisa deixar claro seu objetivo profissional, em qual função ele tem qualificação e deseja trabalhar. Segunda regra: a coerência e bom senso são fundamentais no processo. O profissional precisa ter certeza de que sua experiência e formação se encaixam na oportunidade. Terceira regra: o candidato precisa demonstrar o porquê ele merece ser contratado e, para isso, é importante o profissional relatar os resultados positivos causados por ele dentro do seu último emprego. Por fim, quando o currículo estiver pronto, revise-o várias vezes para eliminar os erros de português. 

Por Carolina Miranda


Você é dessas pessoas que compartilham nas redes sociais tudo aquilo que faz? Tenha cuidado, pois isso pode refletir no seu mundo laboral. Atualmente com a explosão das redes sociais e os modos digitais de comunicação, está cada vez mais fácil perder o bom comportamento e acabar tendo deslizes como falar mal dos chefes, colocar publicações ou compartilhar fotos que sejam muito comprometedoras, enfim, nem sempre o que você coloca nas páginas de redes sociais será bem visto pelas pessoas.

É inevitável participar ativamente do universo virtual, principalmente pelo fato que hoje em dia é mais fácil encontrar vagas de emprego e buscar uma colocação nos meios digitais do que encontrar oportunidades nos classificados de jornais. As empresas procuram diminuir os custos ao máximo, esse fato influencia na hora de escolher por qual meio será divulgada uma oportunidade, mesmo que a disponibilização de uma vaga em um site pago de recolocação laboral seja pago, o valor não ultrapassa o custo de inserir esse mesmo anúncio em um jornal de boa circulação.

Essas facilidades oferecidas pela internet muitas vezes confundem as pessoas que tendem a concluir que hoje tudo é permitido nesse mundo, as pessoas se expõem demais e acabam comprometendo o seu currículo. Para que a internet seja uma aliada e não sua inimiga, nunca publique muitas coisas sobre sua vida ou manifeste os seus sentimentos principalmente se eles estão oscilando, caso um gestor da sua empresa veja isso pode ser que ele interprete errado e essa publicação que foi disponibilizada comprometa a sua imagem profissional perante a gestão da organização.

Quanto ao uso de redes vinculadas diretamente com o trabalho como Linkedin, para que você obtenha êxito deverá colocar informações relevantes com a sua atividade laboral, características e interesses profissionais. Neste caso a proatividade é fundamental, não se deve colocar o perfil e esperar que as propostas venham por si só, você precisará buscar fazer a sua rede de contatos.

Estas informações servem para que você seja mais criterioso na hora de atualizar sua página no  Facebook, Twitter, Youtube, entre outras redes sociais e também para que entenda que não é só criar um perfil em redes que estejam ligadas diretamente a recolocação no trabalho, a proatividade é fundamental para que o seu currículo seja visto e revisado com bons olhos.

Por Melina Menezes


Se você acreditava que o bullying no trabalho era praticado somente seguindo a hierarquia vertical e de cima para baixo, você está completamente enganado e vai se surpreender com o resultado de uma pesquisa feita nos Estados Unidos.

Numa pesquisa realizada pelo Instituto de Bullying no Trabalho dos Estados Unidos que foi publicada neste ano, o resultado foi no mínimo intrigante, 72% dos trabalhadores americanos relatam ter sofrido, estar sofrendo ou conhecer alguém vítima de assédio moral no local de trabalho. Este resultado é alarmante, principalmente se considerarmos que hoje em dia esse ou qualquer outro tipo de assédio é crime.

Outro dado chamou muito a atenção dos pesquisadores, 28% dos entrevistados contam que esse assédio partiu dos próprios colegas de trabalho. Na maior parte das vezes, esse bullying relaciona-se com o fato da vítima ser um bom profissional e destacar-se no ambiente onde desempenha a profissão. O bullying parte dos colegas que se sentem diminuídos, excluídos ou até mesmo ameaçados por esse profissional que se destaca no grupo. Este tipo de assédio moral ainda é muito pouco conhecido e, portanto, divulgado.

Aqui no Brasil o caso é bastante complicado, é frequente nas empresas esse tipo de comportamento, em que o trabalhador que é proativo, supera expectativas, busca melhorar cada vez mais no que faz, é mal interpretado pelos colegas e assim, sofre bullying por ser considerado ameaça em potencial ao mostrar de forma tão efetiva o seu trabalho e acabam evidenciando o mau desempenho dos outros.

Outro ponto interessante dessa pesquisa é que a maior parte dos que sofrem bullying no Estados Unidos são aquelas pessoas que são amigas e gentis, seguidas pelas que buscam sempre um acordo e as que menos sofrem assédios são as agressivas e abusivas.

Como conclusão dessa pesquisa pode-se verificar situações que muitas vezes são geradas dentro das empresas. Os dados concedidos pela pesquisa podem ilustrar o porque de muitos excelentes profissionais deixarem as suas empresas determinando que a falta de reconhecimento e a perseguição sofrida são pontos cruciais na hora de decidir deixar o seu trabalho. Este é somente um dos pontos resultantes da investigação feita no país americano. Neste caso observa-se que a empresa é a que mais perde, por isso a importância de reprimir esses abusos antes que eles comprometam a qualidade dos profissionais mantidos pela empresa.

Por Melina Menezes


A entrevista de emprego é um divisor de águas no que tange ao mercado de trabalho. E, seja bem como for, todo mundo quer receber um feedback após a realização de uma entrevista de emprego. Sendo assim, pois, o leitor deve estar se  perguntando: e quando esse retorno não vem? Pois bem, aqui vamos trazer dez dicas sobre como proceder quando este tipo de coisa acontece.

1 – Iniciativa:

Isso mesmo, é preciso ter iniciativa e, após alguns dias da entrevista, o candidato possui sim o direito de entrar em contato com a empresa por meio de um e-mail.  Tentar reforçar sua vontade de conseguir a vaga.

2 – Simpatia:

Seja simpático, mesmo que você esteja chateado ou não goste do empregador. A postura é fundamental em todos os ambientes de trabalho.

3 – Planejamento:

Planeje tudo com calma. Não adianta ficar ligando e mandando e-mails o tempo todo. Isso fará com que você fique com a imagem de alguém chato e irritado. Faça tudo dentro de um plano bem traçado.

4 – Feedback  na hora:

Sim, se for possível, solicite que o entrevistador forneça uma devolutiva assim que o processo terminar; basta prestar atenção se a recepção foi boa e se é plausível atuar dessa forma.

5 – Rede Social:

Acesse o seu networking e veja se outras empresas ou profissionais possuem informações sobre o processo de seleção que você participou.

6 – Aceite a realidade:

O fato de você não ter recebido uma resposta pode, é claro, revelar que você não foi selecionado. Então aceite esse fato e parta para outra.

7 – Outro foco:

Se o setor de Recursos Humanos não lhe responde, uma dica é tentar mudar de foco e se comunicar de forma direta com a chefia.

8 – Não é pessoal:

Tenha consciência de que, se você foi ‘’eliminado’’, não significa incompetência. Cada vaga tem um perfil almejado pela organização.

9 – Informe o empregador:

Informe o empregador que você está participando de outros processos seletivos; isso mostra que você está focado no mercado de trabalho.

10 – Experiências:

Não receber um feedback mostra muito sobre a dinâmica de trabalho de uma empresa.

Por Juan Wihelm


Um dos grandes problemas diagnosticados no meio corporativo é a existência de ruído de comunicação, não somente entre chefes e seus funcionários (comunicação vertical) como também entre colegas (comunicação horizontal).

Os ruídos são obstáculos à comunicação e podem ser causados por inúmeras causas como excesso de informação; escolha de momento adverso para esse processo acontecer; uso de diferente linguagem (código) entre o emissor e o receptor da mensagem; omissão de informações; falta de interesse dos participantes ou até mesmo medo dos funcionários de se comunicar com os seus superiores (comunicação vertical ascendente).

Visto esses ruídos comuns a qualquer empresa, todos devem colaborar para melhorar este processo. Tanto gestores quanto funcionários devem buscar aperfeiçoar a comunicação mediante adaptação da linguagem de forma que todos os envolvidos entendam e possam dar o feedback sobre o assunto em questão, as informações cedidas pelo emissor precisam ser bem entendidas pelo receptor para evitar o surgimento dos ruídos.

Uma empresa que diminui o risco de aparecimento de ruídos torna-se muito mais forte, porque mantém uma cultura organizacional coesa e os colaboradores organizacionais ficam muito mais satisfeitos e motivados.

Por Melina Menezes


Atualmente as empresas estão exigindo dos aspirantes a uma vaga em seus quadros de funcionários qualidades que antigamente sequer eram lembradas. Se antes o importante era ter experiência, hoje vale mais um funcionário aberto a novos conhecimentos.

Uma das características mais buscadas pelos contratantes é a flexibilidade.

O que se espera de um profissional é cada vez mais atitudes inovadoras, que seja aberto às mudanças, às inovações e exigências do mercado.

Não podemos mais ficar atrelados à rigidez dos conceitos pré-estabelecidos. Por isso, se deseja se enquadrar nestas novas exigências, atualize-se. Adquira novos conhecimentos, mesmo que não sejam ligados diretamente à sua especialidade. Faça os mais variados cursos, frequente palestras cujos temas sejam interessantes para a empresa e tenha bons relacionamentos.

Lembre-se que atualmente, com a avançada globalização, os efeitos desta são sentidos diretamente dentro das organizações.

Portanto, seja você também um funcionário globalizado e antenado. Tenha uma visão global da empresa, dos seus colaboradores, clientes e fornecedores. Demonstre que você é muito mais do que um simples empregado, mas sim, é um valioso membro da corporação, flexível a ponto de ser necessário em qualquer departamento, em qualquer função, pois a flexibilidade te eleva além de um simples cargo.

Por Leni do Vale


Um bom ambiente de trabalho não é relacionado, necessariamente, a quanto se ganha por mês. Há pesquisas que apontam uma tendência de um trabalhador preferir ter remuneração mais baixa, mas estar situado numa empresa – micro, pequena, média ou grande – com clima prazeroso para o desenvolvimento da função.

Atualmente, muitas companhias prezam pela inclusão e destinam parte de seus postos de trabalho para pessoas com problemas de mobilidade e idosos. Sueyn Miranda, consultora e estudiosa sobre o comportamento humano em empresas, ressalta que a aceitação para ambos os casos vem apresentando melhorias desde 2007.

Os idosos e deficientes favorecem o ambiente organizacional com toda a experiência de vida adquirida, em muitos casos empiricamente. Além disso, aqueles que trabalham ao redor de profissionais com essas características sentem outras diferenças, pois as companhias precisam reorganizar seu espaço físico para propiciar segurança e conforto, atingindo, então, a todos.

Mesmo assim, Sueyn aponta que inúmeras organizações ainda veem com certo preconceito os idosos e os deficientes ao alegar que a inserção deles em seu quadro de funcionários pode atrasar o trabalho. Mesmo assim, a tendência deste século é, de fato, a inclusão.

A análise de Sueyn pode também ser aplicada nos ambientes escolares. Diariamente, notícias sobre Bullying são expostas. Se a “cultura” for modificada desde cedo, os novos patrões, os chefes do futuro, terão as mentes totalmente afastadas de preconceitos e possivelmente enxergarão todas as pessoas como um ser igual, sem qualquer tipo de limitação. A sociedade inteira, com certeza, agradeceria.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


A língua espanhola está cada vez mais ganhando notoriedade no mercado de trabalho. Isso se deve ao fato da criação do MERCOSUL e dos acirrados processos de globalização.

Para empresas que trabalham com clientes na América Latina ou para pessoas que trabalham em empresas latino-americanas, o conhecimento de espanhol é indispensável já que nos países dessa região o inglês não é tão falado.

Existem empresas onde a língua é requerida em alguns setores estratégicos e cursos de língua espanhola são ofertados à maioria dos funcionários. Além disso, na Europa o Espanhol também está ganhando importância, qualquer guia turístico já sabe falar espanhol além de inglês.

No Brasil muitos cursos universitários como Direito, Economia, Medicina, Engenharia e Educação Física tem exigido conhecimentos nessa língua, pois existe muita bibliografia espanhola nestas áreas.

Por Karin Földes


A chamada “Geração Y”, nome dado aos nascidos nos anos 80, estão chamando a atenção pela ousadia e pela forma no qual lidam com situações no dia-a-dia da empresa.

Por exemplo, hoje em dia não vemos tanto e-mails formais como eram escritos antigamente, principalmente quando eram e-mails encaminhados aos seus superiores. Também percebe-se uma maior interação entre os membros de uma determinada equipe, formando laços de amizade que rompem as fronteiras do trabalho.

Conseguimos realizar diversas tarefas simultaneamente, como por exemplo ver uma notícia, postar algo no Twitter ou Facebook sem perder o foco no trabalho.

Sendo assim, a tendência que envolve empresa e geração Y é simples: se antes o profissional tinha que se adequar á empresa, hoje os gestores das empresas são responsáveis pela adequação da empresa à essa geração que é o futuro.

Por Adriana do Nascimento


Um dado importante deve ser considerado na lista das maiores empresas de tecnologia do país. Aproximadamente dois terços destas empresas (grandes empresas, diga-se ligeiramente) são controladas por gestores brasileiros.

Esta é uma informação que só mostra o quanto nossa mão de obra é competente e respeitada. Vale lembrar também da importância em buscar sempre uma contínua reciclagem profissional e de conteúdo. Faz muita diferença na vida profissional.

As grandes empresas são controladas por 65,3% por Brasileiros, 15% por americanos, 3,8% por espanhóis, 2,7% por japoneses, 2,5% alemães, 2,0% por holandeses, 1,5% por mexicanos, 1,5% por italianos, 1,0% Sul coreanos.

Viu? Nós podemos!

Por Victor Gonçalves


Na primeira vez que uma empresa dispor aos seus funcionários formas de expressar sua opinião quanto aos trabalhos desenvolvidos, é normal que nesse primeiro momento as pessoas liberem de forma intensa e até indesejável, descontentamentos retidos há anos.

Mas conflitos estão presentes em qualquer lugar onde convivem pessoas. O que vai fazer diferença é a qualidade e a intensidade com que se manifestam. O ato de não revelá-los não significa que não existam. Estão apenas sendo reprimidos.

Reprimir os descontentamentos e os conflitos existentes em nome de uma falsa harmonia, em nada contribui para sua superação. Pelo contrário, serve para alimentá-los. Pressionados, podem explodir a qualquer momento. Ou então, podem manifestar-se através de procedimentos indesejáveis, como a fofocas, críticas destrutivas, conversas no corredor, mau humor, má vontade, competição, reclamações mútuas. Ou seja, revelaram a inexistência de um espaço coletivo onde as insatisfações pudessem ser debatidas e superadas.

Por Patricia Gujev


A empresa de contact center TMKT está com quinhentas vagas abertas para operadores ativos e receptivos. O local de trabalho é em Poá, na Grande São Paulo.

Os requisitos exigidos são ensino médio completo, conhecimentos em informática, boa comunicação e idade acima de dezoito anos. Não é exigida experiência anterior. Como benefícios, além do salário, a empresa oferece auxílios transporte e alimentação, assistências médica e odontológica, comissão, convênios com faculdades e oportunidade de desenvolvimento profissional.

Os interessados poderão entrar em contato com a empresa até o próximo dia 20 de agosto, através do telefone (11) 3376-8696, ou pessoalmente no endereço Avenida Brasil, 1230.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


A Empresa Teknisa, voltada para o ramo de desenvolvimento e vendas de softwares, com sede na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, está com inscrições abertas para seleção de novos estagiários. As vagas são para estudantes dos cursos de Comunicação Social, preferencialmente com habilitação em jornalismo.

As vagas são para atuação em meio período. Dentre as atividades que serão desenvolvidas pelos novos estagiários estão à produção e a redação de matérias para a revista FoodService News, além de pesquisa relacionadas aos assuntos da área. Os estudantes poderão escolher entre dois turnos de trabalho: das 8h às 14h ou das 14h ás 20h. A empresa pede também que os candidatos tenham inglês fluente.

Os interessados poderão cadastrar seu currículo no site www.vagas.com.br e depois disso se candidatar para a vaga, procurando pelo código 565264.

Por R.D.


Algumas empresas, principalmente as terceirizadas, sofrem quando aparecem nos contratos de prestação de serviço cláusulas de absenteísmo (faltas e não comparecimento à jornada de trabalho) e turnover (diferença entre demitidos e contratados.

Isso faz com que estas empresas não possam reduzir seus quadros e demitir maus funcionários conforme as necessidades, causando insatisfação no funcionário (que não vai pedir demissão) que não admite perder alguns benefícios, como multa do FGTS e seguro desemprego.

Acordos sempre é a melhor saída, mas segurar o funcionário insatisfeito é o pior dos negócios, afinal ele, além de não render, irá fazer e dar motivos para um desligamento sem justa causa, como baixo aproveitamento e faltas justificadas em demasia, apresentando atestados e declarações médicas.

Algumas pessoas chegam a esta posição, pois vislumbram nestes benefícios do governo uma forma de passar tempo em casa ganhando um pouco de dinheiro e não percebe que construir uma carreira é muito mais importante do que curtir um curto período de tempo.

Por José Alberi Fortes Junior


Agora com tudo encaminhado para a realização da Copa do Mundo deste ano, na África do Sul, cabem às empresas e instituições brasileiras decidirem sobre como lidar com a situação junto com os seus funcionários.

Não há como negar que o país todo se volta para o mundial e que proibir as pessoas de assistirem aos jogos da seleção brasileira no período de trabalho pode gerar uma insatisfação a ser refletida na produção e nos resultados esperados pelos empregadores.

Por isto, algumas empresas já estão se organizando para lhe darem com a situação, seja colocando televisores espalhados pela empresa para que os funcionários tenham acesso aos jogos da copa, ou até mesmo, adotando a liberação dos mesmos nos horários das partidas.

Por Elizabeth Preático


A terceirização de serviços e atendimento tem seus prós e contras, depende muito do ponto de vista e do que está sendo avaliado.

Para serviços gerais, como manutenção predial e limpeza, as grandes empresas já não contam mais com mão de obra contratada, mas sim é tudo terceirizado, o que facilita o treinamento, a contratação e demissão destes funcionários.

Já para o atendimento ao cliente, a terceirização possibilita uma economia, já que barateia os custos de manutenção dos funcionários, mas normalmente causam uma queda de qualidade, afinal os empregados já não se sentam parte do sistema.

A terceirização é uma certeza de economia, e até equipamentos de informática, frota e ferramentas já é possível encontrar no mercado.

Por Jose Alberi Fortes Junior


Algumas empresas facilitam a mudança de horário para adequar ao funcionário, por exemplo, alguns preferem almoçar mais tarde, para isso a empresa facilita a sua saída após o horário tradicional de almoço.

Outra questão é o horário de entrada, algumas pessoas produzem de maneira mais eficiente depois das 12h, por isso algumas empresas deixam a sua escala de trabalho vespertina.

Essa é a tendência, afinal todos os esforços devem ser feitos e realizados visando o aumento de produtividade e a satisfação do coloborador, evitando assim faltas, baixo rendimento e insatisfação.

Por José Alberi Fortes Junior


Já imaginou se você fizesse todos os relatórios e todas as planilhas usando máquinas de escrever, calculadora simples, régua e papel e todos os cálculos escritos à mão?

Esta realidade já não existe em nenhum escritório ou empresa da nossa sociedade, afinal o acesso ao computador e programas específicos já ficou muito mais barato e de fácil aquisição.

Um grande tempo já é economizado com as ferramentas de trabalho adequadas e um bom conhecimento de informática. A velocidade das informações é vital para um bom andamento de todas as funções e obrigações.

Portanto é necessário atualizar os equipamentos e sempre contar com material atual e moderno, para que as condições sejam dadas para o perfeito desenvolvimento das atribuições.

Por José Alberi Fortes Junior


Evite se candidatar a qualquer vaga ou oportunidade de emprego quando esta aparece. O foco é fundamental para que não ocorram erros e desgaste por parte do candidato e dos entrevistadores.

Verificar quais as restrições, quais as exigências e quais os salários são pontos a serem analisados para que somente havendo realmente perfil e interesse haja a presença para a entrevista.

Quando se cria foco na vaga de emprego, melhor é a disposição e vontade para que o encanto ao entrevistador ocorra por parte do candidato. Faça, portanto, uma análise bem crítica de todas as vagas a que vai mandar o seu currículo.

Por José Alberi Fortes Junior.


Questione, antes de enviar currículo para uma empresa, se a vaga corresponde às suas expectativas e veja se você se enquadra nos objetivos propostos pela empresa.

Conhecer a filosofia da empresa, sua cultura institucional, seu histórico de relacionamento com investidores, empregados e clientes é fundamental para se ter certeza que você tem o perfil que será cobrado e esperado.

De nada adianta você ter um perfil de negociador agressivo e trabalhar em uma ONG que atende menores carentes. Você deve procurar uma organização financeira e de preferência de tal característica.

A respeito da vaga, também é importante verificar se sua personalidade se encaixa, facilitando assim sua adaptação.

Por José Alberi Fortes Junior.





CONTINUE NAVEGANDO: