Desemprego durante a crise é menor do que se imaginava





Uma análise do Itaú-Unibanco revela uma notícia menos pior: o desemprego vai aumentar, mas menos do que a previsão feita no auge da crise.

Quando a conjuntura é de crise, como a que estamos atravessando, há uma procura menor por emprego, o que reduz sensivelmente a PEA (População Economicamente Ativa). Do contrário, quando o cenário econômico se apresenta em crescimento, a população é mais estimulada a procurar emprego.




Segundo o economista André Bicalho, o fator mais relevante para explicar a queda na taxa de desemprego prevista pelo Itaú-Unibanco (que passou de 10,5% para 9,1% para o começo de 2010) é a boa proporção de trabalhadores com carteira assinada, que em junho deste ano atingiu 49% da PEA.

A formalização dificulta o processo de demissão, assegurando mais estabilidade.




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