O Exame Demissional é um direito e dever de todos os trabalhadores que se enquadram na CLT.

O exame demissional é uma espécie de direito e dever de todos os trabalhadores que se enquadram na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho); apenas sendo facultativo aos chamados trabalhadores domésticos.

Visa tão somente dirimir quaisquer dúvidas a respeito da saúde do funcionário, quando da confirmação da sua demissão por parte do empregador.

O exame demissional está previsto no art. 168 da CLT, e configura-se como uma garantia importante para o empregador, já que poderá minimizar as ausências futuras por doenças, admitir somente funcionários aptos à determinada função; além de evitar problemas legais oriundos da não observância dessa garantia trabalhista.

Por outro lado, é uma garantia para o funcionário de que não irá ser demitido após ter contraído determinada moléstia durante as suas funções; além de manter-se atento ao seu estado de saúde como um todo.

O exame demissional é feito através de exames físicos, avaliação clínica geral, entrevista direta com o funcionário sobre suas condições de saúde anterior e atual; além de demais exames que o especialista achar conveniente.

Ainda de acordo com o art.168 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), esse exame deve ser feito após a confirmação, por parte do empregador, da demissão do empregado, e corroborado pela expedição do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), em duas vias; sendo que a primeira (pertencente ao empregador) também deverá ser assinada pelo funcionário, para fins de comprovação de que todos os procedimentos foram corretamente seguidos.

Também, segundo o art.168, inciso I e parágrafo 7.4.1 da Consolidação das Leis do Trabalho, o ônus da realização do exame demissional fica por conta do empregador, que estará sujeito a multa entre R$ 401,53 e R$ 4.025,33 (de acordo com os arts. 154 e 200 da CLT, que versa sobre Segurança e Medicina do Trabalho) caso não providencie a realização do exame.

Quanto ao prazo da realização, tem como limite a data da homologação da demissão, porém, sendo dispensável, caso o funcionário tenha feito exames periódicos de saúde ocupacional a menos de 135 dias (quando a empresa está enquadrada no grau de risco 1 e 2) ou 90 dias (quando a empresa está enquadrada no grau de risco 3 e 4).

Lembrando apenas que, por se tratar da saúde e de direitos do trabalhador, o exame demissional pode perfeitamente ser realizado antes desses períodos de 135 e 90 dias, caso trate-se de uma determinação expressa da Delegacia Regional do Trabalho (DRT).

E mais, aconselha-se que esse exame seja feito, de preferência, bem antes da homologação dessa demissão, pois, caso o resultado seja negativo, a demissão deverá ser adiada até que o funcionário realize o tratamento prescrito pelo profissional.

Por Vivaldo Pereira da Silva


Se pedir demissão o profissional não poderá contar com alguns direitos trabalhistas.

Pode chegar um momento na vida do trabalhador que ele pensa em pedir demissão do seu atual emprego. Porém, a pessoa pode ter em mente algumas dúvidas sobre o que fazer para não perder os seus direitos profissionais. Confira algumas dicas!

– O básico!

Se você vai pedir demissão vai receber as versas rescisórias normalmente como o salário, saldo do salário faltante, férias vencidas (valor proporcional a um terço das suas férias e o cálculo é realizado pelas parcelas que foram vencidas e também as proporcionais) e o décimo terceiro salário (proporcionalmente aos meses que trabalhou).

– Não vou ter direito!

Quando se pede demissão você não poderá contar com:

·         Seguro-desemprego (a decisão de sair do trabalho foi do funcionário);

·         Multa pela dispensa sem justa causa (40% do Fundo de Garantia);

·         Fazer o saque do Fundo de Garantia que ficou acumulado até o meu pedido de demissão. Porém, o dinheiro que está depositado no fundo não será perdido, mas o mesmo renderá com juros e correção. O resgate do dinheiro poderá ser realizado depois de três anos com o fundo em estado inativo (há possibilidade de saque para compra de casa própria, amortizar dívidas, entre outros).

Outro ponto importante antes que a pessoa peça a demissão, e esse fator é obrigação do profissional, é dar um aviso prévio com antecedência de 30 dias. Se a pessoa não quiser trabalhar nesse período, será descontado o valor na sua remuneração.

Dicas antes de se demitir:

·         Pense antes de pedir a demissão. Coloque na balança os prós e contras e observe se a decisão é a correta.

·         A emoção deve ser contida no momento de se demitir. Não desabafe com o seu chefe para não deixar o clima ruim. Comunique o desligamento e seja transparente.

·         Fale primeiramente com o seu chefe. Não diga nada antes para colegas, pois não queremos que isso caia em ouvidos de terceiros antes da pessoa correta.

·         Pode acontecer que a empresa queira você devido as suas habilidades. Pode aparecer uma contraproposta. Ouça bem o que o chefe tem a dizer, mesmo se a sua decisão já foi tomada.

·         Tenha bem claro na mente o motivo da demissão e os planos que tem depois disso acontecer. O mercado não é algo fácil de lidar.

·         Se você não terminou um trabalho importante, finalize o mesmo antes de pedir a demissão. Nada de deixar coisas pendentes.

·         Outra boa dica é sair deixando as portas abertas para uma volta no futuro. 


O profissional deve saber lidar com o medo da demissão e gerenciar os seus sentimentos.

Você tem medo de demissão? Perde horas do dia preocupando ou ficando imaginando cenários na sua mente? É inevitável o medo da demissão, mas o que faz a diferença é como o profissional lida com isso e gerencia os seus sentimentos. Que tal conferir algumas dicas para se destacar neste período de incertezas?

O medo é gerado pela insegurança, que é comum no ambiente de trabalho. Todos nós temos nossas incertezas e tensões. Além disso, este sentimento reflete a preocupação em manter a carreira e preservar a vida financeira. Desta forma, como lidar com este sentimento? A pessoa pode optar ficar na defensiva e consumindo-se ainda mais pelo medo, ou encarar de frente e procurar se desenvolver ainda mais na carreira. Qual opção você escolhe?

O profissional deve afastar a visão pessimista que tem de si mesmo e aprender a encarar a realidade, para garantir o sucesso profissional, independente do futuro. Uma pessoa que tem a postura de vítima tende a ver o lado negativo de tudo o que acontece e não consegue enxergar ou ter uma postura positiva, para mudar a situação.

Além disso, a pessoa deve focar na atividade que está realizando e procurar dar o melhor de si. Por isso, é fundamental solicitar feedback dos gestores, para conhecer os pontos positivos e negativos de cada situação. Por exemplo, bons profissionais são sempre recrutados para desempenhar projetos e as empresas precisam de bons colaboradores, para ajudar a enfrentar a crise e garantir bons resultados.

Você sente que está no caminho certo? Tem vontade de trabalhar com números, mas está em uma área diferente? O autoconhecimento é fundamental para conhecer as áreas que têm afinidade e desenvolver segurança, o que tende afastar o medo da demissão. Então, procure descobrir o que te move e o que faz os seus olhos brilharem. Encare os desafios com determinação e assuma a responsabilidade do que deseja para si. 

Por Babi


O trabalhador demitido no período de experiência tem direitos e deveres a serem respeitados.

A demissão é algo que pode acontecer em qualquer momento da vida do trabalhador, incluindo no período obrigatório de experiência de três meses. Você sabe o que fazer caso isso aconteça? Confira algumas dicas:

Caso o trabalhador seja demitido sem justa causa durante o período de 90 dias de experiência, tem todos os direitos que qualquer trabalhador da empresa possui. Isso inclui o proporcional do 13º, férias e 1/3 desta, salário referente aos dias trabalhados e 40% de seu FGTS.

O que algumas empresas não cumprem e alguns trabalhadores desconhecem é que além desses valores, o trabalhador em experiência tem também direito a uma indenização. O valor desta corresponde à metade do que teria que receber, caso seu contrato temporário de trabalho fosse cumprido.

É preciso também estar atento ao assinar o contrato de trabalho, pois se existir uma cláusula, afirmando que ambas as partes podem encerrar a qualquer momento o contrato de trabalho a empresa deve também pagar ao trabalhador o aviso prévio, que corresponde a 30 dias de trabalho.

Pedi demissão, e agora?

Caso você se demita durante o período de experiência em uma empresa, receberá os proporcionais ao 13º e as férias, mais 1/3 desta, mas nesse caso não receberá os 40% de seu FGTS, nem a indenização pela quebra do contrato.

É preciso estar atento ao contrato de trabalho, que em alguns casos estipula que o funcionário indenize a empresa, caso peça demissão antes do período de experiência acabar. A prática, no entanto, não é muito comum.

A lei está do seu lado:

O que muitos imaginam é que o trabalhador, por estar em período de experiência não tem direitos trabalhistas assegurados. E o que acontece é justamente o contrário: durante o período de experiência todos os direitos são assegurados, e ainda há a indenização, caso o patrão quebre o contrato mínimo de três meses. Isso assegura ao trabalhador seus direitos e evita a alta rotatividade nas empresas.

É importante lembrar que somente no caso de demissão por justa causa, o trabalhador perderá seus direitos trabalhistas. Portanto, esteja atento à lei e exija todos os seus direitos caso venha a ser demitido durante o período de experiência numa empresa.

Por Patrícia Generoso


Novo programa do Governo visa à criação de crédito cedido por bancos públicos com taxas de juros competitivas para as empresas que se comprometerem em não demitir funcionários.

O Governo Federal está preparando um programa novo que visa ajudar os grandes setores de indústria do Brasil. Uma das primeiras medidas foi anunciada na terça-feira, dia 18, que consiste na criação de crédito cedido por bancos públicos com taxas de juros competitivas para as empresas que se comprometerem em não demitir novos funcionários.

Usar bancos públicos como financiamento ao setor produtivo não é uma tática nova, pois isso fez parte da política entre 2008 e 2014 como incentivo ao crescimento econômico do País. A iniciativa tinha sido abandonada e foi bastante criticada pelo Banco Central, pelo Ministério da Fazenda e pela atual equipe econômica.

A previsão é que a Caixa Econômica Federal libere R$ 5 bilhões para financiar o setor automotivo, esse montante é composto por recursos dos trabalhadores, FGTS e FAT, e dinheiro próprio. Na quarta-feira, dia 29, o Banco do Brasil também deve anunciar as novas linhas de crédito para esse setor.

O governo está negociando com os setores de construção civil, máquinas e equipamentos, papel e celulose, químico, fármacos, telecomunicações, eletroeletrônico, energia elétrica, alimentos e petróleo e gás.

De acordo com Miriam Belchior, presidente da Caixa, essa política foi discutida por muito tempo e tem como principal objetivo ajudar as empresas nesse momento de crise que a economia brasileira enfrenta. Segundo ela, o assunto foi debatido com o Ministério da Fazenda, por isso é um consenso do atual governo.

Para o setor automotivo estarão disponíveis quatro linhas de crédito. A previsão é que a economia comece a se recuperar em seis meses, pois isso em três das quatro linhas de crédito o empresário só começará a pagar o empréstimo após esse período.

A condição para ter acesso às taxas mínimas é o comprometimento em não demitir funcionários até que o empréstimo seja quitado. O governo fará o controle disso através da folha de pagamento. Caso a empresa demita dentro do prazo, a taxa de juros deve subir.

Por Jéssica Posenato


Com a crise que está afetando o mercado de trabalho, os trabalhadores demitidos precisam esperar até 3 meses para receber seus direitos.

A crise, que é vivenciada pela conjuntura econômica do País, atinge a sociedade de diversas maneiras. Um dos principais efeitos gerados, por exemplo, é a demissão, que cresceu nestes últimos períodos no Brasil. Em São Paulo, trabalhadores aguardaram até três meses para fazer a homologação da rescisão do contrato de trabalho. Desta forma, após este lapso temporal, eles puderam receber seus direitos e os documentos para obter o seguro desemprego, assim como, o FGTS.

Em comparação com o período de pré-crise, o lapso temporal é menor, sendo o tempo médio de espera aguardado pelo trabalhador de 15 a 20 dias, de acordo com o sindicato. Em julho de 2015, a procura para dar baixa na carteira teve um crescimento de 700% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A taxa de desemprego em São Paulo ficou com 7,2% em junho de 2015, comparando com o ano passado, que na época a taxa teve o valor de 5,1%.

Mas, sabia que apesar da crise existem profissões que estão em alta no mercado?

Dentre algumas podemos citar: Técnico em Mecânica, Técnico em Manutenção, Técnico em Automação Industrial, Engenheiro Mecânico, Profissional de Vendas, Consultor de Vendas, Profissional de Finanças, Profissional de Marketing de Estratégia, Técnico em Informática, Analista de Sistema, Gestor de TI, Executivo de Finanças, Gerente de Desenvolvimento, Farmacêuticos, Profissionais de Logística, Profissional de Telecomunicação, Profissional de Marketing, Profissional de Recursos Humanos, Profissional de Controladoria e Profissional de Contabilidade.

Como o mercado de trabalho é competitivo, o profissional deve buscar se especializar. Por isso, independente da crise econômica, busque aprimorar o seu conhecimento dentro da sua área de formação, para conseguir novos cargos dentro da empresa, outros desafios, ou até novas experiências como um trabalho internacional, por exemplo. Um bom profissional investe em conhecimento e em seu aprimoramento. Que tal se matricular em um curso de idioma novo?

Qual a sua opinião sobre a crise que o País esta atravessando? Que tal expor as suas ideias?  

Por Babi


No 1º semestre de 2015 foram extintos 345 mil postos de trabalho, e a expectativa é que 1 milhão de pessoas fiquem sem emprego até o final do ano.

Uma notícia preocupante para aqueles que estão trabalhando e também até para quem está desempregado é que em todo o território brasileiro vai sofrer neste ano de 2015 a perda de 1 milhão de postos de trabalho.

Isso mesmo que acabou de ler, e esses dados foram levantados pelo Cofecon (Conselho Federal de Economia) com base inicialmente nas informações do primeiro semestre deste ano, onde tivemos a extinção de 345 mil postos formais de trabalho e a expectativa é que 1 milhão de brasileiros fiquem sem emprego com carteira assinada até o final do ano.

O problema não vem diretamente ligado ao ano de 2015, pelo contrário, isso já começou no ano de 2013, pois durante o mês de abril desse ano foi iniciado um ciclo de elevação dos juros básicos e ao mesmo tempo ocorreu a redução dos empregos. Esses dados foram levantados diretamente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado através do Ministério do Trabalho e com base direta na taxa Selic, ou seja, nessa época esse valor estava em 7,25% ao ano e agora essa taxa está constantemente sofrendo aumento.

Isso começou no segundo semestre de 2014 quando foram notados os maiores juros, pois nesse período o Comitê de Política Monetária do Banco Central, ou simplesmente conhecido como Copom, manteve a taxa em um valor básico e somente realizou o aumento da Selic quando terminaram as eleições para a escolha do presidente da república.

Depois das eleições foram realizados 7 aumentos, a taxa Selic já chegou no valor de 14,25%  e com isso sufocou a economia, mostrando que esses ajustes estão refletindo em um curto prazo diretamente na política econômica do país e fazendo com que a vida da população sofra um alto impacto.

Quais seriam as formas de combater esse problema?

Uma forma segundo a Cofecon para melhor a situação do país e não ocorrerem as extinções de outros postos de trabalho é justamente realizar os seguintes pontos:

  • Reduzir a taxa Selic;
  • Investir em infraestrutura, principalmente em Programas de Concessões;
  • Realizar a simplificação tributária;
  • Reduzir a burocracia;
  • Fornecer melhores condições para o crédito a setores que realizam uma maior geração de emprego;
  • Incentivar a ciência, a tecnologia e a inovação;
  • Aumentar a competição entre os bancos, ao mesmo tempo em que visa reduzir o spread bancário.

Por Fernanda de Godoi


Após a demissão sem justa causa, o funcionário pode continuar com o plano de saúde, arcando com as despesas deste.

Uma demissão é sempre um choque e um momento muito difícil para o trabalhador, principalmente por que alguns benefícios são cortados, fazendo com que a qualidade de vida do empregado caia. Mas poucos sabem que há a possibilidade de continuar com o plano de saúde oferecido pela empresa mesmo após a demissão.

A lei conhecida como Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/98), regulamentada pela ANS (Agência Nacional de Saúde suplementar), prevê no seu artigo 30 que todos os funcionários demitidos sem justa causa podem continuar com o plano de saúde empresarial por até um terço do tempo em que trabalhou na empresa, com prazo mínimo de seis meses após a demissão e máximo de dois anos. O prazo mínimo é válido mesmo que o trabalhador tenha ficado somente um mês na empresa.

Mas um detalhe é importante para que o funcionário continue com o direito do uso do plano de saúde: o empregado tem que ter contribuído para o pagamento das mensalidades do plano. Se a empresa pagou 100% do plano, o direito não é concedido ao trabalhador.

Após o desligamento, o empregado continua com o direito de usar  o plano, pelo período previsto em lei, mas terá que arcar com as mensalidades sozinho, sendo extinta da empresa qualquer responsabilidade de pagamento das parcelas do plano.

Assim que o trabalhador conseguir um novo emprego, o benefício é cortado e o vínculo com o plano de saúde extinto.

Para que seus direitos sejam assegurados, é preciso conhecê-los bem. Algumas empresas não passam essa informação ao trabalhador e outras até mesmo não conhecem essa lei, o que faz com que muitos trabalhadores acabem perdendo a cobertura médica, em um período que mais precisariam.

Se o desempregado tiver problemas para garantir seus direitos, a ANS aconselha ao trabalhador procurar o departamento de recursos humanos da empresa de seu plano de saúde, e caso o erro persista, entrar em contato com a ANS pelo telefone 0800 7019656, ou pela internet, no site da Agência, que possui uma central de atendimento ao consumidor.

Em últimas instâncias a justiça pode ser acionada para garantir o direito do trabalhador.

Por Patrícia Generoso


A lei assegura que o empregador não pode demitir um funcionário que está de férias, mas pode demiti-lo quando este retornar ao seu trabalho.

Uns podem até achar que insegurança ao entrar de férias é um sentimento para trabalhadores que estão “na corda bamba” da demissão. Acontece que, em tempos de crise nacional, esta apreensão vem tomando conta de muito mais pessoas. Mas afinal, pode um empregador demitir um funcionário enquanto ele estiver de férias?

A resposta mais clara para todos é NÃO. O gozo de férias é um direito assegurando em lei, que até aqui não sofreu alterações nesse sentido (felizmente!). As empresas não podem incomodar os trabalhadores em recesso de férias, no entanto, nada as impede de fazer demissões quando esses funcionários retornarem ao posto. Há empregadores que, por conta de problemas internos, geralmente associados à má conduta de um empregado, decidem que o melhor a fazer e não fazer aquele problema durar muito tempo na empresa. Assim, alcançando o primeiro ano de carteira assinada, decidem dar as férias e no retorno para o trabalho, ocorre a demissão.

Já houve casos maiores no Brasil, tais com o da Volkswagen que, após conceder férias a 800 funcionários, enviou um telegrama para cada um informando que não deveriam mais retornar aos seus postos, e sim, comparecer a outro local, para “fechar as contas”. Ou seja, não há ilegalidade em demissões que ocorram após o período de licença remunerada de 30 dias. Mas essa atitude da gigante alemã dos automóveis, da forma como foi executada, acabou gerando outros impasses entre dirigentes, sindicalistas e advogados trabalhistas.

Além da questão das férias, o trabalhador deve saber que há outros casos em que a demissão é proibida, são eles: a gravidez de uma funcionária e os acidentes. No primeiro caso, a lei resguarda o direito das gestantes de não serem demitidas até cinco meses após realizado o parto. Para os acidentados (independente de ter sofrido o acidente dentro ou fora da empresa), a legislação garante, por sua vez, um ano de estabilidade empregatícia, assim que o trabalhador retorne ao seu posto de trabalho.

Para encerrar, devemos também lembrar que uma outra categoria de trabalhador tem direito a estabilidade empregatícia: são os chamados “cipistas”, isto é, os integrantes das CIPAS (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes) e os funcionários que exercem mandato em instituição sindical. Mas é bom lembrar que, mesmo nesses casos, a estabilidade é temporária. 

Por Alberto Vicente


Diversos fatores podem levar a uma demissão por justa causa e prejudicar a carteira de trabalho do profissional.

Ser demitido é um acontecimento natural na vida de qualquer trabalhador, mas a demissão por justa causa é uma anotação na carteira, que pode “sujar” completamente a carteira de trabalho do trabalhador. A justa causa é uma anotação que indica que o trabalhador teve um comportamento inadequado ou rompeu com alguma regra de conduta essencial na empresa.

Você sabe quais os principais fatores que podem levar a uma demissão por justa causa? Confira abaixo:

1 – Indisciplina:

Insubordinação às normas da empresa ou atos constantes de indisciplina. É preciso estar bem atento às regras comportamentais de cada empresa.

2 – Desleixo:

Atrasos constantes, faltas não justificadas constantes e produtividade baixa. Esses fatores demonstram que o funcionário não tem comprometimento com o trabalho e se recorrentes podem levar à demissão por justa causa.

3 – Abandono de trabalho:

É caracterizado pela falta do funcionário por 30 dias seguidos ou pela sua ausência ao final de algum benefício previdenciário.

4 – Prisão:

Se o funcionário for condenado à prisão, em regime fechado, e com pena que não cabe mais recurso, seu empregador poderá lhe demitir por justa causa.

5 – Embriaguez:

O funcionário que apresenta embriaguez comprovada durante o expediente de trabalho também está sujeito à demissão por justa causa, amparada por lei.

6 – Falta de discrição:

Se o funcionário divulga informações confidenciais sobre a empresa, que tragam prejuízo ou qualquer outro tipo de dano, a empresa pode também lhe demitir por justa causa. Por outro lado, segredos pessoais dos gestores não configuram motivo por justa causa.

7 – Agressão:

A agressão a qualquer colega ou superior dentro ou fora do ambiente de trabalho é considerada falta grave e é amparada por lei a demissão por justa causa nesses casos. Não é preciso que haja ferimento ou lesão corporal. Se um colega esmurrar o outro e houver testemunhas a justa causa se aplica.

8 – Jogos de azar:

Poucas pessoas sabem, mas jogar baralho ou os considerados “jogos de azar” pode ser considerada falta grave e levar à dispensa do empregado, por justa causa, desde que a produtividade do trabalho seja atingida.

Pequenos detalhes podem fazer a diferença entre uma demissão comum e uma por justa causa. É preciso estar atento e conhecer seus direitos. Caso você esteja sob o risco dessa anotação na carteira de trabalho, o aconselhável é que a lei seja consultada para esclarecer alguma possível dúvida.

Para que o risco da justa causa passe bem longe de sua carteira de trabalho, basta tomar os cuidados necessários e efetuar sua função com responsabilidade.

Por Patrícia Generoso


O profissional precisa cuidar da carreira e o primeiro passo é atualizar o currículo. Passar por uma demissão nunca é fácil, mas o profissional precisa ser otimista e manter o foco.

Não é fácil para nenhum profissional lidar com a demissão, principalmente se ela for inesperada, mas de toda forma, uma demissão nunca é bem-vinda e o profissional precisa estar preparado para seguir adiante e se não estiver preparado é melhor que o faço logo, pois não há tempo a perder.

A demissão afeta tanto o lado financeiro quanto o emocional, e a pior coisa que o funcionário faz nesta hora é ficar lamentando. É hora de ver que chegou ao fim a sua prestação de serviço naquela empresa, pode até ser que futuramente eles lhe chamem para uma nova entrevista, mas agora é hora de procurar um outro caminho para seguir.

E agora que foi demitido é hora de cuidar da sua carreira e o primeiro passo é atualizar o seu currículo, modificá-lo informando sobre a recente demissão e partir para uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Pode acontecer de você demorar bem mais do que gostaria para conquistar um novo emprego e enquanto espera, não poderá ficar parado, é importante investir em um trabalho freelance ou temporário, até porque você precisa de uma renda. E é importante incluir estes trabalhos em seu currículo, isso demonstra que você está sempre buscando alternativas.

Fazer cursos dentro de sua área de atuação é importante e mais ainda agora que foi demitido. A vantagem é que você vai ter mais tempo e pode investir em cursos online que são mais baratos e alguns até são gratuitos. O importante é continuar mantendo-se atualizado.

Importante também é você buscar boas referências, pois quando estiver em uma entrevista de emprego isso contará bastante. Tenha cuidado então quando for demitido, para continuar mantendo o bom relacionamento com a empresa onde trabalhava, pois ela poderá lhe ajudar, dando boas indicações suas para o seu novo empregador.

Por mais que você gostasse do antigo emprego, lembre-se que quanto antes você esquecê-lo, melhor, pois você precisará manter o foco agora em uma nova oportunidade!

Mantenha contato com seus ex-colegas de trabalho, pois eles poderão lhe ajudar a encontrar um novo emprego e procure manter-se animado, de bom humor e muito otimista, para que você cause boa impressão quando for a uma entrevista de emprego.

Por Russel


Demissão inesperada é um pesadelo, mas manter a calma e usar a criatividade são pontos que podem auxiliar a superar este momento.

Em tempos de crise, todos os trabalhadores estão na berlinda, e demissões inesperadas acontecem, mesmo quando o trabalhador é um ótimo funcionário e tenta cumprir todas as suas obrigações com perfeição, pois em uma crise econômica, existe o tal corte de gastos e a redução de custos, mas você já parou para pensar o que fazer caso você seja demitido sem esperar?

Na maioria dos casos, a demissão inesperada é um pesadelo, principalmente, quando não há nenhum planejamento familiar ou aquela reserva de dinheiro tão necessária em tempos de crise, mas se você infelizmente sofreu uma demissão inesperada, leia as dicas abaixo que te ajudarão a superar esse momento difícil.

– Primeiramente não se desespere:

Não entre em desespero, pois você não é o primeiro e nem o último a passar por uma situação dessas. Não pense nas dificuldades, tente demonstrar força para a sua família e acredite em si mesmo, em suas qualificações e em sua capacidade.

– Faça um novo orçamento doméstico:

Refaça seu orçamento doméstico, corte desperdícios e gastos supérfluos e reveja suas dívidas. Não fique pensando em quitar a maioria de suas dívidas, pois você pode estar gastando uma boa parte de seu acerto de contas recebido pela empresa que o demitiu. Tenha mais precaução, pois esse dinheiro será o seu pilar de sustentação até você conseguir a sua nova recolocação no mercado de trabalho.

– Faça cursos de capacitação:

É de fundamental importância aproveitar o tempo que você está parado para se aperfeiçoar profissionalmente e melhorar o seu currículo. Muitas instituições oferecem cursos gratuitos para profissionais que estão fora do mercado de trabalho, oferecendo também auxílio transporte e alimentação, sendo que o único gasto que você terá, será o gasto de tempo e de disposição.

– Use a criatividade:

Nos momentos difíceis a criatividade fica aguçada, então aproveite para pesquisar e para pensar em uma forma alternativa de ganhar dinheiro, não tenha vergonha de tentar uma nova forma de ganhar dinheiro, muitas pessoas conseguem ser bem sucedidas em momentos iguais ao que você está passando, então tente inovar, faça uma pesquisa de mercado e arrisque.

Enfim, pense positivo e acredite, tenha fé que em breve tudo irá passar e você estará empregado novamente.

Por Rodrigo da Silva Monteiro


Baixa remuneração, problemas de relacionamento com os colegas de trabalho ou superiores e distância da família são alguns dos motivos que fazem com que as pessoas peçam demissão.

Pedir demissão talvez seja o momento mais difícil em toda a carreira profissional, mas há motivos que levam o profissional a ter que fazer esta escolha, algumas vezes até mesmo contra sua vontade. Baixa remuneração, problemas de relacionamento com os colegas de trabalho ou superiores, distância da família, são alguns dos muitos motivos que podem fazer com que um trabalhador venha a pedir demissão de seu emprego.

Entre os principais motivos para que um profissional peça demissão está o fato da empresa se mudar para um lugar que seja muito mais distante. Isso é muito comum entre empresas que buscam um local onde terão menos gastos, seja com aluguel, IPTU, etc. Outras empresas se mudam para um outro local em busca de novos mercados, ou porque encontraram um ponto em local estratégico, ou a empresa pode se mudar para um imóvel recém construído pertencente à empresa, que terá melhores e maiores instalações e não será preciso mais pagar aluguel. Para a empresa, a mudança de um local para outro quase sempre significa melhoria financeira, nas vendas ou na distribuição das mercadorias, mas o mesmo não acontece para os profissionais, sendo que alguns podem ser beneficiados, passando a trabalhar mais perto de casa enquanto que outros passarão a trabalhar muito longe da família, ficarão muito mais tempo no trânsito e pode ser que o pedido de demissão acabe sendo inevitável.

Outro motivo muito comum, que leva um profissional a pedir demissão são as discussões com colegas de trabalho ou superiores. Muitas vezes nem chega a ter discussões, mas o clima fica pesado e isso interfere no emocional do profissional, sua produtividade cai, o trabalho se torna muito mais cansativo, ele perde aquele desejo de continuar crescendo dentro da empresa e acaba não encontrando outra solução que não seja pedir demissão.

Antes, porém, devem ser feitas algumas tentativas, por exemplo, levar o problema ao superior ou encarregado da área e pedir uma troca se setor, ou até mesmo procurar o colega de trabalho e procurar ter uma conversa, onde mesmo que eles não se tornem amigos, mas que ao menos mantenham um clima favorável ao trabalho e não deixem as diferenças interferirem na vida profissional de ambos.

Mas o profissional também pode vir a pedir demissão por estar insatisfeito com a remuneração e quando não consegue um aumento de salário ou uma promoção, acaba buscando uma nova oportunidade no mercado de trabalho e a demissão se faz necessária para ele buscar uma renda que o atenda.
Este caso também merece atenção e cautela, para que o profissional não corra o risco de perder o antigo emprego sem antes já estar seguro de que irá ter um novo.

Por Russel


Bons profissionais sempre têm boas oportunidades de emprego e às vezes é preciso escolher entre se manter estável no atual emprego ou encarar novos desafios, seja por melhores salários ou realização profissional. Ás vezes, o atual emprego nem é o dos sonhos e esse é outro motivo que faz diversos profissionais buscarem novos cargos.

Mas ao deixar o antigo emprego, lembre-se: não é hora de desabafar e lavar a roupa suja, é preciso ter cuidado, para manter um bom networking. Até por que o melhor é levar consigo apenas coisas boas, as ruins encare como passado e aprendizado.

Além disso, muitas dúvidas cercam esse momento. E se não for a escolha certa? É preciso manter sempre as portas abertas para um possível retorno quando for o caso. E a última conversa, principalmente com o RH deve ser cercada de alguns cuidados. O profissional deve falar tudo o que pensa na entrevista de demissão?

Algumas dicas são preciosas para manter uma boa postura profissional tais como o que dizer, como se portar, e principalmente o que não dizer.

Selecionamos algumas dicas do que se deve fazer nesse momento de despedida.

O que devemos dizer:

– Agradeça a oportunidade, reconheça o quão importante aquela empresa foi para seu crescimento profissional. Lembre-se que mesmo que aquele não tenha sido seu emprego dos sonhos ele estará sempre no seu currículo, e de qualquer forma, você querendo ou não contribuiu sim para sua formação.

– Um e-mail é de bom tom, mas apenas para seu setor, ou para aqueles mais próximos. Porém se atente para ser objetivo, coloque-se à disposição para esclarecer qualquer dúvida futura, demonstrar boa vontade e parceria deixa boas impressões.

– Dependendo do tamanho da empresa, despeça de um por um. Uma relação mais estreita pode valer outras oportunidades ou indicações, lembre se um bom networking é fundamental para seu crescimento em qualquer setor.

– Na dúvida não fique calado. Abster-se de comentários também pode parecer arrogância, basta falar pouco e pensar antes nas palavras. Seja objetivo.

Por Vivian Schetini


Quando se fala em demissão as pessoas ficam logo muito assustadas e inseguras, pois é algo que nos tira do foco e nos coloca em posição de defesa e sentimento de desamparo.

Foi-se o tempo em que pessoas demitidas eram mal vistas e sofriam preconceitos, pois antigamente a demissão era vista como uma punição muito severa, e por consequência disso, algumas pessoas tinham dificuldade de encontrar outro emprego. Sabemos que as pessoas, cada vez mais, têm a necessidade de procurar algo melhor para a sobrevivência, de acordo com suas habilidades e qualificações atribuídas. De fato, isso é visto como um mérito na sociedade. Infelizmente o preconceito ainda existe, porém, hoje em dia as pessoas se sentem mais à vontade para falar sobre esse assunto abertamente.

As pessoas já não ficam mais ressentidas quando passam por um processo de demissão em uma empresa. Veja o que você pode fazer para lidar com uma demissão:

– Não questione seu superior quando você for demitido. Isso mostrará imaturidade da sua parte.

– Respire fundo e aceite a demissão como um grande passo para uma mudança na sua vida. Só depende de você.

– Tenha uma atitude positiva diante dos fatos que o levaram até essa situação. Saiba que tudo na vida tem seu lado tanto bom quanto ruim, depende com que olhos você vê. Saiba também que para você evoluir é preciso muita coragem para compreender as pessoas e a vida.

– Invista mais nas suas habilidades como algo de superação. Para isso, faça cursos, assista palestras e cuide de você.

Enfim, ser demitido de uma empresa não é mais visto como um bicho de sete cabeças, afinal, a rotatividade de cargos é muito grande no mercado e as empresas buscam dar oportunidade para outras pessoas também, por isso que existem os "cortes". A solução é arregaçar as mangas e ir à luta.

Por Daniela Almeida da Silva


Muitos são os motivos que podem levar a um empregado fazer o pedido de demissão de uma determinada empresa, seja por insatisfação das tarefas que são executadas no dia a dia, salário abaixo do que é pago no mercado, por receber uma proposta melhor, entre coisas do mesmo gênero.

Porém, quando uma pessoa vai fazer o pedido de demissão, é preciso que se faça uma carta que hoje faz parte dos padrões dos departamentos de Recursos Humanos de todo o país.

O principal objetivo da realização dessa carta é formalizar o motivo do desligamento do profissional, e por esse motivo é preciso ter muita atenção aos dados que coloca nesse documento que deve ser datado e assinado.

É muito comum que antes do profissional fazer a entrega da sua carta de pedido de demissão ele avise com antecedência aos empregadores que não tem mais a intenção de continuar o seu trabalho na unidade, informando também se vai ou não cumprir o período de aviso prévio de 30 dias.

No caso de não cumprimento do aviso prévio o profissional terá a cobrança de descontos maiores, sendo isso previsto pela lei CLT.

E para escrever uma carta de pedido de demissão é preciso escrever seu nome, dados de documento como RG e CPF. Logo depois escreva os motivos pelo qual está solicitando o desligamento da empresa, e nesse momento é preciso ser claro e direto.

No final escreva se vai cumprir ou dispensar o período de aviso prévio. Por fim coloque a data e realize a sua assinatura. O responsável por receber a carta de demissão também deve assinar o documento.

E ainda vale destacar que quanto mais motivos colocar na sua carta de demissão melhor será, mas evite falar mal da empresa que está saindo, por isso pode fazer com que a porta não se abra mais em casos de procura de novas oportunidades no futuro. 

Por Josiane Fernandes de Jesus


Todos nós somos livres para procurar o que é bom para a nossa sobrevivência no mundo. Mas algumas pessoas sentem-se amarradas, presas a conceitos e crenças que elas mesmas criam, recusando-se a promover mudanças na vida com medo de não saber resolver seus conflitos. 

A área financeira é o principal fator de instabilidade de muitas pessoas, e talvez seja por esse motivo que muitas delas não estão sempre preparadas para mudanças, como, por exemplo, procurar uma nova oportunidade de trabalho.

Procurar um novo emprego pode não ser um bicho de sete cabeças se você sabe o que quer. Se o único impedimento do momento for seu emprego atual, siga algumas dicas para saber o momento certo de pedir demissão:  

– Você está insatisfeito: 

Não tente procurar um motivo. Se você já não acorda feliz, vive de mau humor e não faz suas tarefas com amor, então você não está satisfeito com o seu trabalho. Talvez nem seja por causa do salário ou do excesso de responsabilidade, é que chega um momento em que precisamos respirar novos ares e sentimos a necessidade de buscar novos horizontes. Para isso, comece a procurar novas oportunidades mesmo ainda estando no seu emprego atual.  

– Converse com o seu superior:

Antes de tomar qualquer decisão, tente contornar a situação, talvez isso possa te surpreender. Converse com o seu chefe a respeito de um aumento de salário, mudança de setor, de horário ou diminuição das tarefas, e se caso não tiver retorno, comece a estudar a hipótese de pedir demissão.  

– Vá devagar:

Se aparecer outra oportunidade, veja se vale a pena primeiro e avalie quais serão suas chances de ter os mesmos benefícios ou mais vantagens nesse novo emprego. Se tudo der certo, respire fundo, escolha um dia e negocie com seu chefe uma saída que não prejudique ambas as partes. Não se esqueça de conversar na nova empresa que ainda precisa resolver todas as questões de demissão antes de começar a trabalhar. 

Por Daniela Almeida da Silva


Mesmo com tantas informações que existem sobre o mercado de trabalho algumas pessoas ainda possuem algumas dúvidas básicas sobre algumas leis e regras que são estabelecidas no caso depedido de demissão de um funcionário.

Se você também está pensando em sair do seu emprego atual porque encontrou uma oportunidade melhor, ou porque possui outros projetos pessoais, mas precisa de mais informações sobre o assunto, principalmente no que se refere ao cumprimento do aviso prévio, saiba que aqui vamos falar um pouco mais sobre o assunto para esclarecer todas essas dúvidas.

A primeira coisa que você deve saber é que o profissional não possui nenhum tipo de obrigação de cumprir o aviso prévio no caso de pedido de demissão de uma empresa, e essa informação foi repassada pelo advogado Wagner Luiz Verquietini a uma entrevista que deu ao provedor UOL.

Mas, ainda vale ressaltar que o empregador nesse caso poderá receber alguns valores que são de indenização pela falta de cumprimento desse período de 30 dias de aviso.

Os valores que são cobrados nesse caso são de suas verbas rescisórias e todos os dados vão constar no Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho.

Ainda vale lembrar que o cumprimento do aviso prévio é ideal para que o empregador tenha um período para se adaptar e até mesmo realizar a contratação de um novo funcionário, por isso, se houver essa possibilidade, com certeza esse será o melhor caminho para ambas as partes.

Os principais benefícios em aceitar o aviso prévio é que o empregado terá um menor desconto nos direitos de suas verbas rescisórias, e a empresa ainda poder fazer a seleção de um novo profissional durante esse período.

Já quando acontece a demissão a empresa pode optar por pagar a multa do aviso prévio, ou pedir que o empregado atue por mais 30 dias antes de sair da empresa.

Por Josiane Fernandes de Jesus


De uma forma geral quando uma empresa decide contratar alguém é devido ao que a pessoa pode agregar a mesma devido a suas competências técnicas. Entretanto, do outro lado da moeda estão as competências comportamentais que, de fato, só são possíveis de serem conhecidas após um bom (ou não) período de convivência com o profissional.

As tais competências comportamentais representam um dos grandes motivos de causas de demissão do profissional. Abaixo listamos algumas dicas para você saber o que não fazer para não ser demitido por causa de seu comportamento no ambiente de trabalho. Já se seu objetivo é ser demitido, basta fazer tudo ao contrário.

– Funcionário sem bom senso:

A falta do bom senso é uma pedra no caminho principalmente nas relações de trabalho. Se dar bem com os colegas e com chefe contribui muito para o andamento do serviço e um ambiente mais amigável. Já a falta dele vai provocar desarmonia e com certeza a primeira coisa que vai se instalar é o mal-estar entre os colegas de trabalho. Primeiro passo para o caos.

– Sem compromisso:

Muitas pessoas confundem compromisso com chegar primeiro e sair por último ou ainda fazer tudo o que lhe é pedido. Compromisso com o trabalho vai muito além disso. Compromisso é quando aquele profissional possui afinidade com a empresa, se envolve de maneira intensa em seu trabalho, com seus objetivos e com os objetivos da empresa. O profissional que tem compromisso é aquele que trabalha com o brilho no olhar e que sempre está atento para entregar seus trabalhos. Fica a dica: o sujeito que é comprometido com a empresa e que se destaca geralmente é o primeiro a ser lembrado quando surge uma oportunidade para a promoção.

– Profissional manipulador:

No mundo corporativo é o tipo de profissional que se dá bem com todos, ou seja, aquele cara boa praça que se não tem problemas e até aparenta ser comprometido com a empresa. Mas muitas vezes o profissional manipulador tem um único objetivo: o seu. Então não vai medir esforços e nem olhar quem está na frente quando a oportunidade surgir. Para alcançar o que quer não pensa duas vezes em manipular as pessoas que o cercam. É bom tomar cuidado com alguns comentários dentro da empresa.

– Profissional insatisfeito:

Dentre todos os tipos de profissionais que existem esse é o mais fácil de ser reconhecido. Geralmente ele é aquele que reclama de tudo e de todos, só mostra as falhas da empresa, dos colegas e até do chefe. Mas apresentar alguma solução que é bom, nada. Esse tipo de profissional tem o hábito de ver o erro apenas no que os outros fazem e nunca em seu próprio trabalho.

De qualquer maneira o ser humano, tanto em suas relações pessoais quanto no trabalho, tem que se adaptar. Somos bons nisso. Agora se você não tem compromisso, é mal-humorado, já perdeu o bom senso há um bom tempo devido ao fato de perceber que a empresa na qual trabalha está se afundando o melhor a se fazer é sair logo. Peça sua demissão e procure fazer ou trabalhar em algo onde suas capacidades serão aproveitas. Do contrário seu nome como profissional poderá até sair manchado.

Por Denisson Soares


Se você precisa se despedir da equipe de trabalho, seja qual for o motivo, mas está com dificuldades para enviar o e-mail, confira algumas dicas para não fazer desse momento algo constrangedor. Saiba que a sua mensagem deve ser objetiva e breve. Evite críticas, ironia, lamentos, poemas e citações de trechos de música.

Você deve ter em mente que a mensagem visa comunicar sua saída, agradecer pela participação e deixar seus contatos. Caso esteja muito emotivo, é recomendável deixar para escrever o e-mail em outro momento.

Se você foi demitido, preste bastante atenção ao escolher as palavras. Não é porque você está deixando a companhia que tem o direito de falar mal dela. Isso é constrangedor. Além disso, fecha a porta para a continuidade do relacionamento. Evite expressões como: “se Deus quiser”, “foi uma surpresa”, “vou sentir saudades”, pois há grandes chances de isso se tornar embaraçoso.

Se você está saindo porque aceitou um novo trabalho, pode citar, mas não o nome do novo empregador. Envie o e-mail apenas para as pessoas com as quais se relacionava. Não precisa ser para todos da organização. Após redigir o e-mail, releia antes de enviá-lo. Se necessário, faça as devidas correções a fim de evitar algum mal entendido.

Por Melisse V.


Para aqueles que adoram vender produtos como cosméticos, bijouterias, acessórios e roupas em pleno ambiente de trabalho, visando um complemento de sua renda, cuidado: isso pode resultar em demissão por justa causa.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) regulamenta que tal prática, sem a permissão do empregador, pode resultar em advertência ou até mesmo a demissão do empregado, classificando esta  como uma atividade incompatível com o cargo. Para o consultor em desenvolvimento humano e de empresas, Nélio Bilate, a venda de produtos é prejudicial uma vez que não somente tira do funcionário sua atenção, mas também pode acabar gerando nele uma verdadeira crise de ansiedade, comprometendo sua produtividade e o resultado de seu trabalho.

Fonte: Zero Hora, Porto Alegre, 21 de março de 2010.


Em alguns casos, onde a equipe anda desmotivada e o sentimento de marasmo é geral, a demissão para criar um exemplo pode ser a única solução.

Alem de criar a motivação através do receio de um desligamento, mostra que todas as ações podem criar conseqüências nada boas.

A demissão deve ser o ultimo recurso e atitudes assim são apenas para contornar situações que estão insuportáveis e onde a conversa não resolve. Outro ponto a ser levado em conta, é que a demissão deve ser dita que não será nem a primeira nem a ultima e que todos que continuarem trabalhando mal serão punidos desta maneira.

Por José Alberi Fortes Junior


Quando o funcionário apresenta desmotivação e falta de interesse, muitas vezes a demissão é a melhor saída.

Nem sempre as empresas levam essa opção como alternativa, isso por que muitas vezes, não é a política da empresa.

Mas quando o colaborador está sem empolgação e não demonstra mais o dinamismo para executar suas tarefas a demissão deve ser SIM uma das alternativas.

Trabalhar em outra área, outra empresa, com outras pessoas, outro salário, é uma forma de crescimento profissional, podendo abrir várias portas e melhor deixando aberta as que já estão.

Sendo assim lembre-se demissão não é uma forma de fracasso.

Por José Alberi Fortes Junior


Abaixo listaremos algumas ocorrências que levam a  Demissão por justa causa e conseqüentemente a rescisão de contrato de trabalho. Se você é empregado, informe-se e conheça seus direitos e deveres no mercado de trabalho!

  • Ato de improbidade: furtar, roubar objetos, falsificar documentos ou atestados médicos
  • Má conduta: refere-se a mau posicionamento dentro do ambiente de trabalho, como assédio à demais funcionários ou utilização do veículo da empresa sem autorização.
  • Uso do horário de trabalho para desempenhar atividades alheias ao interesse da empresa, como por exemplo, vender produtos dentro do ambiente de trabalho sem o conhecimento do empregador.
  • Ter sido condenado criminalmente no passado, com pena judicial a cumprir, e ter ocultado tal fato da empresa
  • Demonstrar preguiça, negligência ou má vontade no desempenho de suas atividades
  • Estar alcoolizado dentro do ambiente de trabalho
  • Violação de segredos empresarias, como divulgação de resultados, patentes sem consentimento da empresa
  • Atos de indisciplina ou insubordinação: descumprir ordens se serviço recebidas de chefes e superiores
  • Abandono de emprego, ausentando-se do cargo por um prazo de 30 dias, sem justificativa.
  • Ato lesivo de honra, a menos que tenha sido praticado em legítima defesa
  • Ato lesivo de honra praticado contra superiores hierárquicos, exceto nos casos em que se caracterize legítima defesa
  • Jogar jogos de azar dentro do ambiente de trabalho.

Para saber mais sobre as atitudes que podem levar à demissão por justa causa, clique aqui.

Créditos: Cris Keller

O desligamento de um funcionário de uma empresa pode ocorrer de 3 formas diferentes: pedido de demissão, demissão por justa causa e demissão sem justa causa.

Dos 3, talvez o que mais impacta a futura vida profissional do empregado dispensado é a temida (e muitas vezes desconhecida) demissão por justa causa.

Muita gente não sabe, mas certos atos aparentemente inocentes podem ser motivo justo de desligamento da empresa: é preciso ficar atento que a demissão por justa causa sempre estará presente nos casos em que o empregado descumpre alguma obrigação contratual ou legal. Atos de indisciplina ou de insubordinação: quando o funcionário descumprir as ordens gerais de serviço de seus superiores é motivo de demissão por justa causa, prevista no artigo 482 da CLT- Consolidação das Leis do Trabalho.

Para saber mais, acesse:

http://www.sitro.com.br/informacoes/rescis%C3%A3ocontraturalart482483.htm.

Créditos: Cris Keller

Perder o chefe não é tão ruim quanto parece. Uma demissão de um chefe ou liderança carismático pode, em um primeiro momento, desanimar, porém todos devem estar cientes que na vida empresarial todos podem, sem exceção, ser demitidos.

Obviamente, toda demissão deve ser justificada de forma plausível, para que toda a equipe não sinta o baque e não se torne insegura, desmotivada e desvalorizada.

Chefias quando precisam demitir alguém devem estar previamente embasados de dados e de informações para que nenhuma demissão seja contestada e discutida.

A transparência permite que todos fiquem seguros de quais ações não devem ser tomadas e quais os objetivos a serem batidos.


As pessoas, todas elas, têm um limite para tudo em se tratado do trabalho o ambiente organizacional o relacionamento com colegas e superiores a regra também é aplicada, mas quando é o momento certo de sair da empresa?

È recomendado que a paciência com o trabalho seja usada ao máximo, mas quando a mesma é extrapolada é hora de se pensar se é mesmo este lugar que você quer continuar trabalhando. Especialistas em RH recomendam que quando sua relação com os colegas de trabalho e/ou com os superiores passam a interferir no desempenho no ambiente de trabalho é indicado que primeiro se tente resolver o problema. Se o problema persistir cogita-se então a procura por um emprego em outra organização.

O importante é fazer com que sua saída no final não seja prejudicial para ambos os lados, nem para você nem para a empresa, no entanto, procure sempre medidas justas, cabíveis e dentro das leis trabalhistas para o seu desligamento.


Uma análise do Itaú-Unibanco revela uma notícia menos pior: o desemprego vai aumentar, mas menos do que a previsão feita no auge da crise.

Quando a conjuntura é de crise, como a que estamos atravessando, há uma procura menor por emprego, o que reduz sensivelmente a PEA (População Economicamente Ativa). Do contrário, quando o cenário econômico se apresenta em crescimento, a população é mais estimulada a procurar emprego.

Segundo o economista André Bicalho, o fator mais relevante para explicar a queda na taxa de desemprego prevista pelo Itaú-Unibanco (que passou de 10,5% para 9,1% para o começo de 2010) é a boa proporção de trabalhadores com carteira assinada, que em junho deste ano atingiu 49% da PEA.

A formalização dificulta o processo de demissão, assegurando mais estabilidade.


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Você quer pedir demissão, mas tem dúvidas sobre os seus direitos? Pois bem, nesta matéria vamos esclarecer tudo o que poderá contar no momento em que se demite e aquilo que não terá direito. Além disso, oferecemos algumas boas dicas para você analisar antes de qualquer tomada de decisão.

O que eu tenho direito?

A pessoa que pede demissão poderá receber as suas versas rescisórias de maneira normal:

  • Salário;
  • Saldo do seu salário que falta;
  • Décimo terceiro salário, sendo que este deve ser proporcional aos meses em que trabalhou;
  • Férias que estejam vencidas, proporcionais e um terço do valor de suas férias, o qual tem cálculo frente as parcelas vencidas e as proporcionais.

O que eu não tenho direito?

  • O trabalhador que se demite não vai ter direito a receber a multa por dispensa sem uma justa causa. Ela é de 40% do FGTS;
  • Também não terá direito ao seguro-desemprego, pois foi decisão do funcionário do seu desligamento da empresa;
  • O pedido de demissão não possibilita que a pessoa faça o saque do FGTS que está acumulado até o momento em questão (mas não perde o dinheiro que está depositado ali, o mesmo ainda rendendo juros e correção monetária). O resgate poderá ser feito com três anos do fundo inativo. Outros casos para a retirada são de doenças graves, amortização de dívidas, compra de casa própria, família do trabalhador recebe em caso de falecimento do mesmo, entre outros detalhes.

Aviso Prévio

Uma obrigação do trabalhador frente à empresa, é que ele deve dar um aviso prévio com uma antecedência de 30 dias antes de sair do emprego. Caso ele opte por não trabalhar no período em questão, o valor vai ser descontado de seu salário.

Dicas para refletir antes de pedir demissão

Estamos em tempos de emprego escasso no mercado e pedir demissão não é muito simples. Porém, muitos o fazem quando tem uma proposta melhor de trabalho, ou não conseguem ficar mesmo no posto atual por diversos fatores. O que acontece que muitas pessoas não tem a noção do que falar para se demitir.

Pense muito antes de se demitir

Será que estou tomando a decisão certa? Quando a pessoa não passa por um bom momento em empresa, por exemplo, com relação ao colegas de trabalho ou chefe, essa questão pode mudar com o tempo. Nada de fazer algo por impulso, já que toda a relação tem um desgaste. Se isso realmente impedir o seu bom trabalho, seguir outro caminho é realmente uma boa opção, mas nunca sem antes pensar e refletir.

Cuidado com a emoção na hora de se demitir

Muitas vezes o processo de comunicar o seu desligamento é simples. Porém, nosso ânimo e emoção podem atrapalhar nesse momento. Ao invés da pessoa apenas comunicar a sua saída, acaba desabafando coisas que não fazem sentido e o clima fica ruim. Não lave a roupa suja nesse momento. Seja transparente, mas sem se alterar.

Quero me demitir. Falo primeiro com quem?

Com o seu chefe direto. Não avise seu colega de emprego, nem que esse tipo de assunto caia nos ouvidos de outras pessoas antes de falar com quem realmente deve. Evite conversar com o chefe em momentos inapropriados, como depois do almoço ou no cafezinho da tarde, onde a questão aí é relaxar um pouco. Sempre peça para ter uma conversa formal e comunicar a saída.

E se a empresa não quer me perder?

Aí vem uma contraproposta do seu chefe, provavelmente. Ouça antes de tudo, mesmo se a sua decisão não tiver volta. Essa contraproposta, muitas vezes, pode girar não apenas em termos financeiros, mas também, diretamente no que você está atuando na empresa. Isso pode trazer novos ares no atual emprego, caso a sua decisão mude. O fato da empresa mostrar a intenção que você permaneça, mostra que a parte empregadora é profissional.

Qual o motivo da sua demissão? Quais meus planos?

Jogue as cartas na mesa e aponte a verdade sobre o motivo da sua decisão de se demitir. Se vai para outro emprego, informe, pois o mercado não é tão grande assim e as pessoas vão saber o próximo trabalho em que atuará. Seja profissional também.

Termine o que estiver fazendo antes

O profissional qualificado deverá finalizar o trabalho atual, caso haja pendências, antes de sair. A pessoa não pode simplesmente largar uma missão nas mãos de outra pessoa. O período de transição é difícil muitas vezes para a empresa. Se possível, fique à disposição para auxiliar nesse momento. Se a empresa tiver já alguém para ficar em seu lugar, dê a essa pessoa todas as informações necessárias sobre o trabalho e projetos que estão em andamento.

O que fazer ou não fazer em sua nova empresa?

Bom, primeiro de tudo o profissional pode, se possível, negociar as condições de seu novo emprego. Questões salariais e o início de sua nova função sempre devem ser acordadas nesse momento. Verifique se é isso mesmo que você quer e que pode ser diferente do seu antigo emprego.

Uma coisa importante é não falar mal de seu antigo emprego para recrutadores no momento de entrevistas, por exemplo. Se a pessoa saiu, pois alguma coisa o incomodava no trabalho anterior, não critique ou fale mal abertamente. O fato é muito deselegante e pode tirar sua chance de um novo emprego.

Antes de sair da empresa você pode falar com o RH

O setor de recursos humanos de sua atual empresa pode ficar sabendo dos motivos de seu pedido de demissão. Caso tenha algum problema com seu chefe, e isso pode ocorrer com outros funcionários, avise o RH. Mostre suas insatisfações para poder melhorar isso no local de trabalho. Isso vai mostrar a sua preocupação com quem fica na empresa.

Porém, se você observar que o seu emprego atual ou o gestor do mesmo não está maduro o suficiente para receber esse feedback, essa intenção, mesmo sendo das melhores possíveis, pode acabar em uma discussão sem final.

Deixe as portas abertas para uma possível volta

Você pediu demissão, mas muitas vezes o profissional poderá deixar a porta aberta para que no futuro uma outra oportunidade de trabalhar novamente para essa empresa aconteça. Se possível, mantenha uma boa relação com os atuais colegas. Nunca é bom fechar um ciclo e deixar uma impressão ruim, de modo que não possa voltar a esse emprego.

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