Confira aqui a lista de cidades que mais contrataram e demitiram trabalhadores no ano de 2016.

Devido à crise financeira que assola o país, muitas pessoas perderam os seus empregos, isso foi causado devido à instabilidade econômica. Com as vendas em queda, muitas empresas fecharam as portas e a Indústria e o Comércio foram os setores que mais sentiram esse efeito.

Quando as lojas vendem pouco, tecnicamente elas deixam de comprar novos produtos e a indústria tem uma queda na fabricação, pois deixa de vender em grande quantidade, onde a demanda passa a ser cada vez menor, sendo assim, acaba precisando de menos profissionais, gerando o maior número de demissões.

As lojas também decidem enxugar o seu quadro de colaboradores, pois a procura de clientes se torna menor e com medo de se arriscarem deixam de investir adquirindo novos produtos. Os empresários decidem vender todo o seu estoque antes de adquirir uma nova mercadoria.

Quais são as cidades que mais demitiram?

Segundo informações do CAGED (Cadastro Geral de Empregos e Desempregados), mais de 3.000 postos de trabalho fecharam as portas em 2016, fazendo com que o Brasil perca mais de 1 milhão de vagas. O Brasil possui 5.565 cidades, onde as grandes capitais foram as mais atingidas no quesito desemprego, porém, também deve ser levado em consideração que as Capitais possuem o maior número de habitantes. Confira abaixo a lista das principais cidades que mais demitiram em 2016:

Rio de Janeiro: A cidade carioca foi a mais atingida com a crise, entrando em contrapartida com os últimos anos, onde era uma das Capitais que mais contratavam, porém, agora recebe o título da cidade que mais demitiu nesse período de crise. Muitas empresas fecharam as portas e outras reduziram drásticamente o seu quadro de colaboradores, levando 138.168 pessoas ao desemprego.

São Paulo: A capital é conhecida como a terra das oportunidades, porém, devido ao seu número de habitantes, foi à segunda colocada no ranking, tendo 133.500 demissões em 2016.

Belo Horizonte: A Capital Mineira ficou em terceiro lugar, com 41.069 demissões.

Brasília: A Capital do país ficou em quarto lugar, tendo 28.843 demissões.

Salvador: A Capital da Bahia teve cerca de 25 mil demitidos no último ano, ficando em quinto lugar entre as Cidades que mais demitiram.

A Esperança

A crise econômica afeta todos os brasileiros, pois se as pessoas ficam desempregadas elas deixam de consumir e quem está empregado acaba ficando com medo de fazer dívidas com receio do que possa acontecer no futuro. Realmente todos acabam entrando em conflito, por isso o ano de 2017 é um momento de esperança, onde as pessoas mais do que nunca devem manter a esperança de dias melhores. Confira abaixo a lista das principais Cidades que mais contrataram em 2016:

Três Lagoas: A cidade localizada na região Centro-Oeste de Mato Grosso do Sul teve uma grata surpresa no ano de 2016. A cidade ofereceu 3.569 vagas de emprego, sendo a primeira cidade do Brasil que mais contratou nesse período de crise.

Campo Redondo: A cidade do Rio Grande do Norte surpreendeu, pois nos últimos anos não teve um número expressivo de contratações, porém, fechou 2016 com um bom resultado, empregando cerca de 1.990 profissionais, ficando em segundo lugar no ranking.

Juazeiro: A cidade de Juazeiro, na Bahia, foi uma das cidades que mais contrataram novos profissionais, dando oportunidades para o primeiro emprego. 1.956 pessoas foram empregadas no último ano, fazendo com que a cidade ficasse em terceiro lugar.

Nova Serrana: A cidade mineira foi uma das que mais empregaram pessoas que buscavam recolocação profissional. Ficando em quarto lugar no ranking como as cidades que mais contrataram no período da crise, empregando 1.904 profissionais.

Cristalina: A cidade localizada em Goiás ficou em quinto lugar no ranking das cidades que mais contrataram profissionais. 1.528 pessoas ingressaram no mercado de trabalho.

Diego Jose Laureano


Confira aqui todas as informações sobre o Seguro Desemprego.

Na terça-feira, dia 17 de janeiro, foi anunciado pelo governo que o recebimento do seguro desemprego neste mês seguirá um calendário diferente, devido à grande procura dos trabalhadores nessa época.

Sendo uma quantia temporariamente paga ao trabalhador de carteira assinada que perdeu seu emprego sem justa causa, o seguro desemprego exige alguns requisitos para que seja recebido.

Quem tem direito ao seguro-desemprego?

Todo trabalhador de carteira assinada, que foi demitido (exceto por justa causa) e trabalhadores domésticos tem direito a receber o benefício. Os casos de rescisão indireta (quando o trabalhador se demite por falta de cumprimento das responsabilidades do patrão ou empresa) também tem direito ao benefício.

Também podem receber o benefício aqueles que tiveram seus contratos suspensos para realizar algum curso profissionalizante oferecido pelo patrão ou empresa e os trabalhadores que se encontram em condições de trabalho escravo.

Qual o valor?

O benefício é pago em parcelas e não pode ser menor que um salário mínimo. São de três a cinco parcelas que irão de acordo com o tempo trabalhado antes da demissão e a quantidade de vezes que o trabalhador pediu o seguro-desemprego. O cálculo do valor do benefício pode ser feito somando o valor dos últimos três salários antes da demissão e, em seguida, dividindo o valor por três. Com esse valor médio, deve-se fazer multiplicações que irão variar de acordo com o resultado:

– Se sua média foi menor que R$ 1.450,23, faça esse valor vezes 0,8.

– Por outro lado, se sua média estiver entre R$ 1.450,23 e R$ 2.417,29, deve multiplicar por 0,5 e somar com 1.160,18.

– Se sua média for mais alta que R$ 2.417,29, a parcela será sempre de R$ 1.643,72.

Quais os requisitos?

É necessário estar desempregado (sem ter sido demitido por justa causa) no momento em que pedir o benefício. Não se pode ter renda o suficiente para sustentar a família, nem estar recebendo aposentadoria ou benefícios da Previdência, exceto por casos de acidentes e pensões por morte. Aqueles que possuem um CNPJ, mesmo que seja de uma empresa inativa, não tem direito ao seguro desemprego.

Também é necessário ter trabalhado um determinado período que irá variar de acordo com a quantidade de vezes que o pedido do seguro desemprego foi feito.

– No primeiro pedido, deve-se ter trabalhado ao menos 12 meses dos 18 meses antes de ser demitido;

– No segundo pedido, deve-se ter trabalhado ao menos 9 dos 12 meses antes de ser demitido;

– No terceiro em diante, é necessário ter trabalhado 6 meses antes da demissão.

Como pedir e receber?

O trabalhador deve pedir o benefício em locais credenciados pelo Ministério do Trabalho, podendo ser agências da Caixa Econômica, unidades do Sine, etc.

Quando demitido, o trabalhador recebe um requerimento para o seguro-desemprego. Para pedir o benefício, é necessário levar duas vias desse requerimento com outros documentos, sendo eles: comprovante de endereço, comprovante de escolaridade, documento de identificação (RG, carteira de motorista, etc), termo de rescisão do contrato de trabalho, carteira de trabalho e cartão PIS-Pasep.

Para receber, basta sacar o dinheiro em lotéricas ou agências da Caixa Econômica.

Isabela Palazzo


Governo pode liberar parcela do FGTS para pagamento de dívidas.

Devido à crise financeira e política que atingiu o Brasil, as pessoas passaram a avaliar melhor as suas economias, pensando com mais cautela onde, como e com o quê gastar, temendo o futuro. Além do orçamento ter saído do controle devido ao desemprego e a instabilidade do trabalhador se ainda terá o seu emprego amanhã, os brasileiros foram obrigados a enxugar os seus gastos e diminuir as suas despesas, onde muitos acabaram ficando inadimplentes, o que gera ainda mais desespero, tanto para as pessoas que passaram a acumular dívidas, quanto para as empresas que tiveram prejuízos.

Pensando numa forma de ajudar na recuperação da economia o quanto antes, o Governo Temer estuda liberar uma parcela do FGTS dos trabalhadores para o pagamento de dívidas. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço do trabalhador, nada mais é do que uma garantia para que o mesmo continue equilibrando o seu orçamento em caso de desemprego de forma repentina até que o mesmo consiga uma recolocação no mercado de trabalho. Os trabalhadores também encontram no FGTS a oportunidade de investir em sua casa própria, como parte do pagamento em um financiamento a longo prazo por determinadas instituições financeiras. Os trabalhadores também utilizam o FGTS para investir em um negócio próprio ou na aquisição de outros bens, porém, a nova medida que está em estudo no Palácio do Planalto é a liberação do FGTS para o trabalhador que não foi demitido da empresa, mas que possui dívidas e deseja quitá-las com urgência.

A proposta depende de um acerto do atual Presidente, Michel Temer, com o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Se aprovada, a liberação do FGTS será limitada em até R$ 1 mil, o que acarretará em até R$ 30 bilhões do fundo de recursos dos trabalhadores. Com dados do Serasa Experian em levantamento realizado em Agosto, identifica que cerca de 40% da população acima de 18 anos estão inadimplentes, o que levou o estudo dessa proposta como solução imediata para o equilíbrio da inadimplência no país.

As instituições financeiras não demonstram muito interesse nessa medida, onde o recurso do FGTS é destinado para financiar moradias e colaborar com a infraestrutura do país, além de alegarem que essa medida não resolverá os problemas de endividamentos dos brasileiros, pois dependendo da inadimplência o recurso oferecido poderá ser inferior e o trabalhador ainda continuar endividado e sem o saldo do seu FGTS garantido, caso o mesmo necessite futuramente, além de perder correção de juros. Temer deseja anunciar um pacote de medidas ainda esse ano, como forma de mostrar que o seu Governo não está parado e possui reformas a médio e longo prazo para retomar a economia do país. A possível liberação do FGTS causou uma divisão entre os trabalhadores, onde muitos acreditam ser uma ótima oportunidade de se reestabelecerem financeiramente e também outros que acham essa medida perigosa á curto prazo, com medo do que possa acontecer no futuro.

Diego Jose Laureano


Confira aqui algumas dicas do que fazer ao ficar desempregado.

No início a crise era só uma pequena marola, todavia, essa marola cresceu e se transformou em um pesadelo real. O diagnóstico da recessão econômica e industrial foi confirmado, como sintoma, demissões. Muitas demissões. Mas saiba que mesmo nesse período de desemprego você pode usar seu tempo de maneira útil. Confira abaixo algumas dicas do que você DEVE fazer para não entrar em desespero.

1) Finanças.

A primeira coisa a fazer é organizar as finanças. Anote quanto tempo seu dinheiro irá durar. Concentre-se em anotar todos seus gastos e reduzi-los ao máximo. Não é o momento de fazer investimentos, nem mesmo em aspectos pessoais. Mais adiante falaremos como se qualificar de modo gratuito, ou gastando quase nada.

2) Objetividade

Pensar o dia todo no desemprego e ou nos locais que você vai deixar currículo não adianta. Seja objetivo. Anote planos diários de onde você vai deixar seu currículo. Nada adianta ficar oito horas batendo rua e entregando currículo para todo lado. Seja estratégico, aumente suas chances de contratação analisando os possíveis locais que seu perfil se enquadraria. Ao invés de gastar mais tempo entregando currículos, gaste seu tempo elaborando um planejamento estratégico – quais empresas você possui habilitação para trabalhar, quais conhecidos que posso entrar em contato para pedir indicações, afins.

3) Qualifique-se

O terceiro pilar para não cair em desespero com o desemprego é se qualificar. Mas calma! Você sabia que pode se qualificar gastando pouquíssimo ou nada. Isso mesmo. Procure cursos online – e gratuitos – que versem sobre produtividade, sobre alimentação saudável, sobre aprimoramento pessoal. Aproveite o tempo que lhe resta para manter a cabeça ocupada com coisas produtivas. Conforme a mensagem passada por Pedro Bial em seu vídeo Filtro Solar: "Preocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete em frente a uma equação de álgebra” (link para vídeo aqui).

Algumas referências você pode encontrar no site Papo de Homem (link aqui) ou no canal do YouTube do Seiiti Arata (link aqui). Com essas duas referências você já terá bastante conteúdo rico para se qualificar. Lembre-se, sua concentração deve ficar nos vídeos gratuitos.

4) Exercício

Faça. Nem que seja uma caminhada de 15 minutos. Sua mente passará a funcionar melhor e o stress reduz bastante quando nos exercitamos diariamente.

Siga esses quatro passos. Acredite neles. Na vida, as coisas são ciclos. Muitas vezes acreditamos que não há saída, mas há. Lembre-se que você já superou inúmeros desafios que pareciam insuperáveis. Acredite, não há porque ter desespero no desemprego. Se você conseguir isso, em breve já conseguirá outro trabalho.

Matheus Griebeler


Confira aqui 4 importantes dicas na hora de procurar emprego.

Você está desempregado e já está cansado de espalhar currículos e nada acontece?

Se este é o seu caso, neste post você poderá conferir as dicas da especialista em carreiras Daniela do Lago, que traça um roteiro que faz com que as probabilidades de conquistar um posto de trabalho aumentem.

Todo mundo que está ou já esteve procurando novas oportunidades de trabalho sabe o quanto é difícil, considerando o grande número de candidatos por vaga.

Muitas pessoas na ânsia de conquistar um emprego rapidamente enviam currículos e se cadastram em sites dos mais variados segmentos de empresas. Mas segundo a especialista, esse não é um bom procedimento, pois diariamente as empresas recebem um grande número de currículos e quando vão contratar procuram por um candidato que possua um perfil que dialogue com as atividades da empresa. E pensando em quem foi contratado em uma aérea que não lhe desperta interesse, as pesquisas apontam que rapidamente se rompe o vínculo empregatício e mais uma vez se inicia a busca por outro emprego, podendo cometer o mesmo erro.

Dessa forma, para que não haja mais erros na hora de procurar emprego, a também colunista Daniela do Lago desenvolveu uma estratégia muito simples, listada em quatro importantes passos:

1º PASSO – Procure por empresas que lhe despertem o interesse: Existem empresas que atuam nos mais variados seguimentos, por isso é interessante que o candidato tenha uma certa afinidade com o cargo pretendido. Assim, faça uma pesquisa das empresas que atuam em áreas de seu interesse.

2º PASSO – Faça um cadastro nos sites dessas empresas: Após a seleção de empresas de seu interesse, cadastre-se para vagas. A maioria dos sites disponibiliza o “Trabalhe Conosco”.

3º PASSO – Envie o currículo: Mais importante que fazer um cadastro para ficar por dentro das vagas ofertadas, é enviar o currículo, pois é através dele que a empresa seleciona os perfis que se adequam melhor a área de atuação. Seja sempre fiel as suas informações e busque sempre se capacitar, para assim tornar o seu currículo mais rico e assim ganhar visibilidade entre tantos.

4º PASSO – Potencialize contatos: Procure por pessoas que trabalhem na empresa em que você deseja um cargo e peça a elas uma indicação, de forma que lhe coloque em contato com aqueles que são responsáveis por contratações, fornecendo e-mail e telefone.

Com esses passos você terá menos contratempos na procura de um emprego e mais chances de conquista-lo e permanecer contratado.

Sirlene Montes


Profissionais levam, em média, 14,4 semanas para encontrar um novo emprego. Rio de Janeiro tem a maior ?fila de espera? do País.

Desde o ano de 2006, o trabalhador brasileiro não demora tanto para conseguir uma nova colocação no mercado de trabalho.  Na média para o mês de julho, na média medida em seis diferentes metrópoles, o tempo médio em que o trabalhador gasta procurando emprego chegou a 14,4 semanas. No ano de 2006 a média era de 14,9 semanas.

Os cálculos foram realizados pelo IBGE, com base nos dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego). A PME acompanha as variações do mercado de trabalho em seis diferentes regiões metropolitanas pelo Brasil, consideradas principais.

Dentre as seis metrópoles pesquisadas, o Rio de Janeiro tem a maior “fila de desemprego” registrada. No mês da pesquisa, os cariocas gastavam em média 17,3 semanas procurando um novo emprego (mais de quatro meses).

Em seguida aparece Salvador. Os baianos procuram por um novo emprego em média por 16,1 semanas. São Paulo aparece a seguir, com tempo médio de procura de 13,9 semanas, seguido de Recife, com 13,1 semanas, Porto Alegre, com 12,7 semanas e Belo Horizonte, com 11,5 semanas de procura.

Os especialistas afirmam que o aumento no tempo de procura por um novo emprego está diretamente relacionado ao aumento no número de demissões, causado pela crise. Quando o empregado sai de uma empresa, ele geralmente tem outro emprego em vista, mas quando é demitido, é pego de surpresa e a busca pode levar mais tempo.

Pioras à vista:

A tendência, seguindo a perspectiva econômica brasileira, é a de que haja uma piora no tempo de procura por novos trabalhos pelo brasileiro, já que cada vez mais patrões estão demitindo funcionários e a abertura de novas vagas está cada vez menor.

No mês de julho deste ano, 1,84 milhões de pessoas estavam procurando emprego nas seis principais metrópoles do país. Número 56% maior do que no mesmo período do ano passado.

Por Patrícia Generoso


Índice que mede o desemprego no Brasil avançou 1,2% em julho de 2015 e deixa a situação preocupante no País.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou na última quinta-feira, dia 05, que o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) avançou 1,2% no mês de julho de 2015 e com isso mostra que a situação é preocupante no Brasil.

Para conseguir chegar nesse tipo de resultado, é realizado o agrupamento das informações que estão dispostas em dados desagregados, dos quais foram colhidos em quatro tipos de classes de renda familiar. Esses dados foram armazenados através de respostas de perguntas feitas pela Sondagem do Consumidor, ou seja, essa pesquisa procurou saber qual é a percepção que o consumidor brasileiro tem diante a situação atual do mercado de trabalho.

Esse tipo de registro indica que se compararmos com o mês de junho esse valor ficou 90,8 pontos na série com ajuste sazonal, ou seja, é um valor alto se compararmos com o maior resultado que ocorreu na última vez no mês de novembro de 2007.

O mês de julho não foi um período particular nessa avaliação, pois o ICD vem subindo nos últimos sete meses seguidos e em junho essa avaliação já ficava na casa dos 1,6%, tanto que quem percebeu isso mais rapidamente é o próprio mercado consumidor que começa a perceber que as ofertas de trabalho acabam ficando piores e ainda mais desfavoráveis, mais acentuadas ainda com toda essa crise internacional.

Um dos pesquisadores da FGV, o economista Rodrigo Leandro de Moura, informou que esse tipo de resultado faz com que esse aumento da taxa de desemprego no próprio mês seja facilmente notado e ainda acrescenta que neste ano de 2015 o ICD já conseguiu acumular uma alta de 23,3% até o mês de julho.

Qual a camada da sociedade brasileira que mais consegue sentir esse tipo de problema?

Esses fatos fazem com que as famílias que apresentam baixa e média renda sejam as mais atingidas, tanto que a FGV notou que a dificuldade encontrada para conseguir uma vaga de emprego no último mês de julho teve um avanço, chegando a uma alta de 3,4% nesse mês se comparada com junho. Para esse indicador também foi levantado que faz parte de uma faixa que compreende os consumidores que possuem uma renda familiar entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil.

Por Fernanda de Godoi


Número de desempregados aumentou no Brasil em junho, atingindo o índice de 6,9%.

O desemprego voltou a apresentar índices preocupantes para a economia brasileira. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, o número chegou a 6,9% no mês dejunho, a maior taxa para o mês desde o ano de 2010. Há cinco anos, a taxa era de 7%.  

O índice do desemprego cresceu 0,2%, na comparação com o mês de maio/2015, quando apresentava 6,7%. Este leve aumento é considerado estável pelo instituto. Já na comparação com o ano passado, o aumento é expressivo. Em junho de 2014 o índice de desemprego no país era de 4,8%, exatamente 2,1% a menos que atualmente. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) e foram divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (23).  

A PME se baseia em informações das regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Porto Alegre.

O instituto considera desempregado o profissional que não possui trabalho e que procurou por alguma oportunidade de emprego dentro dos últimos 30 dias até a semana em que os dados foram coletados.  

O desemprego é um dos principais índices que ajudam a medir a fragilidade da economia de um país. O número de profissionais sem emprego foi estimado em 1,7 milhão em junho, ficando estável na comparação com o mês de maio. Já na comparação anual (junho/2014), o desemprego assustadoramente cresceu 44,9%. Este número representa 522 mil pessoas a mais procurando por vagas de trabalho em todo país.   Já a população que possui emprego sofreu queda de 1,3% em um ano. No total ela corresponde a 22,8 milhões. A população não economicamente ativa, que representa as pessoas que não possuem e não procuram emprego foi de 19,3 milhões. Este número é considerado estável pelo IBGE na comparação mensal e anual. Em relação a junho de 2014, o número de profissionais com carteira assinada em empresas privadas recuou 2%, em 11,5 milhões. Na comparação mensal, o número é estável.   

Em todas as seis regiões analisadas, o desemprego aumentou em um ano. Também nos últimos doze meses a renda média do trabalhador recuou 2,9%. No mês de junho o rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 2.149,10. Em junho de 2014 este número era de 2.212,87. O rendimento, no ano, caiu em quatro regiões analisadas: Rio de Janeiro (-5%); São Paulo (-3,1%); Salvador (-3,1%); Belo Horizonte (-2,5%). Já em Recife houve uma pequena alta de 0,5% e em Porto Alegre o índice manteve-se estável.

Por William Nascimento


Taxa de desemprego atingiu 6,7% em maio de 2015, sendo considerada a mais alta para o mês desde 2010.

Em relação à taxa de desemprego, o mês de maio seguiu a mesma tendência que abril: aumento da taxa de desemprego. Para aqueles que não sabem, a taxa de desemprego voltou a subir, dessa vez a taxa chegou ao patamar de 6,7%. Em contrapartida, a renda média registrou recuo. Essas informações são parte de dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Vale destacar que a taxa de desemprego aqui informada é a mais alta para o mês em questão desde 2010.

Além disso, saiba que em relação a abril, segundo o IBGE, a taxa de 6,7% no desemprego ficou estável, estatisticamente falando. É importante destacar que o mês de abril havia registrado taxa de desemprego de 6,4%. Quando a comparação é feita com maio de 2014, o aumento é bem maior: 1,8%.

Como foi destacado no início desta matéria, a renda média habitual dos ocupados seguiu a linha contrária da taxa de desemprego e registrou um recuo de 1,9%, dessa forma, passando de R$ 2.158,74, em abril, para R$ 2.117,10, em maio.

Outro dado importante é quanto à população desocupada no Brasil. Segundo dados oficiais do IBGE a mesma ficou estável em relação a abril: 1,6 milhão de pessoas. Porém, quando a comparação é feita com maio de 2014 a taxa não é estável, haja vista os 38,5% a mais, ou seja, 454 mil pessoas.

A população ocupada e a população não economicamente ativa conseguiram se manter estáveis com 22,8 milhões e 19,3 milhões, respectivamente.

Já quando o assunto é a comparação de número por região, o IBGE aponta que a taxa de desocupação não registrou alteração em relação a abril. Porém, quando a comparação é feita com maio de 2014 os números apresentam uma boa variação.

A região metropolitana de Porto Alegre registrou aumento na taxa de 3% para 5% quando a comparação é feita com maio de 2014. Seguindo a linha de aumento, a região metropolitana de Salvador saltou de 9,2% para 11,3%. Outra região metropolitana que também registrou aumento foi a de Belo Horizonte que passou de 3,8% para 5,7%. São Paulo apresentou aumento de 5,1% para 6,9%, Rio de janeiro pulou para 5% contra 3% em maio de 2014 e Recife registrou um aumento de 7,2% para 8,5%.

Por Bruno Henrique


Confira aqui todas as informações sobre o Seguro Desemprego. Os tipos, como calcular, as novas regras e como solicitar o benefício.

O Seguro Desemprego é uma importante assistência financeira fornecida aos trabalhadores que foram dispensados de suas funções sem justa causa. Mas você sabe quem tem direito ao benefício e como recebê-lo? Se não sabe, confira abaixo mais detalhes sobre este assunto.

Primeiramente, saiba que o benefício, apesar de estar previsto na Constituição de 1946, só foi criado oficialmente em 1986, quando o então presidente da república José Sarney assinou o decreto 2.283 de 27 de fevereiro daquele ano. Anos mais tarde, mais especificamente no ano de 1990, o benefício passou a integrar o Programa do Seguro Desemprego, após a criação da Lei de número 7.998 de 11 de janeiro daquele ano.

Tipos de Seguro Desemprego:

Existem 5 modalidades de Seguro Desemprego: a de Trabalhador Formal, a de Bolsa Qualificação, a de Empregado Doméstico, a de Trabalhador Resgatado e a Pescador Artesanal.

A modalidade de trabalhador formal tem como objetivo amparar o trabalhador que foi dispensado sem justa causa, vale lembrar que esta modalidade é a mais conhecida.

Já a modalidade de bolsa qualificação tem como objetivo incentivar o trabalhador a se qualificar para evitar a demissão. Neste caso, há uma suspensão do contrato de trabalho em virtude do curso oferecido pelo empregador.

A modalidade de empregado doméstico tem como objetivo amparar os profissionais desta profissão que foram dispensados sem justa causa.

Já na modalidade de trabalhador resgatado o benefício tem o objetivo de amparar as pessoas que foram resgatadas de condições análogas à da escravidão.

Por fim, na modalidade de pescador artesanal o benefício tem o objetivo de amparar aos pescadores artesanais que tiveram de parar com suas atividades devido ao período de proibição da pesca.

Quem tem direito ao Seguro Desemprego:

Para receber o Seguro Desemprego é preciso que o trabalhador preencha alguns requisitos, como ter sido despedido sem justa causa, estar desempregado, ter recebido uma certa quantidade de salários consecutivos antes da data da demissão, ter trabalhado com carteira assinada por um determinado período de tempo, não ter renda própria para o sustento e não estar recebendo nenhum benefício da Previdência Social de prestação continuada (com exceção de Pensão por Morte ou Auxílio por Acidente).

Como Solicitar o Seguro Desemprego:

Logo que for dispensado, o trabalhador receberá da empresa um formulário de Requerimento do Seguro Desemprego, que deverá ser preenchido e entregue na Delegacia Regional do Trabalho e depois em uma Agência da Caixa Econômica Federal. É importante lembrar que além do requerimento, também será preciso apresentar a Carteira de Trabalho; o Cartão do PIS-PASEP, Extrato Atualizado ou Cartão Cidadão; o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho; o RG; os dois últimos contracheques; o CPF e o documento de depósitos do FGTS.

Um detalhe importantíssimo de se mencionar é que para solicitar o Seguro Desemprego o trabalhador tem um prazo de 7 a 120 dias corridos contados a partir da data da dispensa.

Número de Parcelas:

Com relação ao número de parcelas, elas podem variar entre 3 e 5, dependendo do tempo que o trabalhador esteve empregado, ou seja, quanto mais meses trabalhados o trabalhador receberá mais parcelas.

Quem está solicitando o Seguro Desemprego pela primeira vez receberá o benefício se tiver trabalhado pelo menos 12 meses. Vale lembrar que anteriormente este período era de 6 meses.

Já quem está solicitando o Seguro Desemprego pela segunda vez receberá o benefício se tiver trabalhado pelo menos 9 meses.

Por fim, quem solicitar o Seguro Desemprego pela terceira vez receberá o benefício se tiver trabalhado pelo menos 6 meses.

Cálculo do Seguro Desemprego:

  • Trabalhadores com Salário Médio de até R$ 1.222,77: Deve-se multiplicar o salário médio por 0,8 (80%), o resultado é o valor do benefício.
  • Trabalhadores com Salário Médio de R$ 1.222,78 a R$ 2.038,15: O valor que exceder o limite de R$ 1.222,77 deve ser multiplicado por 0,5 (50%), o resultado deve ser somado à R$ 978,22, o resultado desta segunda operação é o valor do benefício.
  • Trabalhadores com Salário Médio Acima de R$ 2.038,15: A parcela do benefício será de R$ 1.385,91 (independente do valor do salário médio).


Os dados foram coletados pelo IBGE em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2015

E o número de desempregados no Brasil continua crescendo. A taxa de desemprego no país subiu para 7,4% no período de dezembro do ano passado a fevereiro deste ano, foi o que informou o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A taxa é preocupante e mostra que continua aumentando o número de desocupados, se compararmos os números com o resultado obtido no trimestre anterior, ou seja, setembro a novembro de 2014. Neste período, a taxa de desemprego cresceu 6,5% o que já era alta e agora é mais preocupante ainda.

E a pesquisa Pnad Contínua mostra que o desemprego no trimestre que vai de dezembro a fevereiro ficou acima até do índice registrado neste mesmo período no ano anterior – dezembro de 2014 a fevereiro de 2014 – que foi de 6,8%. O resultado de um aumento no desemprego de 7,4% é maior de toda a história, desde que se iniciou a contagem.

A Pnad Contínua é responsável por produzir conteúdo informativo sobre a atual inserção da população brasileira em relação ao mercado de trabalho, levando em consideração todas as características das regiões onde cada pessoa mora, assim como as características da educação e até do desenvolvimento sócio-econômico.

Para se chegar ao resultado, faz-se uma pesquisa através de uma amostra de domicílios, para que possa garantir um resultado que tenha uma representatividade que atenda aos mais variados níveis geográficos. A cada novo trimestre, mais de 211 mil domicílios são investigados, em mais de 16 mil setores que estão distribuídos em uma média de 3,5 mil cidades pelo país.

E esta mesma pesquisa que apontou o crescimento do desemprego também indicou um aumento no rendimento médio do brasileiro, que subiu 1,1% passando de R$ 1.793,00 referente ao trimestre de setembro a novembro de 2014 para R$ 1.817,00 para o trimestre seguinte. Se comparado com o mesmo período do ano anterior, o aumento foi de 0,7%, já sendo descontada a inflação.

O IBGE elabora a PME – Pesquisa Mensal do Emprego – para poder analisar o desemprego no Brasil, mas a PME está sendo substituída pela Pnad Contínua que é bem mais completa na aquisição dos dados para análise.

Por Russel


Foi registrado um leve recuo na faixa de 0,1%

Não é segredo para ninguém que a economia brasileira anda muito mal “das pernas”. Para confirmar isso, os primeiros dados sobre o início deste ano foram divulgados. Na passagem do mês de dezembro para o mês de janeiro deste ano, o emprego na indústria, por exemplo, registrou um leve recuo na faixa de 0,1%. Os dados foram obtidos por meio da Pesquisa Mensal de Emprego e Salário realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É interessante observar um fato interessante nesse ponto. Em dezembro de 2014 o total de empregados havia crescido, representando 0,3%. Por si só já era um aspecto muito bom, já que, com isso, oito meses seguidos de taxas negativas foi interrompido. Nesse período de baixa foi acumulado uma perda de 4,3%.

Se formos um pouco mais longe nas comparações e pegarmos como exemplo o mês de janeiro de 2014, vamos consequentemente obter uma taxa negativa de 4,1%. A título de curiosidade, esse é o 40° resultado negativo seguido nessa forma de comparação. Já o total de trabalhadores empregados na indústria nos 12 meses que se encerraram em janeiro, vamos ter um acúmulo de queda de 3,4%.

O IBGE também divulgou os dados sobre a soma de todos os serviços e bens produzidos no Brasil em 2014. Aqui, os resultados também não foram nada agradáveis. Para se ter ideia, o Produto Interno Bruto registrou seu pior resultado em um período de cinco anos.

Uma das linhas mais afetadas foi o comércio. No ano passado, com as vendas baixas, o setor teve que obrigatoriamente fechar em queda. Em consequência, esse ponto ainda puxou consigo o resultado correspondente ao setor de serviços. Esse último, vale ressaltar, tem um peso maior em relação ao crescimento do país.

Como bem se sabe, a economia de um país depende dos seus mais variados setores. Podemos ter uma ideia maior dessa reação em cadeia quando observamos, por exemplo, a baixa no preço do petróleo e do minério de ferro que, por sua vez, fizeram com que as exportações brasileiras tivessem seu pior desempenho desde 2009.

Podemos citar também a construção civil que teve um “encolhimento” e contribui para o recuo da indústria.

Por Denisson Soares


Taxa de desemprego segue preocupando os brasileiros

O Brasil continua passando por várias transformações nos últimos meses, principalmente desde o período das eleições e depois delas, ainda mais com as políticas adotadas pelo governo para o ano de 2015 e com isso percebemos que o mercado de trabalho anda enfrentando uma queda.

O país passa pela crise desde o ano de 2008 e com isso a taxa de desemprego segue por números alarmantes, onde o ano de 2010 foi um período mais complicado para toda a sociedade brasileira, pois desde essa época o país passa a cada mês por problemas mais sérios de desemprego em nível drástico.

Isso pode ser notado em qualquer lugar que passamos, seja nas reportagens que são transmitidas na TV, nas matérias dos jornais ou nas conversas nas ruas, pois as pessoas mostram a sua preocupação em manter o seu emprego. Já para aqueles que perderam a preocupação é justamente em encontrar um novo emprego ou conseguir montar um negócio para sobreviver e não ficar a margem da criminalidade.

Para ter uma ideia desses problemas, somente no ano de 2011 a indústria perdeu vários profissionais e a cada período perde mais, enquanto que a construção civil caminha para o mesmo problema, pois as obras públicas estão paralisadas, principalmente com o escândalo da “Operação Lava a Jato”, tão famosa e noticiada nos dias atuais. No ramo imobiliário também ocorrem problemas, pois as famílias estão perdendo a confiança e com isso são bem mais cautelosas para comprar uma residência.

Um ponto que chama a atenção que no mês de fevereiro do ano passado foi que 2.400 vagas formais acabaram sendo extintas e nos meses posteriormente, infelizmente não existe nenhuma mensagem que comprove que a situação vai melhorar, mas isso não significa que as esperanças estão perdidas.

O que podemos destacar desse período até os dias atuais?

Dois órgãos muito respeitados, que são a FGV e também a Fipe chegam a mesma conclusão, que ocorreu leve desaceleração dos alimentos, fim do impacto dos aumentos dos combustíveis e aceleração do impacto da energia.

Com tudo isso ocorre outros pontos diferentes e intrigantes como altas na Bolsa de Valores, além do aumento do valor do dólar e do euro, além de outras moedas, fora que o petróleo segue esses mesmos moldes, apesar de toda a crise.

Por Fernanda de Godoi


As regiões Norte e Nordeste apresentaram os piores índices de contratação e as maiores taxas de desemprego

Em janeiro deste ano foi registrado uma queda nos empregos da área de construção, com carteira assinada. De acordo com a pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, SindusCon-SP, em parceria com a FGV, a queda foi de 0,34% comparando os meses de dezembro de 2014 e janeiro de 2015. Um dos principais motivos é a falta de investimentos do país. 

A única região que se manteve estável foi no sul do país, registrando alta de 1,19%, com 5,719 mil novos postos de emprego. As regiões Norte e Nordeste apresentaram os piores índices de contratações e os maiores números de desemprego da área de construção. 

Outro fator que deve ser levado em consideração para justificar os números, é a busca do mercado pela mão de obra qualificada, ou seja, quanto mais "qualificado" o profissional for, melhor será sua colocação no mercado.

A área de construção civil é de trabalho pesado e, na maioria das vezes, de risco. Em "tempos de crise", as empresas acabam sendo obrigadas a fazer a escolha de corte de funcionários com a falta de demanda e quando isto acontece, os critérios para a dispensa partem de fatores como o tempo de trabalho e a qualificação profissional.

A recolocação no mercado formal começa a tornar-se opção para quem descobre as vantagens do contrato de trabalho por empreitada, uma das melhores opções do trabalhador liberal da categoria.

No site do SindusCon- SP (http://www.sindusconsp.com.br/msg2.asp?id=8206) o presidente José Romeu Ferraz Neto esclarece: “a persistência da tendência de queda no número de empregados em 2015 reflete diretamente a queda no nível de investimentos do país. O governo precisa reverter esse quadro urgentemente, adotando medidas que estimulem a atividade econômica e evitem uma recessão mais generalizada. Nesse sentido, o Executivo deveria rever o projeto de lei que, na prática, acabará com a desoneração da folha de pagamentos da construção e de outros setores”.

Em suma, é um problema que ainda pode ser solucionado e precisa da atenção do governo.

Por Bruna Domingos dos Santos


Devido à Copa do Mundo e às Eleições a taxa de desemprego em 2014 continua baixa, pois houve muitas contratações temporárias e muitos empregados se tornaram efetivos. Mas de acordo com o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador de economia da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o desemprego ocorrerá em 2015.

Para o economista não há muito otimismo para os empregos em 2015, pois será difícil controlar a inflação sem gerar recessão no mercado de trabalho. Não está havendo muita geração de emprego e as estatísticas mostram a menor geração de vagas nos últimos anos, principalmente nas regiões metropolitanas. Os empresários estão pessimistas e não tentam reter a mão de obra, e esperam que haja uma melhora da atividade econômica.

Segundo os analistas o desestímulo faz com que as pessoas deixem o mercado de trabalho, pois este está enfraquecido e pessoas que procuram trabalho por muito tempo e não encontram desistem e acabam partindo para empregos informais.

Atualmente há uma demanda muito grande de pessoas autônomas e que trabalham por conta própria, ou abrem pequenos negócios ou trabalham pela internet.

Os empregos informais cresceram muito nos últimos tempos, refletindo outros tipos de demandas de trabalho e novas opções, abrindo mais esse caminho, esse espaço.

De acordo com Barbosa Filho, ele acredita que o desemprego subirá ano que vem e a renda crescerá menos por causa da inflação que está subindo. Haverá reajustes como aumento na energia elétrica, aumento nos juros, e gerarão reflexos na economia.

O mercado de trabalho vai gerar menos vagas e para ele não há como manter o atual nível de emprego ou ampliar vagas, devido a esse cenário econômico.  

Há fatores que refletem na economia do país que são os altos gastos do governo, obras superfaturadas, o escândalo da Petrobras, a falta de investimentos na indústria, os altos juros, a falta de água (que afeta os produtores agrícolas).

O governo no próximo ano precisará investir na indústria, agricultura e ter um maior controle da inflação, pois as medidas econômicas contribuem para equilibrar as áreas da empregabilidade no país, pois quando a indústria e setores crescem, geram-se mais empregos.  

E apesar de tudo o povo brasileiro é criativo, e mesmo com crise, inflação, desaceleração do crescimento as pessoas conseguem sobreviver, pois o espírito de luta e de empreendedorismo permanece e faz o povo seguir em frente buscando alternativas e saídas.

Esperamos que em 2015 as mudanças ocorram e que o governo crie medidas que possam ajudar o país a crescer novamente, que as indústrias e o setor agrícola, e os agronegócios possam se desenvolver e gerar mais empregos. Que as medidas venham e beneficiem a todos.    

Por Marisa Costa Torres


Quando a saída de um determinado emprego é algo planejado não há muito com o quê se preocupar. Entretanto, os casos em que o funcionário perde o emprego de uma hora para outra são bem maiores. O fato acaba por forçar esses novos desempregados a reorganizarem suas vidas diárias e analisarem de uma forma diferente ou mais aprofundada quais são as prioridades da vida naquele momento.

A maioria das pessoas encara o desemprego como algo ruim, e é! Mas como tudo tem dois lados às vezes dar uma olhada com uma certa positividade para o fato poderia mudar as coisas. Seria algo como encarar o fato de estar desempregado representar uma ótima oportunidade para recomeçar.

site Lifehack decidiu listar algumas coisas que podem ser feitas quando o desemprego chega visando um aproveitamento do tempo (e dinheiro) e não a ociosidade. A intenção é que o cidadão se mantenha com a motivação em dia no lugar de perder a cabeça.

Confira alguns dos tópicos abordados na lista:

– Confira o orçamento:

Perder o emprego na maior parte dos casos também quer dizer não ter mais dinheiro. Então, a primeira coisa a se fazer dar uma boa organizada nas finanças. Planejamento é a palavra chave uma vez que não há como prever até quando vai durar o que se tinha guardado (se for o caso) ou até quando a pessoa ficará desempregada. Apesar de parecer complicado e difícil é bastante simples. O que se deve fazer é pensar naquilo que o pode e deve ser cortado, o que é supérfluo ou até mesmo desnecessário e etc.

– Busque por novas formas de renda:

Não é porque o cidadão passou anos em uma função que ele sabe apenas aquilo. É importante que a pessoa fique atenta a sua criatividade, na verdade deve-se usá-la. Quem sabe faz doces muito bem ou toque violão muito bem. Não tem nada de mais em usar um talento (que muitas vezes nem sabemos que existe) para ganhar uma graninha.

– Não se acomode e aproveite o tempo:

Uma coisa que o desempregado deve ter em mente é o fato de que na maioria das vezes não é fácil encontrar um novo emprego. É nesse momento que para conseguir uma entrevista serão necessárias dezenas de currículos. Aproveitar o tempo para aprimorar ou diversificar o currículo é uma boa ideia.

Por Denisson Soares


No primeiro trimestre, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 7,1 %. Segundo o PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) esse percentual está maior do que o último trimestre de 2013, que ficou em 6,2%. Essa taxa referente aos números de desempregados aumentou este ano, pois existem diferentes situações que contribuem para esses dados.  

A parte do país que mais destaca no número de desemprego é a Região Norte e Nordeste, onde concentra uma classe de trabalhadores mais jovens, que trabalham como autônomos ou em um trabalho informal, ou seja, sem carteira assinada. São pessoas comercializando produtos nas ruas ou realizando serviços em casa, como também outras atividades remunerativas sem vínculo empregatício. E que muitas vezes consideram melhores este tipo de serviço informal por conseguirem ter mais flexibilidade e às vezes a rentabilidade financeira é maior. Há também uma grande concentração de trabalhadores aumentando na região Nordeste e Centro-Oeste segundo dados do IBGE.  

E ainda é divulgado pelo IBGE que jovens entre 14 e 17 anos estão com o número reduzido no trabalho infantil, sendo um aspecto positivo quando estes adolescentes podem se dedicar somente aos estudos e se preparar para uma melhor qualificação no futuro.

Muitas pessoas no país não estão trabalhando e nem estão em busca de trabalho, sendo um percentual de 39,9%, e esse perfil é considerado como “fora da força de trabalho”. Dentro deste parâmetro estão em maiores números as mulheres, sendo que muitas têm o cônjuge para arcar com as despesas, permitindo a esposa se dedicar somente aos cuidados com os filhos e as tarefas domésticas. Em seguida, são os idosos que ocupam o segundo lugar da classe “fora da força de trabalho”, justamente por já estarem aposentados.

Por outro lado, o aumento de pessoas fazendo greve está aumentando por todo o Brasil, muitos estão reivindicando melhores salários e outros benefícios que com o salário atual não está atendendo as necessidades da população.

Portanto, espera-se que a taxa de desemprego possa chegar a números reduzidos a cada ano, acreditando que no Brasil as pessoas possam viver em situações e qualidade de vida cada vez melhor.

Por Jaqueline Mendes


Apesar de o Brasil estar passando por uma fase de crescimento onde grandes oportunidades de emprego surgem em diversos setores, o problema do desemprego ainda é uma sombra que persegue as boas notícias.

Mesmo que o aumento da taxa seja de poucos pontos percentuais no resultado geral, a coisa é mais complicada. Aliás, foi exatamente isso que revelou uma pesquisa feita recentemente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). De acordo com as informações analisadas em um conjunto de seis regiões pesquisadas a taxa de desemprego cresceu.

Segundo o que foi apontado pelos dados observados o índice de desemprego passou de 10,3%, em fevereiro de 2014, para 11%, em março de 2014. Em números reais isso que dizer que foram eliminados do mercado de trabalho um total de 137 mil postos de trabalho. A cifra eleva o número de desempregados país para 2.294.000.

Conforme os resultados obtidos por outra pesquisa realizada pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgados na última quarta-feira, dia 30 de abril de 2014, o nível de profissionais empregados caiu em vários grandes centros como é o caso de Porto Alegre que teve uma queda de 1,5%, de Belo Horizonte onde a queda foi de 0,9%, Fortaleza com 1,3% e São Paulo com uma taxa de 0,5%.

Em uma análise mais atenta dos dados levantados mostra quais foram os setores tidos como grandes responsáveis pelo crescimento da taxa de desemprego em algumas regiões. A indústria de transformação, por exemplo, foi a que mais demitiu chegando a um corte de 88 mil vagas (baixa de 3,1%); na seqüência temos o setor de construção civil com uma eliminação de 26 mil postos (queda de 1,7%). Na área de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas a redução chegou a 24 mil vagas (queda de 0,7%).

Segundo o PED o seguimento que conseguiu manter sua estabilidade foi de o de serviços.

Por Denisson Soares


O Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, em parceria com o Sead, divulgou uma pesquisa que mostra o cenário do desemprego no país.

De acordo com o estudo, o número de brasileiros desempregados aumentou 10,1% no mês de fevereiro, em janeiro a taxa havia sido de 9,5%. Ainda segundo a pesquisa, houve um aumento real de 137 mil pessoas, ao todo o número de desempregados ultrapassou os 2 milhões.

A alta mais significativa foi registrada na cidade de São Paulo, na capital a taxa passou de 9,6% para 10,4%, porém quando comparado ao mesmo período do ano passado houve uma leve queda de 1,9%.

O aumento também foi registrado em outras regiões pesquisadas, como o Distrito Federal que passou de 9,5% para 10,1%; Porto Alegre, que fechou o mês com 7% e Fortaleza que passou de 8,1% para 8,5%. Nas cidades de Salvador e Recife o índice ficou estável.

Com relação ao nível de ocupação foi apresentada queda de 0,5%, sendo que as mais expressivas foram registradas no segmento de serviços, que teve um corte de 140 mil vagas, sendo que a indústria eliminou cerca de 20 mil postos de trabalho. 

Por Joyce Silva


Com bom desempenho após superar os principais efeitos do colapso financeiro global, a economia brasileira deve crescer aproximadamente 4,5% em 2011, ou seja, dentro das realidades locais, expansão significativamente menor ante a projetada para 2010 pelo Banco Central (BC), de 7,61%.

Nesse ínterim, o número de brasileiros que passou a exercer algum tipo de atividade com registro em carteira de trabalho cresceu exponencialmente, mesmo com as demissões dos empregados temporários ao final do ano. De acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), considerando-se as sete regiões metropolitanas sondadas, 418 mil desempregados conquistaram oportunidades.

Traduzindo o número geral em índices, a taxa de desemprego total arrefeceu de 14% em 2009 para 11,9% em 2010. Apesar desse resultado, no ano passado foram criadas 765 mil ocupações, ou seja, boa parte não foi preenchida.

Em todas as regiões brasileiras ocorreu diminuição nas taxas de desemprego, com destaque para Belo Horizonte, que decresceu de 10,3% para 8,4%, Fortaleza, de 11,4% para 9,4%, e Porto Alegre, de 11,1% para 8,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Dieese


O mercado de trabalho brasileiro segue aquecido. Levantamento edificado pela Fundação Seade em sociedade com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) revela que o índice de desemprego em seis regiões metropolitanas do país caiu para 11,4% no mês passado, 0,5% abaixo do percentual constatado em agosto (11,9%).

No mesmo período do ano passado, quando alguns dos efeitos da crise financeira mundial começavam a amornar, a taxa chegava a 14,1%. Segundo o portal de Economia Terra, o total de desempregados estimados abarcou 2,51 milhões de pessoas. Em nota, o Dieese pondera que a geração de 153 mil postos de trabalho foi mais do que razoável para aspirar o número de cidadãos que ingressaram no mercado.

Em São Paulo o índice de desemprego caiu de 12,3% para 11,5%, enquanto em Recife, de 15,9% para 15,3%. No Distrito Federal o arrefecimento foi de 13,4% para 13%, tendência também observada em Fortaleza, de 9,2% para 8,7%, porém diferentes do constatado em Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre, que apresentaram estabilidade.

Somando-se todas as regiões, houve crescimento nos rendimentos médios reais de assalariados (2%) e de ocupados (1,8%), para R$ 1.367 e R$ 1.314, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Apesar das boas expectativas em relação ao aumento de oportunidades de empregos nesse ano, comparadas a 2009, um grande número de desempregados não será beneficiado por essa ampliação. Além do número de vagas não atender a quantidade de trabalhadores que estão a procura de cargos, um dos pontos que dificulta esse preenchimento das vagas é a falta de qualificação. Do total de desempregados, apenas 1,9 milhão possuem qualificação para se candidatar.  Esses dados são da recente pesquisa realizada pelo IPEA  – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.  A falta de experiência também prejudica na hora de se conseguir o emprego, características que são fundamentais no mercado de trabalho.


Em alguns casos, onde a equipe anda desmotivada e o sentimento de marasmo é geral, a demissão para criar um exemplo pode ser a única solução.

Alem de criar a motivação através do receio de um desligamento, mostra que todas as ações podem criar conseqüências nada boas.

A demissão deve ser o ultimo recurso e atitudes assim são apenas para contornar situações que estão insuportáveis e onde a conversa não resolve. Outro ponto a ser levado em conta, é que a demissão deve ser dita que não será nem a primeira nem a ultima e que todos que continuarem trabalhando mal serão punidos desta maneira.

Por José Alberi Fortes Junior


O presidente Obama prometeu adotar medidas visando combater o desemprego nos Estados Unidos e promete criar milhares de postos de emprego.

Investimento em infra-estrutura, isenção de impostos para pequenas e médias empresas e extensão do seguro-desemprego são algumas das medidas tomadas.

Mesmo assim, sabe-se que a criação de empregos será lenta e o desemprego ainda será muito comum em um prazo de poucos anos. Muito do dinheiro investido será o montante devolvido pelos bancos dos milhares de dólares emprestados durante a recessão.

Mesmo assim, o mercado americano ainda é incerto para imigrantes que tentam a sorte na terra do Tio Sam.

Por José Alberi Fortes Junior.


Poucas pessoas qualificadas reclamam da onda de desemprego ou da crise financeira mundial. Isto porque indivíduos que procuraram se especializar ou estudar neste período provavelmente conseguem uma recolocação rápida e eficiente.

A pessoa pode até no primeiro momento perder sua vaga, mas em pouco tempo consegue outra tão boa, ou melhor. Mas para quem não tem qualificação, nem desempenha bem seu trabalho ou função, a recolocação é cada vez mais difícil e justifica-se devido ao fato de cada vez os empregadores estarem sendo mais exigentes.

Portanto, é uma evolução e uma tendência que os empregados sejam cada vez melhores e que para os cargos mais rasos a rotatividade seja maior.

Por José Alberi Fortes Junior


Há pessoas que são, por natureza, falantes e extrovertidas, muito comunicativas, isso é bom na vida cotidiana, pois permite um bom relacionamento interpessoal e popularidade.

Falar demais não significa dizer a verdade e nem o necessário ao momento. Antes de falar é preciso ouvir atentamente a pergunta que está sendo feita e notar os detalhes apresentados.

A entrevista é um momento importantíssimo dentro do processo seletivo para um emprego e nunca se vai a ela para falar e falar de si, conforme pensam alguns. O entrevistado precisa ter em mente que lhe serão feitas perguntas objetivas que merecem respostas igualmente objetivas.

É preciso ser educado e deixar que o selecionador expresse aquilo que precisa saber sobre o candidato para, só então, falar alguma coisa. Falar demais pode ser muito bom na informalidade do dia-a-dia, mas é ruim num processo seletivo. Quem muito fala poderá passar muito mais tempo conversando, pois acabará ficando mais tempo desempregado.

Por Lindomar Vieira

Antigamente ter uma faculdade e alguma experiência na área contava-se muito para achar o emprego ideal. Porém, a exigência do mercado de trabalho é cada vez maior e acirrada, e os candidatos são cada vez mais testados e seletivos.

Pensar em maneiras realistas de se atuar numa empresa, por exemplo, é o primeiro passo. Ser gerente de um setor é o que todo mundo quer, porém, começar sempre de baixo e subir é sempre a melhor opção. Mesmo que se tenha experiência de anos numa área, começar de assistente, na humildade, é o caminho mais confiável.

Revisar e atualizar o currículo é outro passo importante. Na internet existe um Guia de Currículo no endereço www.empregos.com.br. Documentos necessários de colocar e informações imprescindíveis são algumas dicas que podem ser encontradas para montar o currículo que toda a empresa quer ler.

Por fim, se o desespero bater à porta, reserve um tempo para repensar nas possibilidade, fazer o que gosta, visitar um parente distante. O descanso mental pode gerar novas idéias e soluções que antes, com o desespero e sem vontade para nada era impossível de se levar em conta.


Devido à crise mundial e o consequente desaquecimento das vendas e da produção, durante muitos meses consecutivos foi percebida uma queda constante dos níveis de emprego nas indústrias.

Há uma tendência à recuperação e, se comparado com os indicadores de junho/2009, houve um aumento de 0,4% em julho. Os números podem parecer modestos, mas diante das quedas sucessivas experimentadas podem significar a abertura de uma quantidade enorme de novos postos de trabalho e a retomada do crescimento industrial no país.

Claro que no mesmo período de 2008 os números foram bem mais significativos. Comparando com o mesmo período de 2009, houve queda de 7%, uma diferença muito grande. Vale dizer que no acumulado em 2009 os números não são animadores, o índice é de -5,4%, portanto, negativo.


Uma análise do Itaú-Unibanco revela uma notícia menos pior: o desemprego vai aumentar, mas menos do que a previsão feita no auge da crise.

Quando a conjuntura é de crise, como a que estamos atravessando, há uma procura menor por emprego, o que reduz sensivelmente a PEA (População Economicamente Ativa). Do contrário, quando o cenário econômico se apresenta em crescimento, a população é mais estimulada a procurar emprego.

Segundo o economista André Bicalho, o fator mais relevante para explicar a queda na taxa de desemprego prevista pelo Itaú-Unibanco (que passou de 10,5% para 9,1% para o começo de 2010) é a boa proporção de trabalhadores com carteira assinada, que em junho deste ano atingiu 49% da PEA.

A formalização dificulta o processo de demissão, assegurando mais estabilidade.





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