Empresas esquecem dos Interesses dos Trabalhadores para pensar apenas nelas mesmas




Um tema, às vezes, controverso, mas muito importante. Os treinamentos, o conhecimento técnico e científico, as exigências do mundo corporativo, entre outros fatores, tem deixado as pessoas à margem de si mesmas. Claramente falando, tem ocorrido uma desumanização nos meios corporativos e empresariais. Fala-se de Inteligência Emocional e Análise Comportamental, mas o ser humano, por onde se encontra?

Fica difícil relacionar as exigências apresentadas pelas chefias e recrutadores com as questões da vida social, a cidadania e a ética profissional, pois a pessoa é dividida ou separada em partes que depois serão juntadas formando um todo disforme. É perturbador, mas é verdade que a visão do homem como um todo não é, ainda, muito bem definida no mundo corporativo.


Ao mesmo tempo em que se fala dos interesses da empresa em reuniões e palestras, vai ficando mais afastada a percepção do colaborador como uma pessoa com sentimentos, necessidades, sonhos, vontades… Fica apenas a imagem fria do colaborador, sempre disposto e pronto para atender aos interesses da empresa. Algo que precisa ser encarado com seriedade e humanidade.

Por Lindomar Vieira


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