Optar por profissões tradicionais ou tentar outras áreas?



Ser médico, advogado, engenheiro. Profissões tradicionais e o sonho de muitos pais que veem seus filhos entrando na casa dos 16, 17 anos e que já começam a se preocupar com o que fazer da vida.

Antigamente era muito mais comum termos famílias que forçavam mais o direcionamento de seus filhos para uma dessas profissões. Resultado? Péssimos profissionais. Médicos insatisfeitos, que mal olham para a cara do paciente, que pratica a profissão nitidamente por obrigação. Advogados medíocres, que se não conseguem ser aprovados pela OAB, prestam concursos e viram servidores públicos intragáveis, daqueles que usam o espaço público para jorrar fel e mau humor. Engenheiros fracos, que mais aprendem do que ensinam em uma obra, principalmente se tiverem ao seu lado um bom mestre de obras. Não adianta. Ser obrigado a fazer alguma coisa é terrível e os resultados insatisfatórios. Mas muita coisa tem que ser avaliada. Se você vem de uma família abastada, com certeza se você fizer oceanografia e morar no Mato Grosso, tanto faz. Não dependerá da profissão para se sustentar. Não ocorre o mesmo com quem procura na profissão satisfação e ao mesmo tempo o sustento. São situações diferentes, com análises que devem ser feitas de forma diferente.



Para você, que procura satisfação e sustento, tem que avaliar todas as opções do mercado que se identificam com o seu perfil e que podem te dar uma remuneração. Se você precisa trabalhar para pagar os estudos, com certeza faculdades que exigem cursos em tempo integral já não se encaixam. O ideal, no seu caso é: separe seus gostos em 3 campos: exatas, humanas e biológicas. Identifica-se com a área de humanas, ótimo, já tem um caminho. Agora análise: tenho facilidade em lidar com o público? Gosto de falar para muitas pessoas? Se a resposta for sim, a carreira de professor pode ser uma boa. Esqueça o estigma que se ganha mal, porque na maioria dos casos hoje, professores são bem remunerados. Reclamam aqueles que devem ter sido obrigados a seguir a carreira, como citado no início da reportagem.

Por Luciana Viturino



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