O que fazer e o que não fazer para ter um bom Currículo

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Hoje em dia o currículo é o principal meio de “apresentação” de um profissional. Ainda assim, com toda a sua importância existem diversas pessoas que reduzem suas chances de serem contratadas por terem um currículo “não muito bem”. Na realidade há diversas coisas bem obvias que são deixadas de lado e outras importantes que nem sequer passa pela cabeça do candidato. Abaixo listamos alguns itens que fazem um currículo ser bom ou não. Confira:



– O que se deve fazer:

1 – Tenha objetividade – Essa é uma daquelas partes que são óbvias mas que muitas pessoas deixam de dar a devida atenção. Não importa se o profissional tem uma “mega lista de capacitação”, o ideal é que condense tudo da melhor forma possível a fim de ter algo mais objetivo. E tem um detalhe importante: Elabore um currículo específico para o setor que está concorrendo.

2 – Informações pessoais – Muitas pessoas acham essencial colocar no currículo a documentação pessoal. Na verdade esses dados somente serão necessários caso o candidato seja convocado para a contratação. O ideal é fornecer os contatos e claro, mantê-los atualizados.



3 – Cuide de seu português – Mesmo que o candidato vá concorrer para algo que nada tenha com o português na hora da seleção o recrutador poderá acabar pensando que se a pessoa não se dá ao trabalho de corrigir seu próprio currículo o que aconteceria se ela fosse contratada!

– O que não fazer:

1 – Informações muito exageradas – Essa questão geralmente acontece com a parte educacional. Se o profissional conta com graduação, títulos de especialista, MBAs e etc não podem faltar. Entretanto, há uma diversidade de cursos que o profissional pode ter feito e que não tenha muita coisa com a vaga. Se for o caso, coloque esses cursos “menos relevantes” apenas se estiverem de acordo com a vaga.

2 – Os últimos empregos – Alguns candidatos citam até o primeiro emprego como vendedor de balas e chicletes. Isso é completamente desnecessário. Para que o profissional que está recrutando os candidatos os três ou quatro últimos empregos já são suficientes para que o mesmo tenha uma ideia do perfil profissional do interessado.

Por Denisson Soares



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