Preocupar-se apenas com o diálogo e com o currículo impresso em um processo seletivo não é suficiente. Candidatos que almejam, de fato, sucesso nas futuras entrevistas de emprego precisam atentar-se também à linguagem corporal.  

De acordo com especialistas, os gestos e modos de agir, muitas vezes, contam muito mais do que a conversa entre o recrutador e o candidato. Confira a seguir algumas dicas que podem auxiliar – e muito – em suas próximas entrevistas de emprego. 

– Sorriso:

Sorrir demonstra receptividade e simpatia, duas qualidades buscadas em um profissional. Porém, é interessante manter-se o mais natural possível, visto que um sorriso forçado pode ser pior do que uma cara mal humorada. 

– Convicção: 

Além de falar com convicção durante a entrevista, é importante também manter um tom de voz estável e tranquilo. Quando o recrutador observa nuances e alterações na voz, pode interpretar como nervosismo e insegurança do candidato. 

– Excesso de gesticulação: 

Mexer muito com as mãos durante uma entrevista – além de sinal de nervosismo – pode transferir a atenção do entrevistador para os gestos, deixando o conteúdo da conversa em segundo plano. Evite também apontar para o recrutador: tal ação representa agressividade! 

– Boa postura: 

Mantenha-se sentado e apoiado corretamente na cadeira, nunca se esparramando, aos olhos do entrevistador, pode soar como desleixo. Quando for questionado, responsa sempre com a cabeça levantada, alinhada aos ombros: abaixá-la pode significar insegurança e medo. 

– Braços cruzados: 

Poucos sabem, mas o simples ato de cruzar os braços pode fechar futuras – ou até atuais – oportunidades. Isso porque cruzá-los demonstra que o candidato não está aberto e receptivo ao diálogo e, consequentemente, à nova oportunidade. 

– Aperto de mão: 

É preciso ter cuidado ao apertar a mão do entrevistador, já que fazê-lo com muita força representar arrogância e agressividade e, quando fraco demais, representa falta de sinceridade. Para não errar, o ideal é um aperto de mão discreto e firme.

Como dizem há algum tempo, um gesto vale mais do que mil palavras. E essa máxima é presente, também, nos processos seletivos.

Mantenha-se atento! 

Por Tati M.


O momento de fazer uma entrevista de emprego para muita gente é a parte mais complicada. Os erros são inevitáveis para os despreparados. Confira alguns dos mais comuns em relação à linguagem corporal de acordo com autora especialista no tema.

O emprego dos sonhos bate bem na sua porta. Você fez tudo que podia e conseguiu, mesmo assim ainda falta passar por uma parte um tanto complicada: a entrevista com quem é o responsável pelo recrutamento. Agora imagine que você se deu bem nessa entrevista e bem no fim acaba encerrando suas chances de ser contratado mesmo sem perceber. Apesar de parecer estranho isso acontece frequentemente. Um aperto de mão fraco, o olhar sem foco entre outros fatores da linguagem corporal podem passar despercebidos para o entrevistado, mas não para o entrevistador.

De acordo com a especialista no assunto Tonya Reiman, autora do livro intitulado “O Poder da Linguagem Corporal” esses erros mesmo que pareçam sem importância podem acabar com as oportunidades de qualquer pessoa em muitas ocasiões.

A escritora deu uma entrevista ao portal de notícias G1 e citou alguns dos erros mais comuns no que diz respeito à linguagem corporal. Abaixo apontamos alguns deles segundo a autora.

– Má Postura: de acordo com a autora muita gente não percebe, mas a entrevista de emprego já começa na sala de espera para a entrevista. Ficar desleixado na cadeira não é uma boa opção;

– Aperto de Mão: a dica é que ao apertar a mão do entrevistador seja natural, nada de muito fraco ou forte de mais. Um detalhe importante é que o entrevistador deve ser o primeiro a estender a mão e não o entrevistado;

– Contato com os olhos: ter contato visual. O famoso olho a olho é muito importante. Caso o candidato não faça isso, o entrevistador tenderá a supor que o candidato é inseguro dentre outros pontos;

– Inquietação: ficar passando a mão no cabelo, no rosto ou algo do tipo que dê a entender certa inquietação não é conveniente. Geralmente quando se faz isso é porque mesmo que inconscientemente precisamos de um certo autoconforto. E essa é uma mensagem que o entrevistador levará para o lado negativo.

Por Denisson Soares





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