Para falar sobre seus pontos fracos em uma entrevista, é preciso se conhecer e ser sincero com o recrutador. É preciso dizer também o que está fazendo ou o que pretende fazer para melhorar os pontos fracos que foram citados.

É na entrevista de emprego que o candidato tem a oportunidade de mostrar para a empresa que ele é o candidato certo para a vaga, porém o recrutador pede para que ele fale sobre seus pontos fracos e isso, para a grande maioria dos candidatos, é um duro golpe porque ele está ali para mostrar as suas qualidades e convencer a empresa que é o melhor candidato, porém, ao enumerar seus pontos fracos poderá estar colocando tudo a perder.

Mas é melhor estar preparado para este momento porque as empresas vão te pedir para falar sobre seus pontos fracos durante a entrevista de emprego e é melhor que você esteja muito bem preparado nesta hora.

Não há uma fórmula a ser seguida para se dar bem nesta hora, o que acontece é que a empresa quer saber se você tem um bom autoconhecimento, então para não fraquejar, o indicado é que você faça uma autoanálise e veja com sinceridade quais são os seus pontos fracos.

Responder com sinceridade e enumerar com tranquilidade os seus pontos fracos, mostrará ao recrutador que você se conhece muito bem e não tem problema em falar dos pontos fracos e isso é tudo que o recrutador quer de você!

Mas fique atento a este momento, porque citar seus pontos fracos e baixar a cabeça se sentindo um inútil é o caminho certo para você ser reprovado e não conseguir a tão sonhada vaga. Porque o recrutador perguntou pelos seus pontos fracos, mas tem algo que ele quer saber, só que não vai lhe dizer, que é o que você pretende fazer ou já está fazendo a respeito dos pontos fracos citados.

Se você disser, por exemplo, que não domina um segundo idioma, estará enumerando um ponto fraco, mas o que você pretende fazer a respeito? Por isso é tão importante a autoanálise, porque se você detecta com antecedência que um dos seus pontos fracos é a falta de um segundo idioma, poderá tomar uma providência, por exemplo, iniciar um curso de inglês ou espanhol. Assim, neste momento da entrevista de emprego, quando você enumerar seus pontos fracos, irá dizer também o que está fazendo a respeito. Com isso, você vai mostrar ser uma pessoa sensata, que está atenta ao seu crescimento profissional, que tem consciência de seus defeitos, seus pontos fracos, mas que está trabalhando para melhorá-los.
Agora você entendeu porque dissemos que não há respostas prontas para este momento, cabe a cada candidato, fazer sua autoanálise com antecedência, verificar seus pontos fracos e tomar providências para melhorar como pessoa e como profissional.

Se você agir desta forma, no momento da entrevista de emprego, irá agir naturalmente e com certeza, vai conquistar o recrutador com sua sinceridade e também com a sua postura.

Por Russel


Muita gente tem dúvidas sobre a inserção de foto no currículo, mas afinal, isso é realmente necessário?

Na corrida pela disputa de emprego, muitos candidatos exageram em informações que podem ter o efeito contrário do esperado, ou seja, ser dispensado da vaga.

A verdade é que no currículo quanto menos exagerar é melhor. Tentar evitar fotos, cores ou mesmo fontes muito grandes afinal o currículo deve encantar o selecionador pelo conteúdo profissional, e não pela aparência, por isso é inapropriado colocar imagens no currículo mesmo o candidato tendo boa aparência.

Alguns efeitos que uma foto pode causar no currículo:

  • Primeira impressão através da foto, ou seja, se a imagem estiver ruim, não causará boa impressão;
  • O candidato não seguiu a instrução de forma correta, se a empresa solicitou vários dados e não indicou a necessidade de inserir foto, a instrução não foi seguida corretamente e o currículo poderá ser eliminado;
  • No caso do selecionador ser do sexo feminino o cuidado deverá ser redobrado, afinal as mulheres são muito críticas com fotografias.

Além desses efeitos, existem outros que podem ser consultados inclusive com opiniões de especialistas no assunto aqui.

Todavia, existe uma importante curiosidade: empresas que pedem fotos podem ser denunciadas por preconceito, afinal, que interesse pode haver em solicitar fotos senão para pré-seleção de beleza ou etnia o que fere o artigo 5º da constituição que diz: “todos são iguais perante a lei”, esse artigo poderá ser consultado no seguinte site oficial, além de ferir o artigo 373-A da CLT que trata da dispensa do trabalho por seleção de cor, raça e gênero que poderá ser analisado aqui. Porém essa denúncia é somente de ordem administrativa no âmbito da fiscalização trabalhista, geralmente após a denúncia da pessoa lesada.

Entretanto existe a possibilidade de a empresa solicitar a foto e o candidato por necessidade do emprego preferir anexar a foto ao currículo ao perder a oportunidade, também deve fazê-lo com cautela de sobriedade, vestimenta, e aparência afinal isso poderá acarretar na perda da sua entrevista presencial. 

Por Erica Oliveira de Souza


Você se sente preparado para uma entrevista de emprego quando é convocado? De acordo com Padmaja Ganeshan-Singh, consultora de carreiras, quem se sente mais preparado para uma entrevista tem a probabilidade de causar uma boa primeira impressão logo no primeiro dia do processo seletivo. Para se dar bem, o candidato precisa demonstrar alguns conhecimentos do ramo da empresa, além de ideias de como ele poderá atuar para melhorar os resultados.

Abaixo estão listadas 6 atitudes esperadas de você na entrevista:

1. Entender perfeitamente a descrição da vaga: você precisa ter todas as informações sobre a vaga para qual está concorrendo. É interessante que ao menos você tenha parte dos requisitos exigidos, para enfim, estar preparado verdadeiramente para as seguintes perguntas: Por que você gostaria de ser contratado? Você é capaz de se dedicar a esta vaga? Você concorda com as exigências?

2. Esteja sempre disponível: se a empresa te procurou é porque tem certeza que estará disponível não apenas para fazer a entrevista, mas também para conversar ao telefone nesse momento. Caso não esteja disponível naquele momento, peça encarecidamente que o recrutador te ligue em um horário que seja adequado para ambos.

3. Esteja ciente de seus objetivos: quais são seus objetivos para esta vaga? Qual a sua pretensão salarial? Você tem flexibilidade? Por qual motivo se candidatou a esta vaga? Quando você poderá começar? Essas e outras são as principais perguntas que um entrevistador deve fazer, e para respondê-las é preciso estar devidamente preparado, pois isso ajudará vocês dois a definirem metas e expectativas corretas, economizando tempo para os dois.

4. Dê exemplos: se você informar uma determinada experiência, com certeza será questionado sobre isso. Para que você não se perca em suas menções, tenha em mente alguns exemplos para mostrar ao recrutador para que ele saiba que você é o profissional certo.

5. Seja cordial e demonstre todo o seu interesse não só pela vaga, mas pelo trabalho também: se você tiver contatos importantes em sua rede profissional e tiver que mencionar, seja cordial nessa hora. O interesse no trabalho e nas atividades dele ajudam a fazer seu marketing pessoal na hora da entrevista, por isso, demonstre que tem intenção de fazer seu papel para trazer resultados para a empresa.

6. Seja uma pessoa curiosa: o entrevistador sempre esperará que você tenha alguma pergunta a fazer. Nesse caso, pergunte sobre as próximas etapas da seleção ou por quanto tempo será a contratação. Essas são algumas perguntas inteligentes e que podem ser feitas na hora.

Por Daniela Almeida da Silva


A era da internet trouxe diversos benefícios tanto para as empresas quanto para os que buscam uma vaga de trabalho. Atualmente, um recrutador pode saber muito sobre você, bem mais além do que pode imaginar. Se você é fã de postar na rede tudo o que você faz ou deixa de fazer, tome cuidado, isso poderá manchar o seu currículo.

Cada vez mais, as empresas procuram informações sobre os seus futuros empregados através dos sites de buscas. Hoje em dia, é só digitar o nome completo da pessoa no Google que aparecem todas as informações e dados referentes à ela (claro, as que estiverem divulgadas). Não se assuste, a intenção do recrutador não é somente ver algo negativo sobre você, mas também conhecer um pouco melhor o candidato. Então, se você estava pensando em “omitir” algumas informações ou mentir a respeito do seu currículo, pense duas vezes. O principal interesse do selecionador é verificar se as informações achadas na internet condizem com as informações presentes no documento pessoal.

Segundo as informações cedidas pelo site Glassdoor, há quatro coisas que os recrutadores procuram no Google sobre os candidatos, são elas: fotografias, a curiosidade e interesse do empregador gera que ele procure saber qual é o seu aspecto físico; o seu rastro virtual, isso inclui sites que você participa, redes sociais, sites de relacionamentos, entre outros; portfolio virtual, a intenção é saber se o seu trabalho pode ser encontrado na rede, uma forma de exemplo do que é capaz de fazer; por fim, o selecionador procura saber um pouco mais sobre o seu comportamento e caráter, como se relaciona com as pessoas e qual é a sua postura perante os mais variados assuntos.

Como pode perceber, não é só o currículo que será o seu cartão de apresentação numa empresa. Com a era virtual veio a facilidade para adquirir informações e constatar dados, sendo assim, fique de olho no que anda colocando nas redes sociais e sites diversos.

Por Melina Menezes


Atenção marinheiros de primeira viagem numa entrevista de emprego! Mesmo que tenha um milhão de dúvidas no momento da seleção, seja criterioso e pense antes de fazê-las. Algumas delas são verdadeiras armadilhas para quem está procurando um emprego.

Quando se fala sobre entrevistas, seja de emprego, de estágio ou trainee, na maior parte das vezes se indica como o solicitador da oportunidade deve se comportar, o que ele deve dizer e como precisa agir. Bem, neste texto serão ditas algumas coisas que os candidatos não podem, em nenhuma hipótese, perguntar ao seu entrevistador.

Não é legal que você solicite ao recrutador que ele fale sobre a empresa para a qual está selecionando. O porquê é simples, se você fizer essa pergunta demonstrará que não se ocupou em procurar informações acerca da empresa, isso já mostra desinteresse.

Outra pergunta que não pode fazer é aquela relativa ao período de férias. Querer saber na entrevista quando e quanto tempo terá de férias determina que você está desmotivado e não está nem ligando para o trabalho. Também está vetada qualquer solicitação de benefícios.

Questões sobre possibilidades de aumento não devem ser feitas. Se o recrutador falar alguma coisa, ouça, nada mais.

Não pergunte sobre a importância da assiduidade na organização, pega mal. Você nem começou e já está querendo faltar! Será quase impossível conseguir a vaga se começar logo de cara pedindo essa informação. Outra questão que não pode ser abordada é a que se refere no home office.

Se você fez direitinho a tarefa de casa, deverá saber quais são os concorrentes da empresa, assim como os seus pontos fortes e fracos (até mesmo por dedução), portanto, não vale perguntar nada a respeito desses pontos.

Algumas outras perguntas que devem ser evitadas são as referentes às festas da empresa, processo de avaliação dos profissionais da empresa, se as informações que você der na entrevista serão checadas.

Algo que você não pode fazer de forma alguma, não perguntar nada. Questionamentos fazem parte do processo seletivo, se você não fizer nenhuma o entrevistador poderá ficar com dúvidas quanto o seu interesse real na vaga.

Por Melina Menezes


A famosa frase “a primeira impressão é a que fica” nunca sai de moda no mundo corporativo.  Se o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo também cada vez mais os candidatos a uma vaga de emprego tem que estar dispostos a passarem uma boa imagem de si mesmos logo de “cara”.

A maneira como o candidato se veste, a sua pontualidade e comportamento do mesmo podem ser pontos fundamentais que irão determinar se ele é a pessoa certa ou não para a vaga.

Um bom passo para quem deseja se dar bem em uma entrevista de emprego ou ao menos não passar uma má impressão é começar a se preparar antes para o que está por vir. Isso inclui as perguntas do recrutador, as dinâmicas e outras fases que as seleções costumam ter. Chegar antes do horário marcado para a entrevista, conhecer bem a empresa e sua atuação no mercado são alguns “itens” nos quais o candidato deverá prestar atenção. Outra questão é que no momento de destacar suas qualificações o candidato passe a imagem de segurança. Abaixo listamos algumas dicas simples para quem vai participar de uma entrevista de emprego e não quer se dar mal.

1 – Currículo atualizado, bem elaborado e com informações relevantes.

Como sabemos o currículo é o cartão de visitas do candidato. Muitos recrutadores já descartam o candidato por coisas simples como erros de digitação ou ainda currículos que mais parecem o estudo de algum assunto (com mais de duas páginas). É bom tomar cuidado com as informações. Colocar aquilo que realmente é importante é que é o ponto base.

2 – Conquistas, pontos fortes e pontos fracos.

Saber sobre si mesmo dá ao candidato uma maior segurança. Muitos deixam para pensar nisso já no momento da entrevista. O que de fato é um erro. Definir antecipadamente aquilo em que se é bom, saber o que foi conquistado de antemão torna mais fácil a “venda” da imagem do profissional.

3 – Cuidado com os cumprimentos.

Tem gente que acredita que fazer um cumprimento forte, efusivo é uma boa forma de passar uma boa imagem. Isso é um grande engano. Simplicidade e naturalidade são mais indicados e mais seguros.

4 – Cuidado ao falar sobre seu chefe e seu emprego anterior.

Se for para destacar pontos em que você contribuiu ou resultados apresentados pelo chefe graças a uma iniciativa sua tudo bem. O que não vale é “descer o pau” na empresa e no antigo chefe. A primeira coisa que o recrutado vai pensar é: “É isso que ele vai fazer se sair daqui. Não quero ninguém sujando o nome da empresa ou o meu!”. Então muito cuidado com isso.

5 – Vestuário.

Esteja bem vestido de acordo com a empresa em que vai ser entrevistado. Algumas empresas são mais “liberais” enquanto que outras são muito conservadoras. É a velha dica: vista-se decentemente e discretamente.

6 – Mantenha contato visual com o recrutador.

Ao manter o contato visual com o recrutador o candidato demonstra que está prestando atenção ao que o mesmo está dizendo. Quem fica de cabeça baixa passa uma imagem de tristeza e timidez, coisa que nenhuma empresa quer em seu quadro de profissionais.

7 – Pergunte.

Não faz mal nenhum fazer perguntas no momento certo ao entrevistador. Isso vai mostrar que realmente há um interesse de sua parte em relação à vaga e à empresa.

8 – Desligue o celular.

Acho que não é nem preciso dizer o motivo. A entrevista é sua e sua grande chance. Interrupções poderão tirar você do jogo. Isso é válido tanto para o momento da entrevista quanto para outras fases como as dinâmicas de grupo, por exemplo.

Por Denisson Soares


A maioria das pessoas, de um jeito ou de outro, sempre sente algo em relação ao seu emprego novo. Seja um simples frio na barriga, ansiedade ou até mesmo aflição. O que é perfeitamente justificável uma vez que o profissional irá lidar com pessoas novas em um novo ambiente. O problema é que às vezes o novo empregado na ansiedade e preocupação com seu novo local de trabalho acaba cometendo algumas atitudes que podem contribuir para que ele não seja bem visto logo na chegada. Abaixo selecionamos algumas dicas interessantes para você não fazer feio em seu novo emprego. Confira:

1 – Seja pontual:

Se isso é importante para quem já faz parte da empresa imagine para quem está começando. Outro detalhe é que chegar atrasado e ficar perambulando pela empresa sem saber o que fazer ou para onde ir passa uma impressão de que você já se acha dono dela.

2 – Nomes dos colegas:

Um novo funcionário nem sempre tem seu nome lembrado pelos colegas. Mas isso não impede que você se esforce para saber o nome deles. Se você tem dificuldade em lembrar anote o nome e relacione-o a algo que possa lhe fazer lembrar quem é a pessoa ou o que ela faz. Vale ressaltar para tomar cuidado com as anotações já que elas não podem ser ofensivas, vai que alguém vê o que você escreve.

3 – Cuidado como se veste:

Se há a dúvida sobre como se vestir a ação mais simples a se fazer é observar como os seus colegas estão vestidos. Vale lembrar que esse ponto às vezes pode ser descoberto durante o processo de seleção. Na dúvida (ou até ter certeza) vá para o emprego como se você estivesse indo para uma entrevista.

4 – Tenha modéstia:

Se tem algo que irrita, e muito, os colegas no ambiente de trabalho é o sujeito que chega e já se acha o dono de todo o saber. Evite se gabar demais, contar vantagens sobre sua vida profissional e por aí vai.

5 – Sorria:

O sorriso além de demonstrar simpatia e confiança contribui ainda para que o nervosismo dos primeiros dias de trabalho possa ser escondido.

Por Denisson Soares


Sempre que nos inscrevemos a uma vaga de emprego pela internet, ou enviamos nosso currículo via e-mail é muito importante que elaboremos uma carta de apresentação, isso porque ela permite que realizemos uma apresentação mais precisa de nossas habilidades, além de promover também o marketing pessoal que pode diferenciá-lo na oportunidade de uma futura entrevista presencial.

De acordo com a consultora de RH do portal Vagas.com, Fabíola Lago, a carta de apresentação pode ter significância diferenciada de uma empresa para outra: “Algumas simplesmente ignoram  totalmente e para outras pode ser decisiva em uma contratação”, declara a profissional em entrevista ao G1.

No momento de elaborar uma carta de apresentação que seja bem vista pelo recrutador, alguns critérios devem ser considerados para que seu esforço não seja ignorado. Erros ortográficos, apresentações muito longas, são alguns dos exemplos daquilo que pode não favorecer sua apresentação. No caso de fluência em outras línguas, caso o candidato não possua, a dica é não citar este item na carta, ao invés de declarar que não possui este requisito. Em casos onde a carta de apresentação for enviada via e-mail para inclusão no banco de vagas da empresa, ou seja, quando não se destina a uma vagas específica, a dica é colocar no Assunto do e-mail “Currículo – Área de Recursos Humanos”.

Se o candidato está em busca de sua primeira experiência profissional, aconselha-se que o mesmo insira em sua carta ponto de destaque de sua vida acadêmica, por exemplo, ou projetos que apontem iniciativa do futuro profissional. Em casos em que o candidato esteja sendo indicado por um amigo ou parente é importante que esta informação seja explicita no início do e-mail “Conforme indicação do fulano de tal”, lembrando que esta informação deve seguir no e-mail apenas com autorização da pessoa que o indicou.

Uma dica muito forte é também demonstrar na carta interesse em atuar na empresa e também interesse na vaga. Fazer uma pesquisa sobre a empresa e demonstrar algum conhecimento sobre a mesma na carta pode ser um ponto favorável ao candidato. 

Por Jaime Pargan


O número chega a ser alarmante: 40% dos candidatos de processos seletivo são desclassificados devido a erros de português. Já para quem precisa aprender inglês, cursos grátis e de baixo custo são boas opções.

Na hora de participar de um processo seletivo o português “em dia” pode ser a salvação do candidato. É algo muito óbvio, mas as análises mostram que os erros em relação à língua portuguesa estão mais do que presentes nas entrevistas de seleções. O pior é que além de prejudicar o candidato pode até mesmo ser motivo para a sua desclassificação. Para ser ter uma ideia melhor da situação basta considerarmos o fato de que logo nas etapas iniciais dos processos seletivos quatro entre dez participantes não são selecionados por faltas com o português. Ao menos é para esse cenário que as estatísticas apontam.

Isso apenas demonstra o fato de que a cada dia as empresas estão cada vez mais exigentes no momento de escolher seus futuros colaboradores.

A coordenação do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) destaca um fato interessante: até pouco tempo atrás o português era exigido fundamentalmente para candidatos para postos de trabalho direto com o público como, por exemplo, os atendentes de call center. Com as coisas mudando diversos outros setores também estão cobrando cada vez mais o português como é o caso de áreas como Tecnologia da Informação e Engenharia.

Segunda língua:

Outro detalhe é o fato de que o candidato deve ter a opção de uma segunda língua em seu currículo. De fato, a maioria dos brasileiros não fala inglês, mas, isso não é desculpa para quem quer ingressar no mercado de trabalho com sucesso.

Uma segunda língua é uma exigência primordial em muitas empresas. Com a crescente demanda de interessados em aprender a oferta de cursos também cresceu. Um detalhe interessante é que não há muitas desculpas para não se preparar da maneira que for possível. Hoje em dia são oferecidos diversos cursos de idiomas com preços até muito baixos ou ainda de graça. Uma simples busca na internet mostra o tamanho da oferta.

Vale ressaltar que quanto mais cedo a pessoa começar a aprender uma segunda língua mais rápido e melhores serão os resultados.

Por Denisson Soares


As grandes empresas estão usando outras formas de receber as centenas de currículos recebidos quando se abre alguma vaga. É o caso do Grupo Votorantim que demora, em média, de 7 a 10 dias para organizar, manualmente, todas as inscrições para uma oportunidade na empresa.

Contudo, no ano passado a organização teve uma ideia de usar um software para agilizar todo esse processo. Hoje eles usam um sistema que consegue processar de uma só vez o perfil de 12 milhões de profissionais incluídos na rede social LinkedIn.

O programa possui 30 filtros que separa cada quesito dos profissionais, como trajetória acadêmica, áreas de interesse, idiomas e outras habilidades. Esse trabalho auxilia os recrutadores a buscar o melhor perfil para cada vaga aberta na empresa. E o sistema consegue ir além. Ele obtém dados dos profissionais externos que buscam oportunidades como retém informações sobre os funcionários do próprio Grupo Votorantim, como saber de onde eles vieram e para onde vão quando saem da empresa.

A gerente de captação do grupo, Paula Giannetti, explica que a triagem tradicional de currículos já não é mais eficiente para que eles consigam pessoas qualificadas para trabalharem na empresa. O software, conhecido como Big Data – estilo de um jargão em inglês – vem ganhando espaço nas grandes organizações não só para angariar dados de milhões de perfis profissionais, mas também revelar padrões comportamentais e tendências, que pode ser usado tanto para contratar quanto para promover um funcionário interno.

O sistema quebra a limitação que existe da análise tradicional de currículos e a incontrolável subjetividade que existe nos recrutadores, dificultando a contratação ou promoção. O processo não fica apenas em auxiliar a agilizar as demandas das análises profissionais, mas engloba maior precisão na hora do recrutamento.

E não é só o Grupo Votorantim que embarcou nessa nova tecnologia. O Google criou o Janus em 2010 para analisar todas as informações profissionais de seus empregados. Dentre as várias utilidades do programa, a empresa descobriu que as funcionárias com filhos têm duas vezes mais chance de deixar o Google. Com essa informação a organização ampliou alguns benefícios. 

Por Carolina Miranda


Muita gente faz uso e vê os programas de trainees como uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho, principalmente se o profissional for um recém-formado em busca de experiência em grandes empresas. De qualquer maneira os processos de seleção para esse tipo de profissional têm se tornado cada vez mais concorridos e poucos conseguem (até mesmo pelo fato da grande concorrência) passar pelo desafio com sucesso. Mas você já parou para pensar no que exatamente as empresas e os próprios candidatos andam buscando para as vagas abertas?

A empresa de consultoria Seja Trainee, realizou durante o período de novembro de 2013 até o mês de fevereiro de 2014 uma pesquisa na qual participaram 1.060 candidatos para diversos programas de trainee. Desse número 813 acabaram se tornando finalistas e a partir daí foi possível identificar quais são as principais características dos profissionais que se destacaram nas seletivas. Confira abaixo algumas informações apontadas pelo estudo.

Falar inglês e falar muito bem. Essa foi uma das principais características identificadas pelo estudo. De acordo com os dados levantados mais de 98% dos candidatos que se destacaram tinham inglês em nível avançado ou ainda fluência na língua.

A maior parte dos candidatos selecionados tem uma faixa etária relativamente jovem. Grande parte deles não passa dos 24 anos de idade, moram no estado de São Paulo e se formaram ou ainda estudam em universidades públicas.

Outro ponto que foi levantado pela pesquisa é em relação à área de formação do profissional. Foi constatado que da base de candidatos, 49% são provenientes da área de humanas, 47% da área de exatas e apenas 4% de biológicas.

Ainda de acordo com as informações apontadas na pesquisa esses jovens profissionais levam em consideração diversos fatores na hora de decidir participar de algum programa de trainee. Segundo as informações 60% analisam a marca, a cultura cultivada pela companhia e sua própria área de formação. Dentre outros motivos que levam a escolha estão a estrutura do programa, o segmento de atuação e por último a remuneração.

Quando esses mesmos profissionais já pensam em si como trainees o que mais os atrai são as chances de desenvolvimento oferecidas pelas empresas. Dentre as iniciativas mais valorizadas pelos participantes estão o coaching com 54% e na sequência os treinamentos com 44%.

Por Denisson Soares


O momento de fazer uma entrevista de emprego para muita gente é a parte mais complicada. Os erros são inevitáveis para os despreparados. Confira alguns dos mais comuns em relação à linguagem corporal de acordo com autora especialista no tema.

O emprego dos sonhos bate bem na sua porta. Você fez tudo que podia e conseguiu, mesmo assim ainda falta passar por uma parte um tanto complicada: a entrevista com quem é o responsável pelo recrutamento. Agora imagine que você se deu bem nessa entrevista e bem no fim acaba encerrando suas chances de ser contratado mesmo sem perceber. Apesar de parecer estranho isso acontece frequentemente. Um aperto de mão fraco, o olhar sem foco entre outros fatores da linguagem corporal podem passar despercebidos para o entrevistado, mas não para o entrevistador.

De acordo com a especialista no assunto Tonya Reiman, autora do livro intitulado “O Poder da Linguagem Corporal” esses erros mesmo que pareçam sem importância podem acabar com as oportunidades de qualquer pessoa em muitas ocasiões.

A escritora deu uma entrevista ao portal de notícias G1 e citou alguns dos erros mais comuns no que diz respeito à linguagem corporal. Abaixo apontamos alguns deles segundo a autora.

– Má Postura: de acordo com a autora muita gente não percebe, mas a entrevista de emprego já começa na sala de espera para a entrevista. Ficar desleixado na cadeira não é uma boa opção;

– Aperto de Mão: a dica é que ao apertar a mão do entrevistador seja natural, nada de muito fraco ou forte de mais. Um detalhe importante é que o entrevistador deve ser o primeiro a estender a mão e não o entrevistado;

– Contato com os olhos: ter contato visual. O famoso olho a olho é muito importante. Caso o candidato não faça isso, o entrevistador tenderá a supor que o candidato é inseguro dentre outros pontos;

– Inquietação: ficar passando a mão no cabelo, no rosto ou algo do tipo que dê a entender certa inquietação não é conveniente. Geralmente quando se faz isso é porque mesmo que inconscientemente precisamos de um certo autoconforto. E essa é uma mensagem que o entrevistador levará para o lado negativo.

Por Denisson Soares


A cada dia que passa, um candidato a uma vaga de emprego precisa tomar todos os cuidados com o que se fala no seu perfil do Facebook. Uma pesquisa realizada por dois estudiosos, Katelyn Cavanaugh e Richard Landers, da Universidade Old Dominion, nos Estados Unidos, aponta que uma verificação do perfil do Facebook de candidatos a uma vaga de emprego demonstra ideias de como ele vai se comportar no ambiente de trabalho.

A consciência e a extroversão são dois indícios que conseguem ser observados no perfil do Facebook e que são importantes na vida profissional. A consciência normalmente indica alguns fatores essenciais na duração do empregado no trabalho: a pontualidade, obediência e organização. A extroversão já demonstra uma característica de boa convivência com as pessoas, a interação, o convencimento, que são da personalidade do vendedor, do profissional que gosta de passar seu tempo em grupos de pessoas.

O teste foi feito no ambiente virtual, com 146 pessoas por uma pesquisa de personalidade. As perguntas que tinham no questionário colhiam informações para conhecer melhor cada participante e como eles pensavam sobre si mesmos. Além disso, os organizadores da pesquisa classificaram a personalidade das pessoas de acordo com o perfil da rede Facebook. O mais interessante é que as informações da rede social de cada pessoa tinham mais características delas do que as respostas que elas deram.

Segundo Cavanaugh, o melhor da rede social é que além de informações recentes, o empregador consegue identificar também características mais antigas do profissional. “No Facebook você pode não apenas encontrar informações muito atuais no perfil de alguém, mas também pode acessar um registro do comportamento passado dessa pessoa”. Nesses questionários, o candidato também pode fraudar as respostas, colocando-se como um profissional que a empresa quer e não como ele realmente é.

De acordo com Landers, o empregador também não pode fazer uma análise rápida no perfil do candidato e já julgá-lo como bom ou ruim. “Para se ter uma boa imagem da personalidade de uma pessoa no Facebook, você precisa ter uma dúzia ou mais pessoas fazendo julgamentos sobre aquele perfil”. 

Por Carolina Miranda


De acordo com a opinião do headhunter do site de empregos Recrutando.com, Luiz Pagnez, o profissional precisa construir um bom currículo para causar uma boa impressão até mesmo antes da entrevista pessoal. "A principal função do currículo é deixar o recrutador com uma boa impressão a ponto de convidar o candidato para uma entrevista. Através deste resumo, o recrutador poderá decidir em poucos minutos se o profissional possui as características desejadas ou não", explica.

O especialista afirma, contudo, que o recrutador vai escolher o profissional se ele realmente demonstrar que é aquilo mesmo que está sendo relatado em seu currículo e se é o que a empresa está procurando em um profissional. "Se a necessidade é encontrar um gerente de projetos com experiência no segmento da construção civil, não adianta o candidato destacar um PhD em Harvard se não deixar claro no objetivo profissional que ele atua como um gerente de projetos".

Para montar um bom currículo, o candidato precisa deixar claro as suas experiências, competências e suas reais convicções. Currículos extensos e que não demonstram as habilidades do profissional logo de cara provavelmente será descartado, já que os recrutadores recebem muitos currículos diariamente e eles precisam de um “olho clínico” para achar o candidato de forma rápida.

O profissional precisa construir seu currículo com algumas regras de ouro, para que ele seja fisgado por alguma empresa. A primeira regra: o candidato precisa deixar claro seu objetivo profissional, em qual função ele tem qualificação e deseja trabalhar. Segunda regra: a coerência e bom senso são fundamentais no processo. O profissional precisa ter certeza de que sua experiência e formação se encaixam na oportunidade. Terceira regra: o candidato precisa demonstrar o porquê ele merece ser contratado e, para isso, é importante o profissional relatar os resultados positivos causados por ele dentro do seu último emprego. Por fim, quando o currículo estiver pronto, revise-o várias vezes para eliminar os erros de português. 

Por Carolina Miranda


Uma pesquisa realizada pelo site de empregos Trabalhando.com revela alguns dados desanimadores para as empresas. Segundo o portal, 82% das pessoas que se candidataram em alguma vaga de emprego no site não tinha o perfil exigido pelas empresas. A rede de empregos fez um levantamento com 6.272 currículos cadastrados e com as mais de duas mil oportunidades de emprego inscritas no site entre os meses de fevereiro e março de 2014.

Segundo o diretor-geral do site de empregos, Caio Infante, algumas pessoas alteravam o seu perfil e até mesmo sua formação para se encaixar na vaga em aberto. Alguns candidatos da área tributária concorriam a vagas em que se exigia saber “contas a pagar”, mesmo não sabendo como exercer a função na empresa.

O candidato que mente em seu currículo corre um grande risco de ser desmascarado pela empresa em pouco tempo e, caso isso ocorra, o profissional não ficará com boa imagem na empresa e isso pode se espalhar para outros locais de trabalho. Infante listou quatro dicas para que o candidato consiga uma vaga de emprego de acordo com o seu perfil, sem mentiras e erros.

O profissional precisa descrever suas experiências e funções dentro de uma empresa. Citar uma função e descrever atividades diferentes vai fazer com que o recrutador desconfie das informações. A mesma coisa acontece com o conhecimento de algum outro idioma. Caso o candidato tenha um inglês básico e a vaga exige fluência na língua, o currículo será descartado e nem ficará no banco de dados para outras vagas futuras.

Outra atenção que o candidato precisa ter é a localização da vaga de emprego. Se a oportunidade é em São Paulo, não adianta o profissional se candidatar morando em Belo Horizonte. É preciso estar atento a todos os requisitos exigidos pela empresa. A especialização, quando exigida pela empresa, deve ser olhada com atenção pelo candidato. Não adianta ter uma formação e a empresa estar pedindo outra. O currículo será descartado imediatamente.

E o candidato que mentiu e conseguiu enganar o recrutador em um primeiro momento, será pego de surpresa nos próximos testes. A empresa vai validar o real conhecimento do candidato na língua inglesa, por exemplo. E se o profissional tiver só o básico, ele será desmascarado rapidamente e ainda vai sair do local com uma péssima imagem. 

Por Carolina Miranda





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