Contratações com carteira assinada em março de 2014 tiveram a pior taxa em 15 anos

  

No mês de fevereiro deste ano foram criados 260,8 mil postos de trabalho com carteira assinada e com um detalhe: sem nenhum tipo de ajuste.

Recentemente informações nada agradáveis em relação ao setor de contratações com carteira assinada no Brasil foram divulgadas pelo Ministério do Trabalho através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um exemplo claro desse panorama desagradável foi bastante percebido no mês de março deste ano, quando foram registradas as menores taxas em relação a abertura de empregos formais no país. A situação traz uma preocupação que deverá se estender por um bom tempo já que um detalhe não passou despercebido. A taxa apresentada foi a pior em 15 anos. Fato preocupante para o governo, para a sociedade em geral e principalmente para os que buscam oportunidades de emprego.

De acordo com as informações apresentadas pelo Caged no mês de março o que o país ofereceu uma faixa de vagas abertas que somam 13.117. Lembrando que os números dizem respeito às vagas formais, ou seja, aquelas com carteira assinada. Esses números se mostraram bem abaixo do esperado.

A Agência de Notícias Reuters, por sua vez, também realizou uma pesquisa de mercado com analistas do setor. Segundo as informações levantadas a expectativa média é de que nesse período fossem abertas um número mais ou menos na faixa de 68 mil oportunidades de emprego.




Nesse meio de campo diversos setores foram afetados. Entretanto, os destaques ficam para os setores da Construção Civil, da Agricultura e do Comércio.

Vale ressaltar que mesmo não estando com antes, ou seja, apresentando um grande número de contratações, o mercado de trabalho ainda continua sendo uma das principais âncoras do governo da presidente Dilma Rousseff. O problema fundamental é que com a economia fraca os sinais de esgotamento começam aos poucos a serem perceptíveis.

No final das contas, mesmo com resultados tão ruins apresentados desde o início do ano e em especial no mês de março, o governo ainda sustenta a estimativa (que é mais tida como meta) de que até o final de 2014 serão criados no país cerca de 1,5 milhão de vagas de emprego formais. É esperar para ver.

Por Denisson Soares

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