Em 2014 foram criadas 623,1 mil vagas de emprego formal, pior resultado dos últimos 15 anos.

Na sociedade contemporânea, a geração de vagas formais para o trabalho foi considerada a mais baixa em 15 anos. Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), no País foram criadas 623,1 mil vagas formais de trabalho tanto nos setores privado como público, em 2014. Desta forma, o ano contou com um total de 49,5 milhões de vínculos de emprego. Este número corresponde 1,27% a mais que em 2013.

Entretanto, estes números também mostram uma triste realidade: o resultado mais baixo de geração de vínculos empregatícios desde o ano de 1999. Por exemplo, para os empregados celetistas (regidos segundo as normas da CLT), o aumento do emprego formal foi de 1,45% no ano de 2014, sendo que foram criados 580,6 mil novos postos de trabalho. Em relação ao vínculo estatutário, o aumento correspondeu a um percentual de 0,47% e foram preenchidas 42,5 mil vagas no serviço público.

Todavia, apesar do contexto negativo, o setor de serviços e também o de comércio tiveram um desempenho positivo, porque foram os responsáveis pela criação de 587,5 mil postos de trabalho e 217 mil vagas, respectivamente.

Além disso, segundo comparação regional, a região do nordeste foi considerada líder na criação de novas vagas para o Brasil, sendo criados 206,2 mil postos de trabalho. Em segundo lugar, a região sudeste com 169,5 mil e a região centro oeste teve o pior desempenho com 54,3 mil.

Dentro deste contexto, a remuneração também apresentou crescimento. Descontada a inflação, por exemplo, teve um crescimento de 1,76%, chegando a alcançar, em média, R$ 2.449,11. Foi considerado sempre o mês de dezembro. Além disso, também teve elevação do salário médio nas unidades federativas do Brasil, com exceção apenas do Espírito Santo, que teve perdas de 2,14%. O Brasil passa por um momento de crise, que afeta vários setores e, assim, impacta a economia, e a desaceleração reflete um momento que também influência a política.  

Por Babi


Ficar desmotivado e trabalhar por obrigação são alguns sinais de comodismo que podem aparecer em funcionários antigos

Os profissionais que passam anos trabalhando na mesma empresa podem ficar desmotivados, acomodados e até se esquecerem de que podem ser demitidos. Dessa forma, pequenas atitudes podem provocar falhas e a pessoa acabar perdendo o emprego. Você está há muito tempo trabalhando na mesma organização? Confira algumas dicas e tente sair do comodismo.

– O profissional trabalha apenas por obrigação

Ao entrar na empresa, o profissional está cheio de energia e gás para dar o seu melhor. Ou seja, ele veste a camisa da empresa, dedica e cumpre as suas obrigações com paixão e vontade. Entretanto, ao longo do tempo, ele acaba perdendo a motivação e faz as coisas apenas por obrigação.

Isso reflete nos seus esforços, e, assim, ele vai se dedicando menos aos objetivos profissionais e adota uma postura muito limitada.

– Falta de ideias e criatividade

No início, é comum que o novo profissional queira contribuir com ideias criativas para a organização. Todavia, com o tempo, a pessoa pode ficar desmotivada e perder o interesse em contribuir com novas ideias para o crescimento da empresa.

– Ficar parado no tempo

Muitos profissionais que estão há dez anos no mesmo cargo, não estudam para aprender novas técnicas ou ficarem atualizados na área. Devido a isso, eles ficam parados no tempo e perdem a chance de crescer, se valorizarem profissionalmente e adquirirem novos conhecimentos. As empresas investem em profissionais que buscam o crescimento e queiram melhorar o seu potencial na área.

Portanto, invista em um idioma novo, uma pós-graduação, um mestrado, doutorado, e não fique parado no mesmo lugar.

– Reclamação em excesso

Funcionários com muito tempo de casa tendem a reclamar em excesso e o tempo todo falam mal da empresa. Além disso, eles não fazem muita coisa para mudar a situação. Por isso, evite falar qualquer coisa no seu ambiente de trabalho e, antes de reclamar, veja em que pode melhorar a situação. 

Por Babi


Alguns apps são disponibilizados tando para o sistema operacional Android quanto para iOS

Os aplicativos estão presentes no dia a dia das pessoas em uma série de atividades, inclusive, ajudando também a conseguir emprego. Você conhecerá agora alguns dos melhores apps que vão lhe ajudar na busca por vagas de emprego.

O Indeed é um dos melhores canais da internet para a busca de emprego e não poderia deixar de ter o seu aplicativo. Disponível tanto para o sistema operacional Android como iOS, o app do Indeed traz uma série de recursos, é fácil de ser utilizado e os resultados são ótimos, você só precisa inserir a palavra-chave referente à área de emprego para a qual deseja uma oportunidade, informar a cidade onde pretende trabalhar e pronto.

O aplicativo do Indeed permite o cadastro do currículo e traz vários filtros para facilitar que você encontre a vaga mais rapidamente. Também é possível criar "alertas" que serão enviados para seu e-mail sempre que surgirem vagas na área de atuação que você deseja.

O Trovit Empregos, outro grande portal de empregos na internet, também conta com seu aplicativo, que oferece uma interface simples para os usuários, facilitando a pesquisa. O app do Trovit Empregos não oferece muitos recursos, mas, com as opções disponíveis, é possível encontrar facilmente uma vaga para a área de seu interesse, podendo se realizar buscas de emprego por uma determinada região e também utilizando palavra chave.

Você também poderá criar um "alerta" para ser informando sobre novas vagas que surgirem que estejam de acordo com o seu perfil profissional. Disponível para Android e iOS.

O aplicativo da InfoJobs oferece vários filtros para você encontrar mais facilmente as vagas de seu interesse. Ao baixar o aplicativo, você deverá se cadastrar tendo o cuidado de preencher corretamente todas as informações, pois elas é que serão enviadas para as empresas interessadas na contratação. A desvantagem é que não tem uma versão para iOS.

Por Russel


No mês de fevereiro deste ano foram criados 260,8 mil postos de trabalho com carteira assinada e com um detalhe: sem nenhum tipo de ajuste.

Recentemente informações nada agradáveis em relação ao setor de contratações com carteira assinada no Brasil foram divulgadas pelo Ministério do Trabalho através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um exemplo claro desse panorama desagradável foi bastante percebido no mês de março deste ano, quando foram registradas as menores taxas em relação a abertura de empregos formais no país. A situação traz uma preocupação que deverá se estender por um bom tempo já que um detalhe não passou despercebido. A taxa apresentada foi a pior em 15 anos. Fato preocupante para o governo, para a sociedade em geral e principalmente para os que buscam oportunidades de emprego.

De acordo com as informações apresentadas pelo Caged no mês de março o que o país ofereceu uma faixa de vagas abertas que somam 13.117. Lembrando que os números dizem respeito às vagas formais, ou seja, aquelas com carteira assinada. Esses números se mostraram bem abaixo do esperado.

A Agência de Notícias Reuters, por sua vez, também realizou uma pesquisa de mercado com analistas do setor. Segundo as informações levantadas a expectativa média é de que nesse período fossem abertas um número mais ou menos na faixa de 68 mil oportunidades de emprego.

Nesse meio de campo diversos setores foram afetados. Entretanto, os destaques ficam para os setores da Construção Civil, da Agricultura e do Comércio.

Vale ressaltar que mesmo não estando com antes, ou seja, apresentando um grande número de contratações, o mercado de trabalho ainda continua sendo uma das principais âncoras do governo da presidente Dilma Rousseff. O problema fundamental é que com a economia fraca os sinais de esgotamento começam aos poucos a serem perceptíveis.

No final das contas, mesmo com resultados tão ruins apresentados desde o início do ano e em especial no mês de março, o governo ainda sustenta a estimativa (que é mais tida como meta) de que até o final de 2014 serão criados no país cerca de 1,5 milhão de vagas de emprego formais. É esperar para ver.

Por Denisson Soares





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