Saiba mais sobre a carreira de Professor




Uma rápida pesquisa nas portas dos cursinhos de todo país nos dá uma dimensão das profissões que a maioria dos jovens deseja seguir: as tradicionais Medicina, Direito e Engenharia.

Publicidade e Propaganda, Odontologia, Fisioterapia e Jornalismo. De tudo você escuta. Todas as áreas são citadas, até que timidamente uma voz diz: Professor. Todos olham para aquele jovem de óculos, barba por fazer e cabelos desgrenhados – eu quero ser Professor de História, ele diz. Um engraçadinho lá mais afastado diz: Nem precisa de cursinho para isso não, nem deve ter concorrente! E o engraçadinho não está tão errado assim. Não que não exista concorrentes, mas são poucos. E as notas necessárias em um vestibular para ingressar nessas áreas geralmente são muito mais baixas que carreiras tradicionais, como Medicina. Isso já nos dá uma noção de como o Professor é encarado desde o início de sua carreira.


Depois de formado, o sucesso de sua carreira vai depender um pouco do estado que ele esteja. Caso ele esteja em São Paulo, logo depois de formados os jovens professores não têm muita dificuldade em arrumar uma escola pública para iniciar a vida profissional.

Muitas escolas têm poucos professores concursados, onde muitos estão afastados, licenciados, aposentados e em outras situações. Os jovens professores iniciam a carreira como professores contratados, onde o salário, nessa modalidade gira em torno de R$ 1.500,00. Um professor concursado que consiga o número máximo de aulas disponíveis, que não falte e que produza resultados em sala de aula, pode ganhar mais de R$ 4.000,00. Em escolas particulares, geralmente os contratos são fechados com valores baseados em hora-aula. O valor dessas horas varia de acordo com a escola e com o currículo do professor. Um professor com pouca especialização tem uma remuneração média de R$ 25,00 / por hora-aula. Esse valor passa de R$ 70,00 / hora-aula caso ele tenha pós-graduação e lecione em faculdades.

Para o sucesso na profissão a dica é continuar se qualificando e claro, gostar da profissão.


Por Luciana Viturino

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