Namoro no ambiente de trabalho? Veja quais são os limites.



Atualmente, um tema que é muito discutido no âmbito das empresas e corporações é de como deve ser tratada as relações de namoro entre colegas de trabalho, a fim de que esta relação de afeto não atrapalhe os interesses de rendimento e produção da empresa.

O certo é que envolvimento amoroso ou familiar entre colegas de trabalho é tratado de maneira distintas nas empresas. Na maioria das vezes, essa distinção acaba sendo resolvida unicamente com a política de cada empresa à respeito do assunto.

Normalmente, namoros, relacionamentos amorosos, casamentos e relações parentais costumam ser toleradas pela maioria das instituições, desde que não haja uma relação de interdependência direta ou subordinação entre os envolvidos.

Contudo, esta é uma postura muito particular de cada instituição, pois há aquelas que até preferem e criam situações em que parentes e amigos podem ser até mesmo indicados para vagas existentes, sendo que o que não pode ocorrer são pressões, a fim de influenciar admissões, promoções, prêmios, transferências ou demissões.



Vale salientar que aquelas pessoas que zelam por sua imagem profissional devem evitar envolvimento amoroso com colegas de trabalho, o que pode vir a prejudicar toda uma carreira ou, no caso de um possível desentendimento, pode gerar até mesmo uma demissão indesejada.

Da mesma forma que, se o relacionamento não der certo, as pessoas, pelo fato de trabalharem juntas, terão que conviver obrigatoriamente de forma pacífica e profissional no ambiente laboral, o que para a grande maioria das pessoas é muito difícil, haja vista que o término de uma relação, na maioria das vezes, sempre gera desgastes ou até mesmo inimizades.

Por outro aspecto, os profissionais que exercem cargos de chefia devem ter cautela, porque muitos subordinados se aproximam com o objetivo de ter algum interesse ou alguma vantagem oriunda de um relacionamento, seja de amizade ou amoroso, da mesma forma que tem chefes que tiram proveito da situação e acabam incorrendo no crime de Assédio Sexual.

O certo é que este tema complexo deve primeiramente ser uma opção individual de cada profissional e, quando os limites são extrapolados, a empresa deve interferir na tentativa de sanar qualquer irregularidade antes que ocorram coisas mais graves. 

Por Adriano Oliveira


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