Profissionais devem ser cuidadosos nas redes sociais



  

As empresas podem monitorar os funcionários pelas redes sociais, por isso manter o bom senso é essencial para ter uma boa imagem no trabalho.

As redes sociais podem ser um auxílio para quem está à procura de um emprego, oferecendo páginas úteis de empresas onde os candidatos podem encontrar informações e vagas disponíveis.

Acontece que nem todos usam a ferramenta da melhor forma possível. Em alguns casos, as redes sociais podem se tornar o estopim de uma demissão. Isso acontece porque a maioria dos funcionários esquece que seus perfis sociais podem estar sendo monitorados pela empresa e até mesmo pelas concorrentes desta. Um perfil que mostra demais da vida do funcionário pode prejudicá-lo.

Não é proibido falar de sua vida pessoal, família ou lazer, mas tenha cuidado com o que posta. Pessoas que postam cada passo de sua vida, por exemplo, podem ser consideradas fúteis e até mesmo chatas. É preciso delimitar uma linha de postagens que podem ser mostradas publicamente.

Evite os erros de português. Embora a rede social tenha um caráter mais informal, erros graves podem prejudicar sua imagem na empresa.



Se você é um “ativista de rede social” cuidado! Opiniões tendenciosas e polarizadas podem afastar o empregador, ou “sujar” a sua imagem na empresa. A pior coisa que existe para a sua imagem profissional é ser taxado de radical.

E, por último, imponha um limite entre sua vida profissional e sua vida pessoal. Sabe aquela foto da bebedeira do final de semana? Melhor não postar. Ela pode não ser bem vista por um selecionador de emprego, ou pelo seu próprio chefe. Lembre-se que sua imagem está relacionada à da empresa, e provavelmente não é esta a imagem que a empresa deseja passar aos seus clientes.

Procure usar as redes sociais com cautela. Uma boa forma de utilizar a ferramenta como apoio ao trabalho é participar de fóruns de discussão sobre seu trabalho ou suas áreas de interesse. Isso demonstra que você é um profissional focado e interessado em sua área de trabalho.

Por Patrícia Generoso



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