Carreira no exterior pode ser promissor ou uma furada.

Nos dias de hoje muitos jovens sonham em trabalhar no exterior. Fazer intercâmbio e firmar uma carreira internacional.

Entretanto vemos nos meios de comunicação várias pessoas que conseguem atingir esse objetivo e muitas outras que entram em um verdadeiro pesadelo.

Para que esse sonho de hoje não se torne o pesadelo de amanhã verificar o que realmente vale a pena e o que realmente se deseja é primordial.

Caso faça a escolha de ir para o exterior e tardiamente verificar que esse não era o objetivo, a pessoa poderá apenas ter perdido tempo.

Carreiras nacionais também são muito promissoras e lucrativas.

Saber qual é realmente o objetivo e onde se está “pisando” é o segredo para não entrar numa “furada”.

Por José Alberi Fortes Junior


A tradição em hotelaria é o que leva uma grande parte dos estudantes à Suíça, conhecida internacionalmente por ter ser uma referência na área. Há vários exemplos de instituições que são admiradas em todo o mundo tais como as École Hôtelière em Genebra, ainda Domino Carlton Tivoli, Glion-Hotel School, Belvoirpark entre outras.

O país além de ter dois centros federais de tecnologia, destina cerca de 2% do seu PIB para a pesquisa, daí a explicação porque o país tem tantos prêmios Nobel.

O sistema de ensino no país é em sua maioria público, mas há instituições privadas de nível internacional. Antes de fazer a matrícula o estudante deve verificar em qual idioma as aulas serão ministradas já que, a Suíça possui quatro idiomas oficiais (romanche, francês, alemão e italiano).

Os brasileiros que tem planos de estudar na Suíça devem apresentar à instituição no país um plano de estudo pessoal, contendo os objetivos finais da experiência – seja a conclusão de estudo em nível de ensino médio, graduação, mestrado ou doutorado.

Contudo antes de entra na Suíça o estudante deve provar, no consulado, que tem recursos financeiros para se manter durante o período de estudos.

Por Levi Rocha


Até o dia 15/11 estarão abertas as inscrições para os candidatos interessados em conseguirem bolsas de estudos para cursos superiores de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado – além de cursos para pessoal acadêmico – em cerca de 20 universidades, no Uruguai, Paraguai e na Europa.

As bolsas fazem parte do intercâmbio bilateral coordenado pelo Erasmus Mundus External Cooperation Window Lote 17, também conhecido como o “Emundus17”.

Os candidatos deverão ter interesses ou estudos em andamento nas seguintes áreas: agronomia, ciências naturais, ciências sociais, educação, engenharia, formação de professores, medicina e tecnologia.

Os aprovados terão direito a bolsas mensais nos seguintes valores: 1.000 euros (Cursos de Graduação e Mestrado), 1.500,00 euros (Doutorado), 1.800 euros (Pós-Doutorado) e 2.500 euros (Pessoal acadêmico).

Leia mais: http://www.usc.es/emundus/lot17.

Por: Alexandre de Souza Acioli


As razões que levam um estudante brasileiro a optar pela Nova Zelândia são parecidas aos da Austrália: o baixo valor da moeda em relação ao real, esportes radicais, clima tropical, hospitalidade da população e facilidade na hora de tirar o visto.

Desde 2001 o país tem registrado crescimento de brasileiros em cerca de 20% ao ano. O país é muito procurado por brasileiros que querem fazer cursos de inglês. No entanto, o número de estudantes cursando o ensino médio que vai estudar no país vem crescendo também.

Existem programas que mesclam estudo com esportes radicais como golfe, biking, rafting, esqui, snow board entre outros. As oito universidades federais neozelandesas têm grande prestigio internacional e oferecem cursos de graduação e pós-graduação nas mais variadas áreas se destacando os cursos de medicina, turismo, ciências ambientais, agronomia e veterinária.

Para estudar na Nova Zelândia por mais de três meses é necessário possuir o visto de estudante. Com esse visto o estrangeiro pode trabalhar até 20 horas/semana no país, com a condição que esteja matriculado em um curso de inglês com duração de pelo menos seis meses.

Por Levi Rocha


A BEX Intercâmbio está com uma boa promoção para quem pretende fazer High School no exterior, o começo das aulas é já em janeiro.

O programa consiste na possibilidade do jovem estudar o ensino médio no exterior e morar com uma família local. As oportunidades são para jovens de 14 a 18 anos.

Os preços variam com o lugar, ainda existem vagas para o Canadá (a partir de CAD 8100), Austrália (a partir de AUD 11.820) e Nova Zelândia (a partir de NZD 11.370).

Está incluso no pacote acomodação, refeição, escola, seguro médico, recepção no aeroporto e suporte. O prazo para matriculas vão até o dia 10 de novembro.

Para mais informações acesse o site www.bexintercambio.com.br, ou ligue para 71-2109-0888.

Por Levi Rocha





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