Quando falamos em desenvolvimento de jogos devemos considerar que não é algo limitado apenas a uma carreira. Esse setor de atuação tem uma lista bastante ampla na qual o profissional poderá se aprofundar.

Abaixo listamos algumas das principais profissões que estão no rol de criação de jogos (o que inclui computadores, celulares e videogame). Confira:

– Programador:

O Programador basicamente é a pessoa que faz com que os jogos funcionem. Fica  sob sua responsabilidade a criação de códigos para que os jogos façam exatamente aquilo que foi idealizado pelos designers.

– Designer de Games:

O Designer de Games também recebe outros nomes como Projetista de Jogos ou ainda Game Designer. O que importa é que ele é que fica com a responsabilidade de criar o conceito e também projetar os jogos. Uma das principais características das pessoas interessadas nessa carreira é a criatividade. Afinal de contas, eles são os responsáveis pela “essência” dos games. Atualmente o mercado tem se expandido não apenas para esse tipo de profissional como para os demais da área pelo fato de que os jogos não estão restritos a uma plataforma específica. Ou seja, há oportunidades em diversos campos como celulares, tablets e PCs. O Designer deve também ficar atento as principais tendências do mercado. Outro ponto fundamental é que precisa ter um senso estético bastante aprofundado já que isso nos games pode garantir o sucesso ou o fracasso.

– Animador:

Como o próprio nome sugere o animador é responsável por dar movimento ao jogo. De uma maneira geral esses profissionais são oriundos dos cursos de Computação Gráfica. Fica como sua atribuição a geração de imagens que serão usadas nos jogos. Ele também é quem organiza os personagens e demais objetos criados pelos profissionais técnicos. Isso tudo em uma ordem que dê a ilusão de movimento.

– Editor de Som e Vídeo:

Todo jogo tem uma trilha sonora que dita o ritmo, anima o jogador e por aí vai. A escolha dos efeitos sonoros, do ambiente e do tipo de clima fica a cargo do Editor de Som e Vídeo. Ele também pode atuar na junção de imagens que foram criadas pelos designers com a intenção de dar sequencia e movimentos a elas.

Enfim, essas são apenas algumas das direções que o profissional pode tomar nessa área que cresce a cada dia.

Por Denisson Soares


Muitas pessoas acreditam que apenas o ensino da sala de aula e atividades práticas que fazem um profissional a ter conhecimentos e aprender em questões de tarefas diárias da carreira. Há outras formas inusitadas de aprender sem ser por esses meios, um deles é com o universo lúdico.

Segundo o especialista da Academia de Estratégia, Alessandro Saade, o profissional consegue, por jogos, simular situações diferentes e fazer com que essa pessoa consiga perceber tudo isso na prática e o mais interessante, de forma divertida.

Existem três jogos no mercado que são muito usados em treinamentos empresariais. Os games funcionam na mesma lógica de aprendizagem usada nas salas de aula, só que de uma maneira mais descontraída.

O primeiro deles é o “Quarto”. Ele é parecido com o jogo da velha, só que vai além: possui as variáveis de altura, cor, superfície e forma. O jogo inclui três regras simples e parecidas com o que um profissional pode passar dentro da empresa. Ninguém possui peças diferenciadas, o vencedor precisa formar uma linha com uma das variáveis e o adversário que decide qual a peça necessária que o outro vai jogar.

Cada escolha do jogador pode ser fatal nas próximas etapas. É aquela velha história de ações que se toma dentro da empresa e as consequências que o empregado pode sofrer depois. O mais interessante do game é que ele estimula pensamentos estratégicos velozes. O jogador tem pouco tempo para escolher a melhor alternativa e os cenários mudam constantemente, assim como pode ocorrer no trabalho.

O outro jogo é o “Hora do Rush”. O game compõe um tabuleiro com carrinhos compostos em várias direções. O jogador parece estar no meio de um estacionamento com inúmeros veículos e sem ordem. O objetivo então é retirar o carro da cor vermelha do meio daquele “entulho” de carros. O sucesso do jogo vai depender de todos os membros da equipe participante, e ela tem poucas alternativas para conseguir tirar o carro de lá.

O último e não menos interessante é o “Team Balance”. Ele é um tabuleiro parecido com um labirinto de madeira. O jogo consiste em conseguir guiar uma bola com algumas cordas grudadas no jogo para levá-la até o final do labirinto. O game pode ter de quatro a até 16 pessoas e, para ter sucesso, mais uma vez o trabalho em equipe é necessário. 

Por Carolina Miranda





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