De uma forma geral quando uma empresa decide contratar alguém é devido ao que a pessoa pode agregar a mesma devido a suas competências técnicas. Entretanto, do outro lado da moeda estão as competências comportamentais que, de fato, só são possíveis de serem conhecidas após um bom (ou não) período de convivência com o profissional.

As tais competências comportamentais representam um dos grandes motivos de causas de demissão do profissional. Abaixo listamos algumas dicas para você saber o que não fazer para não ser demitido por causa de seu comportamento no ambiente de trabalho. Já se seu objetivo é ser demitido, basta fazer tudo ao contrário.

– Funcionário sem bom senso:

A falta do bom senso é uma pedra no caminho principalmente nas relações de trabalho. Se dar bem com os colegas e com chefe contribui muito para o andamento do serviço e um ambiente mais amigável. Já a falta dele vai provocar desarmonia e com certeza a primeira coisa que vai se instalar é o mal-estar entre os colegas de trabalho. Primeiro passo para o caos.

– Sem compromisso:

Muitas pessoas confundem compromisso com chegar primeiro e sair por último ou ainda fazer tudo o que lhe é pedido. Compromisso com o trabalho vai muito além disso. Compromisso é quando aquele profissional possui afinidade com a empresa, se envolve de maneira intensa em seu trabalho, com seus objetivos e com os objetivos da empresa. O profissional que tem compromisso é aquele que trabalha com o brilho no olhar e que sempre está atento para entregar seus trabalhos. Fica a dica: o sujeito que é comprometido com a empresa e que se destaca geralmente é o primeiro a ser lembrado quando surge uma oportunidade para a promoção.

– Profissional manipulador:

No mundo corporativo é o tipo de profissional que se dá bem com todos, ou seja, aquele cara boa praça que se não tem problemas e até aparenta ser comprometido com a empresa. Mas muitas vezes o profissional manipulador tem um único objetivo: o seu. Então não vai medir esforços e nem olhar quem está na frente quando a oportunidade surgir. Para alcançar o que quer não pensa duas vezes em manipular as pessoas que o cercam. É bom tomar cuidado com alguns comentários dentro da empresa.

– Profissional insatisfeito:

Dentre todos os tipos de profissionais que existem esse é o mais fácil de ser reconhecido. Geralmente ele é aquele que reclama de tudo e de todos, só mostra as falhas da empresa, dos colegas e até do chefe. Mas apresentar alguma solução que é bom, nada. Esse tipo de profissional tem o hábito de ver o erro apenas no que os outros fazem e nunca em seu próprio trabalho.

De qualquer maneira o ser humano, tanto em suas relações pessoais quanto no trabalho, tem que se adaptar. Somos bons nisso. Agora se você não tem compromisso, é mal-humorado, já perdeu o bom senso há um bom tempo devido ao fato de perceber que a empresa na qual trabalha está se afundando o melhor a se fazer é sair logo. Peça sua demissão e procure fazer ou trabalhar em algo onde suas capacidades serão aproveitas. Do contrário seu nome como profissional poderá até sair manchado.

Por Denisson Soares


Para conquistar o emprego dos sonhos e construir uma carreira de sucesso é necessário muita garra e preparação. E, tratando-se de preparação, algumas atitudes contam muito, como conhecimentos da área e da empresa que quer atuar, formação acadêmica adequada, determinação, habilidades e principalmente muita motivação.

Além dessas atitudes que são construtivas, existem outras que são destrutivas e podem detonar sua carreira. Conheça agora alguma delas:

– Falta de interesse: É fundamental que um bom funcionário se interesse por todos os procedimentos da empresa e ir muito além de realizar suas simples tarefas do dia a dia. Na ausência disso, os gestores costumam identificar como falta de interesse pela empresa.

– Incompatibilidade com o perfil da empresa: Antes de aceitar uma oportunidade de emprego, verifique se seus valores e expectativas correspondem com os da empresa, caso contrário, sua permanência nela será um fracasso.

– Falta de compromisso e responsabilidade: Ser pontual e cumprir com seus horários, por exemplo, não significa demonstrar compromisso, pois geralmente as empresas buscam por resultados, e não apenas pessoas preocupadas em ser observadas em suas ações. Esquecer alguma reunião ou aquela tarefa importante pode ser percebido pelo seu superior como irresponsabilidade.

– Faltas e atrasos: Algumas empresas identificam faltas e atrasos como descaso ou desculpas para encobrir faltas de interesse e/ou compromisso. Certifique-se de justificar todas as suas faltas e atrasos, sempre da melhor forma possível.

– Má utilização dos recursos disponíveis pela empresa: Ninguém tolera pessoas que não têm bom senso algum na hora de se aproveitar daquilo que não é seu. Isso funciona para as empresas também, por isso, cuidado com excesso de telefones, computadores, impressoras e outros utensílios do escritório da empresa para usos pessoais. 

Essas atitudes podem às vezes passar despercebidas por nós, denunciando nosso caráter justamente porque não as policiamos com humildade. Com o ego elevado somos incapazes de admitir erros, e isso pode prejudicar a longo prazo nossa evolução profissional.

Para driblar isso, exercite sua capacidade de inovar, criando soluções eficazes que contribuem para o desenvolvimento de sua carreira na empresa, e torne-se um colaborador prestativo e criativo.

Por Daniela Almeida da Silva


O número chega a ser alarmante: 40% dos candidatos de processos seletivo são desclassificados devido a erros de português. Já para quem precisa aprender inglês, cursos grátis e de baixo custo são boas opções.

Na hora de participar de um processo seletivo o português “em dia” pode ser a salvação do candidato. É algo muito óbvio, mas as análises mostram que os erros em relação à língua portuguesa estão mais do que presentes nas entrevistas de seleções. O pior é que além de prejudicar o candidato pode até mesmo ser motivo para a sua desclassificação. Para ser ter uma ideia melhor da situação basta considerarmos o fato de que logo nas etapas iniciais dos processos seletivos quatro entre dez participantes não são selecionados por faltas com o português. Ao menos é para esse cenário que as estatísticas apontam.

Isso apenas demonstra o fato de que a cada dia as empresas estão cada vez mais exigentes no momento de escolher seus futuros colaboradores.

A coordenação do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) destaca um fato interessante: até pouco tempo atrás o português era exigido fundamentalmente para candidatos para postos de trabalho direto com o público como, por exemplo, os atendentes de call center. Com as coisas mudando diversos outros setores também estão cobrando cada vez mais o português como é o caso de áreas como Tecnologia da Informação e Engenharia.

Segunda língua:

Outro detalhe é o fato de que o candidato deve ter a opção de uma segunda língua em seu currículo. De fato, a maioria dos brasileiros não fala inglês, mas, isso não é desculpa para quem quer ingressar no mercado de trabalho com sucesso.

Uma segunda língua é uma exigência primordial em muitas empresas. Com a crescente demanda de interessados em aprender a oferta de cursos também cresceu. Um detalhe interessante é que não há muitas desculpas para não se preparar da maneira que for possível. Hoje em dia são oferecidos diversos cursos de idiomas com preços até muito baixos ou ainda de graça. Uma simples busca na internet mostra o tamanho da oferta.

Vale ressaltar que quanto mais cedo a pessoa começar a aprender uma segunda língua mais rápido e melhores serão os resultados.

Por Denisson Soares


Sabemos o mercado de trabalho do século XXI exige de seu profissional muito mais que as qualificações básicas para um cargo, mas exige uma pessoa com múltiplos talentos que colaboram com o crescimento de qualquer empresa ou instituição. Junto com essa cobrança por um profissional “completo” é necessário que o funcionário tenha uma linha ética sempre irrepreensível, e tome bastante cuidado com suas ações para que não fuja dela.

O que muita gente não sabe é que palavras soltas indevidamente no ambiente de trabalho podem servir de motivos para manchar a sua carreira profissional. A seguir vemos alguns exemplos de frases que devem ser riscadas do vocabulário do profissional que deseja construir uma carreira sólida e idônea.

“Eu não ganho para isso”, quem nunca disse ou já ouviu um colega de trabalho pronunciar essa frase? O profissional tem que ter a consciência de que o mercado de trabalho tem uma lógica bastante “perversa” de que: mostre o seu valor e depois te recompensarei. Muitas vezes é necessário que o profissional comece de uma maneira mais tímida mostrando o seu potencial para que depois esse potencial seja recompensado da maneira correta, então, se você deseja crescer em qualquer empresa, nunca pronuncie essa frase e tenha a certeza que todo o seu trabalho será recompensado.

“Eu tenho razão”, colaboração deve ser a palavra principal para qualquer profissional, em um ambiente de trabalho qualquer profissional precisa ser um colaborar e a lógica de que se tem a razão e que todos estão errados é totalmente errônea. É necessário que se estabeleça o problema e colabore ou busque colaborações para resolvê-lo.

“Essa empresa não tem jeito, tudo está errado”, lançar palavras contra a empresa não é o melhor caminho para quem deseja crescer profissionalmente. Evite palavras esdrúxulas ou de ódio como “Fulano é um idiota”, pois isso pode comprometer profundamente sua imagem perante o mercado de trabalho, vista a camisa da sua empresa e seja um grande colaborador. Os resultados virão.

Por Paulo Victor Bragança


Muitas pessoas acreditam que apenas o ensino da sala de aula e atividades práticas que fazem um profissional a ter conhecimentos e aprender em questões de tarefas diárias da carreira. Há outras formas inusitadas de aprender sem ser por esses meios, um deles é com o universo lúdico.

Segundo o especialista da Academia de Estratégia, Alessandro Saade, o profissional consegue, por jogos, simular situações diferentes e fazer com que essa pessoa consiga perceber tudo isso na prática e o mais interessante, de forma divertida.

Existem três jogos no mercado que são muito usados em treinamentos empresariais. Os games funcionam na mesma lógica de aprendizagem usada nas salas de aula, só que de uma maneira mais descontraída.

O primeiro deles é o “Quarto”. Ele é parecido com o jogo da velha, só que vai além: possui as variáveis de altura, cor, superfície e forma. O jogo inclui três regras simples e parecidas com o que um profissional pode passar dentro da empresa. Ninguém possui peças diferenciadas, o vencedor precisa formar uma linha com uma das variáveis e o adversário que decide qual a peça necessária que o outro vai jogar.

Cada escolha do jogador pode ser fatal nas próximas etapas. É aquela velha história de ações que se toma dentro da empresa e as consequências que o empregado pode sofrer depois. O mais interessante do game é que ele estimula pensamentos estratégicos velozes. O jogador tem pouco tempo para escolher a melhor alternativa e os cenários mudam constantemente, assim como pode ocorrer no trabalho.

O outro jogo é o “Hora do Rush”. O game compõe um tabuleiro com carrinhos compostos em várias direções. O jogador parece estar no meio de um estacionamento com inúmeros veículos e sem ordem. O objetivo então é retirar o carro da cor vermelha do meio daquele “entulho” de carros. O sucesso do jogo vai depender de todos os membros da equipe participante, e ela tem poucas alternativas para conseguir tirar o carro de lá.

O último e não menos interessante é o “Team Balance”. Ele é um tabuleiro parecido com um labirinto de madeira. O jogo consiste em conseguir guiar uma bola com algumas cordas grudadas no jogo para levá-la até o final do labirinto. O game pode ter de quatro a até 16 pessoas e, para ter sucesso, mais uma vez o trabalho em equipe é necessário. 

Por Carolina Miranda


A maioria das pessoas sabe que muitas vezes o que funciona no mundo corporativo é o contato. Existe até um ditado que diz que “não importa o que você sabe, mas quem você conhece”. Contudo, para conseguir grandes conexões profissionais e estratégicas não é fácil. É preciso de tempo e esforço para conseguir criar bons contatos que podem auxiliar futuramente.

Para a consultora empresarial Surama Jurdi, guardar aqueles vários cartões de visita é fácil, mas transformar todos aqueles contatos em um relacionamento confiável e de parceria é complexo. Para que esses contatos se tornem em um networking real e sustentável, especialistas deram algumas dicas para que o profissional consiga algum retorno desses contatos.

O primeiro passo é investir no seu próprio autoconhecimento. O profissional precisa se conhecer, saber suas forças e fraquezas e o que pode oferecer para o mercado. É a principal etapa para conseguir identificar quais as pessoas em que vale a pena se aproximar e quais ambientes esse profissional se adapta melhor.

A próxima etapa é o profissional dominar seu ambiente. O empregado tem que conhecer as oportunidades do seu espaço de trabalho e as ameaças que existem. Segundo o especialista Carlos Felicissimo, o profissional precisa fazer seu networking interno – para a sua manutenção dentro do trabalho – como as conexões externas – para um contato futuro e oportunidades de longo prazo.

O profissional precisa saber qual o seu objetivo com o networking. Essa é a próxima etapa para conseguir desenvolver e obter resultados positivos do contato. Por esse contato o profissional tem que ter em mente quem ele quer conhecer, em que empresa ou setor ele pretende chegar e que estilo de pessoas ele quer atrair para o seu vínculo.

Não é necessário que o profissional ligue para todo mundo, a qualidade vale mais do que a quantidade. Até mesmo para não “gastar” todas as fichas em um só momento. O tempo e a energia devem ser gastos com interações que possuam qualidade. A participação de eventos, cursos, fóruns e discussões na internet são também boas alternativas para o profissional se destacar como “contribuinte” de assuntos relevantes ligados a sua área de atuação. 

Por Carolina Miranda


O sonho de todo profissional é ser promovido dentro da empresa. Isso é bom financeiramente e profissionalmente, contudo nem sempre a vaga deixada pelo colega que saiu da empresa será sua. Talvez o seu chefe não te promova. Segundo o diretor-geral do site Trabalhando.com, Caio Infante, quando um colega de trabalho larga o cargo, pode ser um bom momento para tentar a promoção, porém para conseguir aquela função o empregado precisa provar que merece.

A coach Daniela do Lago afirma que o empregado tem que ter um bom marketing pessoal, comportar-se bem no ambiente de trabalho e realizar todas as necessidades do cargo atual. Esses especialistas também relataram cinco dicas para que o profissional trabalhe para seu crescimento profissional dentro da empresa. A primeira coisa que o empregado precisa fazer é se capacitar. O profissional que se aperfeiçoa está sempre atualizado e mais preparado para assumir um cargo melhor. A próxima etapa é a produção. O profissional que não produz não agrada e não será lembrado na hora da promoção. A empresa espera que o funcionário cumpra todas as suas funções e dê resultados.

Depois o profissional pode descobrir como é o cargo. Conversar com outros colegas e interagir sobre as características da outra função são importantes atitudes. O empregado também precisa estar sempre atento a todas as atitudes dos profissionais que atuam em cargos mais altos. Preparar-se para o novo cargo é essencial para conseguir adaptá-lo a ele.

Por último, o profissional precisa se informar sobre a promoção, se a empresa está em um bom momento para que essa mudança aconteça de forma tranquila.

Depois de tudo isso, com o tempo a adaptação será bem-vinda. E caso o profissional não se adapte, o que fazer? Algumas vezes, ao invés de uma promoção ser boa, ela pode acabar se transformando em uma grande armadilha para o empregado. Nesse caso, segundo os especialistas, a melhor atitude a tomar é conversar com o gestor da área e o profissional e ele fazerem uma avaliação conjunta para o caso. Por isso, antes de pedir ou aceitar uma mudança de cargo, o profissional precisa fazer uma avaliação profunda para concluir se conseguirá assumir a nova função por inteiro ou não.

Por Carolina Miranda


Não é raro encontrarmos nos dias de hoje pessoas que não têm controle emocional diante das situações cotidianas. No entanto, a vida se torna mais fácil ao saber controlá-la e esse é um aspecto bastante avaliado dentro das empresas. Desta forma, vamos abordar alguns sinais de quem a possui no local de trabalho.

A princípio é importante enfatizar que a inteligência emocional começa com autoconsciência, autorregulação, motivação, habilidades sociais e empatia. Isso é o que gerencia nossas emoções e pode ter um papel crítico para determinar nossa felicidade ou nosso sucesso, além de revelar o modo em que agimos diante das inúmeras atividades diárias.

Entretanto, não são apenas essas características que revelam se uma pessoa tem inteligência emocional, uma vez que existem outros fatores, como ter curiosidade sobre pessoas que não conheço, iniciando com perguntas e empatia; ter características de líder, isto é, possuir talento, ética profissional e ambição por sucesso na vida; possuir autoconhecimento, ou seja, saber onde estão suas forças e fraquezas. Ser honesto consigo mesmo. Quando a pessoa se conhece ela aprende a como trabalhar com mais eficácia; prestar atenção a todas as atividades do dia a dia, seja ela no trabalho, seja na aula ou outra atividade qualquer; saber identificar os motivos de quando estiver chateado; ter bons relacionamentos com a maioria das pessoas com quem convive; criar o hábito de prestar atenção nos outros e ajudá-los quando for preciso, bem como demonstrar pequenos hábitos de empatia e compaixão pelo próximo; aprender a ler as expressões faciais das pessoas, isto é, saber o que os outros estão sentindo; não alimentar pensamentos e emoções negativas.

Ao cair é necessário levantar-se rapidamente; saber como é uma pessoa desde o início da amizade; ter plena confiança no próprio instinto; estar sempre automotivado diante das situações diárias; e, por fim, saber ou aprender a dizer não.

Esses são os principais aspectos das pessoas que almejam ter inteligência emocional e garante o sucesso na vida.

Por Luciana Viturino


Apesar de ser algo quase que uma obrigação saber tem muitos trabalhadores por aí que não fazem a mínima ideia de como são calculadas suas férias. Pois bem esse artigo tem como objetivo tirar algumas dúvidas em relação ao tema.

Para começar as férias do trabalhador são calculadas basicamente levando em consideração o tempo em que o mesmo exerceu ou exerce suas atividades na empresa. De acordo com o estabelecido por meio da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, o trabalhador que possui carteira assinada terá direito a férias composta de 30 dias após completados 12 meses de trabalho na empresa.

Ainda assim há alguns casos “especiais”. Imaginemos que não seja possível conceder as férias ao trabalhador após esse período por diversos fatores, neste caso a empresa tem a obrigação de nos 11 meses seguintes liberar o funcionário para as férias. Caso isso não ocorra, a empresa deverá pagar ao trabalhador o dobro da remuneração.

Em muitos casos, porém, as férias de 30 dias são dividas em duas fases. Aqui um desses períodos não pode ser inferior a 10 dias em sequência de férias. Também está previsto em lei que o empregado poderá de certa maneira “vender” 10 dias de suas férias para a empresa e assim receber a remuneração correspondente aos dias trabalhados.

No que diz respeito aos descontos e vencimentos é preciso estar ciente sobre quanto de trabalho o funcionário tem desde o vencimento de suas últimas férias. Caso o período calculado seja de 12 meses, ele poderá receber o valor integral de suas férias, mais o acréscimo de 1/3 de abono. Se caso for inferior ao período citado, ele receberá proporcionalmente, ou seja, na faixa de 1/12 por mês de trabalho.

Ressaltando que no pagamento do empregado já estão descontados os valores referentes a pagamento devido ao Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) e o Imposto de Renda.

A lei prevê que o pagamento das férias deva ocorrer no máximo em até dois dias antes do início do período de descanso. Lembrando que o empregado deve assinar o documento correspondente a quitação do pagamento. Nesse documento devem constar a data de início e término das férias. De uma maneira geral a maioria das empresas já possuem um modelo pré-formatado. Mesmo assim, aquela velha conferida pode evitar alguns probleminhas extras. Afinal de contas, assinar um documento é concordar com o que está nele. Imagine se no seu caso os valores não estejam corretos e mesmo assim você concorde.

Outro ponto que está previsto em lei é de que não há dia da semana ou mês para que as férias tenham início ou término. Devido a esse fato cabe ao empregador estipular as datas de acordo com suas necessidades. Um detalhe muito importante é que essa regra não é valida para profissionais com menos de 18 anos. Neste caso o período de férias poderá ser ajustado levando em consideração o período de férias escolares. Já no caso de familiares que trabalham em uma mesma empresa, a lei não prevê nenhum impedimento para que todos tirem suas férias na mesma ocasião.

Por Denisson Soares


Se você acreditava que o bullying no trabalho era praticado somente seguindo a hierarquia vertical e de cima para baixo, você está completamente enganado e vai se surpreender com o resultado de uma pesquisa feita nos Estados Unidos.

Numa pesquisa realizada pelo Instituto de Bullying no Trabalho dos Estados Unidos que foi publicada neste ano, o resultado foi no mínimo intrigante, 72% dos trabalhadores americanos relatam ter sofrido, estar sofrendo ou conhecer alguém vítima de assédio moral no local de trabalho. Este resultado é alarmante, principalmente se considerarmos que hoje em dia esse ou qualquer outro tipo de assédio é crime.

Outro dado chamou muito a atenção dos pesquisadores, 28% dos entrevistados contam que esse assédio partiu dos próprios colegas de trabalho. Na maior parte das vezes, esse bullying relaciona-se com o fato da vítima ser um bom profissional e destacar-se no ambiente onde desempenha a profissão. O bullying parte dos colegas que se sentem diminuídos, excluídos ou até mesmo ameaçados por esse profissional que se destaca no grupo. Este tipo de assédio moral ainda é muito pouco conhecido e, portanto, divulgado.

Aqui no Brasil o caso é bastante complicado, é frequente nas empresas esse tipo de comportamento, em que o trabalhador que é proativo, supera expectativas, busca melhorar cada vez mais no que faz, é mal interpretado pelos colegas e assim, sofre bullying por ser considerado ameaça em potencial ao mostrar de forma tão efetiva o seu trabalho e acabam evidenciando o mau desempenho dos outros.

Outro ponto interessante dessa pesquisa é que a maior parte dos que sofrem bullying no Estados Unidos são aquelas pessoas que são amigas e gentis, seguidas pelas que buscam sempre um acordo e as que menos sofrem assédios são as agressivas e abusivas.

Como conclusão dessa pesquisa pode-se verificar situações que muitas vezes são geradas dentro das empresas. Os dados concedidos pela pesquisa podem ilustrar o porque de muitos excelentes profissionais deixarem as suas empresas determinando que a falta de reconhecimento e a perseguição sofrida são pontos cruciais na hora de decidir deixar o seu trabalho. Este é somente um dos pontos resultantes da investigação feita no país americano. Neste caso observa-se que a empresa é a que mais perde, por isso a importância de reprimir esses abusos antes que eles comprometam a qualidade dos profissionais mantidos pela empresa.

Por Melina Menezes





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