Pesquisa realizada pela Universidade de Miami afirma que a música pode aumentar a produtividade no trabalho.

O fato de que a música tem um papel fundamental nas nossas vidas já não é novidade desde há muito tempo. Além de fazer bem para a saúde ela ainda nos ajuda estimulando-nos emocionalmente e também intelectualmente. O mais interessante é que a música pode nos ajudar a melhorar o desempenho no trabalho. Ao menos é isso que aponta uma pesquisa realizada pela Universidade de Miami (veja o link da pesquisa no final dessa matéria).

Em resumo, a justificativa maior para o fato de que música melhora o desempenho das pessoas no trabalho e consequentemente a sua produtividade é o fator humor. Afinal, quando ouvimos aquilo que gostamos nos sentimos bem e mais dispostos. De acordo com a pesquisa, funcionários que costumam ouvir os gêneros preferidos até terminam suas tarefas mais rápido e de forma melhor.

Então, vejamos algumas observações de alguns especialistas nessa área e depois fecharemos falando ainda sobre o estudo.

Bom, para aquelas tarefas que sejam relativamente simples o ideal seria ouvir músicas que já conhecemos, já que na maior parte das vezes, apesar de simples, essas tarefas são um pouco monótonas. Então, um pouquinho de animação com o que gostamos!

Na hora de aprender, o indicado é não optar por ouvir músicas que tenham letras complexas (a não ser que sejam suas “mega preferidas” e que você esteja acostumado). Isso porque com o cérebro trabalhando no aprendizado de algo ele ainda teria um trabalho extra para interpretar a letra da música (mesmo que nós nem percebêssemos que ele está fazendo isso).

Para tarefas que envolvam organização entram na lista sons instrumentais com temas de natureza tais como rios, cachoeiras e chuva, já que esse tipo de música ajuda na concentração.

Voltando ao estudo, segundo a professora de musicoterapia Teresa Lesiuk, quando ouvimos músicas que gostamos ou aquelas que auxiliam a nos deixar mais relaxados, as coisas no trabalho evoluem porque os sons ativam uma região específica do cérebro que é responsável por liberar a dopamina, que é responsável pela sensação de prazer em nosso organismo.

Por isso, na hora que o estresse chegar, a reunião foi complicada ou estiver sem ideias no trabalho, coloque sua música predileta. Faça o teste e você verá como sua produtividade começará a melhorar com o tempo.

Para conferir a pesquisa que citamos no início da matéria clique aqui (em inglês).

Por Denisson Soares


Pesquisa do LinkedIn revela que Salário é o principal fator analisado pelos trabalhadores que querem mudar de emprego.

Na hora de mudar de emprego, o principal item avaliado pelos profissionais é o Salário, pelo menos é isso o que revela a Pesquisa de Tendências e Talentos realizada pela rede social LinkedIn.

Segundo a pesquisa, 49% dos entrevistados brasileiros responderam que a remuneração é o principal motivo que os levariam a trocar de emprego. Já em segundo lugar com 43%, ficou o desenvolvimento profissional. Outro motivo bastante citado na hora de trocar de emprego foi as oportunidades de avanço na carreira, com 41%.

Não bastasse isso, a pesquisa também revelou que grande parte dos brasileiros é apena candidato passivo, ou seja, não está procurando emprego, mas aceitariam conversar com os recrutadores para obter mais detalhes sobre as oportunidades. Neste quesito o número de brasileiros é bem maior do que o Mundial. No Brasil a pesquisa registrou 77%, contra 70% no resto do mundo.

A pesquisa também abordou a questão salarial. Cerca de 60% dos profissionais responderam que confiam no próprio discernimento para determinar um salário justo. Já outros 40% definem o salário de acordo com o cargo anterior.

Outro dado interessante é que boa parte dos brasileiros, para ser mais exato 55%, conta com a ajuda de colegas e amigos para encontrar novas vagas de emprego.

A utilização da internet para buscar emprego também é grande aqui no Brasil. Pela pesquisa, 63% dos entrevistados disseram que utilizam as redes sociais para procurar emprego. Neste quesito o Brasil só perde para Espanha (70%), Chile (68%) e Cingapura (63%). Já o número de entrevistados que acessa sites de emprego chega a 59%.

Com relação à hora da entrevista, a maioria disse que se sente inseguro com relação à vaga e a empresa. Apesar disso, boa parte dos entrevistados (87%) informou que pode mudar de opinião sobre o cargo ou empresa após ter realizado a entrevista. Os brasileiros também consideram a hora da entrevista como algum fundamental e que pode contribuir para a sua decisão de se juntar ou não a empresa.

Outra coisa constatada na pesquisa é que quase todos os brasileiros (94% no total) deseja receber um feedback da empresa sobre a entrevista.

Boa parte dos entrevistados (cerca de 90%) também afirmou que um contato direto do futuro gerente ou do recrutador pode fazer com que ele decida aceitar a oferta de trabalho mais rapidamente.

Por fim, a pesquisa também revelou que os meios mais utilizados pelos brasileiros para aumentar as chances de encontrar uma vaga de emprego são: Atualização do Currículo, Atividades de Desenvolvimento Profissional (como realizar um curso para aprender uma nova função) e Atividades de Networking.

Segundo o LinkedIn, esta pesquisa contou com mais de 20 mil entrevistados em 29 países. Deste total 660 eram brasileiros.


De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), até o Natal estima-se que 139 mil vagas de trabalhos temporários sejam oferecidas tanto no comércio quanto na indústria brasileira.

Isto representa um aumento de 11% em relação ao ano de 2009, onde foram oferecidas 125 mil vagas de trabalho. A pesquisa concluiu ainda que, das oportunidades temporárias de trabalho, 30% delas deverão ser ocupadas por jovens que terão o seu primeiro emprego e a possibilidade de efetivação de contrato para este ano está prevista em um número 26% maior do que o ocorrido no Natal de 2009. A pesquisa foi efetuada pelo Instituto de Pesquisa Manager (Ipema).

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, Pernambuco.com


Trabalhar mais tempo do que a jornada de 7 a 8 horas pode não fazer bem à saúde. E isto não é papo de funcionário preguiçoso: um estudo foi publicado pelo “European Heart Journal”, feito com mais de 6 mil trabalhadores analisados durante 11 anos.

Segundo o estudo, batizado de Whitehall II, o trabalho por tempo excessivo expõe o trabalhador a um risco 60% maior de desenvolver problemas cardíacos. A relação entre as horas adicionais de trabalho e as enfermidades cardiovasculares parece clara, mas a causa não foi definida. Mas há pistas: o trabalho adicional afetaria o metabolismo ou encobriria os estados depressivos, de ansiedade ou de falta de sono.

Ainda segundo a pesquisa, pessoas que gostam de seu trabalho e que trabalham mais pelo prazer podem sofrer um menor risco de enfermidade cardíaca.

Por Raphael Ramirez

Fonte: G1
 





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