Dicas de como lidar com chefes psicopatas



A rotina de trabalho já é bastante estressante no mercado global. Cada vez mais as metas corporativas se tornam mais desafiadoras e demandam mais desempenho e dedicação do profissional. Como se não bastasse isso, algumas pessoas ainda vivem a infelicidade de terem que conviver com chefes aparentemente psicopatas. E isso pode não ser só o que chamamos de força de expressão, na verdade, isso pode estar bem próximo da realidade do mercado atual.

Uma pesquisa realizada pela Universidade British Columbia , aponta que 16% dos diretores executivos de grandes empresas possuem traços ligados à psicopatia. Esses traços podem ser um chefe que mente constantemente, que tem capacidade de manipulação das pessoas, e principalmente, aquele profissional que não mede esforços para alcançar resultados, agindo muitas vezes de forma inescrupulosa.



Em entrevista ao site G1.com, o psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Rubens Luis Folchini Fernandes, afirma: "Geralmente, associa-se a imagem do psicopata a um assassino ou pessoa socialmente perigosa, mas é um traço de personalidade que pode estar presente em um indivíduo que consegue exercer alto controle de seus impulsos agressivos sem expressar comportamentos antissociais clássicos".

Mas como lidar com esses chefes dentro do ambiente de trabalho de forma aceitável? Veja a seguir algumas dicas:

– Busca de apoio profissional:



Uma análise desse tipo precisa parecer profissional, portanto ao identificar que seu chefe possa ser um psicopata, busque ajuda das esferas maiores dentro da organização com intenção de contribuir para melhoria do ambiente corporativo.

– Seja discreto ao se posicionar quanto à situação:

Entenda que a pessoa nessa situação precisa de ajuda e não de críticas e apontamentos, portanto, é de suma importância que ele não perceba que está sendo analisado, caso contrário é muito provável que busque alternativas para se esquivar.

– Demonstre apoio, sem ser evasivo:

O apoio da equipe pode contribuir muito para contribuir com que o profissional consiga administrar a situação. Vale reforçar que não há tratamento para psicopatia, portanto, o trabalho deve ser delicado, logo o comportamento de todos que trabalham com a pessoa pode ser decisivo para o sucesso dos resultados para o controle da situação. 

Por Igor Lima

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