Muitos profissionais trabalham sob forte pressão, e muitas vezes precisam lidar com prazos, estatísticas, metas, cobranças vindas de todos os lados. E como se não bastasse muitas vezes ainda precisam tolerar um superior intransigente, bastante crítico, sem nenhum elogio que demonstre reconhecimento pelo seu esforço.

Em primeiro lugar devemos lembrar que o mercado está cada vez mais competitivo, e isso quer dizer que tanto as empresas estão mais exigentes quanto os profissionais mais qualificados, sendo assim, é válido ressaltar que um clima de trabalho favorável garante uma boa produção, e que sempre podemos tentar novos horizontes a fim de melhorarmos nossa convivência, performance e bem-estar na vida profissional.

Mesmo assim, cada profissional deve considerar as críticas de seus superiores e sempre avaliar seu desempenho a fim de aprender com os próprios erros, porém se tais críticas estiverem passando dos limites, o ideal é procurar ter um bom diálogo e tentar resolver as questões amigavelmente. E dessa forma transformar a frustração e a raiva em um aprendizado profissional.

Atualmente um profissional precisa saber lidar com as diversidades das pessoas para aprender a conviver com o chefe crítico, já que nem sempre o funcionário  terá que determinar se a avaliação é justa ou não, se a avaliação é uma crítica construtiva ou meramente injusta.

Vamos às dicas de como lidar com tal desafio no ambiente de trabalho. Um dos primeiros passos a serem analisados é a necessidade de se afastar ou não dos sentimentos negativos e pessoais, saber separar as coisas literalmente ajuda a ter um olhar mais focado no problema.

Podemos afirmar que um chefe grosseiro, que normalmente critica seus colaboradores e não reconhece os esforços alcançados, não possui liderança nem habilidades de um bom gestor, embora isso não significa que sua percepção e seu modo de ver as atividades prestadas estejam erradas e sem qualidade de trabalho. Segundo Beth Taylor, o profissional precisa pensar especificamente no que está acontecendo, objetividade e avaliação própria é um bom começo. Em sua autoavaliação podemos começar pensando nos prós e contras tanto da atividade do momento quanto na função exercida dentro da empresa. Dessa forma é possível entender o fundamento das críticas e tentar melhorar com elas.

Agora se as críticas forem realmente apenas negativas e só, sem cabimento, o ideal é não tentar lidar diretamente com o problema, evitando discussões diretamente, e sim discutir apenas a situação e nunca o comportamento de um ou outro, para  conseguimos focar na solução dos problemas sem criar conflitos ainda maiores.

Por Vivian Schetini


Sabemos que chefe é chefe, independente do jeito, personalidade, etc. Existem os chefes mais bonzinhos, os maldosos, os exigentes, os carrancudos, os chatos, os estressados, os calmos, os amáveis e os mal-educados, e mesmo assim eles não deixarão de ser chefe.

Mesmo aqueles que são mais competentes com os funcionários estão cercados de problemas, assim como qualquer outra pessoa. Eles são seres humanos como todos nós, e assim como todo ser humano, eles também têm o direito de errar, cometer falhas e divergências até mesmo quando não era para errar. Ás vezes você sentirá necessidade de discordar de seu chefe em algum momento da sua vida profissional. Saiba que isso acontece, pois geralmente nem todos os chefes entendem como é a rotina de quem está abaixo dele, no caso os funcionários.

Nunca é errado discordar, desde que você saiba o que está fazendo e não ultrapasse os limites. Mesmo assim, tenha cuidado sempre. Se você teme em ser assim, então busque sempre ser calmo e gentil acima de tudo. Se tiver que corrigir seu chefe, faça isso na hora certa e nunca na frente dos outros, por exemplo. Lembre-se sempre de dar o feedback em particular, quando estiver a sós com seu chefe e nunca aos olhos das pessoas à sua volta.

Faça perguntas positivas e propositivas, como, por exemplo, "o senhor não acharia melhor dessa forma…" ou "o que o senhor acharia se fizéssemos desse jeito." Não diga diretamente que ele está errado ou o que ele está fazendo é errado. A melhor forma de contornar a situação é ajudá-lo a descobrir um erro sozinho. Discordar de um chefe ou superior pode não ser errado, mas você deve ter muita cautela quando tiver a intenção.

Saiba que quando você fizer isso estará iniciando uma nova forma de relacionamento entre vocês dois, pois você o está ajudando a descobrir desafios e isso aumentará o grau de confiança entre vocês, podendo render até ótimos frutos, e a longo prazo.

Por Daniela Almeida da Silva


Geralmente quando alguém se torna chefe foi porque batalhou muito para isso. Demonstrou responsabilidade e capacidades que outros não teriam. Mas como se sabe que ninguém é perfeito, nem mesmo os chefes, eles também têm certas “normas de conduta” que devem ser seguidas para ao menos ter um bom relacionamento com seus subordinados.

Recentemente a Forbes publicou uma reportagem na qual aponta, de acordo com alguns especialistas, algumas frases que de fato os chefes e líderes como um todo não deveriam dizer aos seus empregados. Abaixo selecionamos algumas dessas frases e comentamos a respeito.

Uma hora outra em sua vida profissional a pessoa vai ter um chefe que vai dizer que porque paga o salário dela ela deve fazer exatamente o que ele está mandando. Ou seja, usar de ameaças e poder não representam o melhor dos caminhos para se construir lealdade e inspirar as pessoas. O fato é que bons líderes lideram e não ameaçam.

Outra frase comum é algo do tipo: Você tem sorte por receber tal gratificação. Em outros lugares nem isso eles recebem. De acordo com a reportagem um líder inteligente sabe que quem produz os lucros da empresa são os funcionários. O chefe sábio é aquele que recompensa seus colaboradores na proporção que contribuem para a empresa.

Também tem chefe que diz que trabalha os sete dias por semana até tarde e ainda pergunta para o funcionário onde é que ele estava. O chefe, pobre coitado, tem que entender que funcionário não é chefe e muito menos tem que se matar no trabalho como ele faz (e muitas vezes sem resultado).

O famoso cortar custos também consta na lista. O problema é que ao mesmo tempo em que se deve cortar custos a própria gerência não dá o exemplo. Aí a coisa complica. Afinal de contas, qual funcionário vai engolir essa?!

“Nós sempre fazemos assim”. É uma das piores coisas para se dizer para um funcionário. Primeiro porque isso já corta de cara qualquer boa vontade do mesmo em tentar usar a sua criatividade para melhorar algo na empresa. Segundo porque tudo muda. Talvez fazer sempre do mesmo jeito seja a receita certa para o fracasso.

Por Denisson Soares


A rotina de trabalho já é bastante estressante no mercado global. Cada vez mais as metas corporativas se tornam mais desafiadoras e demandam mais desempenho e dedicação do profissional. Como se não bastasse isso, algumas pessoas ainda vivem a infelicidade de terem que conviver com chefes aparentemente psicopatas. E isso pode não ser só o que chamamos de força de expressão, na verdade, isso pode estar bem próximo da realidade do mercado atual.

Uma pesquisa realizada pela Universidade British Columbia , aponta que 16% dos diretores executivos de grandes empresas possuem traços ligados à psicopatia. Esses traços podem ser um chefe que mente constantemente, que tem capacidade de manipulação das pessoas, e principalmente, aquele profissional que não mede esforços para alcançar resultados, agindo muitas vezes de forma inescrupulosa.

Em entrevista ao site G1.com, o psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Rubens Luis Folchini Fernandes, afirma: "Geralmente, associa-se a imagem do psicopata a um assassino ou pessoa socialmente perigosa, mas é um traço de personalidade que pode estar presente em um indivíduo que consegue exercer alto controle de seus impulsos agressivos sem expressar comportamentos antissociais clássicos".

Mas como lidar com esses chefes dentro do ambiente de trabalho de forma aceitável? Veja a seguir algumas dicas:

– Busca de apoio profissional:

Uma análise desse tipo precisa parecer profissional, portanto ao identificar que seu chefe possa ser um psicopata, busque ajuda das esferas maiores dentro da organização com intenção de contribuir para melhoria do ambiente corporativo.

– Seja discreto ao se posicionar quanto à situação:

Entenda que a pessoa nessa situação precisa de ajuda e não de críticas e apontamentos, portanto, é de suma importância que ele não perceba que está sendo analisado, caso contrário é muito provável que busque alternativas para se esquivar.

– Demonstre apoio, sem ser evasivo:

O apoio da equipe pode contribuir muito para contribuir com que o profissional consiga administrar a situação. Vale reforçar que não há tratamento para psicopatia, portanto, o trabalho deve ser delicado, logo o comportamento de todos que trabalham com a pessoa pode ser decisivo para o sucesso dos resultados para o controle da situação. 

Por Igor Lima





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