Aprenda aqui como fazer a emissão da Certidão Negativa de Débitos (CND) Pessoa Jurídica.

A Certidão Negativa de Débito é um documento feito pela Secretaria de Estado da Fazenda, que informa a não constatação débito tributário da empresa. Quando existem tributos pendentes, o documento é denominado certidão positiva de débito. Além disso, a certidão pode ser emitida tanto por pessoas físicas, pelo CPF, quanto por pessoas jurídicas, por meio do CNPJ.

Para a emissão de Certidão Negativa de Débito de Pessoa Jurídica, é necessário acessar o site: http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/certidoes-e-situacao-fiscal e depois clicar em emitir certidão e preencher o espaço correspondente com o número do CNPJ. A certidão emita pela internet, também, irá constar informações como hora, data da emissão e o código de controle. Em seguida, é só clicar em consultar.

No link também é possível ter acesso a segunda via da certidão, confirmar autenticidade da certidão, consultar pendências, informações gerais, além de consultar certidão emitida para entes corporativos.

No endereço, a pessoa física também consegue emitir a certidão de débito relativos a crédito tributário Federais e a Dívida Ativa da União.

Para isso, é só clicar no link http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/ATSPO/Certidao/CndConjuntaInter/InformaNICertidao.asp?Tipo=2, informar o número do CPF e clicar em consultar. O documento também informará de forma obrigatória as seguintes informações: hora, data da emissão e o código de controle.

A pessoa física também tem acesso a serviços como a emissão de segunda via da certidão, confirmação da autenticidade, consulta de pendências e orientações gerais.

Desta forma, a certidão negativa de débito é vista como prova perante a Fazenda Nacional. O documento é emitido de forma conjunta pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria- Geral da Fazenda Nacional (PGFN), referente a todos os créditos tributários e federais e a Dívida Ativa da União.

Além disso, a certidão somente é emitida para os contribuintes que são devidamente inscritos no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou no Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF). Em relação à pessoa jurídica, o documento é feito com base no CNPJ do estabelecimento matriz, que tem validade para os outros estabelecimentos.

Desta maneira, a regularidade fiscal é caracterizada pela não existência de pendências relacionadas a débitos, dados cadastrais e apresentações de declarações. Assim, o documento pode ser emitido de forma simples e prática pela internet.

Por Babi


Pesquisa realizada pelo Instituto Top Employer apresenta as 26 melhores empresas para se trabalhar aqui no Brasil.

Em tempos que o Brasil enfrenta uma grave recessão econômica, as empresas nacionais ou com filais no país precisam criar alternativas para que a crise não as atrapalhe.

O caminho para que seu desempenho nessas empresas não seja afetado é justamente as oportunidades ofertadas para os funcionários com planos de carreiras e o próprio desenvolvimento enquanto instituição. Levando em consideração essas características, o Instituto Top Employer, sediado na Holanda e com vinte cinco anos de tradição, certificou em março deste ano 26 empresas sediadas no Brasil com o selo Top Employers Brasil 2016.

As 26 empresas estão no ranking por ordem alfabética, já que essa lista não é de pontuação. Mas dentro desse grupo, cinco instituições mereceram destaque, pois foram às melhores avaliadas, são elas: SAS Institute, Tata Consultancy, Deloitte, Vale e Takeda.

Já as instituições presentes no ranking do selo Top Employers Brasil 2016 são: Atento, Avanade, Banco do Brasil, CCB Brasil, Corbion, Cyrela, Deloitte, DHL, Dimension Data, Everis, Kimberly-Clark Brasil, Klabin, Grupo Segurador BB Mapfre, Orange, Oxiteno, PwC, Repsol Sinopec, Saint-Gobain, Samsung, SAS, Sirona, Souza Cruz, Takeda Brasil, Tata Consultancy Services, Technip e Valeo.

Para concorrer a este certificado, as instituições passam por um processo seletivo rigoroso. As empresas que tenham os critérios para a participação do processo precisam primeiramente efetuar a inscrição. A segunda etapa é uma pesquisa, que se refere a um questionário de melhores práticas de Recursos Humanos desenvolvidas na empresa, leva-se em consideração o plano de carreira oferecido, além de se avaliar o panorama que o RH da empresa mantém, como por exemplo, política interna e estratégias para o desenvolvimento.

O terceiro ponto do processo é a validação dessas práticas adotadas nos RH’s das empresas avaliadas. O Instituto faz uma revisão de todas as repostas. Esta etapa chamada de validação, consiste em ver se a empresa dentro do setor de Recursos Humanos segue os critérios estabelecidos pelo Top Employers. O processo seguinte é a auditoria, que é realizada por um auditor terceirizado, essa etapa consiste em verificar se as informações são verdadeiras.

O próximo passo, chamado de processo de avaliação, é um feedback que as organizações que estão em avaliação recebem pelo Instituto, essa fase é de eliminação, até as eliminadas recebem um feedback do que precisa ser melhorado. As que receberam aval em todas as etapas recebem o selo e estão autorizadas a utilizá-lo.

Por Isabela Castro


Se você trabalha com pessoas em especial no setor em que elas são a fonte de renda da empresa com certeza já deve ter ouvido a frase “o cliente é o bem mais importante da empresa” ou algo parecido. Entretanto, há uma categoria que funciona bem melhor do que os clientes, os fãs.

Já pararam para pensar por que cada vez que a Apple vai lançar alguma coisa as pessoas já estão na fila da loja de madrugada? Saiba que é porque são fãs da marca. Clientes agem com mais racionalidade os fãs não. São mais fiéis e bem menos propensos a abandonar a marca. O fã cria um laço afetivo com a empresa (ou com um funcionário que tem um diferencial).

Abaixo listamos algumas dicas para você que trabalha com vendas (e outras áreas também) e quer se destacar, ou melhor, transformar seus clientes em fãs. Isso vale também para você que é um funcionário também. Quem sabe seu futuro não será algo inesperado.

1 – Faça um cadastro de todos os clientes: se você é dono ou responsável pelo gerenciamento de um setor nada melhor do que treinar seus funcionários para fazer um cadastro sistemático de seus clientes. Um dos principais motivos para isso é que assim ficará mais fácil saber quem gasta mais na empresa e claro, investir nesse consumidor em potencial. Outra coisa para quem trabalha diretamente com o cliente é sempre ter em mãos uma forma de pegar os dados do mesmo. Se alguém se interessa por algo hoje e não quer comprar. Quando surgir uma promoção ou um novo produto essa lista pode e deve ser usada tanto com os atuais clientes quanto com os prováveis.

2 – Esqueça o bom atendimento: um dos pontos mais “trabalhados” em qualquer empresa é sobre o bom atendimento. Imagina-se que um bom atendimento fideliza os clientes. Algumas estatísticas mostram que isso não é bem assim. Bom atendimento até o seu concorrente do outro lado da rua pode estar oferecendo e às vezes melhor do que você. A dica é ouvir o seu cliente. Veja bem, ouvir o cliente é ver o que ele quer e o que pode ser feito para mudar. Analise. Se de dez pessoas seis já tocaram no mesmo ponto é hora de pensar nas atitudes a serem tomadas.

3 – Envolva todo mundo: uma das situações mais complicadas nas empresas é o fato de que muitas vezes a direção toma determinadas decisões e não inclui nisso os seus colaboradores. Quem atende diretamente ao cliente é o seu funcionário. Ele é o cartão de visitas de sua empresa. Envolver os funcionários no processo de transformar clientes em fãs não é tão difícil. A maior parte dos funcionários sempre é preferida por algum cliente. Esse funcionário pode ser a chave para transformar clientes em fãs. Mas se a empresa deserda o funcionário, não o envolvendo, ele pouca importância dará para o que poderá estar por vir.

Independentemente do setor em que você trabalhe seja o responsável ou o subordinado lembre-se sempre de se preocupar com os clientes. Há um fato bastante interessante de notar o que essa afinidade provoca nas pessoas: muitas vezes um funcionário sai de determinada empresa e continua a atuar no setor. Aqueles clientes que se tornaram fãs do que ele fazia irão atrás dele hoje, amanhã ou quando sentir necessidade. Isso porque neste caso, quem se empenhou foi o colaborador e não a empresa em si. O que qualquer pessoa sabe quando entra em algum lugar é se o que acontece ali é padrão da empresa ou de apenas um funcionário diferenciado.

Por Denisson Soares





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