Saiba aqui como fazer para calcular as suas férias vencidas.

Calcular férias vencidas é uma tarefa fácil, não há muitas complicações, mas nem sempre é claro para o trabalhador como fazer isso. As férias são um direito do trabalhador contratado por regime CLT.

Após doze meses consecutivos de trabalho, todo funcionário espera e merece férias, mas nem sempre ela acontece, saiba o que fazer para calcular as férias vencidas.

Como saber se minhas férias venceram?

Quando completar doze meses consecutivos de dedicação ao trabalho, caso seja um funcionário contratado por regime CLT, a empresa deverá dar ao trabalhador o direito de 30 (trintas) dias de descanso.

Esse período é chamado de férias e deve receber sua remuneração normalmente, acrescida de 1/3 (um terço) do salário.

Após completar os doze meses de trabalho, a empresa terá onze meses para combinar o período de férias do funcionário, ou seja, até completar 23 (vinte três) meses de trabalho. No caso desse período ser ultrapassado suas férias estão vencidas e o empregador precisa pagar o dobro dos vencimentos.

Venda de Férias

Uma opção usada pelos que optam por tirar menos dias de férias é a venda de alguns dias.

A legislação permite que a empresa compre até 1/3, o que seriam 10 dias. Com isso o funcionário recebe um valor adicional proporcional aos dias em que trabalhou.

Como Calcular as Férias Vencidas?

Ao completar 24 meses de trabalho consecutivo sem tirar seus dias de descanso ou ter feito acordo referente a isso, está com suas férias vencidas e tem direito a receber um valor.

O valor a ser pago pelas férias vencidas é o dobro do valor para férias convencionais. Veja como calcular:

– Primeiro passo: Multiplique seu salário por dois

Se sua remuneração equivale a R$ 1.500 mensais, o valor obtido na multiplicação deve ser R$ 3.000, guarde esse resultado.

Segundo passo: Divida o resultado obtido por três

Seguindo o exemplo acima, o valor da divisão resultará em R$ 1.000, o que equivale a 1/3 das férias.

Terceiro passo: Acrescente o valor da divisão ao resultado do primeiro passo

Some o resultado do primeiro passo com o do segundo passo. O valor total do calculo é R$ 4.000.

Esse valor final equivale ao calculo das férias vencidas, sem considerar descontos de impostos.

O total final das férias vencidas inclui a média de hora-extra, o salário, adicional noturno, comissões, gratificações e toda verba combinada em contrato.

Todo benefício deve ser levado em consideração na hora de calcular as férias vencidas, os descontos são calculados com base no valor final.

É importante ressaltar que o desconto do imposto de renda e INSS é aplicado apenas sobre o valor das férias, não contando com o valor obtido em relação ao 1/3 das férias. No momento de calcular, retire o resultado dessa conta para calcular o valor dos impostos.

Ficou com dúvidas sobre como calcular férias vencidas? Deixe sua pergunta nos comentários.

Carol de Castro


Há diversas maneiras de evitar a depressão pós-férias e uma delas é voltar de viagem alguns dias antes de retornar ao trabalho, para evitar o impacto do lazer com o trabalho.

A depressão pós-férias surge quando o profissional retorna ao seu trabalho, depois de ficar um certo período de férias e entre os principais sintomas estão: dor muscular, insônia, dor de cabeça, cansaço, além de muito desânimo, angústia, ansiedade e também raiva.

Há várias formas de evitar a depressão pós-férias, mas primeiro é importante entender que este problema surge quando o indivíduo não está satisfeito com o seu trabalho, pois quando o profissional está repleto de projetos e satisfeito com o ambiente de trabalho, ele dificilmente chegará a ter depressão pós-férias.

Por isso, é tão importante que as pessoas procurem um emprego visando não somente o retorno financeiro, mas também a sua satisfação pessoal.

E uma boa dica para evitar a depressão pós-férias é justamente esta, procurar trabalhar em um serviço que você goste, mas como nem sempre isso é possível, uma boa dica é procurarvoltar de viagem alguns dias antes de retornar ao trabalho, porque a depressão pós-férias poderá ser pior se você chegar de férias hoje e começar a trabalhar amanhã, por exemplo.

O ideal é que você procure voltar à rotina do seu dia a dia aos poucos e, assim, voltando ao trabalho, o impacto será menor.

Outra dica importante para evitar a depressão pós-férias e ter o cuidado de deixar tudo resolvido no trabalho antes de sair de férias, assim, quando retornar, não terá tantos problemas a serem resolvidos, afinal, quanto mais problema no trabalho ao retornar de férias, maior será a depressão pós-férias, pois é uma forma do cérebro querer fugir dos problemas e voltar ao estado onde tudo era lazer.

Tome muito cuidado para não ficar sofrendo com antecedência, pois isso só faz aumentar a depressão pós-férias. Muitas são as pessoas que mesmo faltando alguns dias para retornarem ao trabalho já começam a ficar quase que o dia todo pensando somente no serviço que irá encontrar ao voltar de férias. Isso, além de atrapalhar você a curtir suas férias já vai começar a causar a depressão pós-férias, mesmo com você estando de férias.

E não queria fazer tudo que precisa ser feito logo no primeiro dia de retorno das férias porque isso não é possível! Converse com você mesmo, tenha consciência que na sua ausência muita coisa aconteceu e que você precisará de dias para se adaptar novamente, então procure manter-se calmo e fazer tudo o que for possível, mas sem se estressar logo nos primeiros dias.

Por Russel


A lei assegura que o empregador não pode demitir um funcionário que está de férias, mas pode demiti-lo quando este retornar ao seu trabalho.

Uns podem até achar que insegurança ao entrar de férias é um sentimento para trabalhadores que estão “na corda bamba” da demissão. Acontece que, em tempos de crise nacional, esta apreensão vem tomando conta de muito mais pessoas. Mas afinal, pode um empregador demitir um funcionário enquanto ele estiver de férias?

A resposta mais clara para todos é NÃO. O gozo de férias é um direito assegurando em lei, que até aqui não sofreu alterações nesse sentido (felizmente!). As empresas não podem incomodar os trabalhadores em recesso de férias, no entanto, nada as impede de fazer demissões quando esses funcionários retornarem ao posto. Há empregadores que, por conta de problemas internos, geralmente associados à má conduta de um empregado, decidem que o melhor a fazer e não fazer aquele problema durar muito tempo na empresa. Assim, alcançando o primeiro ano de carteira assinada, decidem dar as férias e no retorno para o trabalho, ocorre a demissão.

Já houve casos maiores no Brasil, tais com o da Volkswagen que, após conceder férias a 800 funcionários, enviou um telegrama para cada um informando que não deveriam mais retornar aos seus postos, e sim, comparecer a outro local, para “fechar as contas”. Ou seja, não há ilegalidade em demissões que ocorram após o período de licença remunerada de 30 dias. Mas essa atitude da gigante alemã dos automóveis, da forma como foi executada, acabou gerando outros impasses entre dirigentes, sindicalistas e advogados trabalhistas.

Além da questão das férias, o trabalhador deve saber que há outros casos em que a demissão é proibida, são eles: a gravidez de uma funcionária e os acidentes. No primeiro caso, a lei resguarda o direito das gestantes de não serem demitidas até cinco meses após realizado o parto. Para os acidentados (independente de ter sofrido o acidente dentro ou fora da empresa), a legislação garante, por sua vez, um ano de estabilidade empregatícia, assim que o trabalhador retorne ao seu posto de trabalho.

Para encerrar, devemos também lembrar que uma outra categoria de trabalhador tem direito a estabilidade empregatícia: são os chamados “cipistas”, isto é, os integrantes das CIPAS (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes) e os funcionários que exercem mandato em instituição sindical. Mas é bom lembrar que, mesmo nesses casos, a estabilidade é temporária. 

Por Alberto Vicente


As férias são essenciais para um bom descanso e para colocar a cabeça no lugar depois de um longo período exaustivo de trabalho e preocupações. Porém, muitos profissionais sentem dificuldade de retornar ao trabalho depois desse período, seja por causas pessoais e até mesmo profissionais. Se você está entre alguns desses, veja o que você precisa fazer para não cair em tentações:

1. As férias são merecidas, mas também são tentações para muitos, já que podemos levar isso tão a sério a ponto de acomodar nossas intenções e objetivos com o trabalho. É preciso tomar muito cuidado com isso, já que estamos vulneráveis ao que nos traz conforto. Antes de sair de férias, deixe bem claro na empresa ou na equipe que você trabalha, quando irá sair e quando irá retornar de férias, pois caso contrário, poderão ocorrer imprevistos e conflitos desnecessários com outros profissionais.

2. Certifique-se de que tudo esteja bem antes de você sair de férias. Deixe tudo organizado, relatórios terminados, projetos concluídos, reuniões feitas com todos os profissionais, clientes atendidos, ligações realizadas, pedidos feitos, etc. Tudo isso possibilitará a você umas férias sem preocupações e perturbações, ou melhor dizendo, ninguém precisará ficar ligando e te incomodando em suas férias para falar de trabalho e perguntar sobre coisas que você tenha deixado pendentes.

3. Além de se organizar profissionalmente, lembre-se também de se organizar pessoalmente. Deixe as tarefas de sua casa todas em dia, se você não for viajar com sua família, por exemplo, deixe bem claro para eles quando vai, quando volta e para onde você vai. Tudo isso apenas para você curtir suas férias sem se preocupar com mais nada, além de você mesmo. Enfim, curta suas férias bem tranquilo, para que você não passe por frustrações quando precisar retornar ao trabalho.

Saiba que tudo o que você fizer antes, contribuirá para um bom aproveitamento de suas férias.

Por Daniela Almeida da Silva


Os períodos de férias são excelentes para descansar e repensar sobre nossa vida pessoal. Mas o que algumas pessoas não sabem é que também pode ser uma boa época para aprimorar o conhecimento.

O que você precisa saber é que independente de você estar em férias ou não, qualificação deve ser uma rotina e não um evento. Por isso, aproveite seu tempo de férias e invista em seu conhecimento. Com certeza é uma opção que cai muito bem.

Veja algumas dicas do que você pode aprimorar:

– Cursos rápidos são opções eficientes:

Já que nesse período você está longe de obrigações, estudar se tornará uma rotina mais leve e você terá mais facilidade em manter o foco. Nesse caso, opte por cursos rápidos de curta duração, seja eles intensivos ou de atualização de alguma atividade. Você pode escolher cursos de idiomas voltados para sua área ou para alguma área específica. Há também outras instituições que oferecem intercâmbios intensivos de férias, e você pode aproveitar para adquirir conhecimentos de negócios.

– Currículo internacional:

E por falar em viagem, você pode até acabar fazendo uma viagem internacional. Essa pode ser uma ótima oportunidade vivenciar experiências para agregar seu currículo, caso a viagem for de intercâmbio. Entre as opções escolhidas estão: intercâmbio de férias, programas de aupair ou voluntário. Se você não estiver se programado com passaportes e vistos, a dica é ir para países como Chile ou Argentina e aprender o espanhol, já que o passaporte não é obrigatório nesses casos. Consulte agências de intercâmbio especializadas e veja quais os procedimentos para realizar a viagem.

– Networking:

Essas experiências podem ampliar sua rede de contatos profissionais e sua visão de negócios. Um profissional com um networking amplo está sempre atualizado e aberto a novas oportunidades, pois ele sempre será avisado sobre outros processos seletivos em outras empresas e ser indicado por pessoas que conhecem suas habilidades. Por isso, você deve começar a se programar mesmo antes de suas férias.

Por Daniela Almeida da Silva


Apesar de ser algo quase que uma obrigação saber tem muitos trabalhadores por aí que não fazem a mínima ideia de como são calculadas suas férias. Pois bem esse artigo tem como objetivo tirar algumas dúvidas em relação ao tema.

Para começar as férias do trabalhador são calculadas basicamente levando em consideração o tempo em que o mesmo exerceu ou exerce suas atividades na empresa. De acordo com o estabelecido por meio da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, o trabalhador que possui carteira assinada terá direito a férias composta de 30 dias após completados 12 meses de trabalho na empresa.

Ainda assim há alguns casos “especiais”. Imaginemos que não seja possível conceder as férias ao trabalhador após esse período por diversos fatores, neste caso a empresa tem a obrigação de nos 11 meses seguintes liberar o funcionário para as férias. Caso isso não ocorra, a empresa deverá pagar ao trabalhador o dobro da remuneração.

Em muitos casos, porém, as férias de 30 dias são dividas em duas fases. Aqui um desses períodos não pode ser inferior a 10 dias em sequência de férias. Também está previsto em lei que o empregado poderá de certa maneira “vender” 10 dias de suas férias para a empresa e assim receber a remuneração correspondente aos dias trabalhados.

No que diz respeito aos descontos e vencimentos é preciso estar ciente sobre quanto de trabalho o funcionário tem desde o vencimento de suas últimas férias. Caso o período calculado seja de 12 meses, ele poderá receber o valor integral de suas férias, mais o acréscimo de 1/3 de abono. Se caso for inferior ao período citado, ele receberá proporcionalmente, ou seja, na faixa de 1/12 por mês de trabalho.

Ressaltando que no pagamento do empregado já estão descontados os valores referentes a pagamento devido ao Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) e o Imposto de Renda.

A lei prevê que o pagamento das férias deva ocorrer no máximo em até dois dias antes do início do período de descanso. Lembrando que o empregado deve assinar o documento correspondente a quitação do pagamento. Nesse documento devem constar a data de início e término das férias. De uma maneira geral a maioria das empresas já possuem um modelo pré-formatado. Mesmo assim, aquela velha conferida pode evitar alguns probleminhas extras. Afinal de contas, assinar um documento é concordar com o que está nele. Imagine se no seu caso os valores não estejam corretos e mesmo assim você concorde.

Outro ponto que está previsto em lei é de que não há dia da semana ou mês para que as férias tenham início ou término. Devido a esse fato cabe ao empregador estipular as datas de acordo com suas necessidades. Um detalhe muito importante é que essa regra não é valida para profissionais com menos de 18 anos. Neste caso o período de férias poderá ser ajustado levando em consideração o período de férias escolares. Já no caso de familiares que trabalham em uma mesma empresa, a lei não prevê nenhum impedimento para que todos tirem suas férias na mesma ocasião.

Por Denisson Soares


As férias podem se tornar uma armadilha quando o empregador utiliza este período para procurar um substituto para a vaga do funcionário.

Vários casos já foram mostrados onde o empregador apenas esperava uma oportunidade para testar outros funcionários e depois de 30 dias, com a certeza que estará fazendo a opção certa, a demissão ocorre logo apos o retorno do colaborador.

É uma atitude não muito ética, mas extremamente eficiente, afinal as falhas e outras formas de trabalho tem a oportunidade de serem testados neste período. Resta verificar se seu empregador realmente esta aprovando sua metodologia, para que as férias seja um período de tranqüilidade e paz.

Por Jose Alberi Fortes Junior





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