Se pedir demissão o profissional não poderá contar com alguns direitos trabalhistas.

Pode chegar um momento na vida do trabalhador que ele pensa em pedir demissão do seu atual emprego. Porém, a pessoa pode ter em mente algumas dúvidas sobre o que fazer para não perder os seus direitos profissionais. Confira algumas dicas!

– O básico!

Se você vai pedir demissão vai receber as versas rescisórias normalmente como o salário, saldo do salário faltante, férias vencidas (valor proporcional a um terço das suas férias e o cálculo é realizado pelas parcelas que foram vencidas e também as proporcionais) e o décimo terceiro salário (proporcionalmente aos meses que trabalhou).

– Não vou ter direito!

Quando se pede demissão você não poderá contar com:

·         Seguro-desemprego (a decisão de sair do trabalho foi do funcionário);

·         Multa pela dispensa sem justa causa (40% do Fundo de Garantia);

·         Fazer o saque do Fundo de Garantia que ficou acumulado até o meu pedido de demissão. Porém, o dinheiro que está depositado no fundo não será perdido, mas o mesmo renderá com juros e correção. O resgate do dinheiro poderá ser realizado depois de três anos com o fundo em estado inativo (há possibilidade de saque para compra de casa própria, amortizar dívidas, entre outros).

Outro ponto importante antes que a pessoa peça a demissão, e esse fator é obrigação do profissional, é dar um aviso prévio com antecedência de 30 dias. Se a pessoa não quiser trabalhar nesse período, será descontado o valor na sua remuneração.

Dicas antes de se demitir:

·         Pense antes de pedir a demissão. Coloque na balança os prós e contras e observe se a decisão é a correta.

·         A emoção deve ser contida no momento de se demitir. Não desabafe com o seu chefe para não deixar o clima ruim. Comunique o desligamento e seja transparente.

·         Fale primeiramente com o seu chefe. Não diga nada antes para colegas, pois não queremos que isso caia em ouvidos de terceiros antes da pessoa correta.

·         Pode acontecer que a empresa queira você devido as suas habilidades. Pode aparecer uma contraproposta. Ouça bem o que o chefe tem a dizer, mesmo se a sua decisão já foi tomada.

·         Tenha bem claro na mente o motivo da demissão e os planos que tem depois disso acontecer. O mercado não é algo fácil de lidar.

·         Se você não terminou um trabalho importante, finalize o mesmo antes de pedir a demissão. Nada de deixar coisas pendentes.

·         Outra boa dica é sair deixando as portas abertas para uma volta no futuro. 


Quem gosta de uma vida com aventuras, sem muita rotina e com certos prestígios, pode optar por ser Comissário de Voo.

Quem é que não se lembra da famosa aeromoça? Hoje esse termo – aeromoça – caiu em desuso. Primeiro porque não é exclusividade das mulheres e segundo, hoje readaptaram a nomenclatura por que um comissário tem funções muito mais importantes do que simplesmente servir o lanche durante o voo e assistir a tripulação.

Então, quais as funções de um comissário? São profissionais que têm como responsabilidade garantir um ambiente de tranquilidade, conforto e segurança para os passageiros, seja servindo um drinque de boas-vindas a bordo, administrando conflitos e comportamentos inconvenientes, ou zelando pela vida do passageiro, em caso de acidente. Na verdade funcionam muito mais como agentes de segurança a bordo e por isso estão preparados para qualquer emergência.

Por mais que seja fascinante, conhecer muitas cidades e países, ficando completamente fora de uma rotina de escritório e de uma jornada tradicional de trabalho, a profissão de comissário de bordo atrai muitos jovens. Mas é que você se engana pensando ser uma profissão simples, a rotina do trabalho é de extrema responsabilidade. O comissário não pode aparentar cansaço e o bom humor é imprescindível. Ele assegura a imagem da qualidade dos serviços das empresas, torna-se o cartão de apresentação dela.

Depois de saber o que realmente faz um comissário, agora deve estar se perguntando: Como faço para me tornar um? Que requisitos devo ter?

Para ser Comissário de Voo, em primeiro lugar a pessoa precisa ser muito atenciosa e simpática, boa aparência também é imprescindível.

Algumas características desejáveis:

– Autocontrole, boa aparência, boa saúde, capacidade de adaptação a novas situações, habilidade de comunicação, capacidade de decisão, habilidade de lidar com o público, ser desembaraçado, discreto, ter equilíbrio emocional, ter firmeza, gostar de servir, habilidade para mediar conflitos, iniciativa, paciência, senso de responsabilidade e simpatia.

Por Luciana Viturino


Sabemos que o mundo da informação está cada vez mais veloz e interessante. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos relatou que há mais informações em uma única edição do jornal The New York Times do que vista por um homem de 30 anos durante sua vida toda.

Antigamente, para aderir informações era preciso ir a uma banca de jornal ou a uma biblioteca. Hoje existem vários meios. Você pode encontrar até mesmo na palma de sua mão, se quiser. É só conectar seu smartphone com uma rede de internet e terá acesso a informações de qualquer parte do mundo.

Pense o quanto você está inserido em um mundo de informações. À sua volta há computadores, smartphones, tablets, TVs, revistas, jornais, displays informativos e outros meios de publicidade em todos os lugares informando um produto ou serviço novo a cada minuto.

Será que tudo isso é realmente importante? Que tipo de informação estamos consumindo? Há uma diferença enorme entre as novidades da bolsa de valores e o último capítulo da novela das oito, por exemplo. Tanto um quanto o outro não deixa de ser informação, porém, qual deles é realmente necessário para você evoluir pessoalmente e profissionalmente? 

Todo o cuidado é pouco para não acabar caindo em um círculo vicioso, ou uma 'bolha'. Usamos isso como representação do fenômeno moderno, o qual é acelerado em decorrência da tecnologia. Por exemplo, se você gosta de futebol, a tendência é que chegue mais informação de futebol para você, e dessa forma, você acaba se distraindo, deixando de checar outros dados informativos mais relevantes para você no momento ou na fase a qual você está passando.

Saiba 'peneirar' informações. Se ainda assim estiver difícil, diversifique conforme o assunto. Leia sobre coisas variadas, mas não fique em um único assunto. É importante para o profissional ser antenado e bem informado, e não alienado. O excesso, assim como a escassez, pode te deixar alienado, por isso, tenha equilíbrio. 

Opiniões, documentários e análises ajudam na formação de ideias novas e de um senso crítico. Tenha seus próprios filtros de informações.

Por Daniela Almeida da Silva


Antes de saber como pedir o auxílio-doença o trabalhador primeiro deve saber o que é e quem se enquadra nos requisitos exigidos.

Em primeiro lugar o auxílio-doença é um benefício que é concedido pela Previdência Social àqueles trabalhadores que são segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Via de regra, o benefício do auxílio-doença é liberado para quem fica impedido de exercer suas funções profissionais devido a causas advindas de doença. Isso só é válido se a pessoa não puder trabalhar por mais de 15 dias consecutivos. Neste caso quem determina o período em que o trabalhador deverá permanecer afastado recebendo o benefício é o Perito Médico.

Quem tem direito:

Para ter direito de receber o auxílio-doença o trabalhador precisa ter contribuído para Previdência Social pelo período mínimo de 12 meses. No caso daquela pessoa que por algum motivo deixou de contribuir (fazer o pagamento) a lei prevê que as contribuições feitas no período anterior só serão consideradas válidas caso o mesmo efetue o pagamento de no mínimo quatro parcelas que, se somadas ao que foi pago antes, cheguem ao total de doze parcelas pagas.

Entretanto, há algumas classes de doenças onde esse prazo não é exigido. Dentre estas estão as seguintes: alienação mental, tuberculose ativa, hanseníase, espondiloartrose anquilosante, cardiopatia grave, doença de Parkinson e paralisia irreversível e incapacitante.

Para os trabalhadores que possuem suas carteiras de trabalho assinadas, os primeiros quinze dias são pagos pelo empregador. A Previdência Social então, paga a contar a partir do 16° dia de afastamento do trabalho. No caso das demais classes de segurados o que inclui o doméstico, a Previdência é que é a responsável por pagar o auxílio desde o início da incapacidade e durante o período em que a mesma existir. De qualquer maneira, nos dois casos é preciso que se faça o requerimento junto à Previdência.

A suspensão desse benefício só acontece a partir do momento em que o segurado recupera a total capacidade e está habilitado a voltar ao trabalho. Também pode acontecer o caso de se transformar em aposentadoria por invalidez.

Já no caso daquele trabalhador que ao se filiar à Previdência Social, já possuir uma doença ou algum fator que poderia gerar o auxílio não se enquadra entre aqueles que têm o direito de receber o benefício. Porém, caso ocorra o agravamento de alguma enfermidade devido ao trabalho exercido, o INSS leva em consideração o fato de que o trabalhador neste caso poderá receber ajuda.

Para saber mais sobre o requerimento do benefício acesse o site da Previdência Social.

Por Denisson Soares


Apesar de ser algo quase que uma obrigação saber tem muitos trabalhadores por aí que não fazem a mínima ideia de como são calculadas suas férias. Pois bem esse artigo tem como objetivo tirar algumas dúvidas em relação ao tema.

Para começar as férias do trabalhador são calculadas basicamente levando em consideração o tempo em que o mesmo exerceu ou exerce suas atividades na empresa. De acordo com o estabelecido por meio da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, o trabalhador que possui carteira assinada terá direito a férias composta de 30 dias após completados 12 meses de trabalho na empresa.

Ainda assim há alguns casos “especiais”. Imaginemos que não seja possível conceder as férias ao trabalhador após esse período por diversos fatores, neste caso a empresa tem a obrigação de nos 11 meses seguintes liberar o funcionário para as férias. Caso isso não ocorra, a empresa deverá pagar ao trabalhador o dobro da remuneração.

Em muitos casos, porém, as férias de 30 dias são dividas em duas fases. Aqui um desses períodos não pode ser inferior a 10 dias em sequência de férias. Também está previsto em lei que o empregado poderá de certa maneira “vender” 10 dias de suas férias para a empresa e assim receber a remuneração correspondente aos dias trabalhados.

No que diz respeito aos descontos e vencimentos é preciso estar ciente sobre quanto de trabalho o funcionário tem desde o vencimento de suas últimas férias. Caso o período calculado seja de 12 meses, ele poderá receber o valor integral de suas férias, mais o acréscimo de 1/3 de abono. Se caso for inferior ao período citado, ele receberá proporcionalmente, ou seja, na faixa de 1/12 por mês de trabalho.

Ressaltando que no pagamento do empregado já estão descontados os valores referentes a pagamento devido ao Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) e o Imposto de Renda.

A lei prevê que o pagamento das férias deva ocorrer no máximo em até dois dias antes do início do período de descanso. Lembrando que o empregado deve assinar o documento correspondente a quitação do pagamento. Nesse documento devem constar a data de início e término das férias. De uma maneira geral a maioria das empresas já possuem um modelo pré-formatado. Mesmo assim, aquela velha conferida pode evitar alguns probleminhas extras. Afinal de contas, assinar um documento é concordar com o que está nele. Imagine se no seu caso os valores não estejam corretos e mesmo assim você concorde.

Outro ponto que está previsto em lei é de que não há dia da semana ou mês para que as férias tenham início ou término. Devido a esse fato cabe ao empregador estipular as datas de acordo com suas necessidades. Um detalhe muito importante é que essa regra não é valida para profissionais com menos de 18 anos. Neste caso o período de férias poderá ser ajustado levando em consideração o período de férias escolares. Já no caso de familiares que trabalham em uma mesma empresa, a lei não prevê nenhum impedimento para que todos tirem suas férias na mesma ocasião.

Por Denisson Soares


Você deve estar se perguntando, mas afinal, qual é a relação entre o emprego e o empreendedor corporativo?

Pois bem, não somente vou dizer que estão relacionados como também vou afirmar que você provavelmente possa estar sendo um empreendedor corporativo.

É considerado como um empreendedor corporativo aquela pessoa que acrescenta um “algo a mais” no seu trabalho, isto é, faz mais do que as tarefas que lhe são delegadas, procura ajudar à empresa, procura ajudar no seu desenvolvimento.

Empreendedores corporativos são dinâmicos, dão ideias mesmo que estas sejam mínimas perante aos olhos da alta chefia. Por exemplo, a servente de limpeza da sua organização pode ser uma grande empreendedora visto que ao verificar que muitas pessoas estavam reclamando do secador de mãos elétrico, sugeriu ao seu superior que colocassem toalhinhas de papel no banheiro de funcionários. Ela demonstrou estar preocupada com o bem-estar dos trabalhadores e mantê-los motivados, ou pelo menos reduzir o número de reclamações.

Desde a Revolução Industrial que as relações no trabalho vêm sendo estudadas, isso porque elas atingem diretamente a produtividade. Por isso, se você quer ter sucesso na sua organização, deseja o crescimento profissional e está atento às exigências e necessidades do mercado de trabalho, permita-se atuar como Empreendedor Corporativo, faça a diferença que com certeza será notado.

Por Melina Menezes


Médico, Professor, Engenheiro, Jornalista, Advogado, Cientista e tantas outras profissões que quando criança sempre que nos é perguntado temos como resposta direta. Mas hoje o mercado de trabalho recebe inúmeras outras profissões e entre elas a de Jogador de Futebol. Isso mesmo. Baseando-se que o atleta profissional tem carteira assinada e goza de todos os benefícios da legislação trabalhista esse é o novo cenário do mercado de trabalho que avança mundo afora e que, diferentemente de muitas outras profissões, que exigem um curso preparatório ou anos de dedicação dentro de uma universidade, essa profissão resume-se apenas como fator principal o talento com a arte da bola aos pés.

As famosas "peneiras" sempre são invadidas por crianças e jovens que tentam de alguma forma mostrar o seu talento, a sua arte de jogar futebol, já que não dispõe de um diploma que os assegurem que sabem exercer a profissão em questão.

Mesmo sendo uma profissão devidamente regulamentada, pode-se notar um certo preconceito, pois credita-se sempre a esses profissionais a falta de estudo, a origem humilde e a falta de oportunidades, mas esse cenário começa a mudar e cada vez mais podemos observar jovens que se comunicam muito bem, estudam e até ingressam em uma universidade. Os números das pesquisas ainda expressam pouco essa mudança, porém já é um caminho.

Ser um Jogador de Futebol é uma profissão que merece respeito como qualquer outra devidamente regulamentada.

Por Alex Menezes





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