Confira aqui a lista de cidades que mais contrataram e demitiram trabalhadores no ano de 2016.

Devido à crise financeira que assola o país, muitas pessoas perderam os seus empregos, isso foi causado devido à instabilidade econômica. Com as vendas em queda, muitas empresas fecharam as portas e a Indústria e o Comércio foram os setores que mais sentiram esse efeito.

Quando as lojas vendem pouco, tecnicamente elas deixam de comprar novos produtos e a indústria tem uma queda na fabricação, pois deixa de vender em grande quantidade, onde a demanda passa a ser cada vez menor, sendo assim, acaba precisando de menos profissionais, gerando o maior número de demissões.

As lojas também decidem enxugar o seu quadro de colaboradores, pois a procura de clientes se torna menor e com medo de se arriscarem deixam de investir adquirindo novos produtos. Os empresários decidem vender todo o seu estoque antes de adquirir uma nova mercadoria.

Quais são as cidades que mais demitiram?

Segundo informações do CAGED (Cadastro Geral de Empregos e Desempregados), mais de 3.000 postos de trabalho fecharam as portas em 2016, fazendo com que o Brasil perca mais de 1 milhão de vagas. O Brasil possui 5.565 cidades, onde as grandes capitais foram as mais atingidas no quesito desemprego, porém, também deve ser levado em consideração que as Capitais possuem o maior número de habitantes. Confira abaixo a lista das principais cidades que mais demitiram em 2016:

Rio de Janeiro: A cidade carioca foi a mais atingida com a crise, entrando em contrapartida com os últimos anos, onde era uma das Capitais que mais contratavam, porém, agora recebe o título da cidade que mais demitiu nesse período de crise. Muitas empresas fecharam as portas e outras reduziram drásticamente o seu quadro de colaboradores, levando 138.168 pessoas ao desemprego.

São Paulo: A capital é conhecida como a terra das oportunidades, porém, devido ao seu número de habitantes, foi à segunda colocada no ranking, tendo 133.500 demissões em 2016.

Belo Horizonte: A Capital Mineira ficou em terceiro lugar, com 41.069 demissões.

Brasília: A Capital do país ficou em quarto lugar, tendo 28.843 demissões.

Salvador: A Capital da Bahia teve cerca de 25 mil demitidos no último ano, ficando em quinto lugar entre as Cidades que mais demitiram.

A Esperança

A crise econômica afeta todos os brasileiros, pois se as pessoas ficam desempregadas elas deixam de consumir e quem está empregado acaba ficando com medo de fazer dívidas com receio do que possa acontecer no futuro. Realmente todos acabam entrando em conflito, por isso o ano de 2017 é um momento de esperança, onde as pessoas mais do que nunca devem manter a esperança de dias melhores. Confira abaixo a lista das principais Cidades que mais contrataram em 2016:

Três Lagoas: A cidade localizada na região Centro-Oeste de Mato Grosso do Sul teve uma grata surpresa no ano de 2016. A cidade ofereceu 3.569 vagas de emprego, sendo a primeira cidade do Brasil que mais contratou nesse período de crise.

Campo Redondo: A cidade do Rio Grande do Norte surpreendeu, pois nos últimos anos não teve um número expressivo de contratações, porém, fechou 2016 com um bom resultado, empregando cerca de 1.990 profissionais, ficando em segundo lugar no ranking.

Juazeiro: A cidade de Juazeiro, na Bahia, foi uma das cidades que mais contrataram novos profissionais, dando oportunidades para o primeiro emprego. 1.956 pessoas foram empregadas no último ano, fazendo com que a cidade ficasse em terceiro lugar.

Nova Serrana: A cidade mineira foi uma das que mais empregaram pessoas que buscavam recolocação profissional. Ficando em quarto lugar no ranking como as cidades que mais contrataram no período da crise, empregando 1.904 profissionais.

Cristalina: A cidade localizada em Goiás ficou em quinto lugar no ranking das cidades que mais contrataram profissionais. 1.528 pessoas ingressaram no mercado de trabalho.

Diego Jose Laureano


A previsão é que a taxa de desemprego entre os jovens encerre o ano de 2015 em 15,5%, acima da média mundial, que é de 13,3%.

Os jovens estão adiando a sua entrada no mercado de trabalho para terem uma maior qualificação, mas estão sendo os mais atingidos pelo desemprego. A falta de qualificação e a baixa escolaridade são os principais pontos responsáveis por estes resultados, já que o jovem que não tem instrução acaba tendo mais dificuldades em ter uma colocação profissional.

Em 2015, a taxa de desemprego entre jovens no País deve ficar acima da média mundial, que é de 13,3%, por conta da piora da atual crise econômica brasileira. Segundo a OIT – Organização Internacional do Trabalho – os números devem ficar em 15,5%, em relação aos jovens com idade entre 15 e 24 anos. Mas, mesmo no alto da crise econômica mundial, o índice brasileiro não ultrapassou 17%.

Dados do IBGE, da Pesquisa Mensal de Empregos apresentaram que a taxa de desemprego em seis regiões do Brasil como São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre foi, em abril deste ano, de 6,4%. Mas, entre os jovens ultrapassou os 16%, sendo duas vezes e meia maior.

Um alerta que a organização faz é para o número de adolescentes, entre 15 e 17 anos, cerca de 12,5%, que ocupam funções em trabalhos considerados insalubres ou perigosos, até com risco de enfermidades ou morte. Isso não acontece só no Brasil como também em países como Bangladesh, Uganda, Togo e Vietnã.

Na atual situação, quem consegue emprego acaba tendo que ser menos exigente, às vezes até optando por trabalho em tempo parcial, como meio período ou vaga temporária, já que não podem ficar sem renda.

As consequências, a longo prazo, aos jovens desempregados é o enfraquecimento de sua capacidade de trabalho e a perda de experiência profissional.

Outros dados da OIT apontam que deve haver 201,6 milhões de desempregados no mundo, um pouco mais de 2 milhões do que comparado em 2014. Deste total, acredita-se que 73,4 milhões correspondem a jovens de até 24 anos.

Por Kika Akita


Profissionais levam, em média, 14,4 semanas para encontrar um novo emprego. Rio de Janeiro tem a maior ?fila de espera? do País.

Desde o ano de 2006, o trabalhador brasileiro não demora tanto para conseguir uma nova colocação no mercado de trabalho.  Na média para o mês de julho, na média medida em seis diferentes metrópoles, o tempo médio em que o trabalhador gasta procurando emprego chegou a 14,4 semanas. No ano de 2006 a média era de 14,9 semanas.

Os cálculos foram realizados pelo IBGE, com base nos dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego). A PME acompanha as variações do mercado de trabalho em seis diferentes regiões metropolitanas pelo Brasil, consideradas principais.

Dentre as seis metrópoles pesquisadas, o Rio de Janeiro tem a maior “fila de desemprego” registrada. No mês da pesquisa, os cariocas gastavam em média 17,3 semanas procurando um novo emprego (mais de quatro meses).

Em seguida aparece Salvador. Os baianos procuram por um novo emprego em média por 16,1 semanas. São Paulo aparece a seguir, com tempo médio de procura de 13,9 semanas, seguido de Recife, com 13,1 semanas, Porto Alegre, com 12,7 semanas e Belo Horizonte, com 11,5 semanas de procura.

Os especialistas afirmam que o aumento no tempo de procura por um novo emprego está diretamente relacionado ao aumento no número de demissões, causado pela crise. Quando o empregado sai de uma empresa, ele geralmente tem outro emprego em vista, mas quando é demitido, é pego de surpresa e a busca pode levar mais tempo.

Pioras à vista:

A tendência, seguindo a perspectiva econômica brasileira, é a de que haja uma piora no tempo de procura por novos trabalhos pelo brasileiro, já que cada vez mais patrões estão demitindo funcionários e a abertura de novas vagas está cada vez menor.

No mês de julho deste ano, 1,84 milhões de pessoas estavam procurando emprego nas seis principais metrópoles do país. Número 56% maior do que no mesmo período do ano passado.

Por Patrícia Generoso


Os dados foram coletados pelo IBGE em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2015

E o número de desempregados no Brasil continua crescendo. A taxa de desemprego no país subiu para 7,4% no período de dezembro do ano passado a fevereiro deste ano, foi o que informou o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A taxa é preocupante e mostra que continua aumentando o número de desocupados, se compararmos os números com o resultado obtido no trimestre anterior, ou seja, setembro a novembro de 2014. Neste período, a taxa de desemprego cresceu 6,5% o que já era alta e agora é mais preocupante ainda.

E a pesquisa Pnad Contínua mostra que o desemprego no trimestre que vai de dezembro a fevereiro ficou acima até do índice registrado neste mesmo período no ano anterior – dezembro de 2014 a fevereiro de 2014 – que foi de 6,8%. O resultado de um aumento no desemprego de 7,4% é maior de toda a história, desde que se iniciou a contagem.

A Pnad Contínua é responsável por produzir conteúdo informativo sobre a atual inserção da população brasileira em relação ao mercado de trabalho, levando em consideração todas as características das regiões onde cada pessoa mora, assim como as características da educação e até do desenvolvimento sócio-econômico.

Para se chegar ao resultado, faz-se uma pesquisa através de uma amostra de domicílios, para que possa garantir um resultado que tenha uma representatividade que atenda aos mais variados níveis geográficos. A cada novo trimestre, mais de 211 mil domicílios são investigados, em mais de 16 mil setores que estão distribuídos em uma média de 3,5 mil cidades pelo país.

E esta mesma pesquisa que apontou o crescimento do desemprego também indicou um aumento no rendimento médio do brasileiro, que subiu 1,1% passando de R$ 1.793,00 referente ao trimestre de setembro a novembro de 2014 para R$ 1.817,00 para o trimestre seguinte. Se comparado com o mesmo período do ano anterior, o aumento foi de 0,7%, já sendo descontada a inflação.

O IBGE elabora a PME – Pesquisa Mensal do Emprego – para poder analisar o desemprego no Brasil, mas a PME está sendo substituída pela Pnad Contínua que é bem mais completa na aquisição dos dados para análise.

Por Russel


Apesar de o Brasil estar passando por uma fase de crescimento onde grandes oportunidades de emprego surgem em diversos setores, o problema do desemprego ainda é uma sombra que persegue as boas notícias.

Mesmo que o aumento da taxa seja de poucos pontos percentuais no resultado geral, a coisa é mais complicada. Aliás, foi exatamente isso que revelou uma pesquisa feita recentemente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). De acordo com as informações analisadas em um conjunto de seis regiões pesquisadas a taxa de desemprego cresceu.

Segundo o que foi apontado pelos dados observados o índice de desemprego passou de 10,3%, em fevereiro de 2014, para 11%, em março de 2014. Em números reais isso que dizer que foram eliminados do mercado de trabalho um total de 137 mil postos de trabalho. A cifra eleva o número de desempregados país para 2.294.000.

Conforme os resultados obtidos por outra pesquisa realizada pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgados na última quarta-feira, dia 30 de abril de 2014, o nível de profissionais empregados caiu em vários grandes centros como é o caso de Porto Alegre que teve uma queda de 1,5%, de Belo Horizonte onde a queda foi de 0,9%, Fortaleza com 1,3% e São Paulo com uma taxa de 0,5%.

Em uma análise mais atenta dos dados levantados mostra quais foram os setores tidos como grandes responsáveis pelo crescimento da taxa de desemprego em algumas regiões. A indústria de transformação, por exemplo, foi a que mais demitiu chegando a um corte de 88 mil vagas (baixa de 3,1%); na seqüência temos o setor de construção civil com uma eliminação de 26 mil postos (queda de 1,7%). Na área de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas a redução chegou a 24 mil vagas (queda de 0,7%).

Segundo o PED o seguimento que conseguiu manter sua estabilidade foi de o de serviços.

Por Denisson Soares


Com a alteração nas regras o trabalhador que solicitar o benefício do seguro-desemprego pela terceira vez terá obrigatoriamente que se matricular em cursos de formação.

Apesar de nos últimos anos o Brasil ter melhorado significativamente em alguns setores no que diz respeito às taxas de desemprego o fato é que ele existe. Um dos maiores problemas, no entanto, é o chamado desemprego reincidente. Muitos profissionais não se mantêm fixos em uma determinada colocação devido à sua falta de qualificação profissional. Algo que é imprescindível para qualquer um que quiser se manter no mercado de trabalho atual com sua competitividade cada vez mais acirrada.

Principalmente com o objetivo de promover o incentivo à mão de obra qualificada e tentar diminuir um pouco a questão do desemprego reincidente, o governo recentemente decidiu mudar alguns pontos nas regras para quem necessita do seguro-desemprego. A partir de agora o recebimento do benefício está condicionado à matrícula do trabalhador em cursos de formação. O ponto apresentado se torna válido apenas para o profissional que fizer a requisição do benefício pela terceira vez em um período estipulado de 10 anos.

De acordo com as informações contidas no decreto publicado no Diário Oficial, o curso a que o trabalhador estará sujeito deverá ser habilitado pelo Ministério da Educação e ser de formação e inicial e continuada ou ainda de qualificação profissional. A carga horária mínima aceitável será de 160 horas. O inscrito no curso também deverá ter uma frequência satisfatória.

Esse programa está sendo colocado na prática com o apoio da Casa Civil. O MEC por sua vez deverá garantir que os trabalhadores que passaram pelo curso de formação sejam recolocados no mercado de trabalho. Isso deverá ser feito por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Para o caso do trabalhador que não realizar o curso ou que quebrar alguma das regras estabelecidas pelo governo o seguro-desemprego deverá ser cancelado. Atualmente, as pessoas que têm direito ao seguro são aqueles trabalhadores que tenham sido demitidos sem justa causa. O benefício tem seu valor variável entre 1 salário mínimo e R$ 1.163,76. As cifras correspondem à média dos últimos salários recebidos pelo profissional antes da demissão.

Por Denisson Soares





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