Veja aqui o reajuste e o valor do Novo Salário Mínimo 2018.

Estamos encerrando o ano de 2017 e muitos brasileiros estão na expectativa para saber o novo valor do salário mínimo brasileiro, que é reajustado em todos os anos para passar a valer a partir do mês de janeiro. Se você estava esperando, o presidente da república já anunciou este valor, sendo ele de R$954, o que significa um reajuste de 1,81%, o menor dos últimos 24 anos. De acordo com informações da assessoria de imprensa do governo, no Brasil existe uma média de 45 milhões de pessoas que recebem o salário mínimo. Este número relaciona-se somente a aposentados e pensionistas do INSS, que recebem o piso previdenciário, cujo dinheiro em parte sai dos cofres públicos. Sem falar dos outros milhões que trabalham e que possuem como única renda o mínimo estabelecido pelo governo federal.

Na última sexta-feira, dia 29 de dezembro, o presidente Michel Temer assinou o decreto que já foi publicado no Diário Oficial da União, determinando que a partir do próximo dia 1º do mês de janeiro, o salário mínimo vigente no país será no valor de R$954.

Durante os últimos meses do ano muito se falou sobre o valor de 2018. A estimativa inicial era de que fosse de R$979. Contudo, em pouco tempo essa estimativa foi para R$969 e em seguida para R$965.

Porém, estes valores eram apenas estimativas, já que era necessário aguardar até a passagem do mês de novembro para realizar o cálculo com as informações verídicas. Aliás, o valor do salário mínimo há muitos anos é calculado com base em uma fórmula que considera o INPC, que é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que nada mais é que a inflação e que deve ser considerado o ano anterior que no caso é o de 2016 e também o valor do PIB, que é o Produto Interno Bruto de dois anos anteriores.

Desse modo, o resultado obtido até o mês de novembro foi de 1,81%, já que o PIB não pode ser considerado por estar negativo, muito abaixo do esperado, o que se deu pelo fato da crise da economia.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, este percentual utilizado para o reajuste do salário realmente foi abaixo do que esperava, já que a variação do INPC é um pouco maior. Mas, não havia outra alternativa para o governo, que precisa diminuir seus gastos e economizar no ano de 2018 uma média de R$ 3,3 bilhões, para que a economia possa de estabilizar de vez, já que desde 2016 ela tem estado muito instável. O Dieese ainda afirma que mesmo com esse reajuste abaixo do esperado, os brasileiros passaram por um ano sem picos de inflação, o que já é um ponto positivo, principalmente em um ano em que muitos brasileiros perderam seus empregos.

Assim, quando a inflação é menor durante o ano, o reajuste do mínimo também tende a ser menor.

Então, quem recebe salário mínimo passará a receber R$957 e quem trabalha recebendo por dia passará a receber o mínimo de R$ 31,8, enquanto que quem trabalha por hora irá receber R$ 4,34.

Já consideranda a situação do país durante este ano de 2017, a maioria das pessoas já estava esperando que o reajuste não seria o ideal para um salário que já é mínimo. Contudo, o problema maior é de que há uma forte previsão de que no ano de 2018, ao contrário do que ocorreu em 2017, a inflação realmente aumente, o que irá atingir de fato milhões de brasileiros que perderão o seu poder de compra e que enfrentarão muitas dificuldades para manter as suas necessidades mais básicas.

Sirlene Montes


Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2018 já foi aprovada pelo Congresso e agora aguarda sanção do presidente Temer.

Depois da conclusão da votação dos vetos presidenciais, deputados e senadores optaram pela aprovação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2018, que faz o estabelecimento das prioridades e metas orçamentárias do governo para o próximo ano.

O texto, que seguirá para sanção do presidente, mantém a meta fiscal que foi apresentada pelo governo e que faz a previsão para 2018 de um déficit primário no valor de R$ 131,3 bilhões para o conjunto do setor público (que envolve o governo federal, bem como os estados, municípios e também as empresas estatais).

Esta se configura como a primeira LDO que entrará em vigor depois da aprovação da Emenda Constitucional do Teto de Gastos Públicos, que junta os gastos com a inflação do ano anterior, ao longo de um período de 20 anos, um tempo bastante considerável.

A LDO faz a definição das metas e das prioridades do governo para o ano posterior, dando orientações para que se elabore a lei orçamentária anual e fixando limites para os orçamentos dos poderes Legislativo e Judiciário, bem como do Ministério Público.

Está previsto no texto o aumento do salário mínimo de R$ 937 para R$ 979, no próximo ano, além do aumento da meta de déficit primário (Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União) do governo federal, passando de R$ 79 bilhões para o valor de R$ 129 bilhões. A meta das estatais federais será o déficit de R$ 3,5 bilhões – nos estados e cidades, a projeção é que o superávit seja de R$ 1,2 bilhão.

Os números não levam em conta uma eventual aprovação da reforma da Previdência.

Se os números previstos pelo governo na PLO forem confirmados, o próximo ano configurar-se-á com o quinto consecutivo de déficit primário. Os saldos negativos acabam contribuindo para o aumento da dívida do governo.

A partir do momento em que a LDO for aprovada, o Congresso poderá entrar em recesso, que inicia no dia 18 e que vai até 31 de julho de 2017. Em um período de 3 anos, está é a primeira vez que os parlamentares promovem a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentária no primeiro semestre.

Iris Gonçalves


Saiba aqui a média salarial dos profissionais da área de marketing.

Há uma frase que diz que marketing é a geração de demanda sem o aumento de custos, ou seja, a missão dessa área é sobre ter a capacidade de proporcionar oportunidades ainda que a situação não esteja positiva, gerando maiores resultados. Diante do salário dos profissionais que atuam nessa área, podemos concluir que essa consideração é um tanto quanto fiel à realidade. Vamos apresentar a seguir, algumas funções do segmento marketing e a comparação entre a média deste ano (2017) em relação ao ano passado (2016), mostrando a valorização dos cargos. Considere empresas de pequeno e médio porte, as que possuem faturamento inferior a 500 milhões; as de grande porte, com faturamento superior a esse valor.

Analista de Marketing/Comunicação

Em 2016, os salários iam de R$ 4.000 a R$ 7.000. Em 2017, a base inicial subiu para R$ 4.500, mantendo o teto em R$ 7.000, em empresas de grande porte.

Coordenador de Comunicação

Dados de 2016: Em pequenas empresas e de porte médio, o piso do salário era de R$ 4.500, chegando e R$ 8.000, enquanto em empresas de grande porte começava em R$ 5.500, podendo chegar a R$ 9.000. Em 2017, em pequenas e médias empresas o salário vai de R$ 5.100 e vai até R$ 8.500, enquanto que em empresas de grande porte inicia-se no valor de R$ 6.500, chegando até R$ 9.500.

Coordenador de Marketing/Comunicação

Em empresas pequenas e médias, no ano passado, o salário desse profissional era de R$ 5.500, indo a R$ 10.000. Ainda em 2016, em empresas grandes a remuneração ia de R$ 6.500 e R$ 12.000. Já em 2017, na primeira categoria o valor é de R$ 6.000 a R$ 10.000, enquanto na segunda marca R$ 7.000, chegando e R$ 12.000.

Gerente de Produto

2016: Em empresas de pequeno e médio porte: R$ 7.500 a R$ 15.000; em empresas grandes: de R$ 7.500 a R$ 20.000.

2017: Pequenas e médias empresas, pagam de R$ 7.600 a R$ 15.000, e empresas grandes rendem R$ 8.000 a R$ 20.000.

Em profissões como gerente de trade marketing, gerente de planejamento estratégico, gerente de marketing e diretor de marketing, o aumento também foi considerável, chegando até 4,2%. Para visualizar a tabela completa e mais informações sobre o assunto, acesse este link.

Carolina B.


A previsão é de que o salário mínimo seja de R$ 979 em 2018. Entenda como é feito o cálculo.

Todos sabem que o Brasil passa por uma fase conturbada, tanto política quanto economicamente. Muitos estão contando com o aumento do salário mínimo, visto que as mercadorias consumidas no dia a dia estão inflacionadas, fazendo com que o dinheiro compre menos itens.

O salário mínimo atual está em R$ 937,00, abaixo da média de quase todos os países do mundo, enquanto isso o atual Ministro da Fazenda, Henrique Meireles, propôs um aumento no salário mínimo para o ano de 2018. O novo valor do salário mínimo terá de ser enviado até o dia 15 de abril de 2017 para o plano de orçamento do Brasil. Existe uma previsão para os dois anos seguintes.

Tendo um ajuste de 4,48%, o valor do salário para 2018 gira em torno de R$ 979,00 e, segundo a tabela divulgada pela matéria do G1, nos anos seguintes o salário mínimo ficará com o ajuste de R$ 1.029,00 em 2019 e R$ 1.103,00 em 2020.

Apesar da decisão do ajuste ser algo esperada por todos os brasileiros, foi desaprovada por conta da diferença ser baixíssima.

A conta que se faz para obter o percentual de correção acerca do salário mínimo é a seguinte: faz-se a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor do ano anterior ao vigente (esse dado é fornecido segundo pesquisa do IBGE) com o resultado do PIB dos dois anos anteriores vigentes.

Em 2016, o PIB retraiu em 3%, sendo assim, para o ano de 2018, será válido apenas o valor da inflação de 2017, uma vez que a fórmula contempla os dois anos anteriores. Ainda em 2016, houve a estimativa de que o valor do salário mínimo ultrapassaria R$ 1.000, mas isso não passou de uma estimativa do governo: o quadro de recessão na economia do país faz com que a inflação fosse menor que a esperada no ano passado, portanto o reajuste do salário mínimo torna-se menor naturalmente.

Por Carolina B.


Segundo pesquisa realizada nos Estados Unidos, pessoas consideradas mais feias possuem outros atributos que os levam a ter mais sucesso profissional.

Chega a ser engraçado, mas um estudo realizado recentemente mostra que os melhores salários do mercado pertencem às pessoas mais feias, que são portanto, mais bem-sucedidas.

Na realidade esse estudo baseou-se em uma pesquisa já realizada nos Estados Unidos. Iniciando-se no ano de 1994 o estudo fez o acompanhamento de 15 mil pessoas do período da adolescência até a fase adulta. Em seguida um outro acompanhamento foi realizado com adultos de 24 até os 32 anos de idade. Fazia parte da pesquisa que os participantes classificassem seus colegas em relação à beleza, para isso eram usadas notas e também era realizado uma análise assimétrica do rosto de cada um. Além de que com os mais velhos foram feitos os levantamentos de seus salários. Após tudo isso os dados recolhidos foram cruzados e o resultado surpreendeu os pesquisadores da Universidade de Massachussetts.

Verificou-se que nesse apanhado de pessoas haviam vários grupos, os classificados muito feios, os feios, os bonitos e os classificados muito bonitos, sendo que os “muito feios”, que significam apenas 2,7% dos entrevistados, eram os que apresentaram os melhores ganhos em sua vida profissional, as melhores remunerações da pesquisa pertenciam a eles.

Os pesquisadores acabaram por concluir que não é uma característica física que aponta a beleza que forma o profissional. Na verdade, esses participantes menos bonitos da pesquisa classificados como “muito feios” possuíam outras competências e características que os fizerem merecedor de uma boa remuneração. Enquanto os classificados como “lindos” não possuíam esse conjunto de competências.

Satoshi Kanazawa e Mary Still, os idealizadores desse estudo, afirmam que o profissional bem-sucedido merecedor do melhor salário ele precisa possuir inteligência, saúde, seriedade no trabalho, ser extrovertido e não ser neurótico. E como se pode observar, o item beleza nem entra nessa lista. Contudo, os “muito feios” parecem possuir essas características mais que os muitos bonitos.

A conclusão final é que para obter no sucesso na vida é preciso muito mais que um rosto bonito, que faça parte dos padrões de beleza. O mundo dos negócios está à procura de profissionais que possuam competência e talento. A beleza com certeza é um item atrativo que pode até abrir portas profissionais, mas que logo se fecham quando o talento não existir.

Sirlene Montes


Confira aqui qual o valor do salário mínimo neste ano de 2017.

Nesta quinta-feira, dia 29 de dezembro, o presidente Michel Temer assinou o decreto que determina o reajuste do salário mínimo de R$880 para R$937. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o novo valor passará a vigorar já a partir do dia 1° de janeiro de 2017. O comunicado sobre o decreto será publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, dia 30.

Seguindo o que dispõe a lei, o reajuste do valor do salário mínimo tem quer ser realizado levando em consideração (tendo como base) a inflação apurada no ano imediatamente anterior e também na variação do PIB (Produto Interno Bruto) dos dois anos anteriores.

De acordo com o texto da proposta orçamentária que foi encaminhada para o Congresso Nacional, o governo estava calculando uma elevação que bateria em R$ 945,80. Mas como a inflação do período apresentou uma taxação menor do que a que estava sendo prevista em um primeiro momento, o valor então foi alterado para R$937,00.

Com relação a estimativa para o INPC em 2016, o cálculo feito pelo Ministério da Fazenda foi de 6,74%. Ainda assim, menor do que a foi prevista em outubro deste ano, quando o percentual apontado foi de 7,5% (por ocasião do envio da Lei de Orçamento Anual). Vale chamar a atenção para o fato de que no acumulado de 2016 até o mês de novembro, o índice do INPC ficou em 6,43%.

De acordo com o Ministério do Planejamento, devido a diversas questões, mas em especial a inflação que foi menor em 2016, o valor que estava sendo previsto para o reajuste do salário mínimo acabou mesmo tendo que ser menor do que a LOA previa. A pasta destaca que a aplicação é fundada e ratifica as observações da legislação.

A regra referente a correção do salário mínimo que foi aprovada pelo Congresso Nacional fica válida até o ano de 2019. É interessante observar que em 2015, o Produto Interno Bruto acabou encolhendo 3,8% e, com isso, o indicador não foi considerado nos cálculos.

O Ministério do Planejamento informou ainda que o reajuste vai incrementar R$ 38,6 bilhões na conta salarial de 2017. Isso representa cerca de 0,62% do PIB. A pasta espera ainda alguma positividade no aumento do consumo, além de um crescimento significativo da economia ao longo de 2017.

Por Denisson Soares


É possível negociar o salário em tempos de crise, mas é preciso saber como fazer essa negociação.

As empresas estão em um momento de diminuir despesas e falar de aumento de salário nesta situação pode parecer complicado, até porque o número de pessoas que estão à procura de emprego só cresce.

O diretor da Paige Personnel, Ricardo Haag, informa que a negociação salarial pode ser realizada a qualquer momento, desde que seja feita de forma bem fundamentada e com considerações justas. É necessário que o profissional avalie se a remuneração está compatível com o mercado e o seu papel na companhia.

Confira abaixo dicas para negociar seu salário em tempos difíceis de crise econômica:

1 – Resultado acima da média: Antes de qualquer atitude é preciso averiguar se o seu desempenho está muito bom e se você está trazendo os resultados esperados pela empresa. O aumento de salário só terá sentido se sua performance estiver acima da média.

2 – Faça mais do que o seu dever: No momento de crise, reduzir os gastos pode ser uma ótima oportunidade de se promover.

3 – Conversa com o chefe: É imprescindível que seu superior apoie seu pedido e, para isso, você precisa demonstrar que é importante para a organização da empresa, além de estar disposto a encarar novos desafios. Antes da conversa, é essencial que o seu discurso esteja preparado com antecedência.

4 – Momento certo: O pedido de aumento de salário ou ainda de promoção deve ser feito no momento adequado, ou seja, quando seu superior estiver com o dia mais tranquilo e não estiver pressionado com o cumprimento das metas e resultados.

Caso a tentativa não dê certo, é importante que você não desanime e continue trabalhando com profissionalismo. Afinal, caso queira continuar atuando na mesma empresa será necessário adaptar-se.

Manter o otimismo e a ética profissional nesses momentos é essencial para que no futuro haja o reconhecimento desejado. Lembre-se: o seu gestor observa suas atitudes e, principalmente, seu engajamento com a instituição, o que ajudará quando o cenário favorável aparecer.

Por Bruna Rocha Rodrigues


Opiniões dos especialistas da área são divergentes, mas a maioria diz que o assunto deve ser abordado na reta final da seleção.

Entrevistas de empregosempre dão um frio na barriga e trazem alguns questionamentos como, por exemplo, a questão salarial. A dúvida que sempre surge: "Em que momento da entrevista se deve falar sobre o salário?".

Especialistas da área de Recursos Humanos têm opiniões divididas, mas a maioria (cerca de 30%) diz que o assunto deve ser abordado na reta final da seleção. Esses dados foram tirados de um estudo realizado em 2014, feito pela Robert Half. Nesse estudo foram consultados 1.675 diretores de RH. Além dos 30% que acham que o salário deve ser abordado no final do processo seletivo, 27% disseram que só se deve abordar a pretensão salarial a partir da segunda entrevista e 14% diz que o candidato não deve abordar o assunto e sim, o empregador. Mas uma grande parte acredita que o momento ideal para isso é a primeira entrevista (29% deles).

Abordar a questão salarial logo de cara, é complicado. Claro que é importante saber, afinal, ninguém quer trabalhar de graça ou ser mal remunerado. Acontece que isso pode passar uma imagem ruim, pode parecer que o interesse maior é o salário e não a função, o que a empresa tem a oferecer e tudo mais – considerando, é claro, a forma de abordagem, porque em algum momento isso será necessário.

Especialistas dão dicas para a abordagem e para negociação de salário:

1.  Fique por dentro dos números:

O candidato deve estar muito bem informado sobre as tendências salariais – considerando o cargo, a cidade e o mercado. Consultar fontes como pesquisas e publicações, bem como consultar colegas de trabalho e recrutadores ajuda bastante.

2. Esteja munido de argumentos:

Bons argumentos derrubam até as barreiras mais resistentes. O candidato deve estar preparado para falar sobre suas competências e sobre o quanto pode ser útil e o quanto pode colaborar com a empresa.

3. Não se precipite na conversa:

O candidato deve estar a par de todas as funções do cargo e do que esse cargo representa na empresa, deve estar certo de que esclareceu todas as dúvidas antes de começar a falar sobre a remuneração.

E a dica mais valiosa é ‘ter feeling’, saber a hora exata de trazer o assunto à conversa ou de perceber que o assunto será abordado pelo entrevistador.

Por Elia Macedo


Apple oferece um salário de US$ 6,7 mil para seus estagiários. Contratados possuem ainda auxílio moradia de US$ 1 mil.

Quando você fala em estágio, a maioria das pessoas imagina um trabalho para um estudante, o qual receberá uma bolsa auxílio com um valor, digamos, mais modesto. Porém, nos Estados Unidos, os estagiários da Apple contam com um salário de até US$ 6,7 mil, isso equivale a mais de R$ 20 mil.

E não é só isso! Eles também contam com um auxílio-moradia de US$ 1 mil (cerca de R$ 3 mil). As informações foram divulgadas pelo site Business Insider. Uma curiosidade sobre os estagiários é que, para eles serem efetivados no cargo, o candidato em questão deverá manter segredo da sua função. Outro requisito, até óbvio por se tratar da Apple, é fazer um trabalho com excelência.

Recentemente, um estagiário da Apple deu uma entrevista para um portal dos Estados Unidos e comentou que os estudantes tem uma remuneração de US$ 38 por hora de trabalho. Para uma jornada de mais de 40 horas na semana, os estagiários iriam receber pelas horas extras um valor que equivale a um salário e meio. E mais, se isso ultrapassar das 60 horas, contariam com o dobro disso.

Todos esses benefícios são mantidos para os estagiários, uma vez que eles tenham sigilo total sobre as suas funções na Apple. Quando se estagia na empresa, você não poderá falar a ninguém sobre nada do seu emprego. Amigos, família, ninguém deverá ficar sabendo o que você faz. Esse foi o relato de um dos estudantes que foram contratados pela Apple.

Sabe quais foram os primeiros produtos da Apple?

  • O Apple I é o primeiro PC da marca e foi lançado em julho de 1976. No ano seguinte, o computador foi descontinuado em março de 1977.
  • O iMac chega em 1998 como um computador que era constituído com seu monitor e torre em apenas um periférico. Já na sua estreia, o design do PC era moderno e trazia cores fortes. A intenção com isso era conseguir a atenção do público mais jovem e fazer com que a marca ficasse popular.
  • O iBook teve a sua primeira aparição em 1999. Ele é o notebook da Apple e teve a base de criação nas características do iMac. Ele também contava com cores atrativas e recursos inovadores. 


Você já sabe quanto vai pedir no momento da negociação? Confira nesta matéria boas dicas para seguir uma conversa em que o final seja bom para o candidato e a empresa.

Você está prestes a ter uma entrevista de emprego e uma das coisas mais importantes que você irá abordar é sobre a questão salarial da vaga. Quando o recrutador telefona em uma pré-entrevista, por exemplo, ou mesmo já na visita presencial, eles vão questionar quanto almeja ganhar e quanto você estava ganhando em outro trabalho.

Nesta matéria você contará com algumas dicas sobre o que fazer no momento em que tratar de questões salariais na entrevista de emprego.

Sempre é bom estar preparado

O candidato deve fazer uma pesquisa de mercado. Uma empresa poderá oferecer um salário abaixo daquilo que é praticado no mercado. É muito importante saber dos valores que são praticados na profissão que você exerce e isso pode ser um bom argumento na hora da entrevista.

Ele deverá ter em mente as suas necessidades e apontar um nível para o seu salário, além dos benefícios que a empresa poderá oferecer. Observe bem se tudo o que está incluso vai atender às suas expectativas e que isso não trará problemas num futuro próximo. A sua proposta deverá ter embasamento, como a sua experiência e qualidade.

Faça um estudo sobre a empresa em questão, os valores que ela cultua e toda a sua cultura. O interesse que você mostra frente a empresa pode ser um fator que influencie na decisão. A preparação também está no aprimoramento do profissional com os cursos, pós-graduação, palestras, MBA, entre outros. Esse será um candidato que estará na frente de seus concorrentes e será mais valorizado.

Valorização pessoal

Você está sendo avaliado, mas é sempre bom mostrar qual é o seu objetivo profissional e ter um planejamento para com as suas necessidades. O seu planejamento sendo feito de forma adequada, você poderá contar com um trabalho melhor e um salário maior.

Tenha pulso firme

Muitos recrutadores e negociadores podem tentar se livrar de propostas salariais que eles pensem que não são boas. Você deve fazer uma oferta razoável e que seja apropriada. A outra parte deverá dar uma razão boa para que você mude de opinião. Obviamente, esteja aberto para conversa.

Prudência sempre é bom!

A sua proposta deve ficar na sua mente e a intenção é achar um norte que agrade as duas partes envolvidas. Caso a discussão mostre que está longe de conseguir um acordo, tenha uma contra-proposta. Uma solução deve ser criada e não uma guerra entre as partes.

Uma boa dica de prudência é deixar a negociação de salário para o final da entrevista.  A conversa sobre outros assuntos deve acontecer tranquilamente e você deve conquistar o seu empregador para depois falar dos valores.

Tenta oferecer destaque para suas experiências de sucesso

Quando você é aprovado na seleção, as condições de trabalho serão o próximo passo da conversa. É muito bom você destacar os seus feitos que deram relevância na sua carreira. Desafios que conseguiu superar e a importância que teve na estratégia de outras empresas e trabalhos que participou.

Sempre pense primeiramente na empresa

Quando a pessoa que está fazendo a entrevista lhe faz uma proposta de salário, o candidato deve fazer uma revisão de sua proposta que está em mente. É necessário fazer uma comparação do valor que foi oferecido com a faixa salarial que o mercado paga e assim chegar a uma conclusão.

Já sabe o quanto vai pedir?

O candidato deve deixar claro que sabe o quanto é a faixa salarial do mercado. Uma boa dica é dar uma resposta sobre o quanto quer, sendo ela mais ampla possível, sem dar um valor mais específico.

O recrutador deverá saber que o candidato vai escutar e entender o que a empresa tem em mente para buscar uma solução viável para os dois lados. O trabalho em conjunto nesse momento é importante para o consenso ser encontrado. Não dê ultimatos ou coisas do tipo.

Tenha critério

Uma pessoa será mais facilmente persuadida se a sua proposta apresentar um critério objetivo. Aborde temas como pagamento pela competência, pela sua experiência ou no tempo que está na “casa”.

Reflita e partcipe de mais processos seletivos

Depois da reunião, sempre faça uma reflexão sobre os pontos positivos e negativos que teve. Quando você participa de mais processos de seleção, os salários que são oferecidos servem como um bom argumento na negociação. Tenha foco no que quer e esperamos que as dicas lhe ajudem na sua próxima negociação. 


Uma pesquisa feita pela rede social LinkedIn aponta que quase metade dos brasileiros ainda visa melhores remunerações na procura de novos cargos e/ou trabalhos.

Você se preocupa muito com o salário quando vai trocar de emprego? Pois bem, uma pesquisa feita pelo LinkedIn com o nome de Tendências de Talentos 2015, aponta que a remuneração é o item que mais conta quando o trabalhador muda de emprego.

Na pesquisa, 49% do entrevistados do Brasil apontaram que o salário sempre é o fator primordial que os incitariam a mudar de emprego. Na segunda colocação, com 43%, ficou o desenvolvimento da carreira profissional. A terceira posição ficou com o avanço na carreira, com 41%.

Candidatos Passivos

Sçao aqueles que não de maneira ativa procurando emprego, mas que não teriam problemas em conversar com recrutadores para se ter mais detalhes sobre novas chances de trabalho. Na pesquisa, os candidatos passivos somaram 77%. Em termos globais, a média para esse tipo de candidato fica em 70%.

Negociação de Salário

Para os profissionais entrevistados no estudo, 60% deles apontaram que o próprio discernimento é o suficiente para a determinação do salário no momento da negociação do mesmo. Outros 40% apontam que o ajuste da remuneração tem como base o seu cargo anterior.

Sabia que o Brasil está na quarta colocação dos países de todo o mundo em que as pessoas utilizam as redes sociais para buscar um emprego. Essas pessoas somam 63%. Deste total, 59% utilizam sites de emprego da web para a procura.

O que as empresas recrutadoras buscam em seus candidatos?

Empresas grandes do mercado como é o caso da Catho e a Dasein, por exemplo, visam muitos aspectos em seus candidatos no momento em que fazem as entrevistas.

Entre algumas das qualidades estão a ética, visão estratégica, compatibilidade com os valores da empresa, comprometimento, engajamento, paixão pelo que faz, trabalhar bem em equipe, capacidade de se inovar, foco na missão que conta na empresa, orientação na busca de resultados, sempre atuar junto às necessidades da organização, inteligência emocional, empatia, entre tantos outros quesitos.

Sempre tenha foco e procure se atualizar nas coisas que estão em sua volta. 


Os dados foram coletados pelo IBGE em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2015

E o número de desempregados no Brasil continua crescendo. A taxa de desemprego no país subiu para 7,4% no período de dezembro do ano passado a fevereiro deste ano, foi o que informou o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A taxa é preocupante e mostra que continua aumentando o número de desocupados, se compararmos os números com o resultado obtido no trimestre anterior, ou seja, setembro a novembro de 2014. Neste período, a taxa de desemprego cresceu 6,5% o que já era alta e agora é mais preocupante ainda.

E a pesquisa Pnad Contínua mostra que o desemprego no trimestre que vai de dezembro a fevereiro ficou acima até do índice registrado neste mesmo período no ano anterior – dezembro de 2014 a fevereiro de 2014 – que foi de 6,8%. O resultado de um aumento no desemprego de 7,4% é maior de toda a história, desde que se iniciou a contagem.

A Pnad Contínua é responsável por produzir conteúdo informativo sobre a atual inserção da população brasileira em relação ao mercado de trabalho, levando em consideração todas as características das regiões onde cada pessoa mora, assim como as características da educação e até do desenvolvimento sócio-econômico.

Para se chegar ao resultado, faz-se uma pesquisa através de uma amostra de domicílios, para que possa garantir um resultado que tenha uma representatividade que atenda aos mais variados níveis geográficos. A cada novo trimestre, mais de 211 mil domicílios são investigados, em mais de 16 mil setores que estão distribuídos em uma média de 3,5 mil cidades pelo país.

E esta mesma pesquisa que apontou o crescimento do desemprego também indicou um aumento no rendimento médio do brasileiro, que subiu 1,1% passando de R$ 1.793,00 referente ao trimestre de setembro a novembro de 2014 para R$ 1.817,00 para o trimestre seguinte. Se comparado com o mesmo período do ano anterior, o aumento foi de 0,7%, já sendo descontada a inflação.

O IBGE elabora a PME – Pesquisa Mensal do Emprego – para poder analisar o desemprego no Brasil, mas a PME está sendo substituída pela Pnad Contínua que é bem mais completa na aquisição dos dados para análise.

Por Russel


Dicas de como negociar um aumento de salário e o momento certo de fazê-lo

Receber um aumento de salário é, sem dúvida alguma, motivo de comemoração para qualquer funcionário, primeiro porque isso será uma forma da empresa demonstrar contentamento com seus serviços e também porque dificilmente se consegue um aumento de salário então, quando somos contemplados com esta notícia, temos bons motivos para comemorar.

Acontece que muitas vezes o funcionário não recebe um aumento de salário, uma promoção, por um simples descuido da empresa e com isso deixa de contar com uma condição financeira melhor e perde até boas oportunidades dentro da empresa, mas são poucos aqueles que se arriscam na difícil e melindrosa missão, de pedir um aumento de salário, seja por vergonha ou medo de ser mal interpretado e passar a ser "mal visto" pela empresa.

Um dos segredos, para quem está querendo pedir aumento, é não querer logo um grande aumento, mas sim, tentar negociar um pequeno aumento no salário. Se você procura o dono da empresa ou o funcionário que está em um nível acima de você, por exemplo, o encarregado de sua seção, apresentando um pedido de aumento de salário, mas com um valor baixo, a empresa vai até se surpreender com seu pedido e dificilmente vai negar, ainda mais se você for um bom funcionário.

Depois de algum tempo você poderá tentar negociar um outro pequeno aumento que terá muito mais chance de conseguir.

Os funcionários que têm vergonha de tentar negociar um aumento de salário, para não terem que enfrentar esta situação várias vezes, preferem pedir um aumento maior, para depois demorarem a ter que negociar novamente um aumento e são justamente estes que quase nunca consegue uma resposta afirmativa.

Mas lembre-se que há outros fatores importantes que devem ser analisados antes de pedir um aumento de salário, por exemplo:

– Analise sua situação como profissional, se você tem procurado fazer cursos profissionalizantes, melhorar seus conhecimentos, manter-se atualizado em sua área;

– Funcionários que têm curso universitário, inglês, entre outros cursos importantes têm mais chance de terem um aumento;

– É importante verificar o momento, pois se a empresa está em crise e demitindo, nem pense em pedir um aumento de salário.

Então comece hoje a investir em sua vida profissional, estudando, realizando cursos, participar de palestras, eventos de sua área, enfim, procure crescer profissionalmente e assim, a empresa terá prazer em pagar mais por um funcionário que está se tornando cada vez mais importante para ela.

Por Russel





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